sábado, 25 de abril de 2015

Justiça reconhece vínculo empregatício de Regente de Coral de Igreja em Belém (PA)


A Justiça do Trabalho afastou a argumentação da instituição de que a relação teria cunho religioso e voluntário.


A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) não conheceu de recurso de revista da Igreja Presbiteriana de Belém (PA) contra decisão que reconheceu o vínculo de emprego com um regente de coral musical. A Justiça do Trabalho afastou a argumentação da instituição de que o regente seria integrante da igreja e servidor público, e teria profissão como os demais voluntários.
De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (PA/AP), o trabalho não foi realizado por motivos religiosos, e o regente era sim empregado da instituição, pois, antes de ingressar na igreja presbiteriana, frequentava outra igreja, a Assembleia de Deus. Somente depois de acertado o ingresso na função de regente é que passou a frequentar as reuniões da igreja como um de seus integrantes.
Acrescentou que, diferentemente de um pastor ou de um padre, não reconhecia a missão evangelizadora de um regente de coral, e que o profissional, bombeiro e integrante da banda de música da corporação, ao ser recrutado pela Igreja Presbiteriana, teve, inclusive, que apresentar currículo. E, ao analisar documentos em que o regente pedia reajuste, classificou a verba como tipicamente salarial. As referências à fé religiosa, segundo o Regional, não alteraria essa conclusão, "até porque, do contrário, não conseguiria, como não conseguiu, atingir seu objetivo, o de ter seu trabalho corretamente remunerado".
O relator do recurso da igreja ao TST, ministro Fernando Eizo Ono, observou que a instituição pretendia reformar a decisão com base num quadro fático diferente do definido pelo TRT. Para analisar suas alegações, seria necessário o revolvimento de fatos e provas, procedimento incompatível com a natureza extraordinária do recurso de revista, no qual só se examinam questões de direito.

Processo: RR-675-55.2010.5.08.0004

Fonte: Justiça em Fóco via Notícias Critãs

Meu comentário:

O canto coral nas igrejas, assim como as orquestras, via de regra estão em extinção.

A música sacra, que depende de harmonização e arranjos com execução erudita, além de estudos ensaios e preparo por parte dos músicos e regentes, a cada dia está desaparecendo dos templos, por conta das dificuldades naturais do processo, aliadas à facilidade da música popular e playbacks das canções gospel que fazem sucesso na mídia, onde todos cantam em massa a uma só voz.

Se essa decisão se tornar jurisprudências, e se essa moda pegar, será praticamente o fim.
Oremos!

Anderson Freire participa do Programa Raul Gil


O Programa Raul Gil deste sábado (25) exibiu a participação do cantor Anderson Freire. O artista cantou alguns de seus sucessos como “Raridade” que é uma das canções mais executadas nas rádios evangélicas do país.
O cantor ainda teve a surpresa de ser contemplado com alguns discos de Ouro e Diamante.
Representantes da MK Music participaram do programa para entregar o Disco de Ouro pelo CD “Anderson Freire Ao Vivo”, um Disco de Ouro pelo CD “Anderson Freire e Amigos” e o Disco de Diamante pelo CD “Raridade” que ultrapassou a marca de 300 mil cópias vendidas.
Vale lembrar que algumas semanas atrás o cantor foi agraciado com outros certificados de vendagem: dois Discos de Ouro e um Disco de Platina Triplo, pelo CD e Play Back Raridade e pelo DVD Essência.
O Programa Raul Gil sempre abre suas portas para a música gospel, no palco do programa vários artistas evangélicos já se apresentaram e foi a vez de Anderson Freire. O Programa Raul Gil começou as 14h15 deste sábado pelo SBT.
Com informações Gospel Prime

Pr. Silas Malafaia no programa Na Moral da Rede Globo. ASSISTA COMPLETO AQUI


Programa Na Moral exibido em 24 de abril

Confira a participação do Pastor Silas Malafaia no programa Na Moral da Rede Globo.


Para uma boa audição
Desligue o som do Stúdio Rhema no
Canto superior esquerdo do blog.

MELHOR AUDIÇÃO COM FONE DE OUVIDO 

Programa Na Moral exibido em 24 de abril por silasmalafaiaoficial

Na Moral: Pr. Silas Malafaia acerta… e escorrega - Por Júlio Severo


Por Julio Severo
A participação do Pr. Silas Malafaia no programa Na Moral, de 18 de abril de 2015, foi fundamental para defender valores morais, e ele fez isso muito bem.
Mas mesmo falando bem, ele escorregou em importantes detalhes informativos.
Ele falou de um estudo da Universidade do Texas sobre crianças criadas por duplas gays. O estudo é importantíssimo, pois mostra os prejuízos que as crianças sofrem quando são criadas por homossexuais.
Para que a audiência não pensasse que ele estava inventando tudo, ele deixou claro: “Gosto de dar nome.” O nome que ele apresentou foi “Marquis Renegau,” ou algo assim. E destacou: qualquer coisa “é só entrar no Google.”
A fala de Malafaia está em vídeo neste link de Facebook.
Fui ao Google, como faria qualquer um da audiência do programa Na Moral, procurar “Marquis Renegau” e homossexuais, e o resultado foi zero.
Claro que eu já sabia que esse nome está incorreto. O nome certo é Dr. Mark Regnerus. Já escrevi sobre esse assunto neste artigo: “Estudo diz que crianças criadas por dois homossexuais se tornam mais saudáveis do que crianças criadas por pai e mãe.”
É importante citar os nomes certos para que o público seja encaminhado corretamente às informações certas. Talvez falte uma boa assessoria para Malafaia, que falou muito bem, mas escorregou nesse detalhe importante.
Outro escorregão dele foi dizer: “Na América pesquisa é coisa séria” e “Na América não tem o negócio de botar um estudo e a imprensa bater palma.”
É como dizer que nos EUA só estudos sérios têm credibilidade e publicidade e estudos fraudulentos não têm vez.
O maior embuste científico da história da humanidade é o Relatório Kinsey, produzido nos EUA em 1948, numa época em que os EUA eram muito, muito mais conservadores do que hoje. Esse estudo fraudulento e criminoso dominou e domina de forma absoluta as áreas científicas, legais e comportamentais dos EUA, sendo a origem do mito de que 10% da população são homossexuais.
Nenhum estudo “científico” causou tanto estrago para a humanidade do que o Relatório Kinsey, que mudou leis, desclassificando perversões sexuais (inclusive estupro de crianças) de crimes para esferas muito mais brandas.
Diferente do que disse Malafaia, na América pesquisa não é coisa séria. Como comprova o Relatório Kinsey, na América pesquisas criminosas e fraudulentas são tratadas como coisa séria.
Durante décadas, a comunidade científica internacional caiu num dos maiores contos do vigário científicos da histórica, ao abraçar as pesquisas sobre conduta sexual realizadas por Alfred Kinsey na década de 1940. Suas pesquisas se tornaram históricas e referência para gerações de estudiosos e cientistas, que se tornaram multiplicadores respeitáveis de algo nada respeitável: fraude.
Com seus livros nas décadas de 1990, a Dra. Judith Reisman demoliu a metodologia “científica” fraudulenta de Kinsey, que era não apenas um pervertido, mas também envolvia pervertidos ativos em seus trabalhos, inclusive estupro de crianças.
Kinsey foi pioneiro nas pesquisas que dão credibilidade à conduta homossexual. Foi uma das maiores macumbas “científicas” do século XX.
Mesmo depois dos estudos magníficos da Dra. Reisman demolindo as mentiras de Kinsey, o Relatório Kinsey continua reinando imbatível nas comunidades legais e científicas dos EUA.
Na Moral, Malafaia defendeu de forma excelente valores morais. Mas ele não deu o nome correto do Dr. Mark Regnerus, deixando a audiência sem meios de buscar mais informações.
Ele errou também ao colocar os EUA num pedestal de seriedade com pesquisas corretas que não existe na realidade.
É exatamente o contrário do que Malafaia disse. Os EUA têm tratado o relatório mais fraudulento, desonesto e criminoso de sua história como o documento mais sério do universo há muitas décadas.
Talvez falte ao pastor assembleiano uma assessoria para mantê-lo informado dessa dura realidade, que precisa ser exposta ao grande público.
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