quinta-feira, 23 de junho de 2016

CPAD comemora aniversário do seu Diretor irmão Ronaldo Rodrigues de Souza




Aconteceu ontem, dia 22/06, Culto em ação de graças a Deus pela vida do Dr. Ronaldo Rodrigues de Souza - Diretor Executivo da CPAD.

A comemoração e ação de graças, deu-se por ocasião do Culto semanal dos funcionários da editora, que ocorre todas as quarta-feiras.


O culto de celebração foi dirigido pelo Pr. Wellington Costa Júnior, Presidente do Conselho Administrativo da CPAD, com a participação de outros líderes como o Pastor Antônio Gilberto - Consultor Doutrinário da editora.

O pastor Kemuel Sotero falou em nome do Conselho da CPAD, o louvor a cargo do Pastor Vitorino Silva, e a mensagem da Palavra de Deus, sob a responsabilidade do Pastor Luiz Mariano, Presidente do Conselho Fiscal da CGADB.

Conheci o irmão Ronaldo quando ainda Gerente de Marketing da Editora Vida em São Paulo, e tenho acompanhado sua trajetória bem sucedida como profissional, bem como na presença do Eterno.

Parabéns e muitas felicidades ao nosso irmão e amigo Dr. Ronaldo Rodrigues de Souza pelos seus 57 anos de vida, que o Senhor.




Cresce o número de países que legalizam a existência do “terceiro sexo”

Adeptos do “sexo neutro” não acreditam ser nem homem nem mulher

Em 2013, a Alemanha tornou-se o primeiro país do mundo a oferecer a opção “indefinido” para os pais registrarem seus filhos. Ou seja, aqueles que não desejavam “impor” que a criança seria homem ou mulher, podiam simplesmente marcar na opção sexo uma terceira alternativa, chamada de “X”, como na incógnita da matemática.
Dois anos atrás, a Índia reconheceu oficialmente a existência de um “terceiro sexo” ou “gênero neutro”. Durante séculos essa denominação era usada apenas para definir os hijras, sacerdotes eunucos do hinduísmo. Ainda que sua existência não seja possível biologicamente, agora se tornou opção da documentação a todos os indianos quem assim desejarem ser conhecidos.
Na mesma época, a Austrália criou a opção de documentos serem preenchidos no campo “sexo”com a opção “não especificado’”.
Ano passado, a França reconheceu pela primeira vez, que uma pessoa pode se definir como “gênero neutro” em sua certidão de nascimento e demais documentos.
A maioria dos casos acima foram vitórias jurídicas de pessoas que lutaram durante anos, até os casos chegarem às Cortes Supremas. São transexuais que mesmo depois de passar por um procedimento cirúrgico não sentiram-se satisfeitos e recusaram-se a aceitar o que chamam de “imposição do sistema binário”.
Esta semana, foi a vez de Jamie Shupe ser a primeira pessoa a ser reconhecida pela justiça dos Estados Unidos como pertencente ao “terceiro sexo”. Um juiz do Oregon mudou legalmente a condição de um homem biológico que afirma pertencer ao gênero neutro, ou não-binário.
Trata-se de um veterano do exército, de 53 anos, que passou a ser transexual em 2013, mas ainda acreditava que “não se encaixava” na definição nem de homem nem de mulher. Seu nome de batismo não foi revelado, mas ele escolheu como nova identidade a alcunha de “Jamie” para representar sua condição. Nos EUA, o nome pode ser dado tanto a homens quanto a mulheres.
“Minha identidade de gênero é definitivamente feminina”, afirmou ele ao jornal The Oregonian. “Mas eu sinto que ainda tenho biologia masculina. Ser não-binário me permite isso. Eu sou uma mistura de ambos. Eu me considero alguém de um terceiro sexo.” Para ele, a decisão da justiça foi algo “libertador”.
O caso dele é visto como uma vitória por grupos que apoiam indivíduos transgêneros e lutam pelo reconhecimento de pessoas de “gênero neutro” em todo o país.
Todo esse debate sobre sexo não ser uma condição biológica, mas uma “construção social”, já chegou ao Brasil. Embora não existe oficialmente nenhum caso reconhecido de alguém que seja de um “gênero neutro”, há pessoas lutando por isso na justiça. O argumento em todas as cortes de justiça é o mesmo: Direitos Humanos.
O psiquiatra Alexandre Saadeh, coordenador do Ambulatório de Transtorno de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do Hospital das Clínicas de São Paulo, acredita que é uma questão de tempo até a aceitação dessa condição.
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Projeto Eu Ganho + Um da CGADB chega a Palmas - Pr. Arnaldo Sena ministra hoje na CIADSETA


Lançado na Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), que aconteceu entre os dias 21 a 23 de abril de 2015 em Fortaleza (CE), o projeto Eu Ganho + Um tem obtido força e adesão de pastores e líderes de todo o país.
Desta vez, o coordenador nacional do projeto, Arnaldo Senna, ministra nesta quarta-feira, 22, às 19 horas, na Assembleia de Deus Ciadseta, campo de Taquaralto, liderada pelo pastor José Telles Filho. Arnaldo abordará o projeto para cerca de 400 pessoas, segundo o pastor Sóstenes Telles.
O projeto Eu Ganho Mais Um pretende mostrar e despertar cada jovem e adolescente das AD´S no Brasil a evangelizar e ganhar pelo menos mais um jovem pra Jesus por ano. Um dos projetos ligados a juventude é a evangelização por meio do aplicativo whatasapp.
O projeto é uma iniciativa do pastor José Wellington Bezerra da Costa e é executado pela Comissão de Evangelização e Discipulado da CGADB, que visa atender uma ordem expressa dada por Jesus aos seus discípulos e o qual a Igreja deve obedecer (Mc.16.15.) A estratégia do projeto se dá em orientar, treinar, motivar e envolver todas as faixas etárias e departamentos na evangelização.
Fonte: JM Notícia

Fantástico tenta rotular bancada evangélica de homofóbica


O caso do atirador na boate gay em Orlando serviu para fomentar na última semana um imenso debate na mídia sobre crimes de homofobia.
Estranhamente, ignora-se o fato que, segundo o próprio Omar deixou claro nas gravações que fez à polícia, sua motivação era religiosa. Jurando lealdade ao Estado Islâmico, ele afirma que o atentado era uma retaliação pelos bombardeios dos EUA ao Afeganistão, onde ele nasceu.
Mesmo assim, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, a imprensa motivada pelo discurso politicamente correto do presidente Obama, evitou associar os termos “islã” e “terrorismo” ao caso. Sem um grande esforço de lógica, parte da mídia passou a culpar os cristãos pelas mortes. Protestos foram inclusive feitos nas redes sociais e na frente da Catedral da Sé, em São Paulo.
Como geralmente acontece, o programa dominical Fantástico da Rede Globo, abordou de forma tendenciosa um assunto que está em evidência. Ao tentar mostrar casos de intolerância aos homossexuais no Brasil, apresentou uma série de estatísticas alarmantes, como: “Só em 2015, o Disque 100 recebeu quase 2 mil denúncias de agressões contra gays. Desde o início de 2016, 132 homossexuais já foram assassinados no Brasil”.
Cerca de um terço da matéria foi voltada a questão da legislação brasileira sobre o assunto. O destaque maior foi para o Projeto de Lei 7582/2014, apresentado pela deputada Maria do Rosário (PT/RS) em parceria com o Conselho Nacional LGBT, que tipifica e criminaliza os crimes de ódio e intolerância, bem como de incitação a esses crimes, dentre eles os motivados pelo preconceito e discriminação contra LGBTs. A pena prevista é “Prisão de um a seis anos e multa”.
Como a lei não usa termos específicos, ela sequer traz o termo “homofobia”. O artigo 5º afirma, que incorre em crime quem: “Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito, por meio de discurso de ódio ou pela fabricação, comercialização, veiculação e distribuição de símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda, por qualquer meio, inclusive pelos meios de comunicação e pela internet, em razão de classe e origem social, condição de migrante, refugiado ou deslocado interno, orientação sexual, identidade e expressão de gênero, idade, religião, situação de rua e deficiência”.
No Fantástico, a jornalista Renata Ceribelli afirma “Deputados evangélicos são contra o projeto de lei”. Logo em seguida, apresenta a entrevista com o deputado pastor Marco Feliciano (PSC/SP). Ele esclarece que não é contra o projeto de lei, apenas que a proposta “não consegue definir o que é homofobia”.
Enfatiza que, nos termos atuais, “não consegue separar o preconceito da liberdade de expressão”. Conclui dizendo que quando a linguagem for revista e esclarecida “Aí vamos criminalizar a homofobia”.
Não por coincidência, a figura de Marco Feliciano é colocada num contexto onde se debate crimes de ódio e homofobia, numa tentativa de associá-lo ao tema. Logo após as mortes em Orlando ele foiapontado como um dos incentivadores disso no Brasil, embora não exista nenhum tipo de comprovação que o tenha feito em algum momento.

Discurso copia repressão americana

A estratégia da esquerda no país por várias vezes une questões religiosas e de gênero. No caso da lei que o Fantástico defendeu como boa para o país, fica claro que os termos propositalmente amplos poderiam criar problemas sobretudo para os evangélicos.
Ou seja, se uma igreja possui, por exemplo, um programa de rádio ou TV (mesmo que pela internet) e se pronuncie contra a homossexualidade, poderá ser denunciada. Se disser algo que possa ofender um praticante de religião afro-brasileira, vale a mesma premissa.
A ideia de ‘discurso de ódio’ é mais um termo emprestado dos americanos. Em 2007, uma lei aprovada na Califórnia afirmava que o ensinamento bíblico era essencialmente “discurso de ódio”.
Não por coincidência, além de mostrar isso claramente em seus programas, a Globo usou o portal G1 para publicar uma matéria no sábado (19) onde deu voz a Ilan Meyer, pesquisador sênior de lei para políticas públicas e orientação sexual da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Ele afirma: “na comunidade cristã evangélica dos Estados Unidos, por exemplo, você pode aprender coisas terríveis ao ir à igreja toda semana.”
A reportagem tenta mostrar ainda que existe uma tolerância de ramos do Islã ao público LGBT, o que é, no mínimo, tendencioso.

Fonte: Gospel Prime

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