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terça-feira, 13 de abril de 2021

Padre anuncia estar apaixonado no meio da missa, e anuncia desistência do sacerdócio


"Quero tentar viver esse amor", disse sacerdote italiano Riccardo Ceccobelli

Os fiéis de uma igreja católica no centro da Itália foram surpreendidos pela “confissão” de um padre durante a missa dominical.

Meu coração se apaixonou”, disse o sacerdote da diocese de Todi, Riccardo Ceccobelli. Ele anunciou que estava desistindo do seu posto de líder católico para se dar uma chance de “viver esse amor”.

Nunca tive a possibilidade de trair as promessas que fiz, mas quero tentar viver esse amor.

A declaração foi feita diante do superior de Riccardo, o bispo Gualtiero Sigismondi, de acordo com um comunicado da diocese.

Agradeço a dom Riccardo por todo serviço prestado até agora. E, em primeiro lugar, envio-lhe meus mais sinceros votos para que esta decisão, tomada em plena liberdade como ele mesmo me disse, garanta-lhe paz e serenidade – disse o bispo.

De acordo com o padre Riccardo, tomar tal decisão foi difícil, pois ele ama e respeita a Igreja. Ele já foi afastado de seu cargo e iniciou os trâmites para retornar ao estado laico, segundo fonte que relatou a história à imprensa nesta terça-feira (13).

Fonte: Pleno News

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Sexta-feira da Paixão: “A morte de Jesus não o torna mártir, e sim o Salvador”, diz Billy Graham

A sexta-feira da Paixão é a data em que os cristãos celebram a memória da crucificação de Jesus no Calvário, antecedendo sua ressurreição, que é celebrada no domingo de Páscoa. Nesse contexto, o evangelista Billy Graham destacou que o sacrifício do Filho de Deus é o que garante Salvação à humanidade.
“Para os cristãos, a morte de Jesus é um dos eventos mais importantes da história. Em Gálatas 6:14, Paulo declarou: ‘Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo”, escreveu Graham.
Crer no Evangelho é crer que Jesus era Deus em forma de homem, e que sua morte no calvário se fez necessária para que a reconciliação com a humanidade, caída desde o Eden, fosse possível.
“Ao longo da história, muitos tiranos e megalomaníacos afirmaram sua divindade, mas somente Jesus Cristo era realmente Deus, que veio do céu e retornou ao céu”, explicou. “Ele provou não só por suas ações milagrosas, mas por sua ressurreição dentre os mortos. Jesus declarou com exatidão: ‘Eu e o Pai somos um’ (João 10:30)”, acrescentou.
Seguindo a linha de acontecimentos, Billy Graham salientou que os efeitos da morte de Jesus foram inéditos e proporcionaram redenção. “Sua morte não foi de um mártir, sua morte foi de um Salvador! Ele veio ao mundo por uma razão: se tornar o sacrifício final e completo pelo pecado. Estamos separados de Deus e merecemos seu julgamento mas, na cruz, Cristo tomou sobre si os nossos pecados e o nosso julgamento”.
Segundo informações do portal Gospel Herald, em outro artigo, Billy Graham explicou que o dia em que se lembra a crucificação é chamado de sexta-feira santa porque “a morte de Jesus não foi um erro trágico ou um acidente inesperado, era parte do plano eterno de Deus para o nosso bem. O Filho de Deus era perfeito e sem pecado, mas na cruz, todos os nossos pecados foram transferidos para Ele. Ele se tornou o sacrifício final pelos nossos pecados”.
“Se Jesus nunca tivesse ido à cruz, você e eu não teríamos perdão e nenhuma esperança de viver eternamente na presença de Deus. Por ele ter morrido por nós, temos esperança para hoje e para a eternidade”, finalizou.
Fonte: Gospel+
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