sábado, 7 de dezembro de 2019

Cristãos são alfabetizados através de projeto na Nigéria

Pessoas de todas as gerações aprendem a ler por meio da Bíblia na Nigéria. “Eu gosto de ler e me sinto empolgado por isso. Pela graça de Deus, eu também vou ensinar outros”.

Saber ler e escrever é um privilégio para poucos moradores de um vilarejo ao norte da Nigéria. Não há dinheiro para pagar as taxas, outros não conseguem viajar até outra vila onde há escola, ou não têm tempo, pois precisam trabalhar para suprir as necessidades básicas da família. Mas isso tem mudado, graças a um projeto de alfabetização apoiado pela Portas Abertas. 
As salas de aula estão repletas de pessoas de diferentes gerações e todos acompanham com atenção as instruções do professor.
O próximo passo que eles dão, após reconhecer as letras e ler frases, é a leitura da Bíblia por conta própria. Um dos alunos beneficiados é Madeng.
"Eu estava na escola, mas tive que parar no meio do caminho por causa da impossibilidade de pagar as mensalidades. Eu não tinha dinheiro", explica.
Faz quatro meses que o adolescente começou a frequentar o curso e hoje consegue ler.
Essa mudança na vida do garoto trouxe autoconfiança e sentimento de dignidade em relação a outros amigos alfabetizados. E o melhor, Madeng consegue compreender a palavra de Deus.
"Eu não sabia como ler a Bíblia, mas agora estou aprendendo a ler e isso tem me ajudado bastante", comemora.
O jovem cristão ficou apreensivo quando pediram para que lesse um versículo, mas ele aceitou o desafio, abriu a Bíblia e começou a recitar Provérbios 3.5-6: "Confie no Senhor com todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento, reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará suas veredas".
Quando terminou de ler o trecho bíblico, Madeng estava com um sorriso contagiante e completou: "Eu gosto de ler e me sinto empolgado por isso. Pela graça de Deus, eu também vou ensinar outros", promete.

Console os membros da igreja nigeriana

Os cristãos da Nigéria vivem à margem da sociedade, não apenas na área da educação, mas também enfrentam descaso das autoridades em questão de segurança.
Muitos estão vulneráveis a ataques de grupos extremistas, como o Boko Haram. Um exemplo é Leah Sharibu.
A adolescente foi sequestrada há quase dois anos e desde então, os pais e familiares da garota vivem sem saber se ela está viva ou morta.
Após atenção internacional, o governo nigeriano passou a negociar a libertação da garota. A Portas Abertas convida você a edificar os pais de Leah enviando cartões com mensagens de encorajamento. Participe!
Com informações da Portas Abertas

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