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quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Homem sobrevive a deslizamento após ouvir a Deus na madrugada: “Ele me acordou”


O aposentado Getúlio Bolzan conseguiu escapar com sua esposa de um deslizamento de terra no interior do Espírito Santo, após obedecer a uma direção de Deus.


Em meio às chuvas que têm atingido o estado do Espírito Santo, o aposentado Getúlio Bolzan, de 58 anos, viveu um livramento após obedecer a uma direção de Deus. Ele escapou de um deslizamento de terra que derrubou a casa em que ele vivia com a esposa, Eliana Monteiro de Jesus Bolzan, em Alta Saudade, na zona rural de Muniz Freire.

Em entrevista ao jornal A Gazeta, que esteve nos destroços da casa na manhã desta quarta-feira (29), Getúlio disse que ouviu a voz de Deus enquanto estava deitado com a esposa.

"Fomos dormir 19h30 e quando foi meia-noite, eu acordei para ir ao banheiro. Estava chovendo muito na hora. Eu olhei para a sala, parece que eu estava sendo orientado por Deus. Vi uma lâmpada acesa, que não costumamos deixar ligada. Ignorei, voltei para o quarto, encostei a cabeça no travesseiro e Deus falou: 'Levanta e vai lá apagar essa lâmpada'", contou.

"Deus me deu 10 minutos. Meia-noite Ele me acordou, 10 minutos depois aconteceu”, continuou Getúlio. “Se eu desobedeço a vontade Dele e não levanto para apagar a lâmpada, estaríamos soterrados. Deus virou para mim e falou assim: 'Levanta, cara, vai lá apagar aquela lâmpada'. Quando abri a porta, o estouro aconteceu".

O aposentado disse que "se não tivesse obedecido a ordem de Deus", ele estaria morto. "Ele foi piedoso demais comigo, a gente não podia morrer. Ele tem um propósito para nós. Foi o tempo de eu gritar minha mulher. A avalanche veio devastadora. Deus gosta tanto de mim, só que Ele queria que eu caminhasse de acordo com Ele".


Em meio ao desespero, Getúlio gritou e implorou para a esposa sair correndo. "Eu não podia correr e largar ela para trás. Fiquei implorando para correr senão ela ia morrer. Ela saiu, a abracei e saímos correndo. Mantive a calma, eu estava vivo. Veio tudo abaixo, ao solo", contou.

A casa em que o casal vivia "era um sonho" para Getúlio e Eliana; ali eles faziam festas de família e tinha um "ambiente gostoso". Por outro lado, o aposentado sente-se grato a Deus pelo grande livramento.

"Com certeza Deus está me vendo e foi um grande livramento, tudo encaminhado por Ele. Ele estava do meu lado, queria uma coisa especial para mim e eu preciso descobrir o que é para retribuir", afirmou.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Evangélicos saem às ruas do Espírito Santo para orar e policiais se ajoelham


Os evangélicos do Espírito Santo estão enfrentando a crise de segurança pública com armas espirituais, lutando contra a crescente onda de violência no estado.
Pastores e fiéis se juntaram na última quarta-feira, 08 de fevereiro, para orar pela cidade de Cachoeiro em frente à sede da Prefeitura Municipal de Cachoeiro, na praça Jeronimo Monteiro. O grupo pediu a Deus que intervenha na situação e impeça que mais mortes e arrastões aconteçam.
Quando a oração na praça terminou, os evangélicos caminharam em direção ao 9º Batalhão de Polícia Militar e fizeram orações pelos policiais militares, que estão em greve por aumento de salários, segundo informações do portal Folha do ES.
Durante a oração no Batalhão, os policiais se ajoelharam em reverência ao momento, e muitos deles, oraram juntos com os evangélicos.

Fim da greve

Uma manifestação de moradores da cidade levou os policiais militares de Cachoeiro a suspenderem a paralisação. O comandante do quartel, Tenente Coronel Caus, anunciou que 100% da tropa estará nas ruas da cidade combatendo o crime.

A decisão foi uma resposta à insatisfação da população com o movimento dos militares, que tem resultado em caos no estado. A greve nas demais cidades, continua.
Fonte: Gospel+
Assista:

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A glossolalia, a teologia e a ciência - Por Gutierrez Fernandes Siqueira



A glossolalia, a teologia e a ciência: uma resposta a Yago Martins


Gutierrez Fernandes Siqueira, é um jovem e competente teólogo, pentecostal que congrega na Assembleia de Deus em São Paulo - Capital - editor do Blog Teologia Pentecostal, que responde a Yago Martins - outro jovem teólogo reformado, que se diz ex-pentecostal.

Gutierrez Fernandes faz uma brilhante defesa pentecostal, com conhecimento de causa e fundamentos teológicos.

Vale a pena ler e compartilhar.

Assim inicia Gutierrez Fernandes seu artigo:

Yago Martins é um jovem teólogo reformado muito competente. Eu sempre acompanho o seu ótimo trabalho nas mídias sociais. Todavia, recentemente Yago Martins gravou e divulgou um vídeo onde defendia duas premissas básicas: a) As línguas estranhas no Novo Testamento eram idiomas. b) Estudos linguísticos em laboratório provam que as falas oriundas do dom de línguas do Movimento Pentecostal não são idiomas em nenhum sentido. Daí se conclui que o pentecostalismo contemporâneo exerce apenas uma linguagem desconexa e, ao mesmo tempo, sujeita ao próprio idioma pátrio, sem nenhuma sobrenaturalidade. Bom, vejamos porque Yago Martins está muitíssimo equivocado neste assunto.

Leia a íntegra do artigo no Blog TEOLOGIA PENTECOSTAL


domingo, 29 de junho de 2014

Por que creio que os dons sobrenaturais do Espírito Santo continuam hoje


Rev. Sam Storms
E então, por que sou continuísta? Seguem minhas razões (por favor note que escrevi diversos artigos que fornecem ampla evidência para os pontos que defendo, mas a limitação de espaço me permite apenas citá-los nominalmente. Todos podem ser encontrados no meu site.
Deixe-me começar com a presença sólida, certamente difundida e inteiramente positiva de todos os dons espirituais por todo o Novo Testamento (NT). Os problemas que surgiram na igreja de Corinto não se deram por conta dos dons espirituais, mas por pessoas imaturas. As advertências de Paulo não se referiam aos dons de Deus mas, sim, à distorção infantil, ambiciosa e orgulhosa da parte de alguns.
Além do mais, começando com o Pentecoste e percorrendo todo o livro de Atos, vemos que toda vez que o Espírito era derramado sobre os novos convertidos, eles experimentavam do seu carisma. Não há nada que indique que esses fenômenos eram restritos a eles e à época. Tais manifestações parecem ser tanto difundidas quanto comuns na igreja do NT. Os cristãos em Roma (Rm 12), Corinto (1 Co 12-14), Samaria (At 8), Cesareia (At 10), Antioquia (At 13), Éfeso (At 19), Tessalônica (1 Ts 5) e Galácia (Gl 3) experimentaram dos dons de milagres e revelação. É difícil imaginar como os autores do NT poderiam ter falado mais claramente sobre como deveria ser o Cristianismo da Nova Aliança. Em outras palavras, o fardo de provar o contrário está com o cessacionista. Se certos dons de uma classe especial cessaram, a responsabilidade de prová-lo depende dele ou dela.
Evidência extensa
Gostaria de apontar também a extensa evidência neotestamentária dos chamados dons milagrosos entre cristãos que não são apóstolos. Ou seja, vários homens e mulheres que não eram apóstolos, jovens e anciãos, em toda a extensão do império romano exerciam de maneira consistente esses dons do Espírito (e Estevão e Felipe ministravam no poder de sinais e maravilhas). Aqueles que exerciam os dons miraculosos mas não eram apóstolos são (1) os 70 que foram comissionados em Lucas 10.9, 19-20; (2) pelo menos 108 pessoas dentre os 120 que estavam reunidos no salão superior no dia de Pentecostes, (3) Estevão (At 6,7); (4) Felipe (At 8); (5) Ananias (At 9); (6) membros da igreja de Antioquia (At 13); (7) convertidos anônimos em Éfeso (At 19.6); (8) mulheres em Cesareia (At 21.8,9); (9) os irmãos sem nome de Gálatas 3.5; (10) crentes em Roma (Rm 12.6-8); (11) crentes em Corinto (1 Co 12-14); e (12) cristãos em Tessalônica (1 Ts 5.19,20).
Também temos que dar espaço para o objetivo explícito e frequentemente repetido do propósito dos carismas: nomeadamente, a edificação do corpo de Cristo (1 Co 12.7; 14.3; 26). Nada do que leio no NT ou do que vejo na condição da igreja em qualquer era, passada ou presente, me leva a crer que progredimos além da necessidade pela edificação – e consequentemente além da necessidade pela contribuição dos carismas. Eu confesso livremente que os dons espirituais foram essenciais para o nascimento da igreja, mas por que eles seriam menos importantes ou necessários para o crescimento e amadurecimento contínuos?
Há também a continuidade fundamental ou o relacionamento espiritual orgânico entre a igreja de Atos e a igreja dos séculos subsequentes. Ninguém nega que houve uma era ou período no começo da igreja que chamemos de “apostólica”. Temos que reconhecer o significado da presença pessoal e física dos apóstolos e o seu papel único na formação da fundação da igreja nos primeiros séculos. Mas não há no NT qualquer coisa que sugira que certos dons espirituais eram exclusiva e unicamente ligados a eles ou que os dons se encerraram com a partida deles. A igreja universal ou corpo de Cristo que foi estabelecida por meio do ministério dos apóstolos é a mesma igreja universal e corpo de Cristo hoje. Estamos juntos com Paulo, Pedro, Silas, Lídia, Priscila e Lucas, membros do mesmo corpo de Cristo.
Bem ligado ao ponto anterior é o que Pedro diz em Atos 2, referente aos ditos dons miraculosos como característicos da era pactual da igreja. Como já disse D. A. Carson: “A vinda do Espírito não está associada meramente com o nascimento da nova era, mas com a sua presença, não meramente com o Pentecoste, mas com todo o período do Pentecoste até o retorno de Jesus, o Messias” (em A Manifestação do Espírito, Ed. Vida Nova). Novamente, os dons de profecia e línguas (At 2) não são retratados como mera inauguração da nova era pactual, mas para caracterizá-la (não esqueçamos de que a era atual da igreja equivale aos “últimos dias”).
Devemos também notar 1 Coríntios 13.8-12. Nesse texto Paulo certifica que os dons espirituais não “passarão” (ver v.8-10) até a vinda do “perfeito”. Se o “perfeito” é realmente a consumação do propósito redentivo de Deus tal qual expressado pelo novo céu e nova terra seguindo a volta de Cristo, podemos confiantemente esperar que Ele continue a abençoar e capacitar a sua igreja com dons até aquela hora.
Um ponto semelhante aparece em Efésios 4.11-14. Aqui, Paulo fala de dons espirituais (junto com o ofício de apóstolo) – e particularmente dos dons de profecia, evangelismo, pastoreio e ensino – como construção da igreja “até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo” (V. 13, NVI – grifos meus). Já que a plenitude de Cristo certamente ainda não foi atingida pela igreja, podemos antecipar com confiança a presença e o poder de tais dons até que aquele dia chegue.
Gostaria de também apontar a ausência de uma noção explícita ou implícita de que devemos enxergar os dons espirituais de maneira diferente que outras práticas e ministérios neotestamentários retratados como essenciais à vida e ao bem estar da igreja. Quando lemos o NT, parece evidente que a disciplina na igreja deve ser praticada em nossas assembleias atuais, devemos celebrar a mesa do Senhor e o batismo com água e que os requerimentos para o exercício do ancião como descrito nas epístolas pastorais ainda determinam como a vida na igreja deve ser levada, citando apenas alguns. Quais boas razões exegéticas ou teológicas podem ser dadas para explicar por que devemos tratar a presença e operação dos dons espirituais de maneira diferente?
Testemunho consistente
Ao contrário do que muitos pensam, há um testemunho consistente ao longo de grande parte da história da Igreja referente à operação dos dons miraculosos do Espírito. Simplesmente não é verdade que os dons cessaram ou desapareceram da vida no começo da Igreja após a morte do último apóstolo. O espaço não permite citar a evidência maciça concernente, então me referirei a quatro artigos que escrevi com uma documentação extensa (ver Spiritual Gifts in Church History).
Cessacionistas frequentemente argumentam que sinais e maravilhas, assim como certos dons, serviram somente para confirmar e autenticar o grupo original de apóstolos e que quando esses morreram, também cessaram os dons. A verdade é que nenhum texto bíblico (nem mesmo Hb 2.4 ou 2 Co 12.12, dois textos que explico em artigos no www.samstorms.com) chega a dizer que sinais e maravilhas ou certos dons espirituais serviram para autenticar os apóstolos. Sinais e maravilhas autenticaram Jesus e a mensagem apostólica referente a ele. Se sinais e maravilhas foram designados exclusivamente para autenticar os apóstolos, não temos como explicar porque pessoas que não eram apóstolos (como Felipe e Estevão) foram capacitados a exercê-los (ver especialmente 1 Co 12.8-10, onde o “dom” de “milagres”, entre outros, foi dado a crentes medianos, que não eram apóstolos).
Portanto, essa é uma boa razão para ser cessacionista apenas se você puder demonstrar que a autenticação ou testificação da mensagem apostólica era o propósito único e exclusivo de tais demonstrações de poder divino. Todavia, em nenhum lugar do NT o propósito ou função dos milagres ou carismas é reduzido à testificação. O agir miraculoso, em qualquer forma que seja, servia a outros propósitos distintos: doxológico (para glorificar a Deus: Jo 2.11, 9.3, 11.4, 11.40 e Mt 15.29-31); evangelístico (para preparar o caminho para que o Evangelho fosse conhecido: ver At 9.32-43); pastoral (como expressão de compaixão e amor e cuidado com as ovelhas: Mt 14.14; Mc 1.40,41); e edificação (para levantar e fortalecer os crentes: 1 Co 12.7 e o “bem comum”; 1 Co 14.3-5, 26).
Todos os dons do Espírito, seja línguas ou ensino, profecia ou misericórdia, cura ou auxílio, foram dados (dentre outras razões) para a edificação, fortalecimento, encorajamento, instrução, consolo e santificação do corpo de Cristo. Então, mesmo que o ministério dos dons miraculosos para atestar e autenticar tenha cessado, um ponto que concedo apenas para efeitos de argumentação, tais dons teriam que continuar a funcionar na igreja pelas outras razões citadas.
Ainda final e suficiente
Talvez a objeção mais comum dos cessacionistas seja que reconhecer a validade dos dons de revelação, como profecia e palavra de conhecimento, necessariamente compromete a finalidade e suficiência das Escrituras Sagradas. Mas esse argumento é baseado na falsa suposição de que esses dons nos dão verdades infalíveis com igual autoridade à do próprio texto bíblico (veja o meu artigo “Why NT Prophecy Does NOT Result in ‘Scripture-Quality’ Revelatory Words“).
Também é mencionado o apelo cessacionista a Efésios 2.20, como se esse texto descrevesse todo o possível ministério profético. O argumento diz que os dons de revelação como profecia foram unicamente ligados aos apóstolos e portanto designados para funcionar apenas durante o dito período de fundação da igreja nos primeiros séculos. Abordo esta visão fundamentalmente errônea em detalhe aqui. Um exame cuidadoso das evidências bíblicas referentes tanto à natureza do dom de profecia quanto à sua extensa presença entre cristãos indica que este dom servia a outros propósitos muito além da fundação da igreja. Portanto, nem a morte dos apóstolos, nem o desenvolvimento da igreja além dos seus primeiros séculos têm importância sobre a validade de profecias para hoje. Também é citado com frequência o argumento do agrupamento, por assim dizer, que diz que os fenômenos miraculosos e sobrenaturais foram supostamente concentrados ou agrupados em períodos específicos na história redentora. Já abordei este argumento num outro artigo e mostrei que é falso.
Finalmente, apesar de tecnicamente não ser uma razão ou argumento para ser um continuísta, não posso ignorar a experiência. O fato de que eu já vi todos os dons espirituais sendo operados, de ter testado e confirmado e os experimentado em primeira mão em inúmeras ocasiões. Como afirmei, esta não é tanto uma razão para se tornar um continuísta, e mais uma confirmação (apesar de não ser infalível) da validade dessa decisão. A experiência, isolada do texto bíblico, prova muito pouco. Mas a experiência deve ser considerada, especialmente se esta ilustra ou incorpora aquilo que vemos na palavra de Deus.
NotaAbertos para Reforma: texto traduzido com autorização de The Gospel Coalition, publicado originalmente no dia 23 de janeiro de 2014 aqui.
Veja mais artigos sôbre o tema no link abaixo:
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