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quinta-feira, 24 de setembro de 2020

“Falar de cristofobia incomoda, mas vamos chamar atenção para isso”, diz Ernesto Araújo


O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, defendeu a relevância do discurso do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, que abordou o combate à cristofobia.

É um conceito que já existe, o presidente não é o primeiro a usar”, disse Araújo em entrevista à CNN Brasil na noite de terça-feira (22).

Acho que há uma consciência insuficiente ao redor do mundo sobre a cristofobia. Inclusive em países que já foram de maioria cristã, e onde às vezes a fé cristã é denegrida, atacada, quando outras fés não o são”, acrescentou.

Em seu discurso na ONU, Bolsonaro fez um apelo para que a comunidade internacional defenda a liberdade religiosa e mencionou a cristofobia, em defesa dos cristãos perseguidos no mundo.

A liberdade é o bem maior da humanidade. Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia”, disse Bolsonaro.

Parte da imprensa repercutiu o discurso de forma negativa, alegando que não há cristofobia no Brasil. Ernesto Araújo acredita que o Brasil, por ser um país de maioria cristã, tem responsabilidade na defesa dos mais de 260 milhões de cristãos perseguidos no mundo.

No nosso caso, país majoritariamente cristão, 90% cristão, que tem no cristianismo parte de sua essência e identidade, nos sentimos na responsabilidade de chamar atenção especialmente para isso”, disse o ministro.

O ministro chegou a citar um estudo enviado ao Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido, que aponta que 80% dos religiosos perseguidos em todo o mundo são cristãos.

Araújo também defendeu o uso do termo cristofobia, já que o termo islamofobia é usado para definir a perseguição aos muçulmanos. “Isso precisa ter um nome, para que as pessoas se conscientizem disso”, destacou.

Ernesto Araújo acredita que o discurso do presidente nas Nações Unidas não se limitou à diplomacia, mas foi “relevante, inovador e corajoso”. “Falar de cristofobia pode incomodar algumas pessoas, mas vamos chamar atenção para isso”, disse.

Questionado se a fala do presidente não deixou de lado brasileiros de outras religiões, o ministro esclareceu: “O presidente não deixou de olhar para outras religiões, ele defende a liberdade religiosa para todos. Porém, em nosso caso vivemos em um país cristão, então sentimos a responsabilidade de chamar a atenção contra a intolerância religiosa. Não excluímos ninguém, mas queremos recuperar a identidade nacional, não queremos ser um país genérico.

Fonte: Guia-me com informações de CNN Brasil via Folha Gospel

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Pr. Silas Malafaia - O que acontece quando o Cristianismo é rejeitado


Pr. Silas Malafaia comenta sôbre o crescimento do islamismo na Europa, a tendenciosa imprensa brasileira, reforma protestante, e o que acontece quando o Cristianismo é rejeitado.

ASSISTA AQUI

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Animação “A Estrela de Belém” é proibida na França por ser “cristã demais”


Longa "A Estrela de Belém" conta a história do nascimento de Jesus pela ótica dos animais


A cidade de Langon, no Estado de Gironde, como quase toda a França usa um padrão duplo nas questões religiosas. Ao mesmo tempo que permite orações muçulmanas nas ruas às sextas-feiras, fechando ruas e desviando o trânsito para garantir a "liberdade" de seus cidadãos, usa o argumento de Estado laico toda vez que a questão envolve o cristianismo.
Uma animação norte-americana sobre o Natal, chamada "A Estrela do Natal" em francês (por aqui é A Estrela de Belém) foi proibida de ser apresentada para alunos das escolas públicas de Langon. O argumento é que ela era "cristã demais".


O longa conta a história do nascimento de Jesus pela ótica dos animais que estariam envolvidos na jornada da Sagrada Família até Belém. Mais de 80 alunos de uma escola municipal assistiam ao filme no cinema Le Rio, quando alguns professores pediram que a exibição fosse interrompida, mesmo estando perto do fim.
Ao perceberam diversas menções ao nome de Jesus Cristo, disseram que os alunos não deveriam vê-lo. As crianças foram obrigadas a voltar para casa sem saber o final do filme.

Cartaz de Estrela de Belém na França


O argumento de alguns professores é que a sinopse e o cartaz do filme não deixavam claro sobre o que era a trama.

O material em português diz: "Um pequeno, porém bravo, asno chamado Bo, anseia por uma vida melhor. Um dia ele encontra a coragem de se libertar, e junto de seus novos amigos começa uma jornada. Agora eles seguem uma estrela e acabam se tornando heróis acidentais na maior história já contada". 
O caso chamou atenção da imprensa de toda e Europa, pois é mais um exemplo claro do que vem sendo chamado com frequência cada vez maior de "Cristofobia".
Esse "secularismo unilateral" da França vem ganhando as manchetes dos jornais após o Tribunal Administrativo, maior instância judicial da França ter ordenado no mês passado que seja removida uma cruz que ornamentava a estátua do papa João Paulo II na cidade de Ploërmel.
O mesmo tribunal ordenou a remoção de um presépio montado em frente à prefeitura da cidade de Béziers no início de dezembro. O argumento é sempre o mesmo, religião não tem lugar em espaços do governo e a religião é uma questão privada, devendo ser mantida dentro dos templos.
Com informações de Le Figaro via Gospel Prime
Assista ao trailer:

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