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sexta-feira, 10 de julho de 2026

“Grande milagre”: Militar volta à vida após ter funeral preparado




Ethan Preseau sofreu falência neurológica e infecção no coração e passou dez dias ligado a aparelhos


O que parecia ser o fim da vida do militar da Marinha dos Estados Unidos Ethan Preseau, de 28 anos, transformou-se em uma nova oportunidade de viver. O jovem, que sofreu falência neurológica após uma grave infecção no coração e chegou a ter o funeral preparado pelos familiares enquanto estava ligado a aparelhos, surpreendeu a todos ao voltar à vida.

O caso começou poucos dias após ele se mudar para Pensacola, na Flórida, com a namorada Piper Wade. Na ocasião, o jovem desmaiou enquanto buscava malas em um caminhão de mudança.

Encontrado inconsciente por Piper, que entrou em pânico e acionou a emergência, Ethan foi levado às pressas para o Hospital Batista, onde os médicos diagnosticaram uma grave infecção no coração.

O quadro evoluiu rapidamente para uma falência neurológica. Exames de ressonância magnética apontaram que o tálamo, uma região vital do cérebro, apresentava necrose, levando a equipe médica a decretar que não havia qualquer esperança de recuperação.

Diante do prognóstico, a família iniciou os preparativos para a despedida. O funeral foi organizado, a bandeira dos Estados Unidos foi dobrada e os corredores do hospital foram tomados por parentes e enfermeiras para a tradicional caminhada de honra, uma homenagem póstuma prestada antes da doação de órgãos.

Não deveria ser o pai a enterrar o filho. Deveria ser o contrário – lamentou Jeffrey Preseau, pai de Ethan, em entrvista ao WEAR News.

No entanto, antes que o suporte de vida fosse definitivamente interrompido, Piper fez um apelo aos médicos, pedindo que dessem a Ethan mais dez dias para lutar. Durante esse período, uma corrente de orações uniu familiares e amigos.

No décimo dia, os aparelhos foram desligados e a família se despediu. Contudo, minutos após deixarem o quarto, um telefonema do hospital mudou tudo. Contra todos os prognósticos, Ethan acordou.

Ao entrarem no quarto, o pai e as enfermeiras testemunharam o jovem reagir aos estímulos de forma consciente. O pai relembra o momento em que a enfermeira pediu para o rapaz dar um sinal:

Ela entrou e disse: “Ethan, Ethan, mostre a língua para mim”. E ele foi lá, mostrou a língua, se virou para mim e seus olhos estavam arregalados – relatou.

Em seguida, as profissionais que haviam participado da caminhada de honra foram chamadas para testemunhar o ocorrido. Elas choraram diante do acontecimento, descrito pela família como um “grande milagre”.

A madrasta de Ethan, Denice Preseau, relatou que o jovem não apenas recuperou a consciência, mas passou a acompanhar o pai com os olhos, sorrir, apertar seus dedos e até tentar fazer sinais de positivo.

Embora o ex-militar ainda enfrente uma longa e lenta jornada de reabilitação neurológica em um centro especializado para traumatismo cranioencefálico, ele já interage com piadas e usa linguagem de sinais, avançando pouco a pouco em seu processo de recuperação.


Fonte: Pleno News

quinta-feira, 30 de outubro de 2025

Militares cristãos do Rio clamam por mudanças: ‘Só Deus pode curar o Brasil’



Militares cristãos que ofereceram tanto uma análise técnica da operação mais letal do Estado quanto uma reflexão espiritual.


Na última terça-feira (28), uma megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) nos complexos do Alemão e da Penha levou o Rio de Janeiro a decretar estado de emergência. Após a reação da facção, que lançou bombas por meio de drones, o Rio se transformou em um cenário de guerra.

A Operação Contenção, que foi a mais letal da história do Estado, deixou 121 mortos, sendo 4 policiais (dois civis e dois militares do Bope).

As vias da cidade também sofreram um grande impacto, como a Avenida Brasil e a Linha Amarela. Escolas municipais e estaduais foram fechadas, unidades de saúde suspenderam o atendimento, igrejas cancelaram suas atividades e diversas linhas de ônibus tiveram seus trajetos desviados. 

Nas redes sociais, muitos chegaram a comparar as imagens das bombas com a guerra na Ucrânia e na Faixa de Gaza. 

Em meio à tensão que tomou conta do Rio de Janeiro, foram ouvidos militares da segurança pública que também compartilham da fé cristã, ressaltando a importância de unir fé e responsabilidade diante da crise.

Para um subtenente aposentado do BOPE, a operação foi "sangrenta, porém necessária". Ele avaliou que o cenário de violência é resultado de um "sistema corrompido e da falta de continuidade nas políticas públicas".

"É um momento de reflexão sobre o país que queremos deixar para nossos filhos. Isso exige fé em Deus, coragem e oração, mas também responsabilidade e ação", afirmou.

E continuou: "Homens são mais amantes de si mesmos do que de Deus e buscam associações para alcançar poder absoluto; com isso, pisam sobre a Constituição, sobre princípios e valores cristãos. Hoje não se vê o país com seus poderes Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando em harmonia; estão corrompidos".

"Hoje, talvez o remédio para o tratamento tenha que vir de fora. Porém, se o país se unir nas urnas, poderemos eleger novos políticos com capacidade de conter o avanço da corrupção nos poderes da União. É preciso, nós como cristãos, orar a Deus pelo nosso país", acrescentou.

Para outro subtenente da Polícia Militar, a megaoperação foi "extremamente necessária e positiva, uma vez que o Rio de Janeiro tem sido local de reuniões de traficantes de todo Brasil". 

"Positiva para que não haja um encorajamento dos novos jovens que pretendem entrar ou se deixam seduzir pelo crime", explicou ele.

Para o militar, a crise na segurança pública está ligada ao aparelhamento em todas as esferas do poder público. 

"No judiciário com vendas de sentença, e habeas corpus para criminosos. No legislativo, onde estão infiltrados para dar sustentação às ações criminosas através de influência e associação a outros órgãos do poder público. No executivo, que como administrador, não exerce o papel como deveria na área de segurança pública em prol do cidadão cumpridor das leis vigentes", disse ele.

No campo espiritual, ele destaca a importância da oração para resistir aos desafios e permanecer firme, citando a passagem bíblica de João 16:33: 

"'Eu disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo. Jesus Cristo não aboliu a lei estabelecida. Como cristão devemos obedecer às autoridades constituídas e zelar pelo bem Espiritual e material do nosso próximo'".

Já um pastor, que atua como 3° sargento da Polícia Militar, declarou: "Com base no que disse o nosso Governador em Entrevista: 'A operação foi muito boa, apesar do ponto negativo de haver 04 dos nossos vindo a óbito'. Isso nos deixa muito tristes, apesar do resultado positivo".

E continuou: "Na minha visão, o cumprimento de promessas, a Bíblia está repleta de textos que falam da corrupção, Lucas 17 e Mateus 18. Temos as pedras do tropeço, que podem ser interpretadas como corrupção moral e espiritual. Creio que a corrupção, ligada ao 'ser amante de si mesmo', é algo tanto moral quanto espiritual, sendo o nosso maior problema".

 
Mais de 132 pessoas morreram na operação. (Foto: Reprodução/Agência Brasil)

Por fim, o pastor observou como acredita que a Igreja brasileira deve agir diante deste cenário:

"Orar seria a resposta mais comum, porém Jesus nos ensinou mais sobre comportamento do que sobre oração — isso deve nos dizer alguma coisa. Creio que a igreja precisa ser igreja: ser honesta sobre o dinheiro, desde a propina até a caneta não devolvida. A igreja não faz a diferença que poderia fazer porque a luz não brilha (Mt 5.16). O mundo precisa ver as boas obras; atos e ações devem falar por aqueles que representam. Vamos aos montes orar, participar de congressos de ativação espiritual em busca de algo extraordinário, mas isso deveria se refletir quando nos relacionamos com os outros — no ordinário do dia a dia. Não damos de comer, nem de beber, nem doamos agasalhos, nem visitamos presídios, etc. É necessário cuidar também dos elementos pessoais, e não apenas do coletivo".

"Precisamos ser igreja e dar lugar às ações ordinárias da vida, nas quais o Espírito Santo deseja nos conduzir", concluiu.

A megaoperação no Rio

Na manhã desta quarta-feira (29), a Praça da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, amanheceu com uma fila de corpos cobertos por lonas.

Segundo a CNN Brasil, mais de 60 corpos teriam sido retirados por moradores da área de mata do Complexo da Penha durante a madrugada.

No entanto, até o momento, os órgãos oficiais não confirmaram se esses corpos já estão incluídos no balanço final da operação.

 
Mesa com autoridades do Estado do Rio de Janeiro durante coletiva de imprensa sobre a Operação Contenção na Cidade da Polícia, no Rio de Janeiro. (Foto: Reprodução/Agência Brasil)

A megaoperação foi uma ação conjunta das polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, que mobilizou cerca de 2.500 agentes das forças estaduais de segurança, foi resultado de mais de um ano de investigação conduzida pela DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes).

Conforme a Secretaria de Segurança Pública (SESP) e o Governo do Estado, a operação teve como principal objetivo conter a expansão territorial do Comando Vermelho (CV) e cumprir 100 mandados de prisão contra integrantes e líderes da facção.

Entre os alvos, 30 seriam criminosos vindos de outros estados — especialmente do Pará — que estariam escondidos nas comunidades alvo da ação.

Além das mortes registradas, a operação resultou na prisão de 81 pessoas, entre elas Thiago do Nascimento Mendes, conhecido como Belão, apontado como operador financeiro do Comando Vermelho (CV) no Complexo da Penha e braço direito do chefe da facção, Edgar Alves de Andrade, o "Doca" ou "Urso".

Os militares também apreenderam 93 fuzis, número que supera o total mensal de apreensões dessa arma em quase todos os meses do ano, aproximando-se de um recorde histórico.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 2 de março de 2022

“Deus está nos ajudando”, dizem soldados ucranianos ao relatar eventos sobrenaturais


Relatórios mostram que soldados estão testemunhando “coisas estranhas acontecendo” e dizem que sentem a ajuda de Deus.

guerra na Ucrânia que já dura uma semana não conseguiu tirar a fé dos ucranianos, que lutam de todas as formas, principalmente através de orações. Cristãos na Ucrânia agradecem pelas orações de todos ao redor do mundo.

Na luta física, porém, muitos soldados estão testemunhando que sentem a ajuda de Deus. Um pastor americano que pediu para não ser identificado, disse para o All Israel News que Deus está atendendo às orações.

Ele conta que estão chegando relatórios com um grande número de soldados dizendo “que coisas estranhas estão acontecendo” e que atribuem à ajuda de Deus.

Agir sobrenatural em meio à guerra

O pastor conta que os soldados relatam sobre acontecimentos que estão salvando suas vidas durante a noite. “Parece que, às vezes, as balas estão apenas passando por nós, em vez de nos atingir”, compartilhou um dos soldados no relatório. 

Um pastor ucraniano compartilhou em sua pregação de sábado (26) que sente como se “estivesse sonhando” e tem a sensação de que tudo isso “não esteja realmente acontecendo”. 

Ao ler o Salmo 26, ele destacou que “quando passamos por esses tempos difíceis, então nós também colhemos alegria e algo de bom”, disse ao revelar que, no outono, a igreja recebeu uma profecia de que “seria difícil chegar à Ucrânia”. 

Sobre a profecia 

Depois da dificuldade, porém, seria um dos melhores tempos para o país. E eu entendi que, provavelmente, a profecia estava falando de um grande mover do espírito de Deus”, explicou o pastor.

Ele conta que os moradores da vizinha Bielorrússia também estão muito “em choque e consternados por seu território estar sendo usado para a invasão de uma nação amiga”. 

Conforme o pastor ucraniano, os crentes na Bielorrússia e na Ucrânia constantemente se unem e apoiam uns aos outros. “Como sobreviventes do Holocausto, muitos deles são pessoas de espírito positivo e Deus é otimista”, compartilhou.

Atuação da Igreja na Ucrânia

O pastor e sua equipe atendem sobreviventes do holocausto na Bielorrússia há 26 anos e estão envolvidos com quatro congregações, um ministério para órfãos e crianças que lutam contra o câncer. 

Ele explicou que tem muitos amigos em toda a Ucrânia. “Estamos orando e torcendo para que essa invasão russa da Ucrânia chegue ao fim muito rapidamente, porque esta é uma situação horrível”, disse.

sofrimento tem sido incalculável de homens, mulheres, crianças e idosos, todos inocentes. E, apesar da fé e da positividade, o pastor ressalta o quanto tem sido difícil e doloroso encarar de frente a violenta invasão russa.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Militares divulgam dura nota contra TSE e suspeitam da Corte


Cúpulas do Clubes Militares saíram em defesa do voto impresso auditável

O Clube Militar, o Clube Naval e o Clube da Aeronáutica reagiram, nesta segunda-feira (2), em defesa da adoção do voto impresso e auditável, pauta reivindicada pelo presidente Jair Bolsonaro. Em dura nota, a cúpula da reserva das Forças Armadas reproduziu os argumentos usados pelo governo, além de colocar em dúvida a lisura dos membros do TSE.

Auditagem das urnas não pode ser enxergada a olho nu. Trata-se, de uma inescrutável caixa preta. A inviolabilidade das urnas eletrônicas, atestada pela própria equipe técnica do TSE, não pode ser um dogma. O TSE bloqueia sistematicamente propostas de teste do sistema solicitados por equipes externas, o que pode levar à suspeita de que tem algo a esconder – diz um trecho do comunicado.

Em outro ponto, os militares argumentam que, mesmo as instituições mais seguras, como a Nasa, também estão vulneráveis a ataques externos.

Sistemas digitais da NASA, do Pentágono, de partidos políticos americanos e de grandes empresas privadas, mesmo protegidos por sistemas de segurança (CyberSecurity) up to date, já foram invadidos. Hackers, por ideologia e/ou interesses financeiros, são gênios do mal e estão sempre um passo à frente em termos de avanço tecnológico. Diante destas inquestionáveis evidências, seriam as urnas eletrônicas brasileiras realmente inexpugnáveis? – questionou.

A nota ainda traz um questionamento sobre a “aceitação passiva” do atual modo de contagem de votos.

O TSE, administrador-mor do sistema, prega a dependência absoluta do software, ao afirmar que um aumento da interferência humana ocasionaria erros que abririam brechas para a judicialização do processo eleitoral. Obviamente, nenhum sistema está totalmente a salvo da maldade dos homens. Mas seria a aceitação passiva dos resultados da urna eletrônica mais aconselhável, a fim de evitar questionamentos válidos, no melhor estilo “Cale-se, eu sei o que é melhor para você”? Eis a verdadeira ditadura – acusa o comunicado.

LEIA A NOTA NA ÍNTEGRA

Rio de Janeiro, 02 de Agosto de 2021

Clube Naval, Militar e de Aeronáutica

A confiabilidade e a transparência de um processo eleitoral constituem requisitos básicos para uma democracia saudável, e suscitaram o debate sobre a implementação da urna eletrônica com voto impresso auditável, em análise pelo Congresso Nacional, provocado pela PEC 135/2019.

As Urnas Eletrônicas (DRE – Direct Recording Electronic Voting Machines) de 1ª Geração foram implantadas em 1996. De 2006 a 2012, Holanda, Alemanha, EUA, Canadá, Rússia, Bélgica, Argentina, México e Paraguai abandonaram-nas. Em 2014, India e Equador adotaram modelos mais avançados. Embora já exista a Urna E de 3ª Geração, o Brasil insiste em utilizar as superadas Urnas E de 1ª Geração.

A auditagem das urnas não pode ser enxergada a olho nu. Trata-se, de uma inescrutável caixa preta. A inviolabilidade das urnas eletrônicas, atestada pela própria equipe técnica do TSE, não pode ser um dogma. O TSE bloqueia sistematicamente propostas de teste do sistema solicitados por equipes externas, o que pode levar à suspeita de que tem algo a esconder. Por que essa exclusiva “segurança em obscuridade”? Por que tal segregação, se todos, indistintamente, têm direito à verdade?

No entendimento do TSE, apoiado na letra jurídica, o ônus da prova cabe a quem reclama de fraude. Mas pelo fato de todo o processo ser digitalizado, sem a existência de provas visíveis e tangíveis, torna-se impossível atestar uma possível ilicitude. Se não há como apresentar provas materiais, a questão permanece em suspenso, o que favorece os tenazes defensores do sistema. Até quando vai perdurar esse circunlóquio?

Pessoas dotadas de nível mediano de conhecimento sobre sistemas sabem que celulares e computadores são vulneráveis a vírus e invasões. No tocante a Urnas E, o universo de pragas cibernéticas pode compreender, dentre outros malefícios, a clonagem e adulteração de programas, a inclusão de programas maliciosos para desvio de votos de um candidato para outro, a supressão de votos, fraudes na apuração e totalização de votos e pré-inserção de votos nas urnas.

Sistemas digitais da NASA, do Pentágono, de partidos políticos americanos e de grandes empresas privadas, mesmo protegidos por sistemas de segurança (CyberSecurity) up to date, já foram invadidos. Hackers, por ideologia e/ou interesses financeiros, são gênios do mal e estão sempre um passo à frente em termos de avanço tecnológico. Diante destas inquestionáveis evidências, seriam as urnas eletrônicas brasileiras realmente inexpugnáveis?

De acordo com o previsto na PEC 135/2019, mediante a impressão, o eleitor não tocaria o voto, tampouco o levaria consigo, apenas o veria, verificaria se ele de fato corresponde ao candidato que aparece na tela, confirmaria, o papel cairia e permaneceria armazenado dentro de urna lacrada, o que possibilitaria, caso necessário, futuro cotejo e recontagem. Portanto, nada mais falso afirmar que, com a impressão do voto, o eleitor poderia ser pressionado por “benfeitores”, traficantes, milicianos e afins. Pura desinformação.

O TSE, administrador-mor do sistema, prega a dependência absoluta do software, ao afirmar que um aumento da interferência humana ocasionaria erros que abririam brechas para a judicialização do processo eleitoral. Obviamente, nenhum sistema está totalmente a salvo da maldade dos homens. Mas seria a aceitação passiva dos resultados da urna eletrônica mais aconselhável, a fim de evitar questionamentos válidos, no melhor estilo “Cale-se, eu sei o que é melhor para você”? Eis a verdadeira ditadura.

O sistema de urnas eletrônicas com voto impresso auditável, indubitavelmente, acrescenta equipamentos eletrônicos, o que aumenta a probabilidade da ocorrência de problemas sistêmicos, além de gerar necessidades logísticas e de segurança física. Caberia ao TSE ser proativo e estabelecer planos contingentes para que o sistema como um todo possa operar de maneira eficiente. A justificativa de que, em face da pandemia, o gasto de três bilhões de reais com o custo da implementação das urnas eletrônicas com voto impresso auditável seria inadmissível não se sustenta, pois a lisura e a transparência do processo eleitoral – essenciais para uma salutar democracia – não tem preço, seja em que tempo for.

O prazo final para a resolução desse imbróglio, visando as eleições de 2022, será outubro. Esperamos que não seja um outubro vermelho, mas sim verde e amarelo, pelo bem do Brasil.

AE Luiz Fernando Palmer Fonseca

Presidente do Clube Naval

Gen Div Eduardo José Barbosa

Presidente do Clube Militar

Maj Brig-Ar Marco Antonio Carballo Perez

Presidente do Clube de Aeronáutica

O Clube Militar com este texto, encerra uma série de artigos mostrando a necessidade de total transparência no processo eleitoral brasileiro.

A data de hoje é importante, pois antecede a votação de matérias no Congresso Nacional.

Boa sorte, Brasil!

Fonte: Pleno News

terça-feira, 15 de maio de 2018

Documento do governo dos EUA que era extremamente secreto vem causando polêmicas e desinformação da esquerda

O Globo, um dos jornais brasileiros mais proeminentes — numa proeminência geralmente esquerdista —, disse na semana passada:
"Um memorando feito pelo ex-diretor da CIA William Egan Colby em 11 de abril de 1974 e destinado ao então Secretário de Estado dos EUA Henry Kissinger sugere como o ex-presidente Ernesto Geisel soube e autorizou a execução de centenas de opositores políticos durante a ditadura militar no Brasil."
A Folha de S. Paulo, outro jornal brasileiro com uma proeminência geralmente esquerdista, disse:
"Um documento secreto de 1974 liberado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos afirma que o ex-presidente Ernesto Geisel (1974-1979) aprovou a continuidade de uma política de ‘execuções sumárias’ de adversários da ditadura militar."
Toda a esquerda brasileira está se deliciando com as informações disponibilizadas no site do Departamento de Estado dos EUA.
No entanto, o que O Globo chamou de "opositores políticos" inocentes, o Departamento de Estado dos EUA chamou de “os subversivos e terroristas mais perigosos.”
Então, qual é o problema do regime militar brasileiro executando os subversivos e terroristas mais perigosos?
Todos esses terroristas eram comunistas. Eles não estavam envolvidos em atividades políticas inocentes. Eles estavam envolvidos em assassinatos, assaltos a bancos e muitos outros crimes violentos. Acima de tudo, eles estavam matando para estabelecer no Brasil uma ditadura comunista.
Existe uma diferença enorme. Enquanto os regimes comunistas ao redor do mundo — inclusive a União Soviética, China e Cuba — estavam matando a torto e direito qualquer um que se opusesse pacificamente à sua ditadura, os militares brasileiros não matavam aleatoriamente pessoas não envolvidas em atividades terroristas.
O que o documento do Departamento de Estado disse?
"[O diretor da CIA William] Colby relatou que o presidente [Ernesto] Geisel planejava continuar a política de [ex-presidente] Médici de usar meios extralegais contra subversivos, mas limitaria as execuções aos subversivos e terroristas mais perigosos."
Essa informação era extremamente sigilosa. Por que agora está disponível livremente para os esquerdistas vandalizarem um evento desagradável, mas necessário?
LEIA MAIS SÔBRE O ASSUNTO NO BLOG DO JÚLIO SEVERO

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Procurador pede manifestação do ministro da Defesa sobre declaração do general Villas Bôas


O procurador da República no Distrito Federal, Ivan Cláudio Marx, pediu nesta quarta-feira (4) que o ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, se manifeste sobre as declarações do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, divulgadas na noite de terça-feira (3) no Twitter “em repúdio à impunidade”. Em duas mensagens postadas na rede social, o general diz que a Constituição deve ser respeitada e que o Exército compartilha dos anseios da sociedade.
O procurador pede que o ministro da Defesa tenha “ciência e manifestação sobre eventual risco de função interventora das Forças Armadas”.
A reportagem entrou em contato com o Ministério da Defesa e aguarda posicionamento.
Na rede social, o comandante do Exército disse: “Asseguro à Nação que o Exército brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais. Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do país e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?”.
As declarações de Villas Bôas tiveram repercussão por terem sido feitas um dia antes do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Na manhã desta quarta, o ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que as declarações do comandante são de defesa do papel institucional das Forças Armadas, da legalidade e da serenidade. “As palavras do general Villas Bôas representam basicamente a defesa da institucionalidade, a defesa da Constituição e, sobretudo, a noção de que a regra do jogo é para ser cumprida e de que tem que ser aceita”, disse Jungmann.
O Comando da Aeronáutica divulgou uma nota – assinada pelo comandante da Força, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato – na qual afirma que integrantes das Forças Armadas devem acreditar nos poderes instituídos, não se deixando empolgar “a ponto de colocar convicções pessoais acima daquelas das instituições”.
A organização não governamental (ONG) Anistia Internacional condenou as declarações do comandante do Exército. Para a ONG, foi uma grave afronta à democracia.
Fonte: Agência Brasil via Verdade Gospel

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

PM faz sucesso na internet com louvores entoados no batalhão

Sub Tenente Paulo Borges evangeliza até mesmo os criminosos que prende

Pertencendo ao 21º Batalhão de Polícia Militar do Rio de Janeiro, em São João de Meriti, o subtenente Oldinei Paulo Borges ficou conhecido na internet pelos louvores que canta. Alguns de seus vídeos postado na página “O PM Cantor” viralizaram a ponto de o policial de 47 anos sonhar em gravar um CD gospel.
“Comecei a cantar na igreja aos 12 anos, mas nunca o fiz profissionalmente. Já me aconselharam mais de uma vez a gravar, mas ainda não tive recursos. Quem sabe um dia eu consigo? É um plano que tenho”, contou ele ao jornal Extra.
Em sua família, ele é o único dos seis irmãos que não se tornou pastor. Pertencente à Assembleia de Deus, sublinha que sempre tenta evangelizar as pessoas que encontra. Até mesmo os criminosos que ele prende.
“Às vezes o pessoal até brinca: “Lá vai o Paulo Borges falar de Deus”. Mas, se posso tentar ajudar alguém, por que não fazê-lo? Converso, deixo o meu contato… Uma vez, uma mãe me ligou e disse que havia sido uma benção para o filho dela ter sido preso por mim, porque saiu da cadeia e não voltou para a vida errada. Isso é muito gratificante”, comemora.
Para que não sofra críticas, no alto da página há o aviso: “os vídeos aqui postados do Sub Tenente Paulo Borges, em que estiver fardado, no interior do quartel, foram e sempre serão produzidos antes do horário de serviço, no horário da refeição ou após o término do serviço”.
Foi seu sobrinho que decidiu postar as apresentações informais de Oldinei no 21º BPM. “É sempre muito espontâneo. Quando vem a inspiração de Deus, eu canto, e aí peço a alguém para filmar, ou já aparece um colega com câmera”, encerra.
Fonte: Gospel Prime
Assista um dos louvores:

terça-feira, 14 de junho de 2016

Justiça condena Igreja Universal a pagar R$ 4 milhões por contratar PM's


Segundo juíza, militares faziam segurança dos templos em dias de folga. Ela explica que caso é proibido por lei; defesa discorda e diz que recorrerá.


A Igreja Universal do Reino de Deus foi condenada a pagar R$ 4 milhões por contratar policiais militares para realizar serviços de vigilância e transporte de valores. A decisão é da 10ª Vara do Trabalho de Goiânia, em faça de ação por danos morais coletivos proposta pelo Ministério Público do Trabalho em Goiás (MPT-GO). A igreja informou que vai recorrer.

O valor indenizatório deverá ser revertido a alguma entidade beneficente que será escolhida na fase de liquidação. Além disso, a igreja também foi proibida de contratar policiais e terá que pagar multa de R$ 50 mil caso descumpra a medida e contrate novos policiais militares.

O G1 entrou em contato com as assessorias de comunicação da Polícia Militar, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

O despacho é da juíza auxiliar Viviane Silva Borges e é válido por todo o território nacional, exceto nos estados da Bahia, Maranhão e Rondônia, onde já existem ações da mesma natureza em trâmite.

No documento, a magistrada sustenta que, apesar de ter contratado uma empresa especializada de segurança, a igreja também firmava acordo com policiais, que trabalhavam no período de folga. Além disso, não eram feitas anotações nas Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) dos militares.

Para embasar sua decisão, Viviane evoca o artigo 22 do Decreto-Lei nº 667/69, que diz: "pessoal das Polícias Militares, em serviço ativo, é vedado fazer parte de firmas comerciais de empresas industriais de qualquer natureza ou nelas exercer função ou emprego remunerados”.

Fora isso, a juíza também destaca que o acúmulo de função do policial pode incorrer em prejuízo na sua atuação principal, que é o de atuar de forma "atenta, vigilante e eficaz" para combater a criminalidade.

"A prestação de serviços à ré é realizada em dias de folga dos policiais, nos quais deveriam estar usufruindo pleno descanso, ou dedicando-se a família ou ao lazer, a fim de garantir sua higidez física e mental. Os períodos de descansos, por meio de escalas, visam a recuperação das energias despendidas na atividade de segurança, notoriamente estressante", escreve.

Por isso, destaca a magistrada, é necessário combater a prática "com vistas a garantir o aprimoramento e a eficiência na prestação de serviços de segurança à sociedade, e melhor qualidade de vida aos policiais”.



Defesa

Em nota enviada ao G1, a assessoria de comunicação da Igreja Universal informou que vai recorrer do caso. O comunicado afirma ainda que "não há nenhuma legislação que proíba qualquer instituição de contratar policiais militares para a prestação de serviços". A assessoria cita ainda que a prática é reconhecida como legítima e reconhecida pela Justiça do Trabalho em todo o país.

O advogado da igreja, Bruno Freire e Silva informou ao G1 que a contratação dos policiais contribuiu para que eles possam ter uma renda extra. "Nada proíbe, desde que seja nas horas vagas. Nada impede que o militar faça outro serviço. Muitos deles, inclusive, precisam desse complemento e sustentam as famílias com esse rendimento", afirmou.

O defensor explica que essa questão está evidente no inciso II do artigo 5º da Constituição Federal, o qual cita que "ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei".

Silva salienta ainda que este tipo de serviço é comum em várias outras empresas, não só na igreja e afirma que o templo já obteve decisão judicial favorável em relação ao mesmo assunto em processo que corre no Maranhão.

Publicado em G1 via Notícias Cristãs

MEU COMENTÁRIO:

Independente de que seja a IURD ou quem quer que seja, a contratante desses policiais militares, me parece até prova em contrário, uma verdadeira hipocrisia tal decisão judicial, uma vez que isso é uma pratica comum no Brasil.

Temos policiais militares que em seus horários de folga prestam serviços como segurança em bares, restaurantes, casas de shows, eventos diversos, a autoridades, empresários, políticos, etc.... Tudo isso no afã de melhorarem seus salários, utilizando-se para tanto da sua experiência nesse tipo de serviço, sem qualquer ônus à sua atividade principal.

Mais recentemente, existe até mesmo convênios celebrados entre estados e prefeituras para esse tipo de atividade, o que o torna oficial.

Portanto, em que pese entenda a melhor das intenções da nobre magistrada, creio ser difícil a sustentação dessa tese em instância superior, pois caso contrário, em se tornando jurisprudência, não será somente a IURD que terá problemas, mas principalmente os policiais militares em todo o Brasil, os quais sofrerão sensível baixa em seus rendimentos. Não duvido ainda, que alguns deixem a farda para ficarem nesses chamados "bicos'.  Oremos!


sexta-feira, 26 de junho de 2015

PMs de Cristo celebram 23 anos de fundação


Nesta quinta-feira (25), a Associação dos Policiais Militares Evangélicos do Estado de São Paulo (PMs de Cristo) realizou um Culto de Gratidão no auditório do Corpo Musical da PM (CMus), na capital paulista. A celebração contou também com a participação do Corpo Musical da PM.
Além dos Policiais Militares, estiveram presentes ainda, amigos, colaboradores, parceiros e representantes da PM.
O Dia dos PMs de Cristo já foi reconhecido pela lei estadual 14798/12, reconhecendo os trabalhos realizados pela Associação, que leva uma mensagem de fé, vida e esperança ao policial militar, bem como à família deste.
Atualmente, os PMs de Cristo trabalham com mais de 100 núcleos nas unidades policiais de todo o Estado, por meio de capelães militares voluntários, oferecendo acompanhamento espiritual e emocional aos oficiais.
Fonte: CPADNews
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