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quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Relatório aponta 12 países com pena de morte para cristãos


Quase todos os países estão incluídos na Lista Mundial da Perseguição 2021, que elenca os 50 países onde é mais difícil ser cristão

Em 2020, cerca de 12 países tiveram pena de morte para aqueles considerados culpados de blasfêmia ou apostasia. Eles incluem Afeganistão, Brunei, Irã, Maldivas, Mauritânia, Nigéria, Paquistão, Catar, Arábia Saudita, Somália, Emirados Árabes Unidos e Iêmen. todos, exceto os Emirados Árabes Unidos, estão incluídos na Lista Mundial da Perseguição 2021, que elenca os 50 países onde é mais difícil ser cristão.

No entanto, além da penalidade legal, os Estados fazem uso de outros meios para silenciar os infratores religiosos, disse o relatório “Matando em nome de Deus; Violações sancionadas pelo Estado da Liberdade Religiosa”. Há assassinatos extrajudiciais, como assassinatos diretos por forças de segurança, por exemplo. Em países como Nigéria e Iêmen, também acontecem  desaparecimentos forçados.

Há assassinatos de civis, como justiça da máfia e assassinatos de pessoas que podem ser simpatizantes de um blasfemador acusado. Um exemplo proeminente é o assassinato de Shahbaz Bhatti, ex-ministro das Minorias do Paquistão, por seu apoio à cristã Asia Bibi. Além disso, há mortes por grupos extremistas violentos.

Isso ocorre dentro de um contexto de leis religiosas ou costumes que exigem a pena de morte de qualquer pessoa que tenha ‘ofendido’ a moral religiosa local, e embora os Estados não sejam diretamente responsáveis pelas mortes das vítimas, eles devem ser responsabilizados por permitir ou não impedir tal violência”, diz o relatório.

Crimes políticos

Entre 2010 e 2020, os tribunais condenaram os infratores religiosos à morte em seis dos 12 países que são adeptos da pena de morte, de acordo com o relatório. Os pesquisadores disseram que os números reais de casos podem ser maiores, porque os Estados usam várias leis para criminalizar os infratores religiosos.

Tanto o Irã quanto a Arábia Saudita processaram, condenaram e executaram minorias religiosas sob o pretexto de crimes políticos e relacionados à segurança em uma tentativa deliberada de evitar críticas”, aponta o relatório. No Irã, por exemplo, os convertidos cristãos muitas vezes são acusados de “agir contra a segurança nacional” ou “propaganda contra o Estado”.

Fonte: JM Notícia

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Condenado à morte quer que pastor imponha as mãos sobre ele durante execução

Um homem condenado à morte que será executado nesta quarta-feira, 08 de setembro, pediu às autoridades que permitam que um pastor imponha as mãos sobre ele quando a injeção letal for ministrada.

John Henry Ramirez foi condenado por um homicídio durante um assalto em 2004, quando ele esfaqueou o funcionário de uma loja de conveniência até a morte. Agora, não quer morrer sozinho.

No estado do Texas, que mantém a pena de morte para casos de violência como esse, as autoridades judiciais ainda não decidiram se autorizam ou não o último pedido de Ramirez, que se tornou evangélico na prisão.

O detento explicou que seu pedido está diretamente relacionado à sua convicção religiosa: “É parte da minha fé, o toque tem muito poder”, disse Ramirez, durante uma entrevista na semana passada, ao Marshall Project, um veículo de mídia dedicado a cobrir notícias relacionadas ao sistema prisional dos EUA.

De acordo com informações do portal Notícias ao Minuto, o departamento de justiça criminal do Texas negou o pedido de Ramirez sob a justificativa que o toque é contra as regras estipuladas em lei para execuções, e que isso poderia criar um risco de segurança.

O detento, entretanto, apelou alegando que a recusa viola seu direito à liberdade religiosa. Como a execução acontece nesta quarta, e o caso permanece no tribunal, sem uma decisão final, os maiores indícios são que Ramirez será executado sem conseguir a exceção à regra.

De acordo com o Centro de Informações sobre a Pena de Morte, a maioria dos aspetos das execuções, das últimas refeições até às últimas palavras e escolhas de testemunhas, são baseados em tradições históricas e decisões burocráticas, não em direitos legais.

Há certas coisas que os estados são constitucionalmente obrigados a fazer. Não podem executar alguém de uma forma cruel e incomum. Mas tudo o resto cabe aos estados decidir”, explicou Robert Dunham, diretor executivo do centro.

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Cristãos podem pegar a pena de morte se forem vistos com Bíblias, na Arábia Saudita

Em diversos países onde o islamismo é a religião oficial, os cristãos não possuem a permissão de portar uma Bíblia publicamente. Na Arábia Saudita, a nação onde ficam as duas mesquitas mais sagradas para os muçulmanos: Masjid al-Haram, em Meca, destino da peregrinação anual Hajj, e Masjid an-Nabawi, em Medina, tal infração pode levar à morte.
Recentemente, a Arábia Saudita flexibilizou mais a entrada de turistas no país, incluindo os cristãos, segundo informações da organização internacional Barnabas Fund. No total, 49 países entraram em uma lista de vistos onde os seus residentes podem visitar o berço do islamismo com menos rigor.
Turistas mulheres, por exemplo, não precisarão mais utilizar a Hijab, vestimenta islâmica que cobre todo o corpo. Por outro lado, elas devem se portar e se vestir de forma considerada "modesta".
Os cristãos não podem exibir suas Bíblias em público, nem levar mais de um exemplar para o país, pois isso caracterizaria uma tentativa de evangelização dos nativos, algo não permitido. O contrário disso, segundo informações da missão Heart Cry ("clamor do coração", em tradução livre), poderá custar a prisão e também a morte.
Os milhares de cristãos que residem na Arábia Saudita realizam os cultos a Deus secretamente em suas próprias casas. A maioria vem de outros países, deslocada ao berço islâmico a trabalho.
Para o teólogo Joel Richardson, autor de vários livros sobre o islamismo, os muçulmanos proíbem a circulação e acesso à Bíblia Sagrada porque temem a verdade acerca de Jesus Cristo, muito embora tal receio não seja algo consciente e admitido abertamente.
"Se os muçulmanos verdadeiramente tivessem confiança que sua religião é verdadeira, não teriam medo de pessoas que leem a Bíblia", disse ele.
A Arábia Saudita está entre os países que mais perseguem cristãos no mundo, segundo a lista anual da organização Portas Abertas. Apesar disso, o cristianismo tem crescido no país e a expectativa é que muitos reverenciadores de Meca continuem chegando ao conhecimento da Graça de Deus.
Fonte: Gospel+

sábado, 15 de junho de 2019

Governado pela lei islâmica, Irã continuará executando homossexuais, diz ministro

A execução pública de homossexuais no Irã, país que vive uma teocracia baseada no islamismo, continuará ocorrendo, afirmou o ministro das Relações Exteriores do país.
Mohammad Javad Zarif reiterou a lei que determina a execução de homossexuais no país, e aproveitou para enfatizar sua oposição Israel e aos Estados Unidos após ser questionado pelo jornalista Paul Ronzheimer, da revista Bild.
De acordo com uma publicação de Ronzheimer no Twitter, a resposta de Zarif foi:
"Nossa sociedade tem princípios morais e de acordo com esses princípios. Esses são princípios morais relativos ao comportamento das pessoas em geral. E isso porque a lei é mantida e você obedece às leis".
Richard Grenell, embaixador dos EUA na Alemanha, declarou ao Jerusalem Post na última segunda-feira, 10 de junho, que o Irã age de forma bárbara:
"A Declaração de Direitos Humanos da ONU deixa claro que essas respostas do regime iraniano estão violando os princípios básicos da ONU. Os membros da ONU devem concordar com a Declaração para serem membros. Criminalizar a homossexualidade viola a Declaração, pura e simplesmente".
Volker Beck, um político do Partido Verde alemão e ativista LGBT, também criticou o governo iraniano:
"Zarif deixa claro o que o Irã defende: o desprezo pelos direitos humanos de homossexuais, mulheres e minorias religiosas".
Beck, que também é professor do Centro de Estudos em Ciências Religiosas (CERES) da Universidade de Ruhr, em Bochum, acrescentou que os apoiadores dos mulás sabem o que eles representam, e acrescentou que "o enforcamento e apedrejamento de homossexuais é considerado um princípio moral pelos islamistas em Teerã".
Recentemente, o regime clerical do Irã enforcou publicamente um homem com base em uma lei islâmica anti homossexuais. O homem não identificado foi enforcado na cidade de Kazeroon, no sudoeste do país, no dia 10 de janeiro.
De acordo com um boletim do WikiLeaks de 2008, o regime do Irã executou "entre quatro e seis mil gays e lésbicas" desde a Revolução Islâmica em 1979. Em 2016, o governo iraniano havia executado um adolescente gay – a primeira execução confirmada – de alguém condenado como jovem na República Islâmica.
Fonte: Gospel+

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Bolsonaro descarta aplicar pena de morte no Brasil; O que a Bíblia diz sobre o assunto?

A pena de morte é uma medida que encontra apoio em boa parte da sociedade brasileira, mas é uma punição que a Constituição Federal de 1988 veda em cláusula pétrea, que não pode ser mudada. O assunto, no entanto, voltou à tona após o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), reeleito com a maior votação da história da Câmara dos Deputados, propor uma "exceção à regra".
A postura da sociedade brasileira sobre a pena de morte vem mudando ao longo dos anos, com uma considerável maioria se colocando a favor ultimamente. Em 2011, uma pesquisa realizada em todo o país apontou que apenas 46% dos cidadãos eram favoráveis a esse tipo de punição. Sete anos depois, outro levantamento, realizado pelo Datafolha, mostrou que 57% acreditava ser uma medida aceitável para crimes mais graves.
No levantamento divulgado em janeiro deste ano, o grupo religioso mais favorável à pena de morte eram os católicos (63%) e o grupo com maior rejeição eram os ateus (46%). Entre evangélicos, 50% foram favoráveis, contra 45% contrários (4% não souberam responder e 1% se disse indiferente). A pesquisa descobriu que a ideia tinha maioria entre homens (60%) e também entre mulheres (54%).
A Constituição Federal proíbe a instituição da pena de morte no Brasil em uma cláusula pétrea, que está na categoria dos tópicos que não podem ser alterados. No entanto, Eduardo Bolsonaro acredita que há margem na sociedade brasileira para que uma modificação seja feita para que a pena seja aplicada em casos de crimes hediondos e tráfico de drogas.
"Eu sei que é uma cláusula pétrea da Constituição, artigo 5º, etc. Porém, existem exceções. Uma é para o desertor em caso de guerra. Por que não colocar outra exceção para crimes hediondos?", questionou o deputado, argumentando sobre o tema, em entrevista ao jornal O Globo.

Presidente descarta

Jair Bolsonaro (PSL) usou o Twitter no último domingo, 16 de dezembro, para manifestar sua posição sobre o assunto, uma vez que O Globo afirmou que as declarações de Eduardo marcariam "um retorno dos Bolsonaro a um assunto que eles haviam deixado para trás para tornar a candidatura do pai menos radicalizada".
Em resposta, o presidente eleito afirmou que o assunto não está em pauta: "Em destaque no Jornal O Globo de hoje informou que, em meu governo, o assunto Pena de Morte será motivo de debate. Além de tratar-se de cláusula pétrea da Constituição, não fez parte de minha campanha. Assunto encerrado antes que tornem isso um dos escarcéus propositais diários", frisou Jair Bolsonaro.
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Cristãos e a pena de morte

O assunto é polêmico e motivo de diversas discordâncias doutrinárias no meio cristão, pois embora a grande maioria dos líderes se posicionem contra a ideia, há passagens bíblicas que permitem uma linha de interpretação favorável à drástica medida.
Em agosto deste ano, o pastor e teólogo Russel Moore, um dos mais influentes líderes evangélicos norte-americanos, publicou um artigo em que diz concordar parcialmente com a postura do papa Francisco contrária à pena de morte, e acrescentou que é preciso prudência sobre o assunto.
Moore, que preside a Comissão de Ética e Liberdade Religiosa – um braço de políticas públicas da Convenção Batista do Sul – afirmou que "em Romanos 13, logo após o apóstolo Paulo ter chamado os cristãos da vingança (12: 14-21), Paulo fala do Estado romano 'portando a espada' contra os 'malfeitores' pela própria autoridade de Deus (13: 1-5)".
"Alguns argumentaram (de forma pouco convincente, em minha opinião) que esse ‘porte da espada’ é poder policial, não pena de morte. Mas o poder policial, se armado com armas letais, sempre carrega pelo menos a possibilidade da morte do malfeitor. Se isso é sempre e em todo lugar assassinato, então merece a sanção completa do julgamento moral de Deus", escreveu o teólogo, pontuando que a pena de morte é cabível, embora não desejável.
"O ladrão na cruz, em seu arrependimento, reconhece que suas ações são de fato merecedoras do castigo que ele estava recebendo, que era a morte, enquanto a execução de Jesus não era merecida e, portanto, injusta (Lucas 23:41)", acrescentou Moore.
Em suas ponderações, no entanto, Russel Moore afirma que o debate sobre o tema precisa ser mais aprofundado, para que o cristianismo não se torne uma ferramenta de defesa dessa medida e termine por compactuar com injustiças: "Existem, em muitos lugares, sérios problemas com a aplicação da pena de morte. Evidências de DNA descobriram lugares onde pessoas inocentes foram executadas; Isso é imoral e um ato de injustiça pública (Provérbios 17:15). Existem, em muitos lugares, disparidades raciais e econômicas na pena de morte. Tal é uma abominação para um Deus que é imparcial e exige imparcialidade na justiça. Estes são problemas não apenas com a pena de morte, mas com quase todos os aspectos da justiça criminal, incluindo a sentença de prisão", ponderou.
"Os cristãos podem debater se um Estado deve declarar uma moratória à pena de morte enquanto reforma as práticas injustas de condenação. Os cristãos podem debater se a pena de morte é eficaz como dissuasor ou se a pena de morte é significativa em um mundo em que os sistemas jurídicos atrasam por anos a aplicação da pena. Estes são debates prudenciais sobre a melhor forma de ordenar nossos sistemas políticos, e não debates sobre se todo ato de assassinato estatal é assassinato e, portanto, imoral e injusto", finalizou o teólogo.
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Corpo do brasileiro Rodrigo Gularte é velado na Indonésia


Rodrigo Gularte foi fuzilado nesta quarta após ser condenado por tráfico de drogas

O corpo do brasileiro Rodrigo Gularte, executado na Indonésia na madrugada desta quarta-feira (29) – tarde de terça-feira (28) no Brasil –, era velado nesta quarta em um hospital em Jacarta com a presença de sua prima, Angelita Muxfeldt, que acompanhou seus últimos momentos.
O corpo de Gularte foi levado para o Hospital Saint Carolus, na capital do país. Uma foto do brasileiro e uma cruz com seu nome e a data de seu nascimento e de sua morte estavam ao lado do caixão.
O corpo ainda será transportado para o Brasil, onde será enterrado, a pedido do próprio Gularte. Uma prima do paranaense, Lisiane Gularte, disse que ele será velado novamente e sepultado em Curitiba.
As execuções dos oito condenados reforçam a linha dura do governo da Indonésia contra as drogas – todos cometeram crimes relacionados ao tráfico de drogas. A posição do país é criticada pelas Nações Unidas e por organizações de direitos humanos.
Além do brasileiro, foram fuzilados dois australianos, quatro nigerianos e um indonésio.
Segundo testemunhas, eles encararam o pelotão de fuzilamento de cabeça erguida, recusaram vendas nos olhos e entoaram canções religiosas.
O governo brasileiro divulgou nota na tarde desta terça na qual diz ter recebido com "profunda consternação" a notícia da execução na Indonésia do brasileiro e transmite "solidariedade" à família. Ele é o segundo brasileiro fuzilado por tráfico de drogas na Indonésia – o primeiro foi Marco Archer, em janeiro. De acordo com a nota, as execuções dos dois brasileiros representam "fato grave" nas relações entre os dois países.
Segundo o texto, a morte de Gularte é "fato grave" nas relações entre Brasil e Indonésia. A nota diz que o Brasil trabalhará nos organismos internacionais de direitos humanos pela abolição da pena de morte.
A Austrália também se manifestou após as execuções, anunciando que convocou seu embaixador na Indonésia para consultas após a execução de dois de seus cidadãos serem executados por fuzilamento.
Os australianos Myuran Sukumaran e Andrew Chan, a exemplo do brasileiro Rodrigo Gularte, foram condenados à morte pelo crime de tráfico de drogas. O governo australiano tentou salvar a vida dos dois de diversas formas, por se opor à pena capital, mas não teve sucesso.
Fonte: G1 via CPADNews

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Indonésia: defesa alegará doença mental para evitar execução de Rodrigo Muxfeldt Gularte


Indonésia: defesa alegará doença mental para evitar execução de brasileiro

O advogado do brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte, condenado à morte por tráfico de drogas na Indonésia, vai tentar interná-lo num hospital psiquiátrico para evitar sua execução. Segundo reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda-feira, Utomo Karim, advogado pago pelo governo brasileiro para defender Gularte, afirma que a lei da Indonésia veta a pena de morte para doentes mentais.
O brasileiro foi diagnosticado com esquizofrenia, condição atestada por um médico da Indonésia, mas se recusa a ser internado. Segundo o jornal, o advogado garantiu que sua estratégia não se trata de uma simples tese. Karim ouviu do porta-voz da Procuradoria-Geral – órgão responsável pelas execuções – que se a esquizofrenia fosse comprovada, o cumprimento da pena de morte seria adiado.
Uma prima de Gularte chega nesta segunda ao país asiático para tentar convencê-lo a se internar. A mão do brasileiro, Clarisse Gularte, não viajou pois está emocionalmente muito abalada. Rodrigo Muxfeldt Gularte, de 42 anos, foi condenado à morte em 2005, assim como Marco Archer Cardoso Moreira, executado com um tiro de fuzil neste sábado. A execução de Gularte será cumprida em fevereiro, mas ainda não há uma data definida. Na semana passada, ele teve seu pedido de clemência rejeitado pelo presidente Joko Widodo. Com isso, não há mais recursos legais que possam impedir o seu fuzilamento.
O brasileiro foi preso em 2004 no aeroporto de Jacarta tentando entrar no país com 6 quilos de cocaína escondidos dentro de uma prancha de surfe. De acordo com a Folha, Cardoso Moreira nunca escondeu que era um traficante de drogas, e Gularte era “mula” – pessoa que recebe dinheiro para carregar entorpecentes de um lugar para outro. Ele está detido na prisão de segurança máxima de Pasir Putih (areia branca, em português), em Nusakambangan, principal ilha do arquipélago da Indonésia. Cardoso Moreira também estava no mesmo local, mas, segundo o jornal, ambos não se falavam.
Fonte: VEJA via Verdade Gospel


“Só Deus tira a vida”, diz Marco Feliciano sobre morte de Marco Archer


A execução do brasileiro Marco Archer, que morreu fuzilado na Indonésia neste sábado gerou diferentes protestos de políticos e autoridades. A presidente Dilma mostrou sua indignação mandando chamar o embaixador brasileiro no país, uma forma conhecida na diplomacia para mostrar insatisfação. Vale lembrar que Dilma Rousseff nunca se manifestou pela vida de milhares de cristãos perseguidos e mortos, inclusive brasileiros, no Oriente Médio.
Por sua vez, o deputado federal pastor Marco Feliciano usou as redes sociais para se manifestar sobre o caso. Ele lembrou que em março de 2013, quando estava na presidência da Comissão de Direitos Humanos, foi ao consulado da Indonésia e pediu clemência por Marco Archer e outro brasileiro que está preso no país asiático. Os dois foram condenados à morte por terem feito tráfico de drogas, conforme a legislação do país.
Feliciano lembra que jornalistas o criticaram por que “direitos humanos era para minorias” e que o deputado estava perdendo tempo. Quando falou com embaixador, o deputado explica que a pena de morte ficou suspensa naquele ano por conta de sua intervenção. O argumento principal é que havia no Brasil traficantes de drogas da Indonésia presos pelo mesmo crime de Marco Archer.
O problema é que a nova presidência da comissão de direitos humanos, que assumiu em 2014 não deu continuidade às ações de Feliciano. Pelo contrário, arquivou todas elas. Para o deputado esse foi um erro que pode ter custado a vida de Archer. Lembrou ainda que a imprensa também falhou em não dar maior cobertura ao caso.
“Se a imprensa brasileira tivesse se mobilizado. Se a imprensa houvesse trabalhado sobre o assunto, movesse a nação talvez Marco Archer estaria vivo ainda. Eu apelei para o então ministro Antônio Patriota, apelei para o Itamarati e eles simplesmente ignoraram! A imprensa brasileira agora vende a matéria… Expõe sem limites o assassinato do brasileiro. Afinal parece que é isso que todos querem ver”, escreveu ele.
Para Marco Feliciano, embora Archer tenha errado, não merecia a pena de morte. “Só Deus dá a vida. Só Deus  tira a vida”, concluiu.
Fonte: Gospelprime
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