domingo, 27 de dezembro de 2015

FUGINDO DA IGREJA - novo livro do Prof. Izaldil Tavares


Fugindo da Igreja - Capa - Izaldil Tavares

Fugindo da Igreja, é o novo livro de autoria do Professor e evangelista Izaldil Tavares, nosso amigo aqui na blogosfera cristã.

A obra chamou a minha atenção a partir do seu título que, já em primeira vista me pareceu ser uma lavra pertinente e necessária para os dias em que estamos vivendo.

Quem pastoreia igreja, sabe perfeitamente o que estou dizendo, afinal de contas, passamos muito tempo, envolvidos com longos aconselhamentos pastorais, àqueles que vivem de igreja em igreja e outros que já se consideram "crentes desigrejados", e o pior, que ainda se orgulham disso.

Não tenho dúvida que o livro em epígrafe vem em boa hora, e foi inspiração divina concedida pelo Eterno ao autor, para auxiliar em momento peculiar da Igreja Evangélica brasileira.

O professor Izaldil Tavares, membro e evangelista da Assembleia de Deus Bereana, com sede em Vila Mariana na Capital paulista, não poderia ter escolhido melhor prefaciante para obra, que o seu Pastor Presidente Walter Brunelli, que além de pastor de ovelhas, é teólogo, professor e também escritor, cujo prefácio publico abaixo, para conhecimento dos meus leitores.

Conheça mais sôbre o Professor Izaldil Tavares acessando seu excelente blog (clique aqui), ou seu perfil no facebook (clique aqui)

PEDIDOS: 
Por e-mail: livrostavares@uol.com.br 

Ou nos sites: Livraria Cultura e Editora Autografia.


PREFÁCIO por Pr. Walter Brunelli

O salmista e rei Davi amava estar na casa de Deus. Era-lhe mil vezes melhor estar na casa do Senhor do que em qualquer outro lugar. Quando perseguido por Saul, não podia ser visto em local público, sob o risco de ser capturado pelos soldados do rei, o de que mais sentia falta era estar reunido na casa de Deus, prestando-lhe culto. Ele desabafa: "Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus!... eu havia ido com a multidão; fui com eles à Casa de Deus, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava".

Nos anos em que o comunismo dominava os países do leste europeu, o que irmãos nossos, aos milhares, perseguidos por aquele regime cruel mais lamentavam era a privação dos cultos. Desejavam cultuar, mas eram proibidos de se reunirem para tal. Na China comunista e nos países onde o islamismo é dominante, os crentes não são apenas impedidos de cultuar, mas perseguidos e muitos são mortos.

Aqui no ocidente, no entanto, parece não existir esse anelo, talvez pelo fato de haver tantas igrejas e muitas delas com perfis diferentes, ao gosto do freguês. Há igrejas grandes e pequenas, em templos próprios ou alugados; agitadas ou serenas; de gente simples e de gente sofisticada; igrejas com pastores cultos e outras cujos pastores mal sabem ler; igrejas com música litúrgica ao som de órgão ou de orquestra, e igrejas com bandas eletrônicas ao som de guitarra distorcida e de bateria capaz de fazer inveja às melhores bandas de rock do mundo. Há igreja para todo gosto: exigentes ou liberais na conduta; que exigem compromisso ou disponíveis para quem quiser, do jeito que quiser; as que pregam a sã doutrina ou que estão sempre abertas para aderir aos modismos teológicos. A opção variegada de igrejas parece não só aguçar o espírito aventureiro dos novos crentes, mas também nutrir esse caráter vulnerável de crentes que se tornam viciados no processo migratório de igreja em igreja.

Os destinatários de Hebreus eram crentes, os quais, no início da sua fé, suportaram prisões, o espólio dos seus bens e até martírio pela causa do Evangelho; mas, com o passar do tempo, entraram num processo tal de esfriamento que começaram a trocar o mantimento sólido pelo rudimentar; passaram a discutir pontos elementares da fé, em vez de avançarem para assuntos relevantes e, em meio a tantas demonstrações de fraquezas, estava o abandono da congregação: "Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns" – reclama o escritor.

Se, de um lado há o nomadismo, de outro, o abandono, justificado em causas peculiares, seja a do descontentamento, seja dos encantos do mundo ou de algum pecado de graves consequências; os que se desviam não podem dizer que Deus continua a estar com eles, como comumente dizem; afinal, a Bíblia é taxativa em afirmar que Deus não tem prazer nos que recuam.

Nesta obra, o professor Tavares, mostra a sua preocupação com esse fenômeno, tanto do nomadismo cristão quanto do abandono definitivo de tantas pessoas que já se mostraram entusiasmadas e ativas e que hoje, em meio a tantas desculpas, estão afastadas do redil, completamente indiferentes e insensíveis às verdades da fé que elas mesmas difundiam, como se Deus houvesse descuidado de suas promessas.

Este livro vem como um grito profético à igreja de hoje, conclamando todos aqueles que uma vez puseram a mão ao arado, para que não olhem para trás; mas prossigam, fazendo cada um a sua parte, olhando para Jesus, o autor e consumador da fé. Espero também que esta obra sirva para sensibilizar a muitos que abandonaram as suas igrejas a que se arrependam e voltem para o lugar de onde jamais deveriam ter saído!

Walter Brunelli
Pastor–presidente da Igreja A.D. Bereana


Fugindo da Igreja - Contra capa

Fugindo da Igreja - Orelha

3 comentários:

Anônimo disse...

Boa Tarde!

Apenas uma observação: O Sl 42 não foi Davi que escreveu como o Brunelli diz no prefácio. Este Sl 42 foi escrito pelos filhos de Corá.

Abraço!

Anônimo disse...

Boa Tarde!

Apenas uma observação: O Sl 42 não foi Davi que escreveu como o Brunelli diz no prefácio. Este Sl 42 foi escrito pelos filhos de Corá.

Abraço!

Carlos Roberto Silva, Pr. disse...

Caro comentarista anônimo.

A Paz do Senhor.

Grato pela honrosa visita, comentário e observação.
Tenha a liberdade de se identificar neste singelo blog.
Volte sempre por aqui.
Saúde & Paz!

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