sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Cantor Luiz de Carvalho - Estado de saúde e pedido de oração


Meus irmãos e amigos
Cheguei do hospital. Ernestina, essa mulher valorosa, não arreda o pé e cuida do seu esposo com cuidado e heroísmo. Priscila, essa dádiva de Deus, filha caçula do cantor, sofre profundamente e apoia o pai e a mãe em tudo o que pode. A filha Marta de Carvalho e o casal Elias e Roseli Carvalho, filhos mais velhos e nora, estavam presentes e sofrem profundamente, também apoiando em tudo o que necessário.

Enquanto ali estava o Pr. Irland Pereira de Azevedo veio visitá-lo, ao lado de outro colega amigo do veterano mestre. Luiz de Carvalho sofre. Teve lapsos de consciência e, logo a seguir, mergulhou num sono profundo, mantendo secreções no peito e garganta.

Até ontem comunicava-se com os seus; hoje, porém, sua consciência se foi. Contudo, ainda esperamos no Senhor uma pronta recuperação. Esta noite está sendo difícil. O hospital onde está internado (UNIMED ABC) é muito limpo, eficiente.

Oremos, irmãos, pelo querido Luiz de Carvalho e por toda a sua família.

Pr. Wagner Antonio de Araújo, 00:45 h.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A Providência Divina na Fidelidade Humana - EBD/ CPAD - Lição 4 - Subsídio Teológico


A Soberania de Deus se revela na sua capacidade de prover todas as coisas que não podemos por nós mesmos. Dn 3.

Este capítulo percebe-se a obsessão do rei Nabucodonosor pelo poder quando ele se engrandece e se endeusa perante os súditos do seu império. Supõe-se que a história desse capítulo ocorreu quase ao final do seu reinado (Jr 32.1; 52.29).

O capítulo três é mais uma prova de que vale a pena ser fiel a Deus até mesmo quando somos desafiados em nossa fé. Percebe-se que Nabucodonosor já havia se esquecido da manifestação do poder de Deus na revelação dos seus sonhos, mas ele parecia embriagado pelo poder e pelo fulgor de sua própria glória. A presunção chegou ao ápice da paciência de Deus e ele não se contentou em ser apenas “a cabeça de ouro” da grande estátua do seu sonho no capítulo dois. Ele perde o bom senso e constrói uma estátua toda de ouro de mais de 27 metros de altura aproximadamente, e ordena que os representantes das nações, súditos seus, se ajoelhassem e adorassem à sua estátua que representava ele mesmo. Tornou-se um déspota que exigia dos seus súditos um servilismo irracional. No meio da multidão dos súditos estavam os três jovens hebreus fiéis ao Deus de Israel, o qual não transigiram de modo algum.

I - A TENTATIVA PARA INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL

O rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro” (3.1). Na verdade, o Império Babilónico foi o primeiro grande império mundial a construir uma grande estátua que deveria ser adorada por todos os súditos do império (Dn 3). Era interessante notar que em nenhum momento se identifica a estátua com algum deus babilónico. A omissão de algum nome para essa estátua sugere que o rei fez uma estátua que fosse identificada com ele mesmo que assumia uma postura de deidade. Era comum naqueles tempos dos assírios e babilónicos que os seus reis construíssem suas próprias imagens nas entradas dos palácios e diante das imagens dos deuses para que ficassem protegidos de males e fossem felizes em seus reinados. Porém, aquela imagem de 27 metros de altura fora construída para ser adorada pelos súditos em obediência ao edito soberano de Nabucodonosor. Em ocasiões especiais como a que o rei propiciou, quando as homenagens aos reis aconteciam diante dos deuses, Nabucodonosor exigia obediência cega dos seus súditos de todos os territórios do império fortalecendo seu domínio. De todas as nações presentes com seus exilados estavam lá os judeus que serviam ao Deus vivo de Israel. Mas o rei testava seu poder de dominação requerendo dos exilados que renegassem suas crenças e substituíssem seus deuses pelos deuses da Babilônia. Na história contada por Daniel, estavam lá os seus três amigos. Não há uma explicação plausível para a ausência de Daniel naquele evento. O que importa, de fato, é que os três hebreus deram uma lição de fé no seu Deus.

A obsessão do rei

A obsessão pelo poder faz a pessoa perder o bom senso. O rei Nabucodonosor estava dopado pela ideia de ser o maior e perdeu a autocrítica embriagado pelo próprio poder e cego pelo fulgor de sua própria glória. Ele não se contentou em ser apenas a cabeça de ouro da estátua do seu sonho. No capítulo dois havia uma estátua no seu sonho e no capítulo três ele constrói literalmente uma estátua para si. Essa presunção vislumbra profeticamente outra estátua (imagem) que será erguida pelo último império mundial gentílico profetizado como o reino do Anticristo e será no “tempo do Fim” (Ap 13.14,15).

Outra lição que aprendemos neste capítulo é a diferença entre a estátua do capítulo 2 e a do capítulo 3. A estátua do capítulo 2 era simbólica que surgiu no sonho do rei Nabucodonosor e a estátua do capítulo 3 era literal, construída pelos homens. A estátua do capítulo 3 tinha a forma de um obelisco e tinha um desenho um tanto grotesco que revelava a intenção vaidosa de Nabucodonosor de impor-se pela idolatria do homem e sua autodeificação aos olhos dos súditos.

o campo de Dura, na província de Babilônia” (3.1). O nome Dura vem do acadiano, de onde vem o aramaico. O seu significado é “lugar cercado”, e entende-se que se tratava de um lugar fechado e cercado, que ficava numa planície pertencente à Babilônia.

A inauguração da estátua de ouro

Um rei embriagado por sua própria glória (3.1-5). Nabucodonosor foi seduzido por seu ego presunçoso que se via superior a tudo e todos. Ele estava embriagado por sua própria glória temporal e passageira, por isso seu coração se engrandeceu e ele desejou ser adorado como deus. Não lhe bastou a revelação de que o único Deus verdadeiro triunfaria na história conforme está expresso no capítulo dois. Ele preferiu exaltar a si mesmo e para tal instituiu o culto a si e a adoração, também, dos seus deuses. O objetivo era escravizar as consciências e obrigá-las a servirem aos seus deuses.

A ameaça da fornalha ardente (3.6). Era a punição mais terrível que alguém poderia sofrer: ser queimado vivo numa fornalha grandemente aquecida. Era um modo de forçar a que todos os seus súditos, principalmente, os príncipes que viviam no palácio, a obedecerem o edito real e adorarem a imagem que o rei construiu. Todos deveriam, ao som dos instrumentos musicais, se prostrar e adorar a imagem de ouro do rei (Dn 3.5). Aos súditos que eram idólatras e serviam a deuses pagãos, mais um não faria muita diferença. Mas para os servos do Deus Altíssimo que é adorado em espírito e em verdade era uma questão de fé e ousadia. O decreto do rei era inevitável e quem o desobedecesse sofreria a punição na fornalha ardente. Segundo o profeta Jeremias, o rei Zedequias de Judá foi queimado no fogo na Babilônia (Jr 29.22).

A tentativa de criar uma religião totalitária (3.7). Ele queria uma religião que fosse capaz de garantir a devoção e a lealdade dos súditos pela força imposta por seus decretos. Na verdade, ele queria conquistar as pessoas, não pelo coração, mas pela subserviência moral e física. Os súditos do reino dobrariam os seus joelhos por medo, não por devoção. Nos tempos modernos nos deparamos com religiões que causam terror e medo. A imposição de Nabucodonosor era, de fato, uma inquisição instituída para obrigar as pessoas a se submeterem às exigências do império.

Nabucodonosor teve duas motivações principais para construir a grande estátua. A primeira motivação era exibir perante os povos do mundo representados naquele evento a sua soberba e vanglória. O texto diz literalmente que “ele fez uma estátua de ouro” (3.1). As dimensões e a magnitude da estátua eram impressionantes. Imaginem uma estátua de 27 metros de altura e 6 metros de largura aproximadamente. A soberba do Rei o tornou altamente arrogante e insolente, sem limites. A Bíblia diz que “a soberba precede a ruína” (Pv 16.18).

A segunda motivação de Nabucodonosor era o anelo de ser adorado como deus pelos seus súditos, por isso Ele deu ordens de que todos os oficiais do reino se reunissem naquele evento no campo de Dura (Dn 3.1) para adorarem à sua estátua. Sua intenção prenunciava o espírito do Anticristo que levantará a imagem da Besta para ser adorada no tempo do Fim (Mt 4.8-10; Ap 13.14-17). A intenção do Rei era impor a religião diabólica de sua imagem para dominar o mundo, não só no campo material e político, mas espiritualmente.

A acusação dos caldeus contra os judeus (3.8-12). Os três hebreus estavam lá na grande praça por força da ordem do rei. Todos os ilustres homens do império, os chefes de governos, os sátrapas, os governadores das províncias, os sábios, os sacerdotes dos vários cultos pagãos, todos estavam lá. A ordem era que quando a música fosse tocada todos deveriam ajoelhar-se e adorar a estátua do rei. Quem não obedecesse seria lançado na fornalha de fogo ardente. Os três jovens hebreus preferiam morrer queimados naquela fornalha do que negar a fé no Deus de Israel. Os três jovens hebreus, Ananias, Misael e Azarias quando foram para a Babilônia não tinham mais que 18 a 20 anos de idade. Nesta experiência do capítulo três, eles estavam na faixa dos 40 anos de idade, mas não sucumbiram nem fizeram concessões que comprometessem a sua fé em Deus. Eles não esmoreceram moral ou espiritualmente ante a ameaça de Nabucodonosor e a discriminação dos outros príncipes do Palácio. Diante da ameaça da fornalha ardente eles estavam seguros do cuidado de Deus, como falou o profeta Isaías: “Quando passares pelas águas, estarei contigo e, quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti." (Is 43.2).

Três acusações graves contra os judeus (3.12).

A primeira acusação: não fizeram caso de Ti”(v. 12). Esta expressão é o mesmo que dizer: eles não te respeitaram como rei. Os seus acusadores passaram a ideia de que os jovens, quando não se ajoelharam nem adoraram a estátua do rei, voluntária e maliciosamente, decidiram desafiar publicamente a autoridade do rei.

A segunda acusação: a teus deuses não servem” (v. 12). Estavam afirmando ao rei que os jovens hebreus não prestavam culto aos deuses da Babilônia, uma vez que havia um politeísmo babilónico exacerbado com muitos deuses e deusas. Os jovens hebreus mantiveram a fé recebida de seus pais em Jerusalém. Eles não serviriam a outros deuses, senão a Jeová, o Deus de Israel.

A terceira acusação: não servem, nem a estátua de ouro que levantaste, adoram” (v. 12). Os caldeus entendiam que a atitude dos jovens hebreus era de total rebelião e contra as demais religiões representadas pelas nações exiladas na Babilônia.

A lição que aprendemos com esses jovens hebreus é que eles conheciam a Deus e sabiam que Ele tinha poder para interferir naquela situação e livrá-los da morte.

II- A FIDELIDADE A DEUS ANTE À FORNALHA ARDENTE (3.13-21)

A punição foi inevitável. A ordem do rei não podia voltar atrás. Os inimigos dos três jovens hebreus não deram tréguas aos judeus. Depois de acusados e denunciados tiveram que enfrentar e submeter-se à punição do rei. Os seus algozes foram os mesmos que haviam sido poupados anteriormente da pena de morte no episódio do sonho do rei no capítulo 2 e não tiveram a menor consideração com seus pares dentro do Palácio. O rei, tão logo foi informado da desobediência dos jovens hebreus, ficou enfurecido e os chamou diante de si. Foram interrogados e, mais uma vez ameaçados com a punição da fornalha ardente, mas os servos do Deus Altíssimo mantiveram sua fidelidade à fé judaica. Eles não se intimidaram diante das ameaças porque sabiam que Deus poderia intervir naquela situação, e estavam prontos a serem queimados vivos sem trair a sua fé.

A resposta corajosa dos jovens hebreus (Dn 3.16-18)

agora, se estais prontos” (3.15). Eles estavam prontos, não para obedecer a imposição do rei quanto à sua fé. Eles estavam prontos, sim, para manter a sua fé no Deus que podia mudar toda aquela situação. Aqueles jovens entendiam que fidelidade é algo inegociável. A fidelidade desses jovens era mais que uma qualidade de caráter, era uma confiança inabalável em Deus que haveria de intervir naquela situação. A resposta resultava do conhecimento prévio que tinham do mandamento divino: Não terás outros deuses diante de mim. Não farás imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem (Ex 20.3-5). Deus busca homens e mulheres que tenham a fibra de manter a fidelidade a Ele mesmo quando ameaçados.

Não necessitamos de te responder sobre este negócio” (3.16). A confiança em Deus e a certeza de que Deus faria alguma coisa lhes deu a convicção de que valia a pena enfrentar a fornalha pelo nome de Jeová.

Reação à intimidação (Dn 3.16-18)

Eis que o nosso Deus, a quem servimos; é que nos pode livrar” (3.17). Esta declaração dos três judeus tinha a convicção da intervenção de Deus naquela situação. O rei ficou enfurecido e intimidado, além dos jovens terem sido desafiados na sua fé com a ousadia do Rei em dizer-lhes: “Quem é o Deus que vos poderá livrar das minhas mãos? (Dn 3.15), eles não tiveram dúvidas de que valia a pena permanecerem fiéis a Deus. Então, sem temor e com grande fé responderam ao Rei: Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei. E, se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste (Dn 3.17,18). Esta resposta dos jovens hebreus se confrontada com o cristianismo de muitos crentes hoje nos deixa preocupados. Quão facilmente cedemos; negamos nossa fé; fugimos do caminho da provação, mas Deus conta com crentes fiéis que sejam capazes de responder às ameaças satânicas de que não as tememos.

E, se não” (3.18). Duas palavras pequenas foram capazes de mostrar a todo o Império da Babilônia que aqueles jovens tinham um Deus diferente que lhes dava a certeza de que ninguém pode confrontar Jeová. Eles sabiam que nada os demoveria de sua fé e eles não a negariam, mesmo que fossem queimados vivos naquela fornalha. Na vida cristã, estas duas palavrinhas “se não” estão fazendo na confissão de fé de tantos crentes. Satanás, nosso arqui-inimigo, quer que nos rendamos às ameaças e armadilhas preparadas para sufocar a nossa fé (1 Pe 5.8).

não serviremos a teus deuses” (3.18). Os três jovens foram ousados. Não transigiram, nem cederam às ameaças. Eles não trocaram o seu Deus pelos deuses de Nabucodonosor. A ira do rei manifestou-se com exagero ao ordenar que se aquecesse muito mais a fornalha. Eles não foram livrados da fornalha porque Deus os esperava dentro daquela fornalha ardente. A fornalha tem o poder da intimidação, que pode nos levar à desistência de nossos valores espirituais. A verdade é que nem sempre podemos evitar a fornalha das angústias, das decepções pessoais, das enfermidades físicas. Aqueles jovens hebreus não se deixaram intimidar, mas foram ousados em não transigir, nem ceder às ameaças.

Eles enfrentaram a fornalha ardente sem temor (3.19-22)

Os judeus foram lançados na fornalha. Diz o texto que tudo que dizia respeito a eles em termos materiais, suas roupas e chapéus foram atados juntamente com eles e lançados na fornalha ardente. Os homens que os lançaram caíram mortos pela chama do fogo e todos inimigos do lado de fora imaginavam que os judeus seriam reduzidos a cinza dentro da fornalha.

O aspecto do quarto homem é semelhante ao filho dos deuses" (3.23-25). Foram lançados três judeus, mas um quarto homem os esperava dentro da fornalha. O poder do quarto homem visto pelo rei dentro da fornalha os tornou incólumes e nenhum fio de cabelo se queimou. Esse quarto homem não era outro senão o próprio Deus entre eles que os tornou aptos a superarem a força do fogo destruidor. E uma perfeita identificação com a Pessoa de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Não era um anjo enviado de Deus. Ele era, teofanicamente, o próprio Deus. É interessante que Ele não apagou o fogo, nem tirou os três hebreus da fornalha. Ele os capacitou a estarem e passarem pelo meio do fogo sem serem destruídos. Tudo isso porque aqueles hebreus confiaram na providência divina que tem o poder de intervir, a tempo e fora de tempo, para nos livrar da destruição. Às vezes, a vontade permissiva de Deus nos ensina que Deus pode permitir que soframos tribulações, angústias e dissabores como o fogo da fornalha, mas Ele nos livra no tempo próprio. Sua presença imanente é capaz de impedir que as chamas das tribulações nos destruam.

O poder providencial de Deus os tornou incólumes no meio da fornalha (3.26-28). O impacto ante à visão que o rei teve ao olhar para dentro da fornalha deixou o rei perplexo e todos os que estavam com ele. Os jovens hebreus estavam vivos e tranquilos andando no meio da fornalha. Deus honrou aqueles judeus. O rei e seus príncipes tiveram que reconhecer o poder do Deus de Israel. A providência divina não só os protegeu da força do fogo, mas os manteve vivos para testemunharem da grandeza desse Deus. O rei reconhecia que o Deus dos judeus era poderoso, mas não o aceitava como seu Deus. Para o rei, era mais um entre outros deuses, mas na mente e no coração dos jovens hebreus, Ele era o Único Deus sobre todos os demais. O apóstolo Paulo nos dá uma lição preciosa de fé e disposição para servir a Deus, quando diz: Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos, quer morramos, somos do Senhor (Rm 14.8).

Uma doxologia do rei ao Deus de Israel (3.29,30). Ainda que Nabucodonosor não tenha desistido dos seus deuses, reconheceu a religião judaica em seu império, especialmente, para os exilados judeus. Ele fez um decreto reconhecendo a grandeza do Deus dos judeus e admitiu que nenhum outro deus poderia fazer o que Ele fez ao livrar os judeus dentro da fornalha ardente.

Restaurados e promovidos dentro do império (3.30). Os três jovens foram restaurados às suas posições palacianas e investidos de autoridade da parte do rei. Segundo o Comentário de Charles Pfeiffer, da Editora Batista Regular: “A vitória da fé tinha cinco objetivos: (1) Foram soltos de suas amarras (v. 25); (2) Foram protegidos do mal (v. 27); (3) Foram confortados na provação (vv. 24,25,28); (4) Seu Deus foi glorificado (v. 29); (5) Como servos de Deus foram recompensados (v. 30).

CONCLUSÃO

A grande lição que aprendemos com esses três jovens é que “eles confiaram suas vidas a Deus e não se preocuparam com as consequências do fogo da fornalha”.

Autor; Elienai Cabral

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

CPAD - Campanha de Fim de Ano - 2014

CPAD - Campanha de Fim de Ano - 2014


Foi lançada, no dia 9 de outubro de 2014, no Auditório Nels Nelson, na sede da CPAD, no Rio de Janeiro, a 20ª Campanha de Vendas de Fim de Ano da CPAD, momento no qual a empresa é convocada a se engajar na promoção dos produtos da editora.

O culto de abertura e ações de graças foi conduzido pelo pastor Claudionor de Andrade Consultor Teológico da CPAD e a apresentação da Campanha de Vendas pelo Chefe de Marketing Robson Rocha e pelo pastor João Batista Guilherme da Silva - Gerente da Rede de Lojas com a presença de todos os colaboradores da Casa.

O tema da campanha deste ano é:


Uma História Brilhante Escrita com Você".


Assista abaixo o vídeo da campanha:


Para uma boa audição,
desligue o som do Stúdio Rhema
no canto superior esquerdo do blog.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Dias de Elias cantado pelo exército americano




Culto realizado no exercito americano.
Não é atoa que protegem Israel e são uma das maiores potências do mundo!



Para uma boa audição,
desligue o som do Stúdio Rhema
no canto superior esquerdo do blog.


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