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terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Pastor é acusado de intolerância após gravar vídeo destruindo oferenda do candomblé

A perseguição religiosa aos cristãos é uma realidade mundial e crescente, apesar de boa parte da grande mídia não noticiar nada a esse respeito. Mas, há também membros de outras religiões, como o candomblé, que alegam serem vítimas de intolerância por parte de alguns cristãos.

Um caso que veio à tona recentemente ilustra isso. Se trata de um vídeo onde o pastor da Igreja da Tenda dos Milagres, Gledson Lima, aparece destruindo as peças de uma oferenda do candomblé, religião de matriz africana, conhecida em alguns estados do Brasil também como xangó, catimbó ou “macumba”.

Na gravação, o pastor aparece dizendo que está quebrando as peças “em nome de Jesus”, como parte de uma “quebra de maldição”.  Para o líder da igreja situada no bairro Vila Cláudia, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, a destruição do material teria o aval do próprio Jesus.

Receba a tua vitória, venha amanhã para o nosso culto, amém”, diz o pastor no final da gravação. Segundo informações do jornal O Dia, o pastor explicou que destruiu a oferenda do candomblé porque ela estaria localizada próprio à entrada de uma propriedade sua, um sítio, cerca de 500 metros.

Com a repercussão do episódio, o babalorixá Natan de Oxaguiã, do Ilê Àsé Babá Min Okan Fun Fun, registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) no último dia 10. Segundo o líder religioso da religião africana, a atitude do pastor termina incentivando outros atos de intolerância contra a sua religião.

Os alimentos nos alguidares, as bebidas são oferecidos como presentes, em agradecimento à ancestralidade, portanto, são sagrados. A postura dele acaba por exercer influência diante de outros, que não conhecem a religião e não aprendem a respeitar”, disse ele, segundo o Extra.

Intolerância religiosa no Brasil

O artigo 208 do Decreto Lei nº 2.848 de 07 de dezembro de 1940 diz que é crime “vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”. Apesar disso, o vilipêndio ocorre de muitas formas no Brasil, inclusive contra os símbolos cristãos, que são retratados de forma desrespeitosa, por exemplo, em protestos políticos, desfiles de carnaval ou mesmo em programas de TV.

Todavia, o vilipêndio contra os símbolos cristãos parece não causar a mesma repercussão de quando se trata dos símbolos de religiões africanas. Em todo caso, a intolerância religiosa é uma realidade que afeta diferentes religiões, não só no Brasil, mas no mundo inteiro.

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Cantor Gospel causa polêmica após cantar no terreiro de candomblé

Cantor Kleber Lucas causa polêmica após cantar no terreiro de candomblé

O cantor gospel Kleber Lucas, pastor da igreja Batista Soul, se apresentou junto com os Ogans de um Centro de Candomblé que havia sido incendiado e foi recentemente reconstruído com a ajuda de uma igreja evangélica.
Kleber Lucas sentou na mesa junto alguns religiosos, falou da alegria de poder participar do evento de inauguração, sem preconceito religioso, sem barreiras.
No fim, o cantor posou para fotos ao lado de uma mãe de santo e líderes de alta patente no Candomblé.
A atitude do cantor em ir se apresentar em um terreiro de Candomblé, religião que comumente é discriminada por evangélicos, está causando uma enorme repercussão dentro do cenário gospel.
Muitos cristãos conservadores estão criticando veementemente a atitude do cantor, enquanto outros o apoiam e celebram a sua atitude.
Kleber Lucas tem ido na contra-mão do sistema religioso, apesar de estar inserido nele. Por vezes tem levado padres para pregar em sua igreja, cantado música secular no altar também de sua igreja, fatos que tem mostrado atitudes atípicas de um pastor evangélico.

Fonte: Gospel Geral
Assista aqui:

sábado, 9 de dezembro de 2017

Candomblecistas promovem ato em solidariedade a Kleber Lucas


Convocação foi feita para “religiosos de matriz africana​, agnósticos, ateus, intelectuais, artistas e toda sociedade para dar um basta à Intolerância Religiosa e ao Racismo”.


O pastor e cantor Kleber Lucas já era uma figura controversa dentro do meio evangélico por ter se casado três vezes. Intérprete de músicas que fizeram muito sucesso, ele ultimamente acabou se envolvendo em uma grande polêmica após ter participado de um evento no terreiro de candomblé da mãe de santo Conceição d`Lissá, na Baixada Fluminense.
Ele e outros líderes evangélicos progressistas levaram uma oferta de 12 mil reais para a reconstrução do barracão Kwe Cejá Gbé, que foi vítima de um incêndio em 2014. Também cantou com os músicos do terreiro, acompanhado pelos atabaques.

O caso ganhou grande repercussão também por que a sua postura pública tem sido mais focada em falar sobre racismo que do evangelho. Manteve o discurso, inclusive, quando participou de um programa na rede Globo, onde chamou uma candomblecista de "irmã".
A enxurrada de críticas que ele recebeu nas redes sociais foi classificada por seus apoiadores como demonstrações de "racismo" e "intolerância". Até o momento ele não se posicionou claramente sobre o assunto, mas em entrevista reclamou que a teologia brasileira é "racista".
Quando usou as redes sociais, foi para transmitir mensagens como "Deus não é cristão" e desabafar com frases como "Não há nada mais demoníaco do que o mal chancelado pela religião!".
Rejeitado por parte do público evangélico, ele será o centro de um "encontro de   solidariedade" nessa segunda, 11 de dezembro, no Salão Nobre do IFCS – UFRJ, no Rio de Janeiro. A convocação, segundo o material de divulgação é "para religiosos de matriz africana​, bem como agnósticos, ateus, intelectuais, artistas e toda sociedade para dar um basta à Intolerância Religiosa e ao Racismo".
No convite que chegou à redação do Gospel Prime, há uma citação do próprio Kleber Lucas: "A religião é a busca de cada ser humano pelo sagrado e o sentido da vida e isso precisa ser respeitado. Não faz nenhum sentido alguém que se diz religioso e não melhora sua relação com o seu próximo".
Essa nova fase do cantor, cujas palavras mais usadas parecem ser "religião, racismo e respeito", causa estranheza para quem se acostumou vê-lo entoar hinos que falavam de "Jesus, Igreja e da cruz".
Fonte: Gospel Prime
MEU COMENTÁRIO:
Não dá nem para comentar mais as atitudes do artista gospel da matéria. A lembrar-me do meu falecido sogro, Pedro Lima, que depois de muitos anos voltou ao Estado da Bahia, na cidade de Serrinha, apenas para falar da sua conversão à família.
Foi busca-los dentro do Terreiro de Candomblé, evangelizando um a um, a partir da sua própria mãe.
Ele não presenciou, mas a semente do evangelho germinou e a partir da sua progenitora, todos se converteram a Jesus e hoje entre os familiares, muitos estão cooperando no ministério da Igreja como membros, diáconos, presbíteros, evangelistas e pastores.
Dizer o que a esse senhor?
Não dá nem para falar mais nada...
Oremos por ele!

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Igreja doa 11 mil reais para reconstrução de terreiro de candomblé


Pastora luterana coordenou campanha de arrecadação

O barracão do centro de candomblé da mãe de santo Conceição d'Lissá, no Rio de Janeiro, incendiado há três anos, será reconstruído com apoio de igrejas evangélicas. Em 2014, a então presidente do Conselho de Igrejas Cristãs do Estado do Rio de Janeiro (CONIC-Rio), pastora Lusmarina Campos Garcia, da igreja luterana, iniciou uma campanha de reconstrução.
Ativista política, Lusamarina ficou famosa nacionalmente por fazer campanha contra o impeachment de Dilma Rousseff ano passado, afirmando que os evangélicos estavam com a ex-presidente.
Em nome do ecumenismo e do diálogo inter-religioso, a ação de reconstrução do terreiro teve apoio da CCIR – Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, liderada pelo babalaô Ivanir dos Santos. Ele explica que são várias pessoas e igrejas envolvidas neste processo.
"Mais do que a reconstrução do espaço físico, esta ação reconstrói relações e afirma que é a partir da solidariedade que é possível estabelecer a paz, a comunhão e o amor entre as diferentes religiões", afirmou o babalaô à Revista Pazes.
Ivanor lembra que o segundo andar do centro Cazo Kwe Ceja Gbe, da mãe de santo Conceição d`Lissá, localizado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, sofreu um incêndio que destruiu completamente o local.
Os religiosos afirmavam que se tratava de crime de intolerância religiosa, pois o terreiro havia sofrido outros atentados e sua dirigente foi vítima de uma tentativa de homicídio. O local ficou fechado por um ano e meio. A polícia investigou o caso, mas nunca identificou os responsáveis.
Fonte: Gospel Prime
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