quarta-feira, 24 de maio de 2017

Fundo da Igreja de Inglaterra foi um dos mais rentáveis do mundo



O fundo de investimento da igreja anglicana teve retornos superiores a 17%, na melhor performance em 30 anos.


O fundo de investimento da Igreja de Inglaterra (Igreja Anglicana) foi um dos mais rentáveis do mundo em 2016. As contas, reveladas no relatório anual daquela entidade e citadas pelo Financial Times, revelam um retorno de 17,1%, um crescimento que mais que duplicou face ao ano anterior (8,2%). Na média dos últimos 30 anos, a taxa foi de 9,6%.

Os responsáveis da igreja anglicana revelam que este desempenho foi parcialmente impulsionado pela queda da libra após o Brexit, mas que se registaram igualmente fortes retornos de seus investimentos em acções globais (32,9%), dívida de mercados emergentes (33,1%), private equity (26,1%) e produção de madeira (24,3%), de acordo com o primeiro comissário da igreja inglesa, Sir Andreas Whittam Smith, citado pelo Guardian.

O fundo administra cerca de 8 mil milhões de libras de recursos da igreja anglicana com o objectivo de apoiar o trabalho da instituição. E a equipe de profissionais de investimento da igreja conta com 35 profissionais especializados, com um mandato de longo prazo, que são conhecidos por avançar com posições contrárias às tendências da indústria, escreve o Financial Times.

Tom Joy, director de investimentos deste fundo revela que a estratégia passa pela estabilidade:

"Como muitas coisas nos mercados, achamos que o sucesso da gestão activa é cíclico. (...) Os melhores gestores passam por períodos de dificuldade. Às vezes a coisa certa a fazer é não mudar os gestores. Nós não temos uma obsessão com períodos de revisão de três anos," afirma.

Entre as responsabilidades do fundo está a geração de dinheiro para actividades missionárias da igreja, despesas de igrejas com menos recursos e de algumas catedrais e pagamento de pensões de representantes do clero que começaram a trabalhar antes de 1998, entre outras.

No seu site, a igreja anglicana explica que a política de investimento determina que todos os investimentos devem ser compatíveis com os valores cristãos e a ética. Em 2012, o fundo vendeu as acções detinha no grupo de média de Rupert Murdoch alegando questões de ética depois de uma das empresas da News Corporation ter sido acusada de ter recorrido a hackers informáticos para destruir um canal de televisão rival.

Publicado originalmente em Jornal de Negócios via Notícias Cristãs

Perda da fé em Deus é principal motivo de suicídio entre jovens, diz pesquisador



Pesquisador Blaine Conzatti alertou que o fato dos jovens aderirem a uma visão pós-moderna e se afastarem de Deus tem sido decisivo para o aumento das taxas de suicídio


A perda da fé em Deus e o declínio da religião estão entre as principais razões pelas quais jovens (adolescentes e adultos mais novos) estão cometendo cada vez mais suicídio nos Estados Unidos, de acordo com o grupo conservador ‘Instituto de Política Familiar’, de Washington.
A organização sem fins lucrativos estudou os diversos debates sociais que o drama adolescente "13 Reasons Why" (“13 Razões Por quê”), exibido pela Netflix, tem levantado sobre suicídio nos últimos meses, e observou que este é um é um problema real e crescente entre os jovens nos Estados Unidos.
O programa, baseado no romance do mesmo nome, retrata a vida e o suicídio de uma estudante de ensino médio, chamada Hannah Baker, detalhando 13 razões pelas quais ela escolheu tirar a própria vida.
Blaine Conzatti, colunista e pesquisador do ‘Instituto de Política Familiar’, escreveu em um artigo na semana passada, no qual afirma:

"Muitos jovens adultos estão optando pelo suicídio como uma fuga das pressões da vida. De 2000 a 2015, a taxa de suicídio aumentou 27% entre as pessoas de 20 a 35 anos de idade (a taxa média de suicídios nos EUA entre todos os grupos etários aumentou quase 21% durante o mesmo período de tempo)".
"A taxa de suicídio do Estado de Washington é 16% maior que a média nacional", acrescentou Blaine, citando estatísticas da Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio.
Conzatti não concorda com muitos especialistas que citam dificuldades econômicas acrescidas e serviços inadequados para tratamento de de saúde mental para explicar o recente aumento do suicídio.
Ele, em vez disso, apontou mudanças culturais, especificamente expondo quatro razões importantes pelas quais o número de suicídios tem aumentado.
"Os jovens americanos têm se distanciado cada vez mais das instituições religiosas ao longo das últimas décadas, optando por viver de acordo com ‘sua própria espiritualidade’ ou rejeitando inteiramente a fé em Deus", ressaltou ele.
Perda do propósito
O pesquisador também se referiu às estatísticas divulgadas pelo Centro de Pesquisas 'Pew', a partir de 2015, que mostraram que apenas 28% dos jovens nascidos entre 1981 e 1996 frequentam a igreja semanalmente. Além disso, os dados também mostravam que este grupo estava menos propenso a acreditar em Deus e apenas 38% considerando a fé como uma parte importante de suas vidas.
"Infelizmente, ao evitar o envolvimento em comunidades religiosas, os jovens atuais sacrificam o parentesco e a solidariedade que essas comunidades proporcionam. Essa prática de fé ajuda a dar significado à vida, e as comunidades religiosas equipam os indivíduos com as relações e o apoio necessários para resistir aos males traiçoeiros da vida", disse Conzatti.
O pesquisador também citou outro estudo do Jornal Americano de Psquiatria, que descobriu que indivíduos sem qualquer declaração de fé tinham "significativamente mais tentativas de suicídio ao longo da vida" e concluiu que "os sujeitos sem afiliação religiosa percebiam menos razões para viver, com particularmente menos objeções morais ao suicídio".
As outras três razões principais para o aumento da taxa de suicídio identificado pelo pesquisador do 'Instituto de Política Familiar' incluem o casamento tardio, o aumento das instabilidade profissional e a adoção de um ponto de vista pós-modernista - que afirma que a vida não tem sem sentido e a verdade não pode ser descoberta por ninguém.
"Atrasar o casamento significa que os indivíduos perdem benefícios como segurança financeira, maior bem-estar emocional e psicológico, além de outras melhores na saúde em geral", argumentou ele.
"Além disso, mudar frequentemente de emprego tem sido associado a níveis mais elevados de estresse, crime e saúde precária, e faz com que os indivíduos se isolem das comunidades", acrescentou.
O pesquisador reconheceu que reverter este quadro não é uma missão fácil, porém também não é impossível.
"Não há uma solução fácil. Inverter esta tendência depende de enfrentar efetivamente as mentiras aceitas pela cultura e pela sociedade, que alimentam a desesperança e a desorganização social e trabalhando para assegurar que nossas comunidades podem satisfazer com êxito as necessidades materiais, emocionais e espirituais de seus membros”, concluiu Conzatti.

Fonte: CPAD NEWS

"Se você quer provas da existência de Deus, olhe para Israel", diz jornalista sobre profecias


Gordon Robertson é CEO da 'Rede de Comunicação Cristã' e falou sobre profecias se cumprindo em Israel, como o retorno de Judeus a Jerusalém



Com o 50º aniversário da Guerra dos Seis Dias de Israel - e com os assuntos do Oriente Médio continuando a dominar as manchetes - um jornalista cristão está promovendo o lançamento de um filme (da linha de documentário) que conta a história por trás da formação do Estado de Israel moderno, de uma forma nunca vista antes.

O filme "Em Nossas Mãos: A Batalha por Jerusalém" - que será exibido nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá nesta quarta-feira, 23 de maio - relata a histórica batalha da Guerra dos Seis Dias, ao explicar seu papel supostamente na profecia bíblica.

Gordon Robertson, CEO da 'Rede de Comunicação Cristã' (CBN.com), explicou que o filme produzido pela 'CBN Documentaries', conta a história do conflito entre Israel e seus vizinhos que se desenrolou de 5 a 10 de junho de 1967 - uma batalha que envolveu o Egito, a Jordânia e a Síria.

"Durante séculos, sua nação esteve no exílio. Por uma geração, eles tinham sido privados do acesso à sua cidade ancestral", diz a sinopse do filme. "Durante seis dias, rodeado de inimigos, Israel ficou sozinho... e mudou a história."

Gordon Robertson, CEO da 'Rede de Comunicação Cristã' (CBN.com), disse ao site 'Faithwire' o lançamento do filme tem dois objetivos principais: que ele ajude as pessoas a se voltarem para Deus e que inicie uma conversa sobre a política externa do Oriente Médio.

"Se você quer provas da existência de Deus, olhe para Israel", disse Robertson. "O número de profecias do retorno dos judeus à sua nação e à restauração daquela terra ... como as crianças voltariam a brincar nas ruas de Jerusalém... todas essas profecias foram cumpridas, seja em 1948 ou 1967".

Relembrando cerca de dois anos atrás, Robertson disse que viu a oportunidade de trazer a história da Guerra dos Seis Dias para as telonas, quando ele e sua equipe conversaram com os soldados que lutaram na batalha com Jerusalém e estes aceitaram compartilhar suas histórias para o filme.

Ele também disse que espera iniciar uma conversa sobre o papel de Israel nos assuntos externos, observando que a cultura israelense sobreviveu milhares de anos, com 2.000 desses anos se desenrolando com muitos judeus fora de sua terra natal.

"Isso em si mesmo é um milagre", disse ele. "[Quero] iniciar uma conversa sobre a atual política externa em relação ao Oriente Médio e a necessidade de o mundo reconhecer que Jerusalém é a eterna e indivisível capital de Israel".

Robertson disse que está "preocupado" com as afirmações de que há divisão no governo Trump sobre como proceder, apesar das promessas de campanha do presidente sobre o assunto.
O jornalista disse ao 'Faithwire' que o ímpeto por seu interesse em criar o filme remonta décadas ao seu pai, Pat Robertson, se assentando com a família para mostrar a eles onde a Bíblia 
profetizava que Israel iria recapturar Jerusalém.

Robertson disse que ele foi para o Muro das Lamentações em 1969 para orar e viu em primeira mão a alegria que o povo judeu estava vivenciando, depois de retomar Jerusalém. Essa é uma tradição que ele continuou com seus próprios filhos.
"Cada um dos meus filhos, quando completaram 12 anos, foi levado para Jerusalém", disse ele. "Nós oramos juntos no Muro das Lamentações e depois eles foram batizados no Rio Jordão".

Jerusalém como a capital de Israel

Robertson discutiu a promessa do presidente Donald Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel - algo que ainda precisa se concretizar. A localização da embaixada dos EUA em Israel - que está atualmente em Tel Aviv e não em Jerusalém - também tem sido um ponto de discórdia.

Israel considera Jerusalém sua capital, enquanto a Palestina também prevê que a cidade seja a capital de seu próprio e futuro Estado. Enquanto uma lei norte-americana aprovada em 1995 exigia que a embaixada fosse transferida para Jerusalém, os três últimos presidentes promulgaram renúncias para adiar tal decisão, citando preocupações de segurança, como informou a CNN.

Donald Trump fez uma viagem pela Arábia Saudita e Israel nos últimos dias, chegando a visitar o Muro das Lamentações e a orar no local. Porém a mudança da embaixada dos EUA, de Tel-Aviv para Jerusalém ainda não teve uma data confirmada pelo presidente norte-americano.

Fonte: Guiame

Trump diz que irá se esforçar para um ‘acordo de paz’ entre Israel e Palestina

O presidente dos EUA se comprometeu a trabalhar para um acordo de paz entre israelenses e palestinos.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se comprometeu nesta terça-feira (23) a trabalhar para um acordo de paz entre israelenses e palestinos.

Dirigindo-se a políticos e personalidades judaicas no Museu de Israel, em Jerusalém, Trump finalizou sua visita a Israel com um discurso entusiasmado sobre a nação.

"Através de suas dificuldades vocês criaram uma das terras mais abundantes do mundo, uma terra que é rica não apenas em história e cultura, mas especialmente em espírito", disse o presidente americano. “Eu fico admirado com as realizações do povo judeu”.

Após uma reunião com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, Trump afirmou que os palestinos estão prontos para buscar um acordo de paz. Ele exortou as duas nações a deixarem de lado "as divergências do passado" e seguir em frente.

"Os palestinos estão prontos para um acordo de paz", disse Trump. Virando-se para o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ele acrescentou: "Benjamin Netanyahu quer a paz".

"Eu sei que vocês já ouviram isso antes", observou ele, acrescentando que com "determinação, compromisso e a crença de que a paz é possível, israelenses e palestinos poderão fazer um acordo".




Trump evitou explorar as questões que vem frustrando os esforços de paz entre israelenses e palestinos durante décadas. Ele não mencionou os assentamentos israelenses, o status da cidade de Jerusalém ou mesmo a solução de dois estados.

Em relação à ameaça que o Irã representa para Israel, Trump disse que seu governo está "firmemente empenhado" em evitar que Teerã consiga armas nucleares e apoie terroristas e milícias.

"O Irã não vai ter armas nucleares", prometeu o chefe de Estado americano. "O Irã pede a destruição de Israel, mas não com Donald J. Trump", disse ele, recebendo aplausos.

Netanyahu aproveitou a ocasião para agradecer a amizade de Trump e se ofereceu para trabalharem juntos contra o terrorismo. "Israel nunca teve e nunca terá um amigo melhor que os Estados Unidos da América", disse ele.

Após visitar Arábia Saudita, Israel e a Cisjordânia, Trump irá se encontrar com o Papa Francisco, no Vaticano, na quarta-feira (24), segundo a CNN.

Fonte: Guiame
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