quinta-feira, 2 de julho de 2015

MARCO FELICIANO: Transexual “crucificado” na Parada Gay processa pastor por danos morais


O transexual que desfilou simulando uma crucificação na última edição da Parada Gay em São Paulo anunciou que está processando o pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por causa das críticas feitas a ela nas redes sociais e programas de TV.
A advogada do transexual, Cristiane Leandro de Novais, afirmou que já pediu uma liminar para que o material compartilhado pelo deputado seja retirado de circulação: “Existe uma ação de indenização com pedido de tutela antecipada para ele [Feliciano] excluir todos os vídeos, comentários e fotos expostas em seu gabinete, a título de liminar”, disse Cristiane, em entrevista ao Ego.
No processo, Viviany Beleboni solicita ainda que a Justiça estipule uma indenização por danos morais e uma ordem de restrição ao pastor, segundo a advogada: “Em segundo lugar há um pedido de retratação e indenização. Ele expôs Vivi ao ridículo e fez incitação criminosa para que outras pessoas venham a agredi-la. Isso trouxe dano moral e de honra a ela, que não tem saído de casa por medo de ser agredida. Ela perdeu peso e não tem saído. Com isso, tem deixado de aceitar propostas de trabalho. Por fim, entramos com um pedido de medida cautelar para que ele fique a até 600 metros de distância dela”, pontuou Cristiane.
Beleboni, que já afirmou que não pedirá perdão aos cristãos que se sentiram ofendidos com sua manifestação na Parada Gay, comentou o processo e diz que tem vivido escondido por medo da reação das pessoas: “Eu não saio de casa mais, não tenho ido à academia e nem ao mercado. Só durmo com remédios. Tranco a porta de casa com duas chaves, deixo o cachorro solto e deixei a segurança do prédio avisada”, relatou.
No último domingo, Beleboni teve os pés lavados por um pastor e um padre durante uma passeata, no Largo do Arouche, em São Paulo. Na entrevista ao Ego, contou que vem deixando de trabalhar como modelo por causa do medo de ser agredido: “O máximo que tenho feito é sair para dar entrevistas, mas vou com carro da produção e segurança. Já perdi vários trabalhos por medo de sair de casa”.
O pastor Marco Feliciano ainda não se posicionou sobre o processo contra ele movido por Beleboni.
Fonte: Gospel Mais

Igreja Episcopal aprova casamento de pessoas do mesmo sexo nos EUA


A Igreja Episcopal dos Estados Unidos anunciou na quarta-feira (1º) a aprovação das cerimônias matrimoniais entre pessoas do mesmo sexo, poucos dias depois da Suprema Corte de Justiça legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país.
"Como a lei permite, os cânones permitirão de agora em diante o casamento dentro da igreja de todos os casais", anunciou a Igreja Episcopal em sua conta no Twitter, no momento em que celebra uma convenção geral em Utah.
No entanto, a Igreja Episcopal não obrigará os clérigos com objeções a oficiar as cerimônias.
A decisão foi anunciada depois que Suprema Corte legalizou, na sexta-feira passada, o casamento entre pessoas do mesmo sexo nos Estados Unidos.
A Igreja Episcopal é um braço da Comunhão Anglicana, que tem mais de 80 milhões de integrantes, com igrejas em todo o mundo.
No sábado passado, a Igreja Episcopal dos Estados Unidos anunciou a eleição do bispo Michael Curry como seu próximo presidente, o primeiro líder afro-americano da igreja.
Fonte: CPAD News

AD em Curitiba promove a 1ª Confraternização do Culto da Vitória em Campina do Siqueira


Congregação do Campina do Siqueira em Curitiba promove a1ª Confraternização do Culto da Vitória 

A congregação do Campina do Siqueira iniciou a 1ª Confraternização do Culto da Vitória sob o tema; “Fontes em meio ao deserto Isaias 41.18”. O evento foi realizado entre os dias 20 e 21 de junho.

O ano de 2015 esta sendo um ano de grandes vitórias para o povo, conquistas, curas divinas, libertações e outros milagres atribuídos ao nosso Deus, e o culto da vitória que é realizado todas as quartas feiras em nossa congregação, tem motivado e incentivado a todos os membros e convidados a exercerem a fé, prova disto é o aumento constante pessoas em nossos cultos, disse o Pb. Jesiel Martins, que é o dirigente dos cultos nas quartas-feiras.

Para estes dois dias de evento o preletor convidado foi o pastor André Matias do estado de (SP), que foi usado poderosamente, dizendo: “Campina do Siqueira, está em chamas”. O cantor convidado foi Samuel Dias. Houve ainda a participação de cantores locais, quarteto e corais.

A glória do Senhor foi manifestada de uma forma toda especial, houve um grande despertamento na igreja, muitos foram renovados e a congregação passou por uma grande reflexão espiritual, acreditando que sem fé é impossível agradar a Deus. Vários visitantes e irmãos de outras congregações estiveram prestigiando esta 1ª Confraternização.

Queremos agradecer a Deus pela sua infinita bondade, pois permitiu que realizássemos este evento, temos a certeza que outros mais virão.

Nosso muito obrigado a todos que deixaram a sua parcela de contribuição e convidamos a todos a nos fazerem uma visita, nosso endereço é Rua Deputado Heitor Alencar Furtado, 766 atrás do Carrefour Champagnat, concluiu o Ev. Flávio de Souza que é o dirigente da congregação.

Texto e Fotos de Ulisses Camargo



quarta-feira, 1 de julho de 2015

Oficiais negam certidão de casamento a gays, por religião


O sistema político dos Estados Unidos permite que cada estado decida a respeito de uma série de leis. Assim, é possível que alguns tenham pena de morte ou legalizem as drogas, enquanto outros não o fazem.
Até a decisão na semana passada da Suprema Corte dos Estados Unidos de legalizar o casamento gay em todo o país, isso ainda era proibido em 13 estados.
Agora, todos são obrigados a se submeter. Contudo, iniciou-se uma batalha jurídica no Texas e no Mississipi, que se recusam capitular. Alegando “liberdade religiosa”, funcionários estão se recusando a emitir certidões para casais do mesmo sexo. Essas certidões ou licenças funcionam como o casamento civil no Brasil, sendo emitidas pelas prefeituras ou condados – uma divisão política regional.
O procurador-geral do Texas, Ken Paxton, autorizou quem se nega a fazer isso por “objeção religiosa”, mas admitiu que eles poderão sofrer processos na Justiça. Nas grandes cidades ainda não houve nenhum caso.
Porém, no condado de Hood, que reúne 53 mil habitantes no norte do estado, há reclamações. Katie Lang, secretária do condado, afirma: “Eu defendo minha liberdade religiosa. Acho que o casamento é para um homem e uma mulher pois é isso que a Bíblia diz. Podem me multar e podem me processar. Mas hoje em dia podem processar você por qualquer coisa”.
Nos condados de Hill, Jackson, Burleson e Ector, os secretários já avisaram que também não irão expedir certidões para homossexuais. O argumento de Paxton e de várias autoridades é que pelo regime do Texas, que tem sua própria Corte Suprema, é uma decisão ilegal e falha, tomada por um tribunal “ativista”.
Para eles, haveria um gritante conflito com a Primeira Emenda da Constituição, que garante o livre exercício da religião. Além dos funcionários dos cartórios, há juízes de paz que estão protestando.
O senador texano Rodney Ellis solicitou formalmente que a procuradora-geral dos Estados Unidos, Loretta Lynch, supervisione seu estado para “garantir que não deixem de cumprir a decisão da Suprema Corte e discriminem casais do mesmo sexo”.
“Os juízes de paz e juízes semelhantes podem reivindicar que o governo não pode forçá-los a realizar cerimônias de casamento do mesmo sexo sobre suas objeções religiosas”, escreveu Paxton.
Ao mesmo tempo, o procurador-geral do Mississipi, Jim Hood, recusa-se a não implementar a decisão federal e avisou que o estado pode simplesmente parar de realizar casamento civis. A maioria dos condados do Mississipi se negam a cumprir a ordem da Suprema Corte.
O governador do Estado, Phil Bryant, afirmou que irá fazer todo o possível para “proteger e defender a liberdade religiosa” no estado. O House Judiciary Chairman Andy Gipson, que também é pastor batista, sugeriu que se mude a lei para que não seja mais preciso haver uma licença para se casar no Mississipi. Embora admita que existem “prós e contras”, acredita ser uma opção válida.
Embora de não maneira oficial, políticos do estado do Oklahoma estão considerando a mesma possibilidade. A sugestão é que os celebrantes do casamento religioso seriam responsáveis por assinar os papéis que validariam o casamento automaticamente no civil.
O casamento gay no Brasil, embora contradiga a Constituição, passou a ser possível após a decisão do STF, através de uma “súmula vinculante”. Os cartórios não podem se recusar a fazer a cerimônia civil. Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça aprovou uma resolução que se isso acontecer, o caso deve ser levado para análise do juiz corregedor do respectivo Tribunal de Justiça.
Com informações de Religion News e News Week via Gospel Prime
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