segunda-feira, 18 de junho de 2018

O desenvolvimento da sexualidade infantil e a ideologia de gênero

O DESENVOLVIMENTO DA SEXUALIDADE INFANTIL E A IDEOLOGIA DE GÊNERO 

A criança nasce com uma condição de vulnerabilidade psicológica e social, ela não sabe discernir carinho de caricia, ela a priori não sabe interpretar o que é sugestão, informação e comando; portanto, ela deve ser protegida dos abusos praticados no contexto social, artístico, cultural, familiar e educacional; cf. Mt. 19.14. Nos dias atuais percebemos uma avalanche de projetos progressistas, inclusive por meio do MEC que visam à liberação sexual incluindo a erotização na infância, existem até projetos de leis que visa autorizar a mudança de genitália em criança.

Há Movimentos internacionais para propagação do que eles chamam de “prazer sexual infantil”, ou seja, a legalização da pedofilia. Estamos diante de filosofias criadas por pessoas depravadas e desprovidas da graça de Deus para promover e corromper a sexualidade infantil; “como vimos recentemente no museu de artes moderna em São Paulo”; explorar a sexualidade infantil faz parte da “luta revolucionária” crida pelos filósofos marxista que atualmente estão escondido por detrás de uma falsa pedagogia e psicologia com sódicos intentos e propósitos contra as crianças.

O filosofo e ideólogo Karl Marx juntamente com Engels elaborou em 1848 o chamado “manifesto dos comunistas” sua principal proposta é a destruição da família, para eles a família tradicional era um grande inimigo que teria que ser destruída, na sequência Engels publica outro livro que reforça o pensamento de destruir a família monogâmica patriarcal; cf. Cl.2.8; 1Ts.5.21.

Do ponto de vista marxista o modelo de família tradicional Bíblico “pai, mãe e filhos” devem ser destruídas, desvalorizada; com base nestas filosofias surgiram os chamados movimentos sociais em defesa das chamadas “minoria” que atualmente propões a retirada da menção de pai ou mãe em registros escolares, veladamente o alvo é sem dúvida as crianças fazendo com que elas afastem da cultura familiar tradicional.

1. A Macabra Erotização Infantil:

Com o intuito de desconstruir a família monogâmica o sociólogo Herbert Marcuse propôs nos anos 50 do século passado a “liberação sexual” com base na teoria freudiana da “psicosexualidade” ele acreditava na “revolução” por meio de uma ideologia sexual liberal que consistia na liberação total dos prazeres sexuais incluídos a pedofilia, bestialismo, etc. Para Marcuse todo corpo precisa ser transformado em objeto de prazer para que aconteça a revolução psicossocial e a família monogâmica patriarcal é um grande entrave e precisa ser eliminada.

Esta filosofia macabra tem como objetivo principal a desconstrução da sexualidade infantil proibindo todo tipo de restrições moral e incentivando a masturbação, sexo anal, oral e incesto, e a participação em eventos de artes eróticas; lamentavelmente percebe-se que a partir de 2004 o MEC vem inserido no contexto da educação fundamental inclusive aprovando nos livros didáticos e incentivando temas que expõe a sexualidade adulta para crianças; o que incita e insinua a erotização infantil, cf. 101.3-4; a exposição de crianças a material pornográfico causa traumas psicoemocionais e psiquiátricos, e muitos deles irreparáveis, como por exemplo, transtorno de personalidade borderline.

Os pais precisam estar atentos e acompanhar de perto o processo educativo de seus filhos, haja vista a erotização infantil e a pedofilia são instrumentos malignos que querem encucar uma psicoeducação sexual nas crianças; isso os libertinos falam que e a “quebra de tabu”. A erotização infanto-juvenil faz parte do pacote de maldades que as ideologias política de esquerda chamam de marco civilizatório.

Pesquisas recentes no campo da psicologia mostram danos irreparáveis na vida das crianças que tiveram contatos com o mundo erótico, consequentemente foram erotizadas e tiveram iniciação sexual precoce; lamentavelmente os ditos movimentos sociais, partidos políticos, as artes, a mídia tem estimulados a erotização infantil, a pedofilia e a prática sexual precoce. Diante de tamanhas aberrações que tem violado a privacidade e o direito da criança torna-se indispensável à Igreja agir por meio de sua agência educadora EBD criando conteúdo mínimo para preservar a dignidade humana infantil, principalmente no âmbito de sua formação psicológica da educação sexual dirigida com responsabilidade e espiritualidade; cf. 1Tm. 3.15.

Atualmente percebe-se que as crianças estão muito expostas a estímulos sexuais que a erotiza precossimente criando a “síndrome da puberdade” e suas comorbidade; a uma exposição pornográfica por meio da literatura, música, artes, filme, e nos programas infantis da televisão com o intuito de arrebatar as crianças. As crianças são influenciadas e estimuladas e muitas vezes induzidas a vivenciar a prática sexual e ao consumo da pornografia; por meio da música elas são influenciadas ao erotismo prática que é absolutamente incompatível com a sua idade e consequentemente a prática sexual precoce; as chamadas “políticas públicas” com o intuito de preservar as DSTs, tem sido um estimulo à erotização infantil; a distribuição de livretos e preservativos para crianças nas Escolas é uma estimulação aberta e direta a prática sexual na infância e adolescência.
2. Os Movimentos Sociais:

A sociedade promíscua e alheias aos princípios bíblicos estão se movimentando, já existem movimentos internacionais para a legalização da relação sexual de adulto com criança, esses movimentos trabalha no que diz respeito ao direito da criança, alegando que elas têm o direito ao “prazer sexual” isso é ideia de pedófilo; cf. 2Tm.3.13.

No Brasil essas ideias são defendidas por um professor doutor em antropologia de uma renomada Universidade Federal, em sua visão promiscua menino e menina tem o direito de decidir sobre e a que tempo deve manter relações sexuais com os adultos. A Holanda é um dos países mais liberais do mundo em termos de liberdade sexual, lá já existe até partido político constituído para legalizar a pedofilia, em pais como Alemanha o Ministério de proteção à família instituiu diretrizes inerentes à valorização feminina para tanto é sugerido aos pais estimular o clitóris das meninas a partir dos três anos de idade; e no Brasil não é diferente em diversas escolas materiais didáticos são distribuídos com o intuído de estimular as crianças a se masturbarem, cf. 1Jo.5.19. “Os pais precisam fica atentos que os movimentos sociais sempre partem de uma causa justa para emplacarem seus intentos malignos”

2.1. O Ativismo Gay:

É um movimento internacional que abarca um conjunto de instituições e de pessoas ideologicamente aparelhadas às quais apresentam uma pauta progressista de interesse próprio, na verdade, esse movimento é ideológico de cunho político que visa incentivar as crianças a prática da homossexualidade a começar pelo ensino infantil e a erotização é o caminho para que elas se tornem homossexuais; eles usam pressupostos legítimos para alcançar seus intentos perversos é a mesma artimanha usada por satanás no Edem; Gn. 3.1; Ef. 6.11.

O ativismo gay visa à desconstrução da família tradicional, da sexualidade sadia, alegando que a criança nasce com o sexo “neutro” baseados na teoria sociológica da construção social sobre o pressuposto da famigerada ideologia de gênero. A ideologia da ausência do sexo, afirmam que o gênero feminino e masculino são construções sociais e culturais e que o individuo pode escolher se quer ser homem ou mulher, ou adotar mais de um gênero. Biológica e cientificamente não existe sexo neutro e nem um terceiro sexo. A verdade cientifica é: Os seres humanos nascem geneticamente macho cromossomos (XY) ou fêmea cromossomos (XX). O individuo pode adquirir comportamento ou aprender voluntário ou por imposição contrária ao sexo biológico o que caracteriza uma grave violação as leis de Deus. Cf. 1Co.6.10-11; Rm. 1.27, e é fator gerador de conflitos, emocionais, sexuais, espiritual, psicológicos. 

Eles se aproveitam da vulnerabilidade psicológica das crianças para imporem seus intentos, quem discordar de suas práticas comportamentais são taxados de conservador, reacionário, homofóbico, fascista, golpista etc.. Nem precisa ser do meio educativo para perceber uma clara influência do ativismo gay no processo educacional brasileiro que incentiva a atividade sexual precoce; isso esta muito clara no Guia Escolar produzido pelo MEC onde mostra o prazer sexual a masturbação sendo fundamental nas Escolas infantil; isso vai contra a honra e viola a dignidade da criança; isso precisa ser combatido fortemente por todos nós; cf. Gn. 1.27.

3. O Desenvolvimento da Sexualidade Infantil

A criança nasce com o sexo definido biologicamente; porém, ela esta inserida em um determinado contexto sociofamiliar e sofre influência no desenvolvimento de sua sexualidade; o padrão de sexualidade é inata e biológica, porém, o comportamento sexual pode ser aprendido.

3.1. Família: A Base da Educação Sexual.
A educação sexual começa na família que é a primeira agência socializadora e formadora do comportamento sexual da criança. O comportamento sexual é desenvolvido a partir da cultura familiar; a sexualidade sadia quanto doentia tem sua originalidade no contexto familiar; os valores são aprendidos em família, conceitos de moralidade cristã, verdade, fé, costumes etc. A partir da cultura familiar a criança constrói a sua visão de mundo. A visão que temos sobre sexualidade geralmente parte de heranças socioculturais impostas ou aprendidas no contexto familiar. 

A aprendizagem do comportamento sexual começa, sobretudo na primeira infância, Freud postulava que o processo da aprendizagem sexual começa na infância. Crianças oriundas de famílias desestruturadas tem forte tendência a ter conflitos sexuais. A partir da concepção começa as influências da aprendizagem, inicia na imaginação paterna ou materna, vai ser uma menina? Ou um menino? Os pais são os referenciais nesta construção, são os modelos, “Não pode haver inversão dos papeis” “Meninos brincam de bola, cavalo, luta... meninas de boneca, rosa, cozinha etc”

A - A Formação da Identidade Sexual:
A identidade sexual é o padrão de características sexuais biológicas de uma pessoa inclui os cromossomos, genitália externa e interna, composição hormonal, gônadas e características sexuais secundárias. No desenvolvimento da criança tais aspectos formam um padrão coeso, que não deixa dúvidas quanto a sua sexualidade. 

B - Identidade de Gênero:
A identidade de gênero é a formação sexual que acontece na primeira infância, a criança forma a sua identidade sexual, a partir dos modelos que lhes são apresentados; elas já devem ter as suas convicções “sou homem” ou “sou mulher”. O sexo é definido geneticamente “biológico”, o comportamento sexual é aprendido sobre tudo na primeira infância.

O comportamento sexual conflitante com o sexo biológico; o caracteriza um desvio de comportamento e de finalidade sexual, e todo desviou de comportamento sexual é pecado e gera traumas psicoemocionais. A Bíblia registra diversos desvios de comportamos sexuais, cf. Ex.20.14; Dt.22.22.27; Pv.7.7-23; “Portanto, a presença dos pais é fundamental na formação da sexualidade ou do comportamento sexual dos filhos” cf. Pv.22.6

C - Papéis de Gênero:
Os papéis de gênero masculino ou feminino são biologicamente estabelecidos no nascimento, cf. Gn. 1.27-28; mas, o indivíduo pode adquirir comportamento contrário ao principio original e Bíblico; que caracteriza uma grave violação as leis de Deus, Cf. Rm 1.26-27; 1 Co.6.10-11; “A pessoa podem aprender papeis diferentes”. “Os pais devem ensinar aos filhos os verdadeiros papeis, menino brinca com cavalo, bola, bicicleta etc.., menina com boneca, flores, casinha etc.” “A educação sexual deve ser ministrada pela família e pela Igreja. A Escola secular distorce completamente o sentido da sexualidade, deturpa os valores sexuais, e ensinam a liberdade sexual; cabe então o cristão se basear-se na Bíblia para orientar os seus filhos sexualmente”.

A sexualidade infantil vai paulatinamente sendo desenvolvida de acordo com as etapas da maturação sexual, ou seja, o amadurecimento dos órgãos e das estruturas sexuais, biológica, psicológicas e comportamentais, falar em desejo sexual para criança e expô-las em evento erótico é uma afronta à inteligência e a Bíblia; não existe atividade sexual sem a presença de hormônios sexuais, portanto, o desejo sexual só vai ser despertado, aflorado, quando a criança tornar púbere, a puberdade é um indicio de que a maturação sexual esta acontecendo os hormônios sexuais estão em plena circulação, e a criança deixa a fase da latência.

Artigo publicado originalmente no Jornal Mensageiro da Paz da Editora CPAD - Edição Junho 2018.

Mauricio Brito
É Pastor, membro da AD Jaru (RO),
Secretario do Conselho de Educação e Cultura da CEMADERON,
Graduado em Pedagogia, Filosofia, Teologia, e Psicologia, Professor Universitário e escritor.
Contatos:
Telefone: 69-92244161

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