terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Marco Feliciano: Ativistas gays cobram R$ 2 milhões de indenização do pastor



As ativistas Joana Palhares, 19 anos, e Yunka Mihura, 21 anos, que ficaram nacionalmente conhecidas por se beijarem durante um evento evangélico em São Sebastião, litoral paulista, e, posteriormente, receberem voz de prisão do pastor Marco Feliciano (PSC-SP), anunciaram que estão processando o deputado federal. As duas cobram uma indenização de R$ 2 milhões. O advogado que representa as ativistas diz que a ação truculenta dos guardas municipais foi motivada pelo pedido do pastor.

Fonte: Gospelhoje

Placa religiosa de Chocolate é alvo de mais um protesto em Americana



A placa com os dizeres "Essa cidade pertence ao senhor Jesus Cristo", colocada na entrada de Americana pelo ex-prefeito interino Paulo Sérgio Vieira Neves, o Paulo Chocolate (PSC), foi alvo de um segundo protesto anteontem. Um cartaz feito de papel cartão foi afixado abaixo da placa, ironizando o ato tomado por Chocolate. Instalada em dezembro, a mensagem já foi alvo de pichação e recebeu críticas desde o primeiro dia.

A "segunda placa" instalada abaixo da mensagem de Chocolate diz: "e Oxalá, Allah, Buda, Amaterasu, Shiva, Monstro de Espaguete Voador, Kamisama, Kim Jong-Un, Jah, Lúcifer, Odin, Zeus, Tupã, Hirohito, Júpiter, Rá, Rosana, Goku, Kratos, Castiel, Morgan Freeman, Chuck Norris, Inri Cristo, Joe Pesci e Eu".

Um rapaz de 29 anos, que pediu para não ser identificado, assumiu ter participado do protesto com outras pessoas. Ele disse que se trata de um protesto quanto ao uso da religião por um estado laico.

"Eu sou cristão, assim como pessoas que participaram do ato, mas a placa desrespeita a liberdade de crença. Se o estado é laico, não poderia ter uma mensagem religiosa", disse o rapaz.

No fim da tarde de ontem, o cartaz havia caído, e estava perto da estrutura de concreto que abriga a placa oficial. Em 24 de dezembro, o monumento religioso já havia sido pichado com a palavra "Satan" sobre a frase. O autor da ação não foi descoberto.

ESTADO LAICO

Quando a placa foi inaugurada, o TODODIA ouviu o professor de direito constitucional e público Cláudio Araújo Pinho, da Fundação Dom Cabral, do Rio de Janeiro, que disse que a medida pode ser questionada judicialmente, mas não se configura em crime.

Segundo Pinho, a manifestação religiosa do poder público gera questionamentos por não ser abrangente a todas as religiões, o que pode resultar até mesmo em um questionamento jurídico. O professor explicou que, no entanto, o gesto de Chocolate é comum e está atrelado à cultura brasileira.

"No plenário do Supremo, por exemplo, há um crucifixo católico. Há um fator cultural que influencia nessa questão, pela formação católica do País", disse. Ontem, a reportagem não conseguiu localizar Chocolate, que após o término de seu mandato interino, voltou a ser vereador.

POLÊMICAS

Durante o período de pouco mais de três meses em que ficou na prefeitura, Paulo Chocolate entrou em diversas polêmicas. Além greve de servidores por atrasos de salário, entrou em atrito com o então presidente da Câmara, Valdecir Duzzi (SD), por atraso no repasse obrigatório para o Legislativo. O ex-prefeito interino também inaugurou duas obras inacabadas: a revitalização da Avenida Nicolau João Abdalla e um centro veterinário (colocou placas com seu nome em ambas).

Depois que deixou a prefeitura, ainda foi criticado por servidores que o acusaram de receber repasses e não pagar os salários de dezembro, 13º e férias do funcionalismo.
No período de Chocolate também houve paralisação nos serviços de coleta de lixo. Em meio à série de confusões, Chocolate foi candidato a prefeito, mas terminou a disputa em último lugar.

Ele ocupou a prefeitura porque era o presidente da Câmara quando Diego De Nadai foi cassado do cargo, acusado de caixa dois na campanha de 2012.

Jovem decide casar com o pai biológico nos EUA


Revista afirma que casal namorou durante 2 anos.

A revista norte-americana New York Magazine traz em sua mais recente edição um relato polêmico. A história de uma jovem de 18 anos, da região dos Grandes Lagos (norte dos EUA) que decidiu que vai se casar com o pai biológico após um namoro de dois anos.

Eles pretendem se mudar para Nova Jersey, pois lá o incesto entre adultos não é considerado ilegal e planejam ter filhos biológicos, mesmo correndo riscos com a saúde do bebê. A história tem dividido opiniões e causado muito constrangimento para a família materna.

Segundo o relato da moça, a pouca convivência com o pai e a pressão psicológica da mãe teriam motivado a aproximação de ambos, que passaram a se relacionar quando ela tinha 17 anos. A mãe teria separado do pai biológico durante a gestação dela e a menina acabou sendo criada pelos avós maternos.
Os poucos contatos que teve com o pai foram marcados por discussões com a mãe da jovem, que impedia a aproximação dela com o pai. Quando dizia sentir falta de uma figura paterna a mãe questionava como era possível sentir falta de alguém que ela mal conhecia.
A mãe também controlava as tentativas do pai de se aproximar da jovem através das redes sociais. Como tinha acesso ao Facebook da jovem, quando o pai a adicionava na rede social, o pedido era rejeitado pela mãe. Aos 17 anos, após contato via Internet, eles passaram a se encontrar para se ver pessoalmente.
Então a menina decidiu passar uma semana com o pai, que morava com a namorada próximo da casa da mãe – aproximadamente 30 minutos da residência materna. Somente na quarta noite eles tiveram o primeiro contato sexual e a jovem acabou perdendo a virgindade com o pai biológico.
“Não me senti estranha, foi como se eu estivesse fazendo amor com um homem com quem eu estava junto há anos”, disse a revista.

O que a Bíblia diz sobre incesto?

O portal Gospel Prime conversou com o teólogo Frank Brito sobre o assunto. Ele lembra que Deus lançou uma maldição sobre “todo aquele que se deitar com sua irmã, filha de seu pai, ou filha de sua mãe”. (Deuteronômio 27:22)
“Esta maldição, por si só, deveria ser suficiente para tremermos diante da mera possibilidade de tamanha iniquidade existir entre nós. Mas se isso não fosse o bastante, a Palavra inspirada mostra que, houve uma civilização inteira que foi destruída por conta da popularização desse tipo de coisa entre o povo”, acrescentou, referindo-se ao décimo oitavo capítulo de Levítico.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Justiça recusa acusação de Marco Feliciano contra Porta dos Fundos

Pr. Marco Feliciano
A Vara do Juizado Especial do Fórum da Barra Funda, em São Paulo, julgou o processo movido contra o grupo Porta dos Fundos por conta dos vídeos que satirizam a religião cristã e entendeu que não houve crime.
A representação criminal do grupo foi feita pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por conta do vídeo “Especial de Natal” de 2013, dizendo que o vídeo se enquadrava no artigo 208 do Código Penal.
“Não é possível extrair das cenas e frases dos personagens a intenção de ofender a Igreja ou culto religioso. Como é cediço, para a configuração deste delito é necessário que o agente se conduza de má-fé (…). Não vislumbro essa intenção no caso narrado. Ainda que os autores tenham agido com falta de cortesia (…) isso não pode, por si só, configurar o crime do artigo 208 do Código Penal”, diz o parecer.
A defesa do grupo de “humoristas” diz que eles estão protegidos pela liberdade de expressão garantida como direito fundamental. “Além disso, a jocosidade, o humor, a graça, a paródia retiram qualquer elemento volitiva do tipo penal indicado, além do que afasta qualquer ideia de intenção de agredir sentimento religioso”, afirma o advogado Alexandre Fidalgo — sócio do escritório Espallargas, Gonzales, Sampaio e Fidalgo Advogados.
O caso estava na 2ª Delegacia de Polícia de Repressão aos crimes raciais e de delitos de intolerância e foi levado para o Ministério Público de São Paulo que apresentou a denúncia ao Juizado Especial Criminal.
Com informações Consultor Jurídico via Gospelprime
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