sexta-feira, 27 de maio de 2011

Centenário das Assembleias de Deus comemorado com celebraçao missionária na Suécia

Centenário das AD's celebrado na Suécia

CELEBRAÇÃO MISSIONÁRIA DO CENTENÁRIO DAS ADS NA SUÉCIA


Quebrantamento e renovação espiritual marcaram evento, que aconteceu de 20 a 22 de maio, na Igreja Filadélfia, em Estocolmo, capital da Suécia. A celebração reuniu cerca de 250 obreiros da AD no Brasil, EUA e Europa.


De 20 a 22 de maio, a Igreja Filadélfia em Estocolmo, capital da Suécia, recebeu a Celebração Missionária do Centenário das Assembleias de Deus no Brasil. Ali, cerca de 250 brasileiros, entre pastores assembleianos do Brasil e missionários assembleianos nos Estados Unidos, Japão e Europa, estiveram reunidos para agradecer a Deus pela vida dos missionários escandinavos que deram a sua vida ao nosso país, fundando a maior igreja pentecostal do mundo. E o local não poderia ser mais propício. A Igreja Filadélfia, fundada há 101 anos pelo pastor Lewi Pethrus, foi quem adotou e sustentou os missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, pioneiros das Assembleias de Deus no Brasil, e enviou e sustentou a maioria dos missionários que estabeleceram a denominação, como Samuel Nyström, Samuel Hedlund, Otto Nelson, Joel Carlson, dentre outros.

Nos dois primeiros dias, as reuniões ocorreram no salão de culto anexo ao prédio da Igreja Filadélfia, com capacidade para cerca de 500 pessoas. Quebrantamento e renovação espirituais marcaram as reuniões.
 
O coordenador dos trabalhos foi o pastor Joel Freire da Costa, líder da Convenção Fraternal das Assembleias de Deus Brasileiras nos Estados Unidos (Confradeb-EUA) e da Convenção Fraternal das Assembleias de Deus Brasileiras na Europa, que conduziu com brilhantismo as atividades. Sob sua coordenação, missionários brasileiros na Europa se alternaram na direção dos cultos.

Na abertura, a direção ficou com o pastor Roberto Bueno, secretário geral de Missões das Assembleias de Deus do Ministério do Belém nos EUA e Europa. A oração de abertura foi marcada por um momento de quebrantamento espiritual que tomou conta do auditório. Ela foi conduzia pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, que foi o preletor da noite, baseando sua mensagem em 2 Reis 6.1-3, que narra o episódio em que Deus usou o profeta Eliseu para socorrer um dos jovens profetas em seu projeto de construir uma casa mais ampla. A mensagem provocou despertamento espiritual.
Em todas as reuniões, os louvores ficaram por conta das cantoras Eline Souza, da Flórida (EUA); Mari Hoffman (Alemanha); Luciana Krebs (Alemanha); Joe Vasconcelos (EUA) e Davi Maia, da Igreja Batista Renovada da Lapa, São Paulo (SP).
 
As caravanas do Brasil, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Espanha e Japão foram as maiores. Irmãos da Itália e Inglaterra também estiveram presentes.
 
No segundo dia, a programação se seguiu pela tarde e noite, com mensagens fervorosas dos pastores Anísio Nascimento, secretário-executivo da Secretaria Nacional de Missões (SENAMI) e Gessival Barbosa, líder da AD no Japão. Mais uma vez, foram momentos de quebrantamento e renovação espirituais. À noite, com a presença de familiares de Gunnar Vingren e Daniel Berg, como Bertil Vingren e Lars Vingren, respectivamente filho e neto do missionário Gunnar Vingren, e Ann-Sofi Berg, neta de Daniel Berg, o pastor Nicholas Piensoho, líder da Igreja Filadélfia, ministrou poderosa mensagem, com base em Mateus 28.18-20. O líder da Convenção pentecostal sueca e pastores da Igreja Filadélfia também estiveram presentes. Pastor Nicholas foi traduzido por um missionário brasileiro da Igreja Episcopal Carismática.

Da direita para a esquerda, pastores Joel Freire, líder da Confradeb-EUA, e Nicholas Piensoho, pastor da Igreja Filadélfia; Ann-Sofi Berg, neta de Daniel Berg; Bertil Vingren, filho de Gunnar Vingren; pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB; irmã Wanda Freire Costa, líder da UNEMAD; e pastor Anísio Nascimento, secretário-geral da SENAMI
No domingo pela manhã, ocorreu o encerramento, com grande culto na nave principal do belo templo da Igreja Filadélfia, que conta com duas galerias e capacidade para 1,7 mil pessoas sentadas. O templo é o mesmo desde a sua inauguração em 1920 pelo pastor Lewi Pethrus. Louvor e adoração marcaram a reunião, com a participação de missionários brasileiros. Pastor José Wellington e sua esposa, a irmã Wanda Freire da Costa, líder da Unemad, foram apresentados com destaque. Pastor Nicholas foi mais uma vez o preletor, ministrando sobre o tema renovação espiritual, com base em passagem da Epístola de Paulo a Tito.
 
Os participantes do evento louvaram a Deus pela qualidade espiritual do encontro e o seu valor histórico para a igreja no Brasil e os missionários brasileiros espalhados pelo mundo.
  
Mais sobre o evento na edição de julho do jornal “Mensageiro da Paz”
Autor: Silas Daniel
Fonte: CPADNEWS

7 comentários:

Pr. Josias Almeida disse...

Comemorar na Suécia é um direito que assiste nosso presidente da CGADB, agora chamar a igreja da Suécia de "Igreja Mãe", é um despropósito. Misericórdia! Até aonde vai essa politicagem baixa e sórdida meu Deus. Sem contar que o Pr. Samuel está transformando a comemoração do Centenário num catalisador de opiniões destruidor. Sangue de Jesus nos cubra.

Pastor Geremias Couto disse...

Meu caro amigo e pastor Carlos Roberto:

Com todo o respeito, considero essa comemoração um evento para "sueco" ver.

Três coisas me chamaram a atenção:

1)A realização das reuniões nos dois primeiros dias, num salão anexo, e não na nave principal;

2) A ausência de representação da Igreja-Mãe em Belém, PA, e

3) A reunião do último dia, realizada na nave principal do templo, aparentemente aproveitando-se do culto regular da igreja, com a mera apresentação do casal José Wellington Bezerra da Costa.

Pareceu-me coisa arranjada só para efeito de marketing.

E ainda temos de engolir mais essa no Centenário.

Abraços desde Braunschweig, Alemanha.

Anônimo disse...

Só quero ver se o pr. José elligton vai nas festividades da Igreja mãe aqui no Brasil!

Anônimo disse...

a Estrutura grandiosa do centenário já é destaque na mídia:

http://www.diarioonline.com.br/noticia-149697-centenario-estrutura-grandiosa-para-receber-fieis.html

Juber Donizete Gonçalves disse...

Caro Pr. Carlos Roberto,

Além das observações bem pertinentes do Pr. Geremias do Couto, fiquei com algumas indagações na mente como:

-Como está essa igreja da Filadélfia na Suécia atualmente, e porque a reunião foi toda feita na base da "importação" de brasileiros vindos de alguns países e conduzida por brasileiros.

Um abraço.

Anônimo disse...

Samuel Cãmra dá entrevista a jornal sobre o centenário:
P: Como estão os preparativos finais para o Centenário da Assembleia de Deus?

R: A todo vapor. Estamos nos preparando para festejar o centenário marcando a nossa cidade. Estamos entusiasmados com o número de pessoas, com as caravanas que se preparam para vir. É muito grande a repercussão no Brasil e no mundo. Posso dizer que somos abençoados. Os hotéis já estão começando a ficar reservados. Já há reserva de 20 mil vagas em acampamentos e em casas. Teremos no mínimo uma caravana de cada Estado. Só do Acre virão cinco ônibus.

P: A previsão é de quantas pessoas?

R: Nos três dias esperamos umas 450 mil pessoas. Veja bem, sem repercussão de centenário já lotamos o Mangueirão... nós temos 110 mil fiéis só em Belém. No Estado todo são 750 mil.

P: Recentemente houve celeuma entre setores mais conservadores da Assembleia de Deus, que chamam vocês de idólatras...

R: Houve uma divisão. Nós representamos um segmento de vanguarda, de capital. Há quem veja isso como se fôssemos vaidosos ou como se houvesse falta de religiosidade. Mas temos que entender que somos grandes, temos várias divisões. A Assembleia de Deus é quem mais gerou outras igrejas a partir dela mesma. Somos uma raiz frondosa. Agora, como existe em qualquer segmento, existem os mais moderados e os mais avançados. Somos conservadores no trato da espiritualidade. Se eu fosse avaliar o comportamento deles, poderia dizer que eles seriam fariseus, ou seja, cultuam mais a forma que o conteúdo. Para quem é grande, há sempre dificuldade com a redondeza, com a periferia. Isso se acentua mais no Pará, porque tem municípios distantes, onde o povo se veste de forma diferente. Só que não podemos nos engessar numa forma. A Assembleia de Deus é a igreja mais diversificada que existe. Tem espaço para todos os grupos e tendências. Se uma pessoa se veste de uma forma mais ou menos diferente, não importa. O que importa é a decência.
http://diariodopara.diarioonline.com.br/N-133901-DESAFIO++UNIR+IRMAOS+DA+GRANDRE+IGREJA.html

Anônimo disse...

Respondendo ao pr. Geremias:

AS 3 coisas que lhe chamaram atenção, vou tentar explicar, pois tbm me chamaram:
1) Salão anexo nos dois primeiros dias. Claro eles não tinham público e se fossem relaizar na nave... passariam vexame!

2) A ausência de representantes de Belém do Pará - claro isso tbm era impossível pois o evento servia apenas para marketing do presidente da CGADB.

3) Ultimo dia foi na nave.... Claro tinha culto normal da Igreja e eles não iam perder o publico não é? sem falar que fizeram mt comercial nesse dia. Até que deu certo. pr. JW, obteve êxito em sua empreitada do centenário da Suecia. PR. Paulo Freire sabe organizar memso um evento. Parabens.

Ananias Silva-Belenzinho

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