sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024
DISCIPULADO: O Cristão e o Discipulado. Quais as consequências do não investimentos nesta matéria?
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022
Silas Malafaia comenta invasão à Igreja Católica: “Eles estão mostrando o ódio que eles têm aos cristãos”
O pastor Silas Malafaia criticou também a grande imprensa que não deu destaque para o assunto da invasão em Igreja de Curitiba
Nesta terça-feira (8), o pastor Silas Malafaia postou um vídeo criticando a ação de manifestantes de esquerda que invadiram a Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Curitiba (PR), no último sábado.
O líder evangélico citou o artigo 5º da Constituição Federal que garante a inviolabilidade do lugar de culto. “O culto e as suas liturgias têm proteção”, reafirma o pastor.
O discurso de Malafaia foi dirigido para o vereador Renato Freitas (PT) que liderou a manifestação: ”Tem que botar esse bandido na cadeia, essa cambada na cadeia, e cassar esse miserável. Isso é uma pequena amostra do que eles são. Eles estão mostrando o ódio que eles têm aos cristãos. Essa que é a verdade”.
Além de questionar a falta de destaque dessa reportagem nas grandes emissoras, Malafaia também questionou a OAB e a CNBB que sempre estão ligadas à pauta da esquerda e se calaram diante desse ataque à fé católica.
“Isso, minha gente, é uma pequena amostra do que eles querem. Isso aí, votem PT! Além de ter sido o governo mais corrupto da história da nossa nação, eles odeiam, eles escondem, eles são dissimulados, [mas] a essência, a origem deles é comunista. Odeiam a ideologia cristã. Está aí a prova: invadiram uma igreja. E a mídia que, na sua maioria, é esquerdopata, [ficou] calada, escondeu isso. Não tem notícia em primeira página, não destaque para nada. Fica aqui o meu protesto. Deus nos livre dessa gente!”, completou.
Assista aqui:
sexta-feira, 20 de agosto de 2021
ANAJURE questiona sobre expressão “glória a Deus! Aleluia” ser considerada discurso de ódio
Vários internautas registraram print's da mensagem recebida automaticamente pela rede social
Ao longo dessa semana, muitos internautas denunciaram que estavam impedidos de comentarem “Glória a Deus! Aleluia!” no Facebook, recebendo um aviso de que a mensagem não segue os padrões da rede social por discurso de ódio.
Diante dessas reclamações, o departamento jurídico da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) enviou um ofício ao Facebook Brasil para entender o que estava acontecendo.
“A ANAJURE argumentou que a mensagem é problemática, e de diferentes formas. Primeiramente, por estar em desacordo com os parâmetros fixados pelas normas internacionais, como o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos (PIDCP), e pelo ordenamento jurídico brasileiro. No caso em análise, não é possível visualizar qualquer ameaça a direitos de terceiros, à segurança nacional, à ordem pública ou a qualquer elemento que poderia justificar a restrição da liberdade de expressão e de crença, visto que a frase ‘Glória a Deus! Aleluia’ apenas traz uma manifestação religiosa de louvor a Deus”, diz nota da entidade.
Os padrões do Facebook que é indicado como sendo a causa para o bloqueio das mensagens veta ataque direto a pessoas por preconceito de raça, etnia, nacionalidade, religião, orientação sexual, casta, sexo, gênero, identidade de gênero e doença grave ou deficiência.
A expressão “Glória a Deus! Aleluia!” não expressa nenhum ataque a qualquer um dos grupos citados acima. “O contexto leva a crer que há uma falha significativa nos mecanismos de detecção de discurso de ódio utilizados pelo Facebook, de modo que mensagens inofensivas estão recebendo uma classificação inapropriada”, diz a ANAJURE.
A entidade de juristas pediu para que a plataforma preste esclarecimentos sobre a classificação da frase “Glória a Deus! Aleluia” como discurso de ódio; e deixe de aplicar esse entendimento, reorientando a sua moderação de conteúdo de modo que não resulte em censura do discurso religioso.
Fonte: JM Notícia
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Pastor Reuel Bernardino manda recado aos críticos: “o amor é mais forte que o ódio”
Mensagem do pastor Reuel Bernardino é entendida como uma resposta aos que insistem em criticá-lo pelos últimos acontecimentos

domingo, 20 de maio de 2018
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
ESSA GENTE INCÔMODA - Preconceito da Revista Veja e o comentário de Asaph Borba
domingo, 3 de março de 2013
EBD - CPAD / 2013 - Elias no monte da transfiguração
EBD/CPAD - ELIAS NO MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO - Subsídio teológico
Por Eliseu Antonio Gomes
A transfiguração de Cristo é o momento pontual em que a natureza humana encontra a natureza de Deus, quando o estado temporal conecta-se ao eterno. Na ocasião, Elias e Moisés estavam presentes e também os discípulos Pedro, João e Tiago.
O episódio da transfiguração está registrado em Mateus 17.1-9, Marcos 9.2-8, e Lucas 9.28-36 e ecoa a mensagem que nos faz entender que Cristo é Deus de vivos e não de mortos (Mateus 22.32). Séculos antes, Moisés havia falecido e Elias levado para o céu a bordo de uma carruagem de fogo, e não mais foi visto por seres humanos (Deuteronômio 34.7; 2 Reis 2:11), mas ambos surgiram vivos na presença do Filho de Deus e dos discípulos.
O corpo transfigurado é o momento sobrenatural do ministério de Jesus, equiparável à crucificação, seguida da morte, ressurreição e ascensão.
A narrativa de Jesus no monte da transfiguração objetiva apresentar Jesus Cristo como o Messias (Deus Conosco). Na ocasião, a presença de Moisés tipificava a lei; a pessoa de Elias representava toda a classe de profetas, que predisseram sobre a vinda do Messias; e os discípulos estiveram ali como testemunhas do ocorrido. A experiência aconteceu logo após a confissão de Pedro sobre a divindade de Jesus: "Tu és o Cristo" (Mateus 16.16; Marcos 8.27-29).
O apóstolo Pedro fez comentário sobre o momento, está no capítulo 1 e versículos 16 ao 18 de sua segunda carta. João, no entanto, que também estava presente não escreveu sobre o assunto, referindo-se a si mesmo como testemunha ocular (João 1.14). No Novo Testamento, não há notas de Tiago, mas com certeza ele cumpriu tal objetivo, fez depoimentos orais aos seus contemporâneos.
Elias e Moisés, pessoas que cumpriram missões importantes no plano de Deus ao povo hebreu e à humanidade, eram propensos ao erro, assim como todos nós somos inclinados a pecar. Eles refletiram o brilho da glória de Cristo, brilho este que um dia nós também o refletiremos.
O apóstolo Paulo aludiu à transformação de Cristo, expandindo essa experiência para cada um dos cristãos, afirmou o seguinte: "Com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor." - 2 Coríntios 3.17-18.
E.A.G.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Homenagem ao Dia do Professor - Comentário em destaque
"Pastor Carlos,Obrigado pela menção e pelo carinho de sempre, só alguém especial como você para fazê-lo. Fez-me feliz, lembrar um pouco daqueles tempos...um menino atencioso, inteligente, fofinho e muito bem arrumado que sempre sabia responder quando perguntado.Cuidava da Cleide (Téta) e Clenira (Kinha) com muita responsabilidade, franzia o cenho e atendia sua mãe no pedido em relação a elas... Era lindo de se ver!Olha o que fez o Senhor Jesus...Que vida preciosa para Ele e para nós é a sua!A seguir transcrevo uma poesia que consta em meus arquivos, declamada por você no Natal de 1966, lá na Congregação do Jabaquara, intitulada:“Preces da Infância”:“Vós me vedes, Deus EternoComo sou tão pequenino,Minh´alma é ainda inocente,Tão pura como a bonina,Débeis como minhas vozesSão ainda os meus pensamentosDo mundo nada conheço,Nem prazeres, nem tormentos!"Que lindo, não?!!!Parabéns pelo aniversário,Deus o abençoe sempre mais...Ednalva"
terça-feira, 23 de setembro de 2008
AINDA SOU DO TEMPO EM QUE...-COMENTÁRIO
A paz do Senhor Pastor Carlos...
Puxa, que palavra, hein?!
Confesso que tive de rir em alguns momentos, mas não um riso de alegria ou zombaria, mas um riso trintonho, envergonhado, tímido...
Depois vieram as lágrimas, que tentei conter enquanto lia em voz alta para minha esposa... Ambos sentimos o mesmo nó na garganta...
Somos desse tempo, e não somente isso, ainda somos assim - Glória a DEUS!
Pena saber que poucos ainda primam por essa modéstia, simplicidade e, sobretudo, reverência, temor e santidade ao Senhor...
Não sou pastor - pelo menos ainda não -, mas sinto a dor daqueles que do fundo da alma, pelas madrugadas, aos pés da cama, ainda arrancam forças para suplicar ao Senhor os tempos áureos de nossas igrejas. Tempos de glória, de comunhão verdadeira, de santidade...
Às vezes tenho sinto vontade de gritar bem alto no culto para todos ouvirem, em som altissonante, um grande e belo CHHHEEEEEGGGGAAAAAA!!!
Mas tenho que me conter...
Não saio do culto antes de acabar (raríssimas vezes fiz isso justificadamente); tento não murmurar (quando o faço, me atenho ao meu íntimo, sem compartilhar); mas não consigo participar de algumas dessas falácias que se ouvem, não poucas as vezes, em muitos de nossos encontros "pentecostais".
Que o Senhor me perdoe as injustiças, se houver exageros em minhas palavras...
Louvo a Deus por pastores da natureza do prezado Wagner Antônio, bem como do estimado Pastor Carlos e, mais, do nosso Pastor Presidente Josias de Almeida Silva, a quem sempre que posso tenho a honra de ouvir, quando vou a Cubatão...
Me lembra muito meu saudoso avô, Pb. Manoel Fabrício de Souza, aos pés de quem tive o privilégio de aprender o que convém ao cristão.
Houvesse mais 20 ou 30 Manoel Fabrício sobre a face da terra nossas igrejas seriam diferente. Ele foi meu primeiro professor de Escola Dominical, já nos seus 53 anos, numa classe de primários (já imaginaram?).
Acho que esse é o legado que me foi deixado por ele - hoje sou Superintendente da EBD.
Espero corresponder à honra.
Há outros que gostaria de citar, mas o tempo me falta e o espaço é pouco...
Mas vou lembrar do Pb. Antonio Severino da Silva, meu primeiro dirigente, que na sua simplicidade de um analfabeto funcional, sobrepujava em sabedoria, experiências de vida e intimidade com DEUS - fiz menção a ele hoje enquanto pregava no culto público em nossa igreja. Que saudade!Louvo a DEUS pelo remanescente daquela década (anos 80 não é isso?).
Eu me converti em 87, embora conhecedor do evangelho desde o ventre de minha mãe.
Bem só me resta pedir ao Senhor que nos conserve assim, a nós os que primamos pelos bons costumes, e as boas conversações...
"Ou não sabeis vós que "as más conversações corrompem os bons costumes" (I Co.15:33).
No amor de Cristo,Vosso servo no Senhor,
Robson Silva
18 de Setembro de 2008 23:23






