quarta-feira, 21 de junho de 2017

Pastor diz na Parada Gay que Deus abençoa “toda forma de amor”


José Barbosa Júnior aproveitou ainda para atacar Silas Malafaia e Marco Feliciano

A parada gay de São Paulo, que aconteceu no último domingo (18) atraiu milhões de pessoas em defesa da agenda LGBT, como ocorre há mais de 20 anos.
Um dos maiores eventos do tipo no mundo, a Parada teve como tema a laicidade do Estado, enfatizando que a população LGBT não quer deputados religiosos aprovando leis conservadoras. A organizadora Claudia Regina afirmou à imprensa: "Nossos principais inimigos hoje são os fundamentalistas religiosos."
O pastor foi José Barbosa Júnior, que se identifica como batista, fez um breve discurso na abertura da Parada, afirmando representar o movimento "Jesus cura a homofobia". Ele pediu perdão à comunidade LGBT pelas "mazelas" que os evangélicos causaram durante anos.
"Eu quero dizer, para deixar bem claro aqui, que Malafaia, Feliciano e tantos outros não representam todos os evangélicos do Brasil. Os evangélicos amam, sim. A gente tá aqui para falar que toda forma de amor é abençoada por Deus", enfatizou o líder religioso, que ostentava uma camiseta pedindo a união de todas as religiões, cujas letras eram das cores do arco-íris.
Ele também usava um adesivo "Amar sem Temer", slogan de movimentos gays de esquerda que pedem a saída do presidente Michel Temer.
Ele defendeu ainda que "Vocês podem sim se divertir e se amar, porque Deus está com vocês. Barbosa Júnior bancada evangélica é uma vergonha para o Evangelho e para todas as igrejas".
No final, ressaltou ainda defender "um Estado totalmente laico".
Assista aqui:

Boato: Brasil não vai receber navios com refugiados muçulmanos


Informação falsa ainda dizia que uma nova cidade seria construída


Um boato está correndo as mídias sociais e as correntes de WhatsApp, que consiste em afirmar que a partir de julho navios estariam vindo do continente europeu com quase 2 milhões de refugiados em direção ao Brasil e que, no destino, construiriam uma cidade próxima à Região Metropolitana de Goiânia, em Goiás.
Mas, de acordo com notas do Ministério de Relações Exteriores, a Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e o Governo do Estado de Goiás, a informação circulada é falsa e não possui fundamento.
A falsa notícia é compartilhada principalmente por opositores e grupos contrários à Lei de Migração, que é responsável por determinar diretrizes para a entrada e saída de estrangeiros no Brasil.
O governo de Goiás, por sua vez, emitiu uma nota. "Acerca da fantasiosa construção de cidade para 'abrigar muçulmanos', o governo de Goiás vem observar que, como é público e notório, existe um movimento emigratório, em diversas partes do mundo, com reflexos ao redor do planeta".
"O Brasil acolhe esses cidadãos, segundo critérios definidos pelo Ministério da Justiça. Uma vez autorizados a entrar, esses cidadãos definem livremente onde se instalar. Da mesma forma, o governo de Goiás acolhe esses cidadãos, procurando proporcionar-lhes condições de vida e trabalho dignas".
"Entretanto, é complemente falsa e fantasiosa a informação de que está em construção no estado, em Anápolis ou em qualquer outra localidade uma cidade para acolher 'emigrantes muçulmanos'. O governo de Goiás lamenta a propagação deste boato, porque respeita e reconhece todos os povos e credos religiosos e condena veementemente a xenofobia, a discriminação e o preconceito".
"De qualquer forma, o critério de acolhimento não é a orientação religiosa, mas a nacionalidade. Diante disso, o governo de Goiás reitera que é completamente falsa a informação de construção de bairro, colônia ou cidade destinada a abrigar refugiados", concluem.
Com informações G1 via Gospel Prime

terça-feira, 20 de junho de 2017

“Homofóbico tem que ir preso”, defende presidente da bancada evangélica

A bancada evangélica defende a criminalização da homofobia, afirma Hidekazu Takayama (PSC-PR)


O deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR) líder da bancada evangélica na Câmara dos Deputados desde abril, em entrevista ao HuffPost Brasil, defendeu a criminalização da homofobia.
Takayama esclareceu que o cristão não é homofóbico por declarar-se contrário a homossexualidade. "Nós amamos o homossexual. Só não amamos a prática. Jesus disse: Eu amo o pecador. Ele não disse: Eu amo o pecado".
O deputado comenta que a base da crença cristã é as Sagradas Escrituras. "Na Bíblia tem algumas coisas que eu sei que ferem ou que alguns acham que é errado, mas nós entendemos assim. Nós não somos homofóbicos, apenas temos a nossa posição", justifica.
Provando que os cristãos não são criminosos homofóbicos, Hidekazu aponta que entre 4 mil assassinatos de homossexuais no Brasil, nenhum deles foi praticado por um fanático religioso. "Ouvi falar dos skinheads e 96,2% foram praticados por briguinhas íntimas, vamos dizer assim. Não foi praticado por cristãos. O cristão é orientado a não viver essa violência".
A bancada evangélica, de acordo com Takayama, é favorável a tornar crime a homofobia.
"Com certeza. Camarada que praticar crime contra homossexual tem que ir pra cadeia, preso. Nós somos a favor da criminalização da homofobia". A frente parlamentar pretende penalizar os homofóbicos pelas suas ações. "Homofóbico tem que ir preso, sim, senhor", acrescentou o líder da bancada.
Takayama também considera desnecessária a discussão de temas relacionados a violência de gênero nas escolas. "A criança não sabe discernir até onde pode isso ou não. Não é para uma criança de quatro a dez anos que deva entrar isso. É uma discussão para o terceiro grau, quando a pessoa já tem um nível de formação", defende.

Fonte: Gospel Prime

Ezequiel Teixeira critica “ideologia de gênero” e é atacado por Jean Wyllys


Deputado Federal Ezequiel Teixeira: Parlamentar classificou ideologia como “lixo moral”


O deputado federal Ezequiel Teixeira (Podemos/RJ) fez um discurso contundente contra a imposição da "ideologia de gênero" no Brasil. Ele pediu que essa agenda tão defendida pelos movimentos LGBT fosse "banida da nossa sociedade urgentemente".
Para ele, trata-se de uma imposição feita por uma minoria, que hoje se disfarça de "luta contra o preconceito". Lembrando que a maioria da população do Brasil se declara cristã, o político, que também é pastor evangélico, deixou claro seu entendimento que a educação sobre sexualidade às nossas crianças é "dever e direito dos pais e responsáveis" e que "o Estado não pode interferir nesse poder familiar".
Em seu desabafo, ele classificou como "acinte" o fato que em muitas escolas brasileiras ensina-se sobre ideologia de gênero e orientação sexual a crianças que não tem condições de entender do que se trata.
Teixeira ressaltou que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, "prepara uma ofensiva" contra quem tenta impedir esse tipo de instrução nas escolas públicas. Embora reconheça a importância do Ministério Público, acredita que essa interferência sobre os conteúdos ensinados é "autoritarismo", e deixou claro que isso não deve ser tolerado.
Segundo o parlamentar carioca, Janot "segue a cartilha da extrema-esquerda para impor às nossas crianças essa bizarra e imoral ideologia de gênero". Em tom de desabafo, denunciou que o ministro Barroso, do Supremo Tribunal Federal concedeu uma liminar que suspendia uma lei que proibia a questão de ideologia de gênero no município paranaense de Paranaguá.
Logo após seu discurso, Teixeira foi atacado pelo deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ), que defendeu o que chama de "agenda de equidade de gênero e combate ao bullying homofóbico".
Embora a questão religiosa não esteja relacionada diretamente com o centro do tema, Wyllys insistiu que "Escola não é lugar de proselitismo religioso… Os deputados [evangélicos] podem dizer o que for que Janot vai garantir o direito a uma educação livre de violência homofóbica".
Imediatamente, Teixeira revidou, reiterando que o discurso psolista é a defesa do "lixo moral que querem importar para o Brasil".
Fonte: Gospel Prime
Assista aqui:

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