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sexta-feira, 7 de abril de 2023

GRAÇA - por Claudimir Santos




Olá tudo bem?

Se te pedissem para levar uma surra, ter ossos quebrados e expostos, várias perfurações no corpo, ser abandonado nessa situação por seus amigos e sofrer tudo isso por um conhecido, você aceitaria passar por esse sofrimento para salva-lo de uma questão qualquer?

Creio que não. Também me incluo nessa situação.

Passei aqui para lembrá-lo de que Cristo suportou isso e muito mais. Dor, sofrimento e humilhação por mim, por você, e sim recebemos "um favor não merecido".

Isso se chama GRAÇA.


Equipe Comunicação
AD Cubatão SP

sábado, 31 de março de 2018

Pastor-ator interpretando Jesus em peça de rua admite: “é uma guerra espiritual”

Oração, jejum e filme de Mel Gibson preparam pastor para papel de Jesus


Os cabelos e as barbas longas remetem à imagem convencionada de Jesus, mas não são as únicas credenciais para Ernando Jaques Sanches, 44 anos, interpretar o Nazareno na Paixão, encenação mais comum entre católicos. 

Em Bonito, a 257 quilômetros de Campo Grande, é, no entanto, uma igreja evangélica, a Quadrangular, que está à frente da peça. E no papel central, está Ernando, um dos pastores da igreja, com seu visual que lembra a tradicional imagem atribuída a Cristo.

Mas aparência não basta na avaliação de Ernando, cabeludo e barbudo desde a juventude – visual que lhe rendeu, algumas vezes, o apelido de hippie. Devido ao peso do papel que interpreta, Ernando precisa se preparar muito, segundo contou. Durante cerca de um mês antes da encenação, ele busca evitar emoções intensas, como sentimento de raiva, jejua, ora com mais frequência e fica, alguns momentos, sozinho. "É um papel muito forte, por causa da santidade de Jesus. Então, pra mim, é algo pesado, é uma guerra espiritual", define.
Esses cuidados são intensificados, de acordo com Ernando, no dia da encenação – neste ano, será neste sábado (dia 31). Até mesmo o filme, dirigido e produzido pelo ator Mel Gibson, entra nos preparativos do pastor. "Enquanto o pessoal já está na igreja, eu fico em casa sozinho. Eu assisto, então, ao filme Paixão de Cristo, do Mel Gibson", detalha.
No momento da peça, a entrega é tamanha que Ernando chega, conforme disse, a sentir dor real, embora os açoites sejam apenas simulados. "Eu me entrego tanto que tem coisas das encenações dos outros anos que não consigo me lembrar", acrescenta o ator, que interpreta Jesus Cristo há quatro anos. É como se fosse um êxtase, um parênteses na vida, um desligar-se do mundo.
Do vício à religião – A história do ator do papel central da peça da Paixão de Cristo, encenada em Bonito, repete a trajetória de diversas pessoas: antes, no mundo das drogas e da violência; e depois, na religião. "Quando era jovem, usei maconha, cocaína, bebia, fumava. Depois, quando me casei, meu casamento estava ruim, enchia a cara, brigava com minha mulher", conta.
O passado de Ernando foi empecilho para que se fizesse ouvir. "No início foi complicado. As pessoas diziam: 'quem é você pra falar alguma coisa?' Mas, com o tempo, fui conseguindo respeito. E hoje, graças a Deus, todo mundo me respeita. Trabalho com a juventude, tenho facilidade de conversar com os jovens, entrar em suas redomas de vidro", contou.
Conhecedor do mundo posto às margens sociais, Ernando afirma que tenta, na medida do possível, ajudar moradores de rua. "Já levei muitos andarilhos pra morar em casa e já fui roubado muitas vezes por alguns deles. Mas, mesmo assim, a gente tem que ajudar, compadecer", acredita.
Do alto da cruz, durante a encenação, um emaranhado de pensamentos pipocam na cabeça de Ernando. "Eu olho as pessoas, algumas se emocionam, choram, penso que talvez haja vazio na vida delas, penso na minha própria vida. É muita coisa confusa que passa na cabeça naquele momento. É difícil dizer", diz Ernando, tentando encontrar palavras para uma espécie de experiência do sagrado.
Serviço – A Paixão de Jesus Cristo será encenada, em Bonito, em frente da Igreja Evangélica do Evangelho Quadrangular, às 18h de sábado. A crucificação, momento final da peça, será na praça da cidade

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Sexta-feira da Paixão: “A morte de Jesus não o torna mártir, e sim o Salvador”, diz Billy Graham

A sexta-feira da Paixão é a data em que os cristãos celebram a memória da crucificação de Jesus no Calvário, antecedendo sua ressurreição, que é celebrada no domingo de Páscoa. Nesse contexto, o evangelista Billy Graham destacou que o sacrifício do Filho de Deus é o que garante Salvação à humanidade.
“Para os cristãos, a morte de Jesus é um dos eventos mais importantes da história. Em Gálatas 6:14, Paulo declarou: ‘Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo”, escreveu Graham.
Crer no Evangelho é crer que Jesus era Deus em forma de homem, e que sua morte no calvário se fez necessária para que a reconciliação com a humanidade, caída desde o Eden, fosse possível.
“Ao longo da história, muitos tiranos e megalomaníacos afirmaram sua divindade, mas somente Jesus Cristo era realmente Deus, que veio do céu e retornou ao céu”, explicou. “Ele provou não só por suas ações milagrosas, mas por sua ressurreição dentre os mortos. Jesus declarou com exatidão: ‘Eu e o Pai somos um’ (João 10:30)”, acrescentou.
Seguindo a linha de acontecimentos, Billy Graham salientou que os efeitos da morte de Jesus foram inéditos e proporcionaram redenção. “Sua morte não foi de um mártir, sua morte foi de um Salvador! Ele veio ao mundo por uma razão: se tornar o sacrifício final e completo pelo pecado. Estamos separados de Deus e merecemos seu julgamento mas, na cruz, Cristo tomou sobre si os nossos pecados e o nosso julgamento”.
Segundo informações do portal Gospel Herald, em outro artigo, Billy Graham explicou que o dia em que se lembra a crucificação é chamado de sexta-feira santa porque “a morte de Jesus não foi um erro trágico ou um acidente inesperado, era parte do plano eterno de Deus para o nosso bem. O Filho de Deus era perfeito e sem pecado, mas na cruz, todos os nossos pecados foram transferidos para Ele. Ele se tornou o sacrifício final pelos nossos pecados”.
“Se Jesus nunca tivesse ido à cruz, você e eu não teríamos perdão e nenhuma esperança de viver eternamente na presença de Deus. Por ele ter morrido por nós, temos esperança para hoje e para a eternidade”, finalizou.
Fonte: Gospel+
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