segunda-feira, 21 de julho de 2014

Roberto Brasileiro e Augustus Nicodemus eleitos presidente e vice-presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil


Reeleito o reverendo Roberto Brasileiro Silva  presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil. 

O Supremo Concilio da IPB se reuniu em Natal, RN, neste final de semana quando  também elegeu, por voto direto e secreto, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes como vice-presidente.

O Rev. Roberto Brasileiro inicia o seu quarto mandato à frente da denominação, já o  Rev. Augustus Nicodemus foi eleito pela primeira vez para o cargo.

Dr. Nicodemus  está se mudando para a Goiás, onde servirá na Primeira  IP de Goiânia. Ele foi chanceler doa Universidade Presbiteriana Mackenzie até 2012, quando foi sucedido pelo rev. Dr. Davi Charles Gomes.

Fonte: Genizah

Rev. Roberto Brasileiro
Rev. Augustus Nicodemus

Pr. Silas Malafaia Denuncia Perseguição Religiosa e Política do Governo contra ele

Pr. Silas Malafaia
O Pastor Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, da Associação Vitória em Cristo e da Editora Central Gospel, chamou a atenção dos telespectadores em seu programa de TV Vitória em Cristo, veiculado pela Rede TV na manhã de hoje, para o vídeo por ele publicado no portal VERDADE GOSPEL, onde denuncia perseguição religiosa e política contra ele e as instituições que dirige, praticadas segundo ele, pelo PT, partido que atualmente dirige o governo federal.

De acordo com os documentos apresentados, essa perseguição se intensificou, após suas palavras proferidas na manifestação de evangélicos realizada em Brasília-DF.

O tom da manifestação, bem como as provas apresentadas, são fortes e merecem a atenção de todos, além das orações a favor da nossa nação.

Assista o vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões. 

PARA UMA BOA AUDIÇÃO
DESLIGUE O SOM DA RHEMA ON LINE
NO CANTO SUPERIOR ESQUERDO DO BLOG



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=ECUXcCoyy9U

sábado, 19 de julho de 2014

Houve um tempo na Igreja...


Aviva, Senhor, a tua obra


Houve um tempo em que os crentes gostavam de orar. Nessa época eles murmuravam pouco, por falta de tempo e de oportunidade e não perdiam nenhum ensejo para apresentar sua adoração, sua oração e sua intercessão diante do Trono do Pai.

Houve um tempo em que os cultos não eram um espetáculo, senão um cenáculo espiritual.

Houve um tempo em que os pastores se dedicavam à leitura da Palavra. Eles não se envolviam com política, nem secular nem eclesiástica. Eles não viviam obcecados por títulos e cargos, quer na sua comunidade, quer no âmbito nacional.

Houve um tempo que as Convenções eram convocadas para que os obreiros mais jovens ouvissem estudos bíblicos e experiências notáveis dos mais antigos, e assim eram fortalecidos e robustecidos: na fé e no ministério. Nesse tempo, ir a uma reunião convencional era um grande sonho, uma ardente paixão, um negócio de Deus.

Houve um tempo em que os presidentes não eram ditadores e os líderes não eram senhores de engenho. Todos viviam mergulhados no mar da graça misericordiosa do Senhor Jesus.

Houve um tempo em que a Casa de Deus não parecia com um sindicato, por ser exatamente uma assembléia dos santos.

Houve um tempo em que não havia nas igrejas círculo de oração, porque todos os crentes oravam, e não apenas uma meia-dúzia de irmãs abnegadas e de total renuncia.

Houve um tempo em que os jovens crentes não se enamoravam de senhoritas ímpias e assim o vírus do jugo desigual não se inoculava nos arraiais dos santos.

Houve um tempo em que não se cantava nem se pregava por dinheiro e assim a inspiração fluía sem tropeços, o púlpito não era balcão de barganhas e nem de aplausos para homens, porque o louvor se destinava exclusivamente a Deus.

Houve um tempo em que os cultos não eram shows, os ministros não eram artistas e os santos de Deus não eram galera.

Houve um tempo em que os compositores de hinos não eram sacoleiros, os cantores não tinham empresários e os pregadores não eram galãs.

Houve um tempo em que os crentes não deixavam de ir aos cultos por causa das novelas, as crianças não deixavam de ler a bíblia por causa dos videogames e os adolescentes não deixavam de jejuar por causa das lan-houses.

Houve um tempo em que jovens crentes se respeitavam mutuamente e deixavam as práticas de intimidade sexual para depois da cerimônia de matrimônio no altar sagrado.

Houve um tempo em que as moças crentes casavam virgens, os rapazes crentes eram abstinentes e os motéis não eram jamais por eles visitados.

Houve um tempo em que falar mal dos pastores era abominação e ser infiel a Deus era apostasia.

Houve um tempo em que se pregava a misericórdia, o perdão, o arrependimento e o juízo de Deus.

Houve um tempo em que a letra sacra dos hinos inspirados não era abafada pelo barulho ensurdecedor das baterias.

Houve um tempo em que os Congressos eram selados com batismo com o Espírito Santo e não com jogo de luzes, bem ao estilo Holywood.

Houve um tempo em que não se pagava para ir a um evento evangélico, porque os pregadores e cantores não eram artistas.

Houve um tempo em que "os mais belos hinos e poesias foram feitos em tribulação" e os que os apresentavam ao público jamais sonharam comparadas de sucesso.

Houve um tempo em que ser pastor dependia basicamente de um chamado, uma vocação, um compromisso e um testemunho público perante a Noiva do Senhor Jesus.

Houve um tempo em que os itinerantes, especialmente aqueles que nunca pastorearam, respeitavam os pastores e se maravilhavam com o seu difícil e árduo labor.

Houve um tempo em que ganhar almas era um dever de cada membro da Igreja e excluir um membro da Igreja era uma tarefa dolorosa, sempre recebida com muita tristeza e temor.

Houve um tempo em que os pastores de Jerusalém não excluíam os membros dessa igreja porque visitaram a de Antioquia.

Houve um tempo em que mentir era pecado em qualquer lugar. Na Casa de Deus, então, era totalmente inaceitável.

Houve um tempo em que os líderes se respeitavam e se amavam; não se devoravam mutuamente.

Houve um tempo em que os peixes eram buscados lá fora, em alto mar, e não no aquário do vizinho mais próximo.

Houve um tempo em que as igrejas cresciam, devido aos batismos em águas e não às muitas cartas-de-mudança emitidas em seu favor.

Houve um tempo em que as congregações não eram agências de empregos, isto é, não se oferecia vantagens para quem a elas aderisse.

Houve um tempo em que não se trocava um cartão de membro em uma igreja por uma vaga no diaconato noutra.

Houve um tempo em que rebelião não era algo chic. Era uma ofensa profunda à santidade de Deus e quem a praticava era dito pertencer a Satanás, o pai de todas as rebeliões.

Houve um tempo que as senhoras idosas não ensinavam as mais jovens a desobedecerem seus maridos e assim as famílias eram mais estáveis.

Houve um tempo em que, no ato do convite para a salvação, não se chamava os pecadores de irmãos, e, sim, de amigos.

Houve um tempo em que ser humilde não estava fora de moda e ser simples não merecia agressões.

Houve um tempo em que ser fariseu soava estranho na Casa de Deus e jamais se veria ao menos um deles ser condecorado.

Houve um TEMPO em que jamais se sonhava que haveria UM OUTRO, tão diferente dele, que nem se poderia imaginar.

Nota:
Não escrevi esta matéria mergulhado num oceano de saudosismo inconseqüente. Fi-la, na firme esperança e na severa confiança de que aqueles tempos voltarão, antes Cristo regresse.

Que pensa o meu leitor a respeito disto?


sexta-feira, 18 de julho de 2014

Pr. Paulo Marcelo publica NOTA DE ESCLARECIMENTO

Pr. Paulo Marcelo


NOTA DE ESCLARECIMENTO Pr. PAULO MARCELO

Postado em 17/07/2014

A todos os meus admiradores, amigos e irmãos em Cristo Jesus, que têm nos acompanhado e apoiado com as vossas orações ao longo de mais de 15 anos de atividades Ministeriais, como pregador do Evangelho.



Venho publicamente, pelo respeito e consideração que tenho por todos, esclarecer acerca das informações, que desde ontem estão sendo vinculadas nas redes sociais e em alguns meios de comunicação, envolvendo a minha pessoa.



1- Há alguns meses fui convidado para um projeto político no meu estado do Paraná, orando a Deus e falando com minha família, achamos melhor não, nesse intervalo algumas pessoas de muita influência em Foz do Iguaçu, me ameaçaram a não sair, pois os interesses pessoais são maiores que os interesses da defesa da família e da fé, como não aceitei, e mesmo assim alguém ainda me achava uma ameaça, há meses convivia com um terror psicológico e emocional.  Como minha família esta sozinha e eu em minhas muitas viagens, contratei um segurança pessoal, que trabalha e às vezes permanece em minha residência, outras me acompanha durante o dia, me leva ao aeroporto, para a igreja, leva meus filhos ao colégio e os busca.

2 - Como ainda não sei, mais em breve saberemos, houve uma denúncia que em minha residência havia alguém armado. Foi expedido um Mandado de Busca e Apreensão, e na data de 16/07/2014, tal Mandado foi cumprido, sendo encontrada a arma no coldre, e dentro coldre algo que ainda não sabemos o que se trata que foi notificado como aparente entorpecente. A arma e o possível entorpecente estavam no mesmo lugar, lugar esse que meu funcionário frequenta e havia deixado sua ferramenta de trabalho lá. Sendo homem público e muito conhecido não sabemos como a imprensa acompanhou a diligência policial. As notas em internet foram notificadas antes de os fatos serem esclarecidos.

3 - Apresentamos o registro da arma, pois tal é devidamente legalizada, como um funcionário já informou pertencer a ele o que foi encontrado. 

4 - Já informei a meu Pastor Presidente Isaias Cardoso dos Santos, ele recebeu meu funcionário, entendeu o ocorrido e como me conhece há 19 anos e minha história fala mais alto que um fato, entendeu e fará também uma nota em carta no meu site e enviaremos a quem acharmos conveniente.

5 - Sou muito bem preparado para momentos assim, confesso que estou sofrendo muito, pois isso acontece em Foz do Iguaçu diariamente, e a imprensa não notifica nada, as fotos que foram publicadas estão em croma, quem conhece internet sabe o que estou falando, mais como sou pessoa pública e principalmente Pastor usaram isso para ofender a Igreja e nossa fé, infelizmente muitos irmãos ajudam a promover fatos desordenados e que não foram no momento esclarecidos, mas breve serão !

6- Peço oração por mim, por minha família, pelos meus funcionários e colaboradores que amo muito e tenho carinho por todos eles, quero deixar muito claro que estou esclarecendo isso não por ter medo de perder agenda ou notoriedade, pois o que queria ter visto já vi, sou antes de mais nada um pregador conhecido, sou crente e amo a Deus, ao Senhor Jesus, e a vocês, por isso posso pregar aqui até Jesus voltar, ou aí nas igrejas que me amam, que me conhecem, nos Pastores e amigos que tenho e fiz em 15 anos. Peço a compreensão de todos, o amor de vocês, e esperem os fatos virem a tona depois julguem, concluam seus raciocínios, mais os que me amam e me conhecem esses não preciso justificar nada, pois sabem quem sou, então me ajudem nessa guerra que vai passar e logo estarei na sua Igreja para chorarmos juntos de alegria e com vitórias em Deus !

Irmãos, compartilhem !!! Vamos superar a noticia infundada com a verdade.

Rogo a oração dos crentes em Jesus.

Fiquem na Paz do Senhor!!!
Seu amigo

Pr Paulo Marcelo
Servo de Deus.


MEU COMENTÁRIO:

Ouvi vários comentários sôbre a ocorrência com o Pr. Paulo Marcelo, veiculadas pelas redes sociais, e inclusive pedidos de esclarecimentos, porém, até agora nada vi reverberado sôbre a NOTA DE ESCLARECIMENTO acima, publicada no site do referido pastor. Não o conheço pessoalmente, mas sei que é uma figura pública e muito conhecida entre os pregadores pentecostais.

Creio que os fatos se esclarecerão e a verdade virá à tona, em todo caso, já que o fato foi amplamente reverberado na grande rede, deixo aqui a singela contribuição deste blog, publicando a NOTA DE ESCLARECIMENTO.

Oremos por ele, sua família, bem como pela Igreja, que sempre sofre com tais fatos.

Pr. Carlos Roberto Silva

Conheça a ocorrência com o Pr. Paulo Marcelo

Polícia Civil da 6ª SDP de Foz do Iguaçu cumpre mandado

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