terça-feira, 26 de maio de 2015

Bancada Evangélica visita gravações de Os Dez Mandamentos


Cerca de 20 deputados visitaram os estúdios onde a novela Os Dez Mandamentos é gravada

A Rede Record convidou os parlamentares evangélicos para conhecer o RecNov, o estúdio onde a novela “Os Dez Mandamentos” está sendo gravada.
A visita aconteceu nesta segunda-feira (25), cerca de 20 parlamentares foram até Guaratiba na cidade cenográfica e depois em Vargem Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro.
O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos (PSDB-GO), ficou impressionado com a arquitetura do Palácio do Faraó e destacou a importância dessa história para a sociedade.
“Os Dez Mandamentos inspiram a elaboração de qualquer lei, porque fala de respeito ao próximo, não matarás, não roubarás. O Egito sofreu diversas pragas, e o Brasil sofre com a praga da corrupção. Quem sabe esse trabalho nos inspire para enfrentar a praga da corrupção”, disse.
A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ) também estava na comitiva e aproveitou para tirar fotos do cenário e até fez questão de usar figurinos da época. “Não é todo dia que a gente tem a oportunidade de estar perto dos atores e nesse cenário lindo. Eu vim com uma grande expectativa, e o trabalho impressiona”, afirmou.
O presidente da Record, Luiz Claudio Costa, acompanhou os visitantes e mostrou detalhes do que foi construído para a gravação da primeira novela bíblica da emissora.
Alguns atores da novela atenderam aos pedidos de fotos com os políticos, principalmente os atores Sergio Marone (Ramsés) e Guilherme Winter (Moisés) que foram os mais tietados.
Vale lembrar que a Globo chamou recentemente a Frente Parlamentar Evangélica para conhecer o Projac e assim tentar acabar com críticas à novela “Babilônia”. Não há informações de que os parlamentares aceitaram o convite.
Fonte: Gospel Prime

Cresce número de imigrantes brasileiros em Israel


Esses judeus buscam melhor qualidade de vida e identidade cultural

O Ministério de Absorção de Imigrantes de Israel tem notado um aumento significativo do número de imigrantes brasileiros no país.
Só em 2014 o número de pessoas que trocaram o Brasil por Israel foi de 356, em 2013 foram apenas 209 imigrantes. Os números prévios de 2015 já apontam um crescimento de 38% em relação aos primeiros meses do ano passado.
“De janeiro a meados de abril desse ano recebemos 158 brasileiros”, diz o órgão responsável por acolher os imigrantes. Israel tem cerca de 12 mil brasileiros, números que estão crescendo na mesma proporção dos imigrantes que partem de outros países.
Israel recebe todos os judeus e incentiva a ida desse povo para a Terra Santa. Em 2014 26,5 mil pessoas foram integradas e se tornaram novos cidadãos israelenses, números que estão cada vez maiores.
A adaptação no país pode ser mais complicada para quem não fala hebraico, mas apesar das diferenças linguísticas e culturais apenas 10% de imigrantes desistem e voltam para o Brasil.
“O imigrante precisa ser flexível e paciente”, diz a psicóloga Rita Cohen Wolf em entrevista à Folha de São Paulo. “No caso do brasileiro em Israel, há um grande choque: eles deixam de conviver com a cultura serviçal do ‘pois não’ para lidar com o povo pragmático que sempre luta pela sobrevivência”.
Ao contrário do que acontece em outros países, no Brasil não há campanhas de incentivo para que os judeus se mudem para Israel. Mas na busca da identidade judaica, muitas famílias estão deixando o país.
A ONG Olei Brasil realiza um trabalho de apoio aos imigrantes brasileiros, cerca de 120 voluntários oferecem apoio emocional e prático como ajuda por busca de moradia e em matrícula escolar.
Já a ONG Gvachim oferece auxílio para quem busca por emprego. “Sem network, os imigrantes têm dificuldade para encontrar uma nova posição no mercado”, diz Gali Shahar, CEO da ONG. “Nosso papel é ajuda a mão de obra qualificada a firmar raízes em Israel antes que se frustre e retorne ao país de origem”, completa.
Fonte: Gospel Prime

CPAD prepara Conferências de Escola Dominical para João o segundo semestre - Saiba onde


Em 2015 e 2016 a Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) estará realizando conferências de Escola Dominical, com o tema “Instruindo para toda boa obra” (2Tm 3.17).

O evento será realizado em todas as regiões do Brasil, tendo a oportunidade de refletir a responsabilidade da Igreja de Cristo de mostrar, uma vez mais que, além de ser comunidade de adoradores, é, acima de tudo, uma comunidade educadora.
Entre os preletores dos eventos, os pastores Antonio Gilberto, Claudionor de Andrade, Elienai Cabral, Alexandre Coelho, Eliezer Moraes, Esdras Bentho, César Moisés e Jamiel Lopes; e as professoras, Elaine Cruz, Telma Bueno, Helena Figueiredo, Joane Bentes, Anita Oyaizu e Siléia Chiquini

Anote em sua agenda as datas e locais das próximas Conferências de Escola Dominical da CPAD. Ore, divulgue e participe!
Região Nordeste
Setembro de 2015
23ª Conferência de Escola Dominical
João Pessoa (PB)
Igreja Assembleia de Deus
Região Centro-Oeste
15, 16, 17 e 18 de outubro de 2015
24ª Conferência de Escola Dominical
Cuiabá (MT)
Igreja Assembleia de Deus
Mais informações no Jornal Mensageiro da Paz (Edição 1561 / junho 2015)

Fonte: CPADNews

Evangélicos são os mais atuantes nas penitenciárias do Rio


RIO - As celas exclusivas para evangélicos, que existem em quase todas as penitenciárias do Rio, são apenas um sinal da numerosa presença de detentos desta religião no estado. Das 100 instituições aprovadas pela Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) para fazer assistência espiritual nos presídios fluminenses em 2015, 81 são igrejas evangélicas — 47 de denominação pentecostal, 20 de missão e 14 de outras origens.

Elas são seguidas por oito instituições católicas, seis espíritas, três da denominação Testemunhas de Jeová, uma de origem umbandista e outra judaica. Juntas, elas têm 1.194 voluntários, como o missionário Edson Lisboa, de 84 anos, da Igreja Universal do Reino de Deus, que define as prisões como “hospitais espirituais".

Edson trabalha há 25 anos na Penitenciária Esmeraldino Bandeira, no Complexo de Gericinó. Lá, com 1.425 detentos, oito instituições religiosas se revezam, de segunda a sexta, com diferentes atividades — cada uma tem um horário por semana agendado, com cerca de duas horas de duração. São seis igrejas evangélicas, uma católica e um centro espírita.

— Eu adoro estar aqui. Faço isso para Jesus, para Deus, é um prazer — diz Edson.

Com o mesmo entusiasmo, o detento Ronaldo da Cruz Magalhães, de 49 anos, diz que o templo de sua unidade é o "mais organizado e antigo". Segundo ele, a Igreja Evangélica Esmeraldino Bandeira existe há 57 anos e recebe líderes da Primeira Igreja Batista de Éden, da Igreja Batista Vieira Fazenda, da Igreja Universal do Reino de Deus, da Primeira Igreja Batista em Parque União, da Igreja Metodista Wesleyana e da Igreja Assembleia de Deus em Bangu. Antes de se envolver com o tráfico de drogas, Ronaldo era pastor e, hoje, coordena, como "pastor interno", atividades como cultos, batismos, uma banda e um coral.

A presença dos evangélicos no sistema penitenciário é, segundo o pesquisador Clemir Fernandes, incontestavelmente mais numerosa e disseminada. O sociólogo é coordenador da pesquisa "Assistência religiosa em prisões do Rio de Janeiro: um estudo a partir da perspectiva de servidores públicos, presos e agentes religiosos (e uma proposta de recomendação à Seap)", do Instituto de Estudos da Religião (Iser), que deve ser publicada nas próximas semanas.

— Esta predominância acompanha uma tendência de crescimento dos evangélicos na sociedade, apontada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na pesquisa, percebemos que tanto para os detentos quanto para os funcionários das penitenciárias, a presença religiosa tem um efeito apaziguador e calmante em um ambiente muito tenso — destaca Fernandes, referindo-se ao crescimento de 61% dos evangélicos entre os Censos de 2000 e 2010.

Separação em celas fere lei

Segundo Teresinha Teixeira de Araújo, assistente social da divisão de planejamento e intercâmbio setorial da Seap, ainda não existe consenso sobre o impacto na rotina prisional da separação dos evangélicos em celas — só no Esmeraldino Bandeira, o espaço tem 76 detentos. Mas, segundo a pesquisa do Iser e o entendimento de Luciene Ferreira, membro do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), a divisão fere a Lei de Execução Penal, que determina separação por tipos de delito.

— Eu não posso dizer se a divisão é positiva ou negativa. Isso ainda está em pauta. A princípio, pensamos na segregação como algo negativo, mas ela pode ser benéfica para não incomodar detentos não-religiosos com vigílias e cultos nas celas, por exemplo — afirma a assistente social.

A construção de espaços religiosos que identifiquem, por meio de aspectos visuais, uma determinada religião também é vedada pela resolução 08/2011 do CNPCP. O Iser recomenda, em seu estudo, que as penitenciárias ofereçam ambientes ecumênicos — o direito é assegurado pela Lei de Execução Penal. Mas, segundo Teresinha, grupos minoritários, como os espíritas, acabam não reivindicando espaços destinados à atividade religiosa, preferindo outras áreas das prisões, o que leva à formação de templos e capelas.

Segundo a Seap, o processo burocrático para a criação de espaços religiosos envolve o requerimento ao secretário da pasta. Caso aprovada, a construção é arcada pelo próprio solicitantes.

Para Clemir Fernandes, uma das constatações mais surpreendentes da pesquisa que coordenou foi a percepção de que o vínculo dos detentos com as atividades religiosas não se justifica somente pela espiritualidade. O estudo, de caráter qualitativo, foi realizado no segundo semestre de 2014 em duas unidades prisionais (uma feminina e outra masculina) do Complexo de Gericinó — os pesquisadores preferiram não identificá-las.

— Esta adesão, por vezes, é temporária e não necessariamente ligada à fé. Estas atividades religiosas têm também funções de sociabilidade e afetividade. O preso negocia com o que está disponível ali, naquele ambiente. Encontramos por exemplo, durante a pesquisa, um muçulmano que participava de atividades evangélicas — aponta o sociólogo.

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

Conselheira do CNPCP, Luciene Ferreira acredita que a presença religiosa é benéfica para o sistema prisional se supervisionada pelos órgãos públicos. Teresinha de Araújo destaca que a Seap tem tentado garantir a diversidade através da capacitação de agentes religiosos, realizada em parceria com o Iser, e da abertura do credenciamento para todos os grupos:

— É claro que é preciso ter cuidado com os riscos à segurança e com o proselitismo que estes grupos podem apresentar. Mas acredito que a maioria está lá para o bem. As instituições e as equipes multidisciplinares têm tentado mediar estas questões.


Com informações: O GLOBO
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