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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Câmara de Jundiaí repudia peça com Jesus transgênero

A moção recebeu apoio de todos os vereadores da Câmara de Jundiaí

A Câmara de Jundiaí aprovou uma moção de repúdio contra o SESC Jundiaí, que iria abrigar, no último dia 15, uma apresentação da peça "O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu", que retrata Jesus Cristo como uma mulher transgênero.
A encenação foi suspensa em razão de liminar do juiz Luiz Antônio de Campos Junior, conforme noticiado em primeira mão pelo Gospel Prime.
A moção do vereador católico Douglas Medeiros, que recebeu grande apoio dos demais vereadores, enfatizou o caráter desrespeitador, vulgar e desagregador da referida peça, lembrando que a liberdade religiosa é protegida pela Constituição.
"Importante observar que a Constituição Federal (artigo 5º, VL, d) prevê o direito à liberdade religiosa, e o Código Penal (artigo 208) define os parâmetros de liberdade no tratamento desse tema", diz o texto da moção.
Medeiros destacou ainda que a população de Jundiaí se sentiu agredida e desrespeitada em seus valores mais sagrados e que a peça, supostamente concebida para promover o diálogo, não fez outra coisa senão provocar a divisão.
"O monólogo distorce a visão histórica, teológica e ética cristã, usurpa o Evangelho, proveniente da Bíblia, objeto de culto e parte integrante da liturgia da religião cristã e usa a pessoa de Jesus Cristo para deturpar suas características,  desrespeitando, dessa forma, os cidadãos que professam a fé em Jesus Cristo, que se sentiram ofendidos, tanto que inúmeras manifestações da comunidade cristã repudiaram veementemente tal apresentação", destacou.
A moção recebeu apoio de todos os vereadores da Câmara de Jundiaí e será destinada aos organizadores do evento, do Sesc Jundiaí.
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 19 de maio de 2017

História bíblica é tema de concerto no Teatro Amazonas


Pela primeira vez em vários anos que a Amazonas Filarmônica e a Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica se unirão para formar a Amazonas Festival Orchestra


Primeiro rei de Israel e Judá, o jovem Davi é considerado uma lenda pelas três grandes religiões monoteístas. Pelos judeus, é visto como o eterno Rei de Israel, de cuja linhagem viria o Messias. Pelos cristãos, o precursor da linhagem de Jesus Cristo. Pelos muçulmanos, profeta e rei de uma grande nação. Segundo a tradição religiosa, o rei é considerado o autor de mais da metade dos 150 salmos do livro bíblico dos Salmos. 



Mezzo soprano Luisa Francesconi

E para contar a história do mais famoso dos reis de Israel, o Teatro Amazonas recebe, nos dias 18 e 21 de maio, o oratório O Rei Davi, composto pelo suíço Arthur Honegger, no Concerto Bradesco III. O espetáculo integra as atividades do XX Festival Amazonas de Ópera (FAO).

O concerto traz como solistas a soprano Dhijana Nobre, a mezzo soprano Luisa Francesconi e o tenor Juremir Vieira. No papel da Pitonisa, a soprano Isabelle Sabrié, e como narrador, o barítono Homero Velho, que participou da montagem da ópera Tannhäuser, no XX FAO.

O concerto, que tem direção musical assinada pelo maestro Otávio Simões, conta com a participação do Coral do Amazonas e da Amazonas Festival Orchestra, uma junção entre a Amazonas Filarmônica e a Orquestra Experimental Amazonas Filarmônica. 

A obra
O texto do salmo sinfônico O Rei Davi foi escrito pelo poeta suíço René Morax, para uma peça de teatro de sua autoria inspirada nos livros bíblicos de I e II Samuel, I e II Reis e nos salmos de Davi.

A música foi escrita em dois meses pelo então desconhecido Arthur Honegger, em 1921. Dois anos depois, devido ao grande sucesso tanto da peça como da música, o compositor refez toda a orquestração da música do oratório, tendo como resultado uma combinação de vários estilos musicais, que vai do canto gregoriano à música de Maurice Ravel.

Dividido em três partes, o oratório conta a história de Davi em alguns pontos-chave de sua vida: a sua unção como rei de Israel pelo profeta Samuel, a sua amizade com Jônatas, filho de Saul, a sua coroação como rei e a unificação das tribos, a cobiça de Davi por Betsabá e a sua punição, e finalmente, a coroação de Salomão, filho de Davi e Betsabá, como rei de Israel. A obra encerra com a narração da profecia de Isaías, que diz que uma flor surgirá do caule de Davi. 

União de orquestras 
Neste ano, o Festival traz uma novidade, e justamente na apresentação da obra de Honegger. Será a primeira vez em vários anos que a Amazonas Filarmônica e a Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica se unirão para formar a Amazonas Festival Orchestra.

"No Brasil, quase não se executa essa peça. Então nós resolvemos unir as duas orquestras para apresentar para o público da forma como ela deve ser”, ressalta Otávio Simões, regente assistente da Amazonas Filarmônica e diretor musical do espetáculo. 


O concerto, que tem direção musical assinada pelo maestro Otávio Simões


Transmissão ao vivo e acessibilidade 
A primeira récita do concerto, no dia 18 de maio, ás 20h, foi transmitida ao vivo pelo canal do YouTube da Secretaria de Estado de Cultura, "Cultura Amazonas".

O canal, que ainda conta com entrevistas e transmissões dos concertos do Festival, pode ser acessado em www.youtube.com/CulturaAmazonas.

O XX Festival Amazonas de Ópera, em todos os seus espetáculos, conta com audiodescrição para deficientes visuais, e tradução simultânea do espetáculo para Linguagem de Sinais, para os deficientes auditivos.

Publicado originalmente em EM TEMPO via Notícias Cristãs

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Maria Madalena e Jesus se beijam na boca na Paixão de Cristo em Paulista (Pe)


Em 2017, espetáculo acontece na Sexta-Feira da Paixão e no Sábado de Aleluia.


Quem for assistir à apresentação da Paixão de Cristo do Grupo Coletivo Roda Mundo, em Jardim Paulista Baixo, no município de Paulista, Grande Recife, na Sexta-Feira da Paixão (14) e no Sábado de Aleluia (15), vai presenciar uma nova cena. Neste ano, em um dos momentos do espetáculo, acontecerá um beijo na boca entre Maria Madalena e Jesus Cristo.

Publicado originalmente em JC via Notícias Cristãs

MEU COMENTÁRIO:

Em nome das artes cênicas, estão se aproveitando para blasfemar o evangelho de Jesus Cristo. O verdadeiro cristão deve repudiar tudo aquilo que distorce, ironiza, blasfema e satiriza a obra sacrificial do Mestre, para a salvação da humanidade.

Registro aqui o meu repúdio à essa peça teatral, não a trabalho artístico em si, mas à motivação espúria contra os princípios do evangelho. 

Oremos!

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Peça de teatro com Jesus transgênero revolta católicos e evangélicos

“O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu” quer fazer tour pelo país

 “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu” é uma peça de teatro que tem a intensão de provocar. Apresentada no Festival Internacional de Londrina, Paraná, no último final de semana, gerou revolta tanto de católicos quanto de evangélicos.
Além do tema polêmico, o fato de ser apresentada dentro da Capela Ecumênica da Universidade Estadual de Londrina (UEL) fez com que o Conselho de Pastores Evangélicos e a Arquidiocese de Londrina tentassem censurá-la.
O texto é uma reinterpretação de histórias bíblicas com uma perspectiva LGBT. Trata-se de uma versão brasileira do roteiro do ator e diretor Jo Clifford – que é transgênero – exibida com relativo sucesso no Reino Unido.
A diretora Natália Mallo assistiu ao espetáculo na Escócia e fez uma adaptação em parceria com Jo Clifford e Susan Worsfold, diretoras da obra original.
Assim que a montagem brasileira do espetáculo anunciou sua estreia, no Festival Internacional de Londrina as principais entidades religiosas da cidade emitiram notas de repúdio contra a representação de Jesus vivendo nos dias atuais no corpo de uma mulher transgênero.
No palco, o papel principal é vivido pela atriz e professora Renata Carvalho. A divulgação do espetáculo afirma que “sua interpretação oferece à montagem elementos de sua identidade política como travesti, ao mesmo tempo em que apresenta uma Jesus brasileira, ambígua e multifacetada”.
Afirma ainda que existe “preconceito e intolerância” pelo fato de a atriz ser transgênero. Para a produtora, a peça não é “uma afronta à fé cristã” nem “zombaria com a imagem de Jesus”.
“A mensagem é o contrário: um apelo para que possamos viver pela mensagem, pelo projeto de Jesus, de amor, de tolerância e de proteção à vida”, insiste a diretora.

Polêmica ajudou a vender ingressos

Curiosamente, a polêmica gerada em torno da estreia acabou chamando atenção do público e a apresentação teve os ingressos logo esgotados e foi transferida para o anfiteatro da Universidade, com mais assentos.
A organização do Festival emitiu nota onde “repudia os atos de intolerância que a produção do espetáculo tem recebido em Londrina, uma vez que prega justamente o contrário: o amor e o respeito ao próximo”.
Já a diretora Natália Mallo afirma que recebeu muito apoio das redes sociais e comemorou: “Percebemos que estávamos bem e seguros devido ao apoio de parte da sociedade”. Segundo ela, ao final da apresentação as pessoas “aplaudiram em pé”.
O desejo da diretora é que a peça faça um tour pelo país. Ela vai para São Paulo em outubro. Depois, fará uma apresentação especial num festival de arte LGBT em Belfast, na Irlanda do Norte. Natália diz que negocia outras apresentações em diferentes cidades do Brasil.
“É uma peça que a gente fala que invés de turnê, fazemos peregrinação então a gente vai pra onde essa peça for necessária e importante”, conclui.
Com informações de Uol via Gospel Prime
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