sábado, 14 de maio de 2022

Nota de Falecimento - Pr. ANTÔNIO VIAL DA SILVA (AD Jardim IV Centenário - Comadespe) - 14.05.2021



Pr. ANTÔNIO VIAL DA SILVA (AD Jardim IV Centenário - Comadespe) foi promovido às mansões celestiais - 14.05.2022




É com imenso pesar que registramos o falecimento do nosso amigo, pastor e companheiro, 
Pr. ANTÔNIO VIAL DA SILVA, na manhã de hoje - 14.05.2022, aos 67 anos de idade.

Pr. ANTÔNIO VIAL DA SILVA, era fundador e pastor presidente da AD no Jardim IV Centenário, na zona Sul da Capital de São Paulo, nasceu em 11.06.1955, filiado à COMADESPE (Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros, sob registro 1.202 e à CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil)  sob número 26.252, além de atuar também como Membro do Conselho Fiscal da COMADESPE hà muitos anos.

Pr. Antônio Vial estava hospitalizado hà vários dias, tendo passado no dia de ontem, por cirurgia complexa, que teve cerca de 5 horas de duração, quando foi retirado o rim esquerdo, uma parte do pâncreas e intestino, voltando para a UTI, onde ficou intubado, vindo a falecer na manhã deste sábado.


Pr. Antônio Vial se notabilizou pelo seu peculiar jeito de tratar seu companheiros e as coisas da vida, sempre com muita sinceridade e respeito, e sua fidelidade a Deus, sua família, ao ministério que fundou e presidiu, bem como à Comadespe, bandeira que sempre defendeu com dedicação e esmero.

Pr. ANTÔNIO VIAL
,
deixa viúva a irmã Marleine Xavier Bento da Silva, os filhos, a saber: Miliane Vial da Silva Santos, Leiliane Vial da Silva e Joás Vial Vial da Silva, além de genros, nora e netos.



Registramos em nome da nossa COMADESPE, as condolências e os mais sinceros sentimentos de pesar, bem como os votos de que o Espírito Santo console a todos os familiares, amigos e a Igreja do Senhor que estava sob seus cuidados pastorais.

"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda". - 2 Timóteo 4:7,8


VELÓRIO E SEPULTAMENTO:
Data:  15.05.2022 - Domingo
Local: Cemitério Vale dos Reis Endereço: Rod. Régis Bittencourt, 5901 - Jardim Oliveiras, Taboão da Serra - SP, 05576-100 - Localização ao final deste post Horário do velório: 10:00 às 13:30 
Culto de Despedida: 12:00 às 13:30 Horário do Sepultamento: 14:00 


Localização 

Clientes cancelam compra após propaganda do VW Polo com casal homoafetivo


Comercial VW Polo com casal homoafetivo repercutiu em redes sociais e grupos de WhatsApp nesta semana


Um dos assuntos mais comentados no mundo automotivo nesta semana foi a propaganda da Volkswagen sobre o Polo, em que um casal homoafetivo protagoniza quase um minuto de comercial.

Em conversas informais, foi corrente o assunto que protagonizou muitos memes nas redes sociais, e proprietários falando sobre a intenção de trocar o modelo de carro mencionado.

Entre os colunistas que retrataram o assunto, está Paulo Cruz que versou sobre a repercussão do vídeo na coluna CBN Motors da última quinta-feira (12).

Segundo Paulo, a propaganda rendeu uma “avalanche” de memes nas redes sociais. “A propaganda não tem um tom agressivo, mas incomodou muito gente e isso aí viralizou. O que eu já soube dos bastidores é que alguns clientes até cancelaram a compra do carro”, disse o colunista.

Ouça aqui o podcast completo:

 

Cássia Kis se arrepende de aborto: “Hoje corro atrás de mulheres para não fazerem” - ASSISTA AQUI


A atriz Cássia Kis revelou que abortou aos 29 anos, mas hoje é contra.

Em entrevista no Encontro com Fátima Bernardes, a atriz Cássia Kis revelou que fez um aborto no passado e se arrependeu. “Hoje corro atrás de mulheres para não fazerem”, declarou no programa desta quinta-feira (12).

Cássia relembrou a importância que a novela “Pantanal”, em 1990, teve em sua vida. “Eu pari pela primeira vez logo depois de 'Pantanal'. Tive meu primeiro filho em 95, tenho um filho de 27 anos. Apesar dos meus 65, tenho outro de 18, que acham que é meu neto”, disse.

A atriz então revelou que abortou aos 29 anos e que hoje é contra a interrupção da gravidez.

Tive a experiência de fazer dois projetos ('Pantanal' e 'Barriga de Aluguel') que trouxeram a questão da maternidade de maneira muito forte para mim. Em 85, eu fiz um aborto. Não foi um aborto espontâneo e isso mudou muito na minha vida. Hoje sou uma madrinha que defende e protege a vida”, destacou. “Hoje corro atrás de mulheres para não fazerem.”

Ela explicou que atuar como mãe em novelas despertou nela o desejo de gerar. "Tive seis filhos, quatro na terra e dois lá em cima”, disse. “Eu achava que isso nunca ia acontecer, não me interessava mesmo. Mas alguns papéis mudam nossa vida íntima.”

Em outro momento, Cássia falou também sobre o papel da religião em seu posicionamento pró-vida.

Então eu fico me preparando para, no domingo, estar na missa e encontrar os católicos. Compreender por quê uma família católica tem tantos filhos diante de um mundo que faz tantos abortos”, observou a atriz.

Eu tenho amigos com 10, 11 filhos. É lindo saber — porque é lindo mesmo e é a verdade — que os filhos brincam entre si. O pai e a mãe não vão brincar com o filho. Eles cuidam, eles olham e cuidam para serem a referência para os filhos”, continuou Cássia.

Fonte: Guiame

Confira aqui:

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Tensão marca funeral de jornalista cristã morta com tiro em Jerusalém


Shireen Abu Aqleh, do canal Al Jazeera, foi atingida enquanto cobria operação militar

Acontece nesta nesta sexta-feira (13), sob tensões, o funeral da repórter palestina-americana Shireen Abu Aqleh, morta nesta quarta (11), enquanto cobria uma operação do exército israelense no campo de refugiados palestinos de Jenin, na Cisjordânia.

Antes do início ao funeral, centenas de pessoas se reuniram em frente ao hospital Saint Joseph, em Jerusalém, para acompanhar, em um trajeto a pé, a ida do caixão de Abu Akleh para a Igreja Ortodoxa Grega. A polícia israelense acompanhou o cortejo e bloqueios policiais foram montados na área.

Após conflitos com a população, a polícia decidiu que o transporte seria feito de carro. O corpo foi levado de volta ao hospital e depois transportado de carro, segundo a Al Jazeera.

Depois de velado, o corpo da jornalista, que era cristã e nascida em Jerusalém Leste, será sepultado próximo ao local onde seus pais estão enterrados, em um cemitério na área da Cidade Antiga de Jerusalém.

As circunstâncias da morte de Shireen Abu Aqleh seguem obscuras. O canal Al Jazeera acusa as forças de Israel de ser a responsável pelos disparos que mataram a repórter “deliberadamente e a sangue frio”. O primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, por outro lado, nega que o exército tenha aberto fogo contra os profissionais de imprensa e diz que a correspondente provavelmente foi atingida por tiros palestinos.

Uma primeira autópsia foi realizada na Cisjordânia logo após sua morte, mas nenhuma conclusão final foi divulgada. A morte da repórter provocou uma onda de comoção nos territórios palestinos, onde suas reportagens são acompanhadas há mais de duas décadas.

Fonte: Pleno News

Joana Prado diz que se arrepende de ter atuado como a Feiticeira


“Me arrependo da época da Feiticeira e arrependimento significa mudança de vida”


Durante uma live nesta quinta-feira (12), Joana Prado Belfort — que ficou conhecida como Feiticeira — disse à Karina Bacchi que, muitas vezes, "criamos um personagem, mas nossa verdadeira essência sempre vai se revelar".

"Um dia a máscara caiu", disse ao se referir à transformação de vida que teve quando conheceu o Evangelho. Sobre seguir o cristianismo, ela ressaltou que “não basta se tornar mais um cristão, é preciso ser discípulo de Jesus”.

Para a ex-dançarina, o cristianismo é um estilo de vida: "É uma escolha que fazemos de abandonar a velha criatura para viver em novidade".

"Me arrependo da época da Feiticeira"

Sobre o estilo de vida cristão, ela destacou que é necessário viver corretamente em todas as áreas da vida.

"A vida é indivisível, devemos ser corretos em todas as áreas e viver de princípios, não de preferências. Não podemos confundir liberdade com libertinagem", explicou.

Sobre a época em que Joana atuou como "Feiticeira", ela disse que se arrepende. "Me arrependo da época da Feiticeira e arrependimento significa mudança de vida", mencionou.

"Mas isso fez parte da minha vida e eu amadureci com tudo isso. Apesar de ter feito PlayBoy e ter sido considerada símbolo sexual, nunca vendi o meu corpo de forma literal, eu sempre me preservei", compartilhou.

"A Casa da Mãe Joana"

Joana Prado Belfort é casada com o lutador Vitor Belfort e tem três filhos. Recentemente, ela escreveu seu primeiro livro "A Casa da Mãe Joana", contando sobre suas vivências como mulher e educadora dos próprios filhos.

A obra conta sobre suas experiências particulares. "A Casa da Mãe Joana é um livro saturado de experiências particulares, um espaço sócio emocional, onde você pode entrar sem pedir licença e sentar no lugar que quiser e do jeito mais confortável que desejar", escreveu o psiquiatra Augusto Cury em seu prefácio.

"Dá para sentir nas entrelinhas que Joana quer instigar as mulheres de todas as idades, incluindo adolescentes, encorajando-as a serem fortes, resilientes, altruístas, capazes, acima de tudo, de namorar a própria vida antes de namorar alguém", ele resumiu.


Desigrejados no Brasil atinge números recordes da população, segundo dados do IBGE


Teólogo explica que a parcela de 95,15% das pessoas que se declaram sem-religião é composta por indivíduos que cultivam uma espiritualidade afastada das instituições religiosas


Dados do Censo do IBGE, mostram que existem grupos que se dividem quando o assunto é "a não religião".

Temos os sem-religião que são ateus (3.98%); os sem-religião que são agnósticos (0.87%), e os que apenas não possuem uma religião (95.15%), e nem por isso são adeptos do ateísmo ou gnosticismo.

Isso nos leva a observar que as pessoas que possuem fé, assim como também afeto pela religião, podem fazer parte deste grupo apenas chamado de sem-religião, uma vez que se compreende que não é necessário ter uma liturgia cúltica desenhada dentro de uma religião para se ter fé. 

O teólogo explica que essa parcela de 95,15% das pessoas que se declaram sem-religião é composta por indivíduos que cultivam uma espiritualidade afastada das instituições religiosas.

Esse fenômeno no Brasil ficou conhecido como "os desigrejados". A ideia dessa percepção de espiritualidade é construída em paralelo da religião, uma vez que dentro dessa consciência, a espiritualidade é autônoma, individualizada e desinstitucionalizada.

"A fé como um fenômeno natural trabalha o indivíduo nas suas crenças e valores, para que ele seja um ser humano melhor, dotado e ética e moralidade. Porém, a fé como um fenômeno sobrenatural trabalha a coletividade do ser humano multifacetado, e por isso ela é conhecida apenas na comunhão relacional. Ou seja, é no convívio com outras pessoas que a nossa fé vai amadurecendo e deixando de ser apenas um extinto de conveniência e sobrevivência. Eu sinceramente acredito que nossa maior falta como seres humanos seja de uma fé madura", comenta o teólogo Rodrigo Moraes. 

Mesmo a fé sendo um fenômeno coletivo, os motivos para possuir ou não uma religião são indiscutivelmente individuais. O respeito deve estar sempre presente em todas as relações que buscamos estabelecer em nossa busca por sentido. Caso contrário, estamos falando de intolerância religiosa, algo que precisa acabar urgentemente em nossa sociedade.

"Ao contrário do que pensa o senso comum, as pessoas que perdem o interesse pela religião, não são apenas pessoas com o nível escolaridade e cultura elevados, mas uma boa parcela da população tem migrado sua rotina religiosa para uma consciência de espiritualidade individualizada, e deixando de ver as instituições religiosas como um caminho necessário para busca do divino. E essa inclinação foi muito acelerada durante a pandemia do corona vírus, uma vez que a frequência das celebrações nos templos religiosos foram diminuídas ou em alguns casos, canceladas totalmente. O lado ruim dessa história é que a longos passos permanecemos cultivando uma fé pessoal, que em nada contribui com o nosso próximo, e, portanto, é apenas extintiva e conveniente, quando deveria ser inclusiva, ativa e solidária", conclui o teólogo Rodrigo Moraes. 

Rodrigo Moraes é escritor, bacharel em Teologia e pós-graduado em Teologia e Ministério. Atua como Reitor do Seminário Teológico Mosaico e como presidente do Instituto Reino do Bem e possui mais de dez livros publicados, sendo o último, sucesso de vendas, intitulado: Música, Arte e Adoração

Fonte: JM Notícia


MEU COMENTÁRIO:


Matéria recente do Blog de Matheus Leitão, na Revista Veja, sob o título: Por que milhões de Evangélicos estão deixando suas Igrejas, retrata o tema em matéria similar, sobre análise do teólogo Rodolfo Capler, o qual afirma que, se fossem uma religião, os desigrejados já somariam mais de 16 milhões de pessoas, o que os elegeria (se fossem uma denominação), como o segundo maior grupo confessional do país, ficando apenas atrás das Assembleias de Deus.

Na matéria acima do Portal JM Notícia, o jornalista Ricardo Costa, até por sua formação cristã e não preconceituosa, como é o caso daquele, reflete muito mais a realidade da situação, e alerta para os malefícios dessa nova "modalidade religiosa", que conflita com os princípios do que se chama Igreja, dentro do conceito bíblico de "congregação" ou "culto congregacional".

Já a matéria de Matheus Leitão na Revista Veja, soa muito mais como um "sofisma" de exaltação e incentivo a uma prática danosa, principalmente   ao cristianismo.

Em que pese todos os argumentos citados terem sua parcela de contribuição nesse fenômeno espiritual e sociológico, chama atenção o que abaixo transcrevo:

"Com as inúmeras mudanças sociológicas provocadas nos últimos 50 anos e com o advento das redes sociais on-line, o perfil do fiel evangélico mudou drasticamente. Hoje o evangélico deseja participar das decisões institucionais de suas comunidades de fé, almeja ambientes mais democráticos e transparentes e é muito mais flexível em questões comportamentais".

Ora, se isso fosse tão verdade, nos últimos 50 anos, as igrejas chamadas históricas e ou reformadas, seriam as que mais teriam crescido, e não as neopentecostais.

Vejamos que aquelas, (históricas e reformadas) continuam com seu modelo "congregacional", e as estatísticas apontando para diminuição da sua membresia, e as neopentecostais que se administram num formato totalmente "episcopal", são as que mais crescem, mais ainda do que aquelas que tem um sistema "episcopal misto", como é o caso das Assembleias de Deus, e similares, as quais, continuam evangelizando, mas naturalmente administram o legado recebido e o consequente "crescimento biológico".

A ideia aqui não é fazer juízo de valor sobre este ou aquele sistema eclesiástico, mas apenas chamar a atenção para os números e a tendência da análise.

No meu entender, a bíblia sagrada é que tem a resposta para tudo isso:

"Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia". - Hebreus 10:25

"Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado. Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim". - Hebreus 3:13,14

"Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão. E surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo". - Mateus 24:10-13

"E essas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber e levantou-se para folgar. E não nos prostituamos, como alguns deles fizeram e caíram num dia vinte e três mil. E não tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram e pereceram pelas serpentes. E não murmureis, como também alguns deles murmuraram e pereceram pelo destruidor. Ora, tudo isso lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos. Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia". - 1 Coríntios 10:6-12.

Vosso conservo em Cristo,

Pr. Carlos Roberto Silva

Editor do Blog Point Rhema

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