domingo, 25 de outubro de 2020

Escolas da Inglaterra são obrigadas a ensinar sobre casamento gay a crianças

Crianças da Inglaterra terão aulas que incluem conteúdos como casamento gay

A partir deste mês, todas as escolas na Inglaterra devem adotar uma grade curricular que inclui a cultura LGBT e ideologia de gênero.

As escolas de segundo grau educarão os alunos sobre orientação sexual, 'identidade de gênero' e relacionamentos saudáveis, enquanto as escolas de primeiro grau ensinarão as crianças sobre diferentes famílias, considerando também o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

As novas diretrizes indicam que a nova grade curricular permitirá que os alunos alcancem "bem-estar mental" e "saibam como estar seguros e saudáveis".

"É por isso que tornamos a Educação para Relacionamentos obrigatória em todas as escolas primárias na Inglaterra e Relações e Educação Sexual obrigatória em todas as escolas secundárias, além de tornar a Educação para a Saúde obrigatória em todas as escolas financiadas pelo Estado", diz a política.

Sidonie Bertrand-Shelton com Stonewall, a principal organização pró-LGBTQ da Grã-Bretanha, previsivelmente, celebrou a decisão dizendo: "A educação inclusiva LGBT consiste em ensinar que algumas crianças têm duas mães ou dois pais. Aprender sobre diferentes tipos de famílias desde tenra idade ajuda a criar inclusivos ambientes para que todos sintam que pertencem".

Mas as novas medidas não foram bem recebidas por todos os pais.

Em novembro passado, pais de alunos em Birmingham protestaram contra o ensino oferecido pelas escolas a seus filhos, que inclui questões como a “igualdade LGBTQ”, argumentando que as lições sobre relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo vão contra suas crenças religiosas.

Os pais seguravam cartazes com os dizeres "Meu filho, minha escolha", "Deixe as crianças serem crianças" e "Diga não à sexualização para crianças".

E a Parkfield Community School em Birmingham suspendeu seu programa de ensino LGBTQ no ano passado para consultar os pais após as manifestações.

Apesar da resistência em Birmingham, os membros do Parlamento Inglês tiveram uma votação de 538 a 21 a favor de que o novo currículo a começasse em setembro de 2020.

Os pais têm o direito de solicitar que seu filho seja retirado de algumas ou todas as aulas ministradas como parte da educação sexual, mas os alunos não estão autorizados a recusar a seção de Educação sobre Relacionamento e Saúde.

As diretrizes incentivam os professores a “instruir os alunos de maneira delicada e ordenada”.

A nova política diz: "Esperamos que todos os alunos tenham aprendido conteúdo LGBT em tempo hábil como parte desta área do currículo”.


Fonte: Guiame


MEU COMENTÁRIO:

Essa é a triste tendência natural do mundo relativista que vivemos, que cumpre passo a passo uma agenda liberalizante e globalista.

No Brasil, a coisa ainda não debandou por completo, por conta da resistência dos conservadores e da Igreja de maneira geral, e é o que devemos continuar fazendo, orando, ensinando nossas crianças e jovens, mesmo com as dificuldades que se apresentam, e também votando de maneira correta naqueles que, além da sua capacidade para os cargos que pleiteiam, também estejam alinhados com nossa forma de pensar.

Agir assim é uma questão de fidelidade para com Deus e para com os princípios e estatutos por Ele estabelecidos para a humanidade, no entanto, temos que estar preparados para defender a nossa fé a tempo e fora de tempo.

Tudo isso já está previsto nas sagradas escrituras sagradas e será então a hora da peneira.


"Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve". - Malaquias 3:18


"Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor". - Josué 24:15



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