quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Pastor inova ao criar caminhão com chuveiros para oferecer banhos a moradores de rua - ASSISTA

Ajudar ao próximo nem sempre é fácil ou simples, mas com criatividade e determinação, é possível. E a prova é a iniciativa de um pastor que criou um banheiro móvel usando um caminhão para oferecer banhos a moradores de rua.
Jake Austin é líder de uma igreja na cidade de St. Louis, no estado de Missouri (EUA), e encontrou sua forma de ajudar os moradores de rua da região inovando, ao pensar num caminhão com chuveiros e pias que permitisse aos desabrigados uma renovação de sua higiene.
De acordo com informações do GoodNews Network, o projeto custou US$ 5 mil e tem proporcionado aos moradores de rua um pouco de dignidade: “As pessoas estão ficando limpas. É algo que todos nós deveríamos fazer”, comentou Austin.
Além do banho, o projeto fornece barbeadores e escovas de dente descartáveis, assim como sabonetes e toalhas limpas.
O sucesso da iniciativa – que repercutiu em todo o mundo -, fez o pastor planejar a ampliação do projeto social, com a adaptação de 20 caminhões para levar a iniciativa a 20 cidades diferentes até 2020.
Um vídeo do projeto, chamado “Shower to The People”, ganhou milhões de visualizações no Facebook. O diretor de comunicações da iniciativa, David Draper, revelou que muitas pessoas têm se interessado pela ideia, para criar algo semelhante em diferentes regiões do mundo.
“Eu dei entrevistas para uma rádio irlandesa, uma no Canadá e no Chile. Tem sido uma loucura. Pessoas de todo o mundo estão nos enviando doações, falando com a gente pelo Twitter e mandando mensagens. Essas pessoas também pedem para colocar um dos nossos caminhões em sua cidade”, comentou Draper.
“A nossa meta é ter 20 caminhões em 20 cidades no ano de 2020”, projetou o pastor Austin, que admitiu se emocionar com o resultado: “Sair do chuveiro e se sentir humano novamente, ter um pouco de dignidade – pois eles não podem tomar banho em lugar nenhum, durante a semana… ajudar nisso tem sido incrível para mim”, concluiu o pastor.
Veja o vídeo da campanha:

Casal morre no mesmo dia após vida consagrada ao evangelho

Os filhos do casal fizeram leituras bíblicas enquanto seus pais davam os últimos suspiros.

Um militar aposentado pela guerra que, posteriormente se tornou bombeiro e uma assistente de hospital infantil. Duas pessoas que viveram para ajudar seus semelhantes baseado nos ensinamentos de Jesus Cristo. Esse fato ocorreu durante os últimos 63 anos em Dakota do Sul – EUA.
De acordo com a CNN, Henry e Jeanette De Lange eram cristãos ativos da Igreja Evangélica Reformada de Platte e durante muito tempo viveram uma vida de suporte ao próximo.
O fato que chamou a atenção com relação ao casal foi o falecimento quase que simultâneo. Os idosos estavam muito doentes, Henry tinha câncer de próstata e Jeanette Alzheimer’s e já recebiam cuidados do Centro Médico de Plantte de maneira integral.
O quadro clínico dos dois piorou bastante e a família foi chamada para estar presente durante a morte inevitável. Os filhos do casal fizeram leituras bíblicas enquanto seus pais davam os últimos suspiros.
Jeanette partiu primeiro. Exatamente as 5h10 da tarde do dia 31 de Julho ela já não respirava mais. Quando Henry foi informado, também faleceu.
“Ela faleceu com extrema paz. Incrivelmente em paz”, disse o filho dela Lee.
Outro filho do casal, Keith, foi responsável por dar a notícia do falecimento de Jeanette ao pai.
“Mamãe partiu para o paraíso. Você não precisa lutar mais, você pode ir também se quiser”, disse ele.
“Nós consideramos isso como uma ato providencial de Deus. A gente não ora para que isso aconteça porque pode parecer mal, mas não poderíamos ter tido algo mais lindo” comentou Lee.
Os filhos do casal comentaram que seus pais viveram uma vida intensa para Cristo, desejando sempre compartilhar o seu amor com os outros. Segundo eles até mesmo a morte quase simultânea dos dois era um exemplo de que Deus estava presente em todos os momentos.
Fonte: Gospel Prime

A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇAS EBD/ CPAD - Subsídio Teológico


A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇAS EBD/ CPAD - Subsídio Teológico por Prof. Pr. Adaylton Conceição de Almeida

Salmo 78.1-8 nos mostra a importância de compartilhar à nova geração os feitos do Senhor. “O que temos ouvido e aprendido, e nossos pais nos têm contado não os encobriremos aos seus filhos, contaremos às gerações vindouras sobre os louvores do Senhor, seu poder e as maravilhas que tem feito. Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó e instituiu uma lei em Israel, ordenando aos nossos pais que os ensinassem a seus filhos; para que a futura geração os conhecesse, para que os filhos que nasceriam se levantassem e os contassem a seus filhos, a fim de que pusessem sua confiança em Deus e não se esquecessem das suas obras, mas guardassem seus mandamentos; e que não fossem como seus pais, geração teimosa e rebelde, geração inconstante, cujo espírito não foi fiel para com Deus.”

Negligenciar essa verdade é um grande perigo ao evangelho, pois basta que uma geração deixe de anunciar aos mais novos as verdades bíblicas para que toda uma geração se perca longe de Cristo. Somos responsáveis por anunciar Jesus a todas as crianças brasileiras. O foco da evangelização é anunciar Jesus às crianças onde elas estão, seja nos lares, escolas, instituições sociais, hospitais, zonas rurais ou urbanas, regiões ribeirinhas, tribos indígenas, regiões assoladas pelo crack, levando-as a um aprofundamento bíblico por meio de um relacionamento intencional, agregando-as ao Corpo de Cristo e caminhando com ela constantemente, ensinando a guardar todas as coisas que o Senhor mandou. A continuidade deste processo levará cada criança alcançada a um aperfeiçoamento cristão. Geralmente, quando se ouve falar em evangelização, a primeira coisa que nos ocorre é ganhar a mocidade e os adultos para Cristo. As vezes as crianças ficam esquecidas.

A CRIANÇA É  PECADORA E PODE PERDER-SE

A Bíblia manda evangelizar as crianças

"Ide... pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15). A criança, também é uma criatura.. "Deixai vir a mim os pequeninos" disse Jesus. (Marcos 10:14). "Apascenta os meus cordeiros". (João 21:15). Não é da vontade de Deus que uma criança se perca. (Mateus 18:14). a) A Bíblia manda ensinar as doutrinas fundamentais às crianças. As crianças do Velho Testamento deveriam conhecer o significado da Páscoa (Êxodo12:26,27). b) "Desde o menor" deve ouvir os mandamentos de Deus (II Reis 23:2; II Crônicas20:13; Deut. 6:7; 31:12,13; Efésios 6:4). Tanto em casa com os pais, como na congregação do povo de Deus, as criança devem ser doutrinadas na lei de Deus. c) As crianças estiveram presentes em sessões de arrependimento em Israel (Esdras10:1)d) A nova geração deve receber o pleno conhecimento do poder e das obras maravilhosas do Senhor, para que não se torne uma geração dura e rebelde ( Salmo78:1-8).

BASE BÍBLICA PARA EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇAS

1. TODO SER HUMANO é alvo do amor de Deus “Porque Deus amou o mundo de tal maneira  que deu o seu Filho Único para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” João 3.16.

2. O SER HUMANO É PECADOR, INCLUSIVE AS CRIANÇASEis que eu nasci em iniquidade...” (Sl 51.5) “Porque todos pecaram...” (Romanos 3.23).

3.     O SER HUMANO É PECADOR, INCLUSIVE AS CRIANÇASPortanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.” (Romanos 5.12).

4.   TODOS PRECISAM SABER DO PLANO DE SALVAÇÃOIde e pregai o evangelho a TODA criatura.” Marcos 16.15 AS CRIANÇAS ESTÃO INCLUÍDAS!

Assim, sendo é necessário e urgente que cada igreja entenda que precisa evangelizar também as crianças 85% dos cristãos receberam a Cristo entre os 4 e os 14 anos de idade
Da mesma forma que o adulto a criança tem necessidades espirituais. A motivação para a evangelização da criança deve ser o nosso amor a Deus e a nossa visão de que a criança é um ser especial.

AS CRIANÇAS DO BRASIL

As estatísticas indicam que a maior parte da população do Brasil é constituída de jovens e crianças. As estatísticas também mostram que a maior parte dos marginais tem menos de 25 anos.

Tais informações devem chamar a nossa atenção. Alguma coisa está deixando de ser feita. Certamente, a maior parte desses jovens não teve a felicidade de encontrar alguém que os orientasse a respeito do verdadeiro Deus e da importância de temer a Ele quando ainda crianças. Hoje estão entregues a toda sorte de maus costumes, vícios, etc., causando sérios problemas à sociedade e até mesmo às au­toridades, que veem o número de dependentes químicos aumentarem dia a dia, paralelamente ao aumento do tráfico de drogas.

Eis aí um vasto campo para o ganhador de almas. Que a sua preocupação não fique voltada tão-somente para os adultos. O valor das almas é o mesmo, tanto para os adultos como para as crianças.

QUANDO COMEÇAR A EVANGELIZAR A CRIANÇA?

Evangelizadores, pais, cuidadores, normalmente apresentam dificuldades relacionadas à idade correta de iniciar a evangelização. Para Hyde Flávia, coordenadora Nacional do Ministério para Crianças, Querigma, não existe uma idade correta para começar a evangelização. Ao dizer o sim, o casal diz sim ao plano de Amor de Deus, um reino de paz, alegria, fidelidade, e bondade. Momento em que oramos por esta família, pedindo a Deus que manifeste seu Amor “livrando-nos de todos os males” e que “venha a nós o vosso Reino”, assim sendo, estamos preparando um terreno fértil onde Deus poderá plantar muito amor.

Para evangelizar a criança é preciso levar em conta seu desenvolvimento. “O Desenvolvimento Emocional e Espiritual da Criança”. De um modo geral, para todas as fases é preciso amor nas atitudes, paciência para acompanhar o desenvolvimento, aceitação da criança e compreensão de sua posição frente ao evangelizador e aos demais, a si mesma e a Deus. A criança precisa do amor e da verdade que Deus ensina a você evangelizador. Este recurso é fundamental para que não as empeçais de chegar a Ele.

Claramente a Bíblia nos mostra que uma criança pode se salvar

Crianças foram incluídas entre os "santos" de Éfeso (Ef. 1:1 com 6:1)2. Jesus falou "destes pequeninos que creem em mim" (Mateus 18:6) (O menino que Jesus pôs no meio dos discípulos foi uma criança pequena, (Marcos 9:36), onde lemos que Jesus tomou-a em seus braços. Até que idade normalmente uma criança é tomada nos braços? ) 3. O adulto precisa se tornar como uma criança para se salvar tornando evidente que acriança está na idade ideal para tomar sua decisão ao lado de Cristo. (Mateus 18:3)

A Bíblia prova que uma criança é pecadora e pode se perder

Todos nascem no pecado e são possuidores de uma natureza pecaminosa (Salmo51:5; Romanos 5:12)2. O coração do homem é mau desde a meninice (Salmo 58:3)3. O fato de Jesus declarar que não é da vontade do Pai que uma criança se perca indica que ela está em perigo, (Mateus 18:14)

COMO EVANGELIZAR AS CRIANÇAS

Evangelização de crianças na Escola Dominical

Através da escola dominical a criança tem mais condições de aprender a Palavra de Deus.
Desde os dias de Moisés, lemos a respeito de reuniões nas quais o povo, inclusive as crianças, devia comparecer para ou­vir os ensinamentos sagrados (Dt 31,12,13; Ne 8.1-13; 12.43).

Ensinar crianças é uma das tarefas mais gratificantes porque elas: não têm malícia (1Co 14.20); ouvem com atenção os ensinos ministrados; têm uma simplicidade incomum; são humildes; jamais esquecem os ensinos; são curiosas e aprendem fazendo perguntas; aprendem imitando. E uma das características das crian­ças. Portanto, bons exemplos serão imitados; “saltarão de prazer” na presença de Deus (Lc 1.41).

Como falar com as crianças

Use uma linguagem acessível a suas mentes.
Utilize figuras bíblicas para obter melhores resultados no ensino.
Desperte o interesse delas pela aula através das histórias bíblicas.
Faça perguntas com o objetivo de enfatizar o ensino.
O ensino deve ser “regado” com oração e preparo bíblico.

Como levar crianças à escola dominical

As crianças salvas e frequentadoras assíduas da escola dominical poderão fazer um grande trabalho nesse sentido, convidando as crianças não-crentes a virem à igreja também.

Os pais devem esforçar-se para trazê-las à igreja (Dt 6.6,7). O templo é o lugar do ensino e da bênção. Jesus, ainda pequeno, foi levado por seus pais ao Templo (Lc 2.27), para com Ele procederem de acordo com a Lei. Quando menino, também foi levado ao Templo nos dias da Festa da Páscoa (Lc 2.42).

Como podemos discipular as crianças?

É necessário que nós preparemos as crianças para a vida cristã. O discipulado não é um processo imediato, instantâneo. Ele exige dedicação, exige tempo. E, para isto, nós precisamos de alvos muito claros em nossa tarefa. Nós não podemos realizar alguma coisa se não sabemos o queremos realizar. Podemos destacar alguns alvos amplos nesta área:

Ensinar o conhecimento geral da Bíblia. Precisamos treinar as crianças a terem um conhecimento geral das Escrituras, tal como, saber os livros da Bíblia na ordem em que eles se encontram; ser capazes de encontrar os textos principais das Escrituras, como o Salmo do Bom Pastor, o relato da criação e do dilúvio, os dez mandamentos, onde está o relato de Jesus falando com Nicodemos, ou onde encontrar o fruto do Espírito, e o capítulo do amor. Isto pode ser parte do culto familiar e/ou do currículo da igreja.

Ensinar as doutrinas básicas às nossas crianças, através de perguntas e resposta. É interessante notar que Dt 6.20-25 destaca este método de ensino.

CONCLUSÃO

Nosso trabalho, então, tem como principal tarefa empregar métodos que venham a nutrir a fé pessoal da criança, a fim de que ela compreenda sua realidade diante de Deus, seja confrontada com a seriedade do pecado e entenda a necessidade de entregar a vida a Jesus, respondendo positivamente a Ele. Isso vai além do que cotidianamente temos visto no trabalho eclesiástico com crianças.

Se queremos um país diferente, se almejamos ter uma igreja relevante daqui a 10 anos, precisamos considerar seriamente a evangelização de crianças. Mais do que nunca necessitamos de pessoas que entendam que é tempo de levantar uma nova geração que ame a Jesus e esteja comprometida em transformar o Brasil e o mundo testemunhando d'Ele.

Pr. Adaylton Conceição de Almeida (Th.B.;Th.M.;Th.D.)
Assembleia de Deus Ministério do Belém em Santos - São Paulo.
Facebook: adayl manancial


terça-feira, 23 de agosto de 2016

Não há evidência científica de que uma pessoa nasça gay ou transgênero

Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins avaliaram vários estudos sobre o tema

Um grupo de estudiosos da conceituada Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, publicou uma nova pesquisa, defendendo que não há evidência científica suficiente para sugerir que uma pessoa nasça gay, lésbica ou transgênero. A chamada ‘identidade de gênero’ não é, portanto, uma questão biológica. O material está disponível na íntegra AQUI (em inglês).
O renomado Dr. Paul McHugh é um psiquiatra que estuda sexualidade há 40 anos. Ele comandou o grupo de pesquisa ao lado de Lawrence Mayer, professor de estatística e bioestatística na Universidade Estadual do Arizona. Sua pesquisa focou nas afirmações de que a orientação sexual e disforia de gênero sejam causadas por questões naturais.
Os pesquisadores contestam a alegação de que a discriminação e o preconceito social são os únicos motivadores do fato de pessoas com atração pelo mesmo sexo ou com identidade trans experimentem as maiores taxas de problemas de saúde mental.

Cérebros diferentes

Na primeira parte, o relatório argumenta que não há provas suficientes para afirmar que ser homossexual ou bissexual seja uma característica inata – algo que acompanhe alguém desde o nascimento. Foram levados em conta estudos anteriores sobre o tema – que tentaram fazer uma associação entre fatores genéticos e orientação sexual.
Contudo, o novo relatório aponta que nenhum desses estudos foi capaz de apresentar provas incontestáveis que existam “genes específicos” determinando essa questão.
“O estudo do cérebro de homossexuais e heterossexuais realmente possuem algumas diferenças, mas não há como provar que essas diferenças sejam inatas e não o resultado de fatores ambientais que influenciam traços psicológicos e neurobiológicos”, afirma o relatório.
“Um fator que parece estar correlacionado com a não-heterossexualidade é o abuso sexual na infância, algo que pode contribuir muito para essa tendência”.

Gêmeos mostram que DNA não é determinante

A pesquisa de McHugh e Meyer debruçou-se sobre estudos da sexualidade de irmãos gêmeos. Um deles conduzido em 2010 pelo epidemiologista psiquiátrico Niklas Langstrom e seus colegas. Foram analisados 3.826 gêmeos univitelinos (idênticos) e bivitelinos (fraternos) do mesmo sexo. Como se sabe, os univitelinos são fecundados por um único óvulo e um único espermatozoide, portanto possuem o mesmo DNA.
Dentre os casos onde um dos gêmeos afirmava sentir atração por pessoas do mesmo sexo, apenas em uma pequena fração ambos eram homossexuais. A chamada “taxa de concordância” foi de 18% de gêmeos univitelinos do sexo masculino e 11% para os gêmeos bivitelinos, enquanto eram 22% das fêmeas idênticas, e 17% das gêmeas fraternas.
“Após uma avaliação detalhada desses estudos de gêmeos, podemos dizer que não existe nenhuma evidência científica confiável que a orientação sexual seja determinada pelos genes de uma pessoa. Mesmo assim, há evidências que os genes desempenham alguma influência na orientação sexual”, explica o relatório.
A partir disso, cabe a pergunta: Será que as pessoas homossexuais nasceram assim? Os pesquisadores dizem não existir evidências científicas que a orientação sexual seja determinada geneticamente. Contudo, certos perfis genéticos provavelmente contribuem para que a pessoa mais tarde se identifique como gay, afirma o material divulgado.

Estudos prévios foram inconclusivos

A parte final do longo estudo contrasta uma série de outras pesquisas que tentaram mostrar as ligações entre a ‘identidade transgênero’ e diferenças neurológicas. De fato, alguns desses estudos prévios mostravam que os padrões de ativação cerebral diferem entre as pessoas que se identificam como membros do sexo biológico oposto.
Para os pesquisadores da Universidade Johns Hopkins “ele não ofereceram provas suficientes para se obter conclusões sólidas das possíveis associações entre a ativação do cérebro e a identidade sexual. Seus resultados são conflitantes e confusos”.
“As diferenças neurológicas em adultos transgêneros podem ser resultado de fatores biológicos, tais como genes ou exposição hormonal pré-natal; de fatores psicológicos e ambientais, como abuso infantil, ou mesmo o resultado de uma combinação de ambos”, assegura o relatório.
O The Christian Post perguntou ao doutor Lawrence Mayer sobre as críticas recebidas por ele de movimentos LGBT que podem discordar de certos aspectos do seu relatório. Ele esclarece que não há motivação religiosa na pesquisa e tampouco preconceito.
“Cada linha foi escrita ou aprovada por mim. Não há nenhum tipo de tendência, revelamos apenas o que a ciência mostra.”
Ele confessa que grupos conservadores têm feito pesadas críticas ao relatório porque não os apoia integralmente. “Vamos deixar a ciência falar por si só”, encerrou.
Fonte: Gospel Prime
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