sábado, 24 de outubro de 2020

Pr. Franklin Graham responde ao papa Francisco sobre união civil entre homossexuais

A declaração dada pelo papa Francisco e recentemente divulgada no novo documentário “Francesco”, na qual ele se mostrou favorável à união estável entre homossexuais tem gerado reações no meio cristão de modo geral, incluindo católicos e evangélicos.

Os homossexuais têm direito de estar em uma família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deve ser expulso ou infeliz por causa disso”, disse Francisco em depoimento para o documentário.

O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados”, acrescentou o papa. “Eu defendi isso”.

“Impensável à luz da Bíblia”

Porém, a resposta a tal declaração está surgindo e na fala de um líder renomado, como o pastor e evangelista Franklin Graham, que atualmente é presidente da Associação Evangelística Billy Graham e também da organização de ajuda humanitária ‘Bolsa do Samaritano’.

Graham foi enfático em apontar que o apoio de Francisco à união civil entre homossexuais está em desacordo com a Bíblia.

Acho esses comentários do Papa impensáveis ​​à luz da Palavra de Deus”, destacou o pastor em um texto publicado em sua página oficial do Facebook. “A Bíblia ensina que quando Deus criou a raça humana, ‘Ele os criou, macho e fêmea, e os abençoou…’ (Gênesis 5: 2)”.

A primeira família consistia em um marido e uma esposa, depois em seus filhos, que é como Deus define a unidade social mais básica da sociedade, a família. A Bíblia deixa claro que Deus desaprovava quando ‘as mulheres trocavam as relações naturais por outras contrárias à natureza; e os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e foram consumidos de paixão uns pelos outros…‘ (Romanos 1: 26-27)”, acrescentou.

O pastor ainda lembrou que ter um posicionamento bíblico sobre a questão não envolve intolerância e sim a expressão do amor de Deus, mas reafirmou que é preciso reconhecer o pecado para então enxergar a salvação.

As Sagradas Escrituras são claras: o amor de Deus é totalmente inclusivo. Ele ama cada pessoa, sejam quais for as escolhas que tenhamos feito que sejam contrárias ao Seu padrão”, explicou.

“‘Todos pecaram …’ (Romanos 3:23) e isso inclui a mim. Mas as Boas Novas são que Jesus Cristo veio a essa terra para salvar os pecadores levando nossos pecados sobre Si mesmo até a cruz onde sangrou e morreu, foi sepultado, e Deus O ressuscitou ao terceiro dia. Para que sejamos salvos, Deus requer que nos arrependamos de nossos pecados, o que significa que devemos nos afastar desses pecados, deixá-los para trás e colocar nossa fé e confiança em Seu Filho, Jesus Cristo, que pagou a penalidade pelo pecado”, acrescentou.

Graham continuou seu raciocínio, explicando qual é a gravidade de tentar normalizar a homossexualidade.

Tentar normalizar a homossexualidade é dizer que as Sagradas Escrituras são falsas, que nossos pecados realmente não importam e que podemos continuar vivendo neles. Se isso fosse verdade, então a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo não teriam sido necessários. A cruz não teria sido em vão. Ninguém tem o direito ou a autoridade de banalizar o sacrifício de Cristo em nosso nome”, alertou.

Sim, Deus deixa claro que nos ama e deseja que sejamos parte de sua família, mas também nos diz como isso pode acontecer. A Bíblia diz: ‘Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que os vossos pecados sejam apagados, para que venham tempos de refrigério da presença do Senhor’ (Atos 3:19)”, acrescentou.

Reação católica

Um arcebispo católico também respondeu às declarações de Francisco, destacando que as palavras do papa parecem revelar uma intenção separatista.

Jorge Mario Bergoglio [papa Francisco] está tentando forçar alguns cardeais e bispos a se separarem da comunhão com ele, obtendo como resultado não o seu próprio depoimento por heresia, mas a expulsão dos católicos que desejam permanecer fiéis ao perene Magistério da Igreja. Essa armadilha teria o propósito — nas supostas intenções de Bergoglio e seu “círculo mágico” — de consolidar seu próprio poder dentro de uma Igreja que seria apenas nominalmente ‘católica’, mas na realidade seria herética e cismática”, disse o arcebispo Carlo Maria Viganò..

Esse engano conta com o apoio da elite globalista, da grande mídia e do lobby LGBT, para o qual muitos clérigos, bispos e cardeais não são estranhos”, acrescentou.

Viganò alertou também que os bispos que se pronunciassem contra o papa poderiam estar “se arriscando”, podendo sofrer ações judiciais ou perdendo seus cargos na igreja.

Um pronunciamento dos bispos contra Bergoglio em uma questão como a homossexualidade poderia levar a autoridade civil a processá-los criminalmente, com a aprovação do Vaticano”, alertou.

Fonte: Guia-me com informações de Life Site News via Folha Gospel

Brasil assina declaração internacional contra o aborto e a favor da família

32 países assinaram a Declaração de Consenso de Genebra

Países conservadores assinaram a Declaração de Genebra, documento contra políticas que preveem o acesso ao aborto e fala a favor do papel da família como fundamento da sociedade.

O documento é copatrocinado pelo Brasil, Estados Unidos, Egito, Hungria, Uganda e Indonésia; outros 25 países subscreveram. A assinatura aconteceu nesta quinta (22) de forma online com representantes dos países citados.

O Brasil foi representando pelos ministros Damares Alves, da Pasta da Mulher, e Ernesto Araújo, das Relações Exteriores.

Em nosso pronunciamento defendemos a vida, desde a concepção, e as políticas de defesa da família que têm sido implementadas”, escreveu Damares no Twitter.

Com o nome de Declaração de Consenso de Genebra, o documento visa a defender o direito das mulheres aos mais altos padrões de saúde, promover a contribuição essencial das mulheres para a saúde, reforçar o papel da família para uma sociedade próspera e bem sucedida e enfatizar a necessidade de se proteger o direito à vida.

No site do Itamaraty, o Governo se diz “orgulhoso” de fazer parte da Declaração que visa à promoção dos direitos humanos das mulheres e ao fortalecimento do papel da família, temas de grande importância para o Brasil.

Fonte: JM Notícia

Faleceu Ecilma Cândida Martins de Oliveira - Esposa do Pr. Joaquim Lauro - AD (Comadespe) Mogi das Cruzes (SP)


É com imenso pesar registro o falecimento dam irmã Ecilma Cândida Martins de Oliveira, aos 75 anos de idade, na data de hoje - 24.10.2020.

Irmã Ecilma Cândida Martins de Oliveira, era esposa do Pr. Joaquim Lauro, Pastor Presidente da Assembleia de Deus Ministério de Mogi das Cruzes, filiado á COMADESPE, com quem era casada hà 57 anos.

Irmã Ecilma Cândida Martins de Oliveira já vinha sofrendo hà algum tempo com sua saúde debilitada, no entanto no dia de hoje aprouve ao Senhor, pela Sua sopberania, recolhê-la ao descanso eterno.

Irmã Ecilma Cândida Martins de Oliveira deixa quatro filhos, a saber: Eli Sandra, Mirian, Keila e o Pr. Esdras, que é o Vice Presidente da Igreja.

O corpo será velado no Templo Sede da AD Mogi das Cruzes, situado à Rua Lara, 152 Centro - Mogi das Cruzes/SP - CEP: 08730-230 - Telefone: (11) 4727-1406.

Em nome da AD Cubatão (SP) e da COMADESPE, registro as condolências e os votos de que o Espírito Santo console nosso companheiro Pr. Joaquim Lauro, demais familiares, amigos e igreja do Senhor.

Quanto for definida as informações sobre horário e local do sepultamento, atualizaremos este post.

"Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos" - Salmos 116: 15

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Papa Francisco defende e apoia união civil entre homossexuais

papa Francisco, em uma declaração surpreendente, destacou a necessidade de apoiar a criação de leis que protejam a união civil entre pessoas do mesmo sexo. As palavras do Papa estão em um documentário lançado nesta quarta-feira em Roma, dirigido pelo russo Evgeny Afineevsky. 

Os homossexuais têm o direito de estar em uma família. São filhos de Deus e têm direito a uma família. O que temos de fazer é criar uma lei de uniões civis. Assim, eles estão legalmente cobertos. Eu apoiei isso”, diz o papa Francisco no filme.

Não é a primeira vez que Jorge Mario Bergoglio se pronuncia nesse sentido. Provavelmente, foi a isso que o próprio Pontífice se referiu no documentário ao assinalar: “Eu apoiei isso”. Seu biógrafo, Austen Ivereigh, lembra que, quando era arcebispo de Buenos Aires, Bergoglio se opôs à legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas se mostrou a favor de uma lei que regulasse as uniões. “Fez isso porque acredita que devem ser respeitados direitos básicos, como o de herança, o de visitar o outro no hospital... É uma questão de justiça civil. Essa foi sua posição matizada, mas ele perdeu a votação com os outros bispos”, lembra por telefone o autor de Francisco, o Grande Reformador.

É a primeira vez, no entanto, que Francisco manifesta um apoio tão claro e direto a esse tipo de união desde que foi eleito Papa, em 2013. Além disso, a referência explícita à “família” amplia um conceito até agora tabu para a Igreja em relação à convivência entre pessoas homossexuais. Francisco pede que sejam promovidas leis nesse sentido, referindo-se, supostamente, aos países onde ainda não existem. A nacionalidade russa de seu entrevistador, além disso, leva a crer que o Papa pense em lugares onde não só não existem tais leis, como também os homossexuais são perseguidos.

A posição de Francisco sobre a integração dos homossexuais à Igreja Católica sempre foi um pouco ambígua, mas muito mais avançada que a de seus predecessores. A primeira vez que falou sobre isso como Papa foi em um voo de volta de sua viagem ao Brasil em 2013. “Se uma pessoa é gay e busca a Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”, disse naquela ocasião. Ele assinalou que essa orientação sexual não era pecado, embora tenha matizado que os atos eram.

Depois disso, em uma declaração polêmica, aconselhou levar crianças homossexuais ao psicólogo. “Todo mundo tem o direito de ter um filho, venha como venha. Compreendo que gere dor se for homossexual, mas nunca se expulsa alguém da família por ter tendência homossexual. Quando a pessoa é muito pequena e apresenta sintomas estranhos, pode ir a um psicólogo para que veja a que se deve isso”, assinalou em uma entrevista à TV La Sexta.

A posição oficial do Vaticano em relação à união civil entre pessoas do mesmo sexo continuava sendo a que foi estabelecida em 2003, durante o pontificado de João Paulo II. 

Naquela ocasião, a Congregação para a Doutrina da Fé, dirigida pelo futuro papa Joseph Ratzinger, publicou um documento intitulado Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais. “A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais.

A nova declaração de Francisco, feita em um momento de profunda divisão ideológica na Igreja e de pressões da Alemanha para que haja maior abertura nessa área, surpreende pelo contexto em que surge. “É parte de seu processo de abertura”, acredita Lucetta Scaraffia, historiadora e especialista em questões sociais e da mulher na Igreja. “É importante. Lembremos de todos os partidos católicos que travam uma guerra contra isso. Suponho que [a declaração do Papa] criará problemas dentro da Igreja e no mundo político. Talvez fosse necessário fazer isso de forma mais detalhada e como uma transição, é como se faltasse uma passagem até chegar aqui”, opina.

Fonte: El País

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