segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Crivella assume compromisso de não deixar igreja influenciar seu governo

Documento foi condição de Indio da Costa para manifestar apoio

O deputado federal Indio da Costa (PSD/RJ), que concorreu à prefeitura do Rio no 1º turno, sinalizou seu desejo de apoiar o senador Marcelo Crivella (PRB) no segundo turno. Contudo, impôs como condição a assinatura de uma Carta Compromisso, onde o bispo licenciado da IURD tenta afastar duas ‘sombras’ que pairam sobre sua candidatura.
Ao todo foram 12 compromissos, com destaque para a garantia que o ex-governador Anthony Garotinho não terá participação no governo municipal, nem receberá apoio “a qualquer cargo em 2018“. Esse é um dos pontos que a campanha de Marcelo Freixo (PSOL) vinha usando para desmerecer o projeto de Crivella.
Possivelmente a questão mais controversa do documento é a promessa de Crivella que “não haverá aparelhamento da máquina pública por nenhum partido político, religião ou igreja específica”. Com isso, ele tenta se desvencilhar definitivamente das acusações que tanto prejudicaram sua campanha para governador, em 2014.
Além disso, ele afirma que “Não haverá ensino religioso obrigatório na rede pública do município” e que “os cargos de livre nomeação serão ocupados por critérios técnicos e experiência administrativa”.
“Não haverá participação de líderes religiosos da Igreja Universal aparelhando a prefeitura. Também não tenho compromisso com o Garotinho. Espero que esse assunto se encerre. Pode ser que não se encerre apenas no discurso desesperado do Marcelo Freixo (PSOL)”, disse Crivella, em referência ao seu adversário neste segundo turno.
Apesar de ser sobrinho do bispo Edir Macedo, fundador da Universal e pertencer ao PRB, partido que possui laços com a igreja, desde o início da sua campanha Marcelo Crivella tem evitado ligar sua imagem à sua história como líder religioso.
Com informações de Diário do Rio e O Globo via Gospel Prime

Um comentário:

Pb. José Roberto da Rocha disse...

No RJ tá assim: Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!Um pior do que o outro! E é balela dizer que a IURD não vai mandar no gv. do Crivella! No minimo o tri dízimo ele vai ter que dar,para que a IURD construa rapidamente o novo templo de Salomão no DF.

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