terça-feira, 22 de julho de 2014

Kaká enaltece família: "Acredito na benção"




Jogador do tricolor paulista publica foto da esposa e dos filhos Luca e Isabella.


Kaká usou seu Instagram para enaltecer a união da sua família. Novo reforço do São Paulo para o segundo semestre, o jogador ressaltou que não acredita na sorte e sim na benção por ter a esposa Carol e os filhos Luca e Isabela ao lado. A cadela Mel também marcou presença no registro.

- Eu não acredito em sorte, eu acredito na benção #obrigadosenhor #familiaprimeiro #GloriaDeus - escreveu Kaká.

atleta deve ter condições físicas de estrear pelo São Paulo no dia 2 de agosto, contra o Criciúma, no Morumbi. Até lá, ele segue com os treinamentos no CT da Barra Funda.

Roberto Brasileiro e Augustus Nicodemus eleitos presidente e vice-presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil


Reeleito o reverendo Roberto Brasileiro Silva  presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil. 

O Supremo Concilio da IPB se reuniu em Natal, RN, neste final de semana quando  também elegeu, por voto direto e secreto, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes como vice-presidente.

O Rev. Roberto Brasileiro inicia o seu quarto mandato à frente da denominação, já o  Rev. Augustus Nicodemus foi eleito pela primeira vez para o cargo.

Dr. Nicodemus  está se mudando para a Goiás, onde servirá na Primeira  IP de Goiânia. Ele foi chanceler doa Universidade Presbiteriana Mackenzie até 2012, quando foi sucedido pelo rev. Dr. Davi Charles Gomes.

Fonte: Genizah

Rev. Roberto Brasileiro
Rev. Augustus Nicodemus

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Pr. Silas Malafaia Denuncia Perseguição Religiosa e Política do Governo contra ele

Pr. Silas Malafaia
O Pastor Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, da Associação Vitória em Cristo e da Editora Central Gospel, chamou a atenção dos telespectadores em seu programa de TV Vitória em Cristo, veiculado pela Rede TV na manhã de hoje, para o vídeo por ele publicado no portal VERDADE GOSPEL, onde denuncia perseguição religiosa e política contra ele e as instituições que dirige, praticadas segundo ele, pelo PT, partido que atualmente dirige o governo federal.

De acordo com os documentos apresentados, essa perseguição se intensificou, após suas palavras proferidas na manifestação de evangélicos realizada em Brasília-DF.

O tom da manifestação, bem como as provas apresentadas, são fortes e merecem a atenção de todos, além das orações a favor da nossa nação.

Assista o vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões. 

PARA UMA BOA AUDIÇÃO
DESLIGUE O SOM DA RHEMA ON LINE
NO CANTO SUPERIOR ESQUERDO DO BLOG



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=ECUXcCoyy9U

sábado, 19 de julho de 2014

Houve um tempo na Igreja...


Aviva, Senhor, a tua obra


Houve um tempo em que os crentes gostavam de orar. Nessa época eles murmuravam pouco, por falta de tempo e de oportunidade e não perdiam nenhum ensejo para apresentar sua adoração, sua oração e sua intercessão diante do Trono do Pai.

Houve um tempo em que os cultos não eram um espetáculo, senão um cenáculo espiritual.

Houve um tempo em que os pastores se dedicavam à leitura da Palavra. Eles não se envolviam com política, nem secular nem eclesiástica. Eles não viviam obcecados por títulos e cargos, quer na sua comunidade, quer no âmbito nacional.

Houve um tempo que as Convenções eram convocadas para que os obreiros mais jovens ouvissem estudos bíblicos e experiências notáveis dos mais antigos, e assim eram fortalecidos e robustecidos: na fé e no ministério. Nesse tempo, ir a uma reunião convencional era um grande sonho, uma ardente paixão, um negócio de Deus.

Houve um tempo em que os presidentes não eram ditadores e os líderes não eram senhores de engenho. Todos viviam mergulhados no mar da graça misericordiosa do Senhor Jesus.

Houve um tempo em que a Casa de Deus não parecia com um sindicato, por ser exatamente uma assembléia dos santos.

Houve um tempo em que não havia nas igrejas círculo de oração, porque todos os crentes oravam, e não apenas uma meia-dúzia de irmãs abnegadas e de total renuncia.

Houve um tempo em que os jovens crentes não se enamoravam de senhoritas ímpias e assim o vírus do jugo desigual não se inoculava nos arraiais dos santos.

Houve um tempo em que não se cantava nem se pregava por dinheiro e assim a inspiração fluía sem tropeços, o púlpito não era balcão de barganhas e nem de aplausos para homens, porque o louvor se destinava exclusivamente a Deus.

Houve um tempo em que os cultos não eram shows, os ministros não eram artistas e os santos de Deus não eram galera.

Houve um tempo em que os compositores de hinos não eram sacoleiros, os cantores não tinham empresários e os pregadores não eram galãs.

Houve um tempo em que os crentes não deixavam de ir aos cultos por causa das novelas, as crianças não deixavam de ler a bíblia por causa dos videogames e os adolescentes não deixavam de jejuar por causa das lan-houses.

Houve um tempo em que jovens crentes se respeitavam mutuamente e deixavam as práticas de intimidade sexual para depois da cerimônia de matrimônio no altar sagrado.

Houve um tempo em que as moças crentes casavam virgens, os rapazes crentes eram abstinentes e os motéis não eram jamais por eles visitados.

Houve um tempo em que falar mal dos pastores era abominação e ser infiel a Deus era apostasia.

Houve um tempo em que se pregava a misericórdia, o perdão, o arrependimento e o juízo de Deus.

Houve um tempo em que a letra sacra dos hinos inspirados não era abafada pelo barulho ensurdecedor das baterias.

Houve um tempo em que os Congressos eram selados com batismo com o Espírito Santo e não com jogo de luzes, bem ao estilo Holywood.

Houve um tempo em que não se pagava para ir a um evento evangélico, porque os pregadores e cantores não eram artistas.

Houve um tempo em que "os mais belos hinos e poesias foram feitos em tribulação" e os que os apresentavam ao público jamais sonharam comparadas de sucesso.

Houve um tempo em que ser pastor dependia basicamente de um chamado, uma vocação, um compromisso e um testemunho público perante a Noiva do Senhor Jesus.

Houve um tempo em que os itinerantes, especialmente aqueles que nunca pastorearam, respeitavam os pastores e se maravilhavam com o seu difícil e árduo labor.

Houve um tempo em que ganhar almas era um dever de cada membro da Igreja e excluir um membro da Igreja era uma tarefa dolorosa, sempre recebida com muita tristeza e temor.

Houve um tempo em que os pastores de Jerusalém não excluíam os membros dessa igreja porque visitaram a de Antioquia.

Houve um tempo em que mentir era pecado em qualquer lugar. Na Casa de Deus, então, era totalmente inaceitável.

Houve um tempo em que os líderes se respeitavam e se amavam; não se devoravam mutuamente.

Houve um tempo em que os peixes eram buscados lá fora, em alto mar, e não no aquário do vizinho mais próximo.

Houve um tempo em que as igrejas cresciam, devido aos batismos em águas e não às muitas cartas-de-mudança emitidas em seu favor.

Houve um tempo em que as congregações não eram agências de empregos, isto é, não se oferecia vantagens para quem a elas aderisse.

Houve um tempo em que não se trocava um cartão de membro em uma igreja por uma vaga no diaconato noutra.

Houve um tempo em que rebelião não era algo chic. Era uma ofensa profunda à santidade de Deus e quem a praticava era dito pertencer a Satanás, o pai de todas as rebeliões.

Houve um tempo que as senhoras idosas não ensinavam as mais jovens a desobedecerem seus maridos e assim as famílias eram mais estáveis.

Houve um tempo em que, no ato do convite para a salvação, não se chamava os pecadores de irmãos, e, sim, de amigos.

Houve um tempo em que ser humilde não estava fora de moda e ser simples não merecia agressões.

Houve um tempo em que ser fariseu soava estranho na Casa de Deus e jamais se veria ao menos um deles ser condecorado.

Houve um TEMPO em que jamais se sonhava que haveria UM OUTRO, tão diferente dele, que nem se poderia imaginar.

Nota:
Não escrevi esta matéria mergulhado num oceano de saudosismo inconseqüente. Fi-la, na firme esperança e na severa confiança de que aqueles tempos voltarão, antes Cristo regresse.

Que pensa o meu leitor a respeito disto?


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