Mostrando postagens com marcador lesbianismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lesbianismo. Mostrar todas as postagens

sábado, 11 de março de 2023

Exclusão da Igreja que consagrou pastora lésbica é articulada pela Convenção Batista



Convenção Batista articula procedimento para EXCLUSÃO da Igreja que consagrou pastora lésbica


Em 25 de fevereiro, a Primeira Igreja Batista em Bultrins, localizada em Olinda, no Recife, realizou a ordenação de sua primeira pastora, Adriana Carla Alves e Silva, que se identifica como lésbica. A ordenação foi acompanhada pelo pastor Paulo Cesar Pereira, líder da igreja. (
Noticiamos aqui - CONFIRA)

Através das redes sociais, a ordenação da pastora Adriana Carla foi anunciada com linguagem neutra. “Com imensa alegria e gratidão, compartilhamos com todas e todos o convite para o Concílio da nossa amada irmã Adriana Carla Alves e Silva”, escreveu a igreja. A Primeira Igreja Batista em Bultrins é associada ao Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) e outras entidades nacionais.

Repercussão

O fato repercutiu no Brasil e o segmento evangélico conservador tratou de repudiar o ato. Pastores e líderes evangélicos trataram de explicar que a igreja em questão não faz parte do movimento evangélico tradicional.

Expulsão

O pastor e apologista João Flávio Martínez, membro da Convenção Batista e presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisa (CACP), explicou em vídeo que a igreja ainda se encontra ligada à Convenção Batista em Pernambuco deve iniciar os trâmites legais para declarar a exclusão da igreja de seu quadro, embora esta já esteja há tempos afastada devido à sua posição radical.

Ele informou que o processo deve demorar, mas uma posição será tomada.

Martinez lembrou que o caso da Igreja Batista do Pinheiro (IBP), em Maceió, que em 2016 foi excluída da Convenção Batista Brasileira (CBB) por realizar vários batismos de membros assumidamente homossexuais.

LEIA TAMBÉM: 

Convenção Batista articula procedimento para EXCLUSÃO da Igreja que consagrou pastora lésbica


ASSISTA AQUI


Com informações JM Notícia

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Disney+ lança série no Brasil com adolescente de 16 anos lésbica; atriz defende

A Disney+, um dos braços de comunicação da gigante do entretenimento Disney, lançou a sua primeira série no Brasil na última quarta-feira (25), chamada “Tudo Igual…SQN”. A produção traz um conteúdo voltado para o público jovem, incluindo uma personagem adolescente lésbica de 16 anos.

A série baseada no livro “A Porta ao Lado”, de Lily Trigo, é protagonizada pelas atrizes Miá Mello e Gabriela Saraivah, que interpretam mãe e filha. A personagem Carol é a filha, que mantém uma relação de amizade com três grandes amigas, sendo “Pri” uma delas.

Pri, interpretada por Guilhermina Libanio, é uma adolescente de 16 anos que faz o papel de uma homossexual (lésbica). Tendo 24 anos na vida real, a jovem atriz que já fez duas novelas na Rede Globo defendeu a necessidade de incluir personagens LGBTs em conteúdos dessa natureza.

Precisamos ter pessoas LGBTQIA+ no audiovisual porque elas existem. Temos que contar as histórias dessas pessoas, que querem da vida as mesmas coisas que a gente quer”, disse ela, segundo o NaTelinha. “Quando excluímos, não representamos, estamos perdendo uma parte muito preciosa da sociedade, pessoas e histórias incríveis.

A atriz reconhece que a ênfase de conteúdos no público jovem tem por objetivo engajar e atrair para o objetivo proposto, que é transmitir uma mensagem de acordo com os valores de quem produz o material. A Disney, por sua vez, tem deixado claro que a sua intenção é promover a pauta LGBT+ cada vez mais.

"A audiência jovem absorve muito bem essa troca por ter suas questões representadas na tela. Além disso, quando você faz um projeto jovem, você também volta para quem você era quando tinha aquela idade. Eu tenho 24 anos, e a Pri tem 16″, disse Libanio.

A nova série de Disney+ no Brasil não surpreende em matéria de conteúdo, pois reflete o posicionamento da empresa que vem sendo propalado nos últimos anos, em prol do ativismo LGBT.

Desenhos, filmes e outros materiais, incluindo uma linha de roupa LGBT voltada para crianças se tornaram ferramentas de promoção das pautas identitárias, o que tem preocupado lideranças religiosas em todo mundo.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Documentário da Netflix afirma que Deus criou a diversidade

O documentário Pray Away, segundo Janet Boynes, “é uma blasfêmia contra o Espírito Santo e está longe de ser bíblico, e eles sabem disso”, comentou a fundadora do Janet Boynes Ministries em Maple Grove. Ela é autora de três livros que oferecem uma mensagem de esperança à comunidade homossexual.

Os artigos de Janet, uma ex-lésbica, já foram capas de revistas e sua história é reconhecida como “uma prova do amor de Deus”, como ela descreve.

O resultado final é que Julie Rogers, Randy Thomas, Michael Busse e John Paulk [ex-líderes da Exodus International] não lidaram com as questões que os atraíram para a vida e identidade homossexual”, afirmou Janet ao se referir aos personagens principais do documentário.

Os produtores do filme não estão compartilhando toda a verdade sobre esse tipo de ministério”, ela denunciou. “As tentações vêm de nossos próprios desejos, que nos atraem e nos arrastam”, citou Tiago 1.14.

Janet também critica o título do documentário da Netflix — Pray Away. “O objetivo desse título é enganar e corromper a mente de muitos que buscam se libertar do pecado. Qualquer ministério que alcança aqueles que vivem um estilo de vida gay envolve mais do que apenas ‘orar para afastar o gay’. Sim, somos chamados a orar, mas também somos chamados a nos arrepender e a andar em santidade”, destacou.

Fui capaz de me afastar do lesbianismo

A escritora acredita que orar a Deus também envolve “a busca por disciplina e o caminhar na justiça”. Citando Efésios 6, ela lembra que os cristãos são convidados a “vestir toda a armadura de Deus”. 

Isso é tão importante hoje num mundo onde o pecado da carne é celebrado de maneiras que fariam até mesmo o próprio diabo corar. A homossexualidade é um pecado da carne, e para abandonar esse estilo de vida, é preciso estar preparado para usar as ferramentas que Deus nos deu para lutar contra a carne”, enfatizou.

Em meu próprio afastamento do estilo de vida gay, tive que primeiro me arrepender de meus pecados e pedir a Jesus Cristo que entrasse em meu coração. Passo a passo, com ajuda da minha igreja local e apoio de pessoas queridas, fui capaz de me afastar do lesbianismo”, reconheceu.

Estou feliz por dizer, hoje, que fui liberta pelo sangue de Jesus Cristo e continuarei livre pelo poder do Espírito Santo operando em mim. Esta é a verdade do ministério que pregamos”, continuou.

Quando aceitamos Jesus Cristo em nosso coração, nascemos de novo por meio Dele. Nós nos tornamos uma nova criação; portanto, devemos nos afastar de tudo que nos mantém em cativeiro”, prosseguiu.

Janet ainda frisa que fomos chamados para uma vida de liberdade. “Mas não devemos usar essa liberdade como desculpa para fazer o que queremos. A nossa liberdade deve ser usada para servir aos outros em amor. É assim que a liberdade cresce”, exemplificou.

Sobre o fechamento do Exodus Internacional

Randy Thomas e Alan Chambers escolheram fechar as portas da Exodus International e se tornarem apóstatas da fé cristã. Isso não significa que outros se afastarão e seguirão sua apostasia”, disse Janet.

Estou cansada de ver os fracassados ​​ex-líderes da Êxodus atacando aqueles que optaram por servir fielmente ao Senhor”, reclamou.

Eles já causaram danos suficientes mentindo para as pessoas para justificar seu desejo de continuar a viver como gays ou lésbicas. Eles amam o pecado mais do que amam a Deus”, disse. “São hipócritas e estão arrastando os vulneráveis ​​para suas trevas”, acrescentou.

Tenho novidades para eles: vamos enfrentar o bullying e a perseguição e vamos nos recusar a ser silenciados por eles ou pelo exército das trevas ao qual se juntaram”, disparou.

Aqueles de nós que abandonaram o estilo de vida homossexual tornaram-se embaixadores de Jesus Cristo. Temos orgulho de servir ao Cordeiro de Deus que foi morto por nossos pecados. Estamos felizes em fazer as boas obras que Deus destinou para nós”, destacou.

Nenhum documentário da Netflix nos silenciará

Janet fez questão de mencionar que nada impedirá aqueles que foram chamados por Deus para pregar a liberdade. “Nenhum documentário da Netflix nos silenciará”, garantiu.

Nenhuma zombaria ou acusação contra os seguidores de Jesus Cristo nos impedirá de andar no poder de Deus sobre o pecado. Pagaremos o preço, mas vamos seguir nosso caminho para ensinar e pregar aos perdidos. Estamos totalmente interessados ​​em Jesus e na liberdade que Ele oferece”, disse.

Continuaremos a evangelizar e a fazer discípulos de todas as nações como Jesus ordenou. Onde Ele liderar, nós o seguiremos. Ele nos libertou e nos capacitou para libertar outros, e por isso damos a Ele toda a glória, honra e louvor”, finalizou.


Fonte: Guia-me com informações de Charisma News via Folha Gospel

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Jovem deixa lesbianismo e se entrega a Jesus durante louvor

A jovem Michaela Lanning sofreu com os abusos dentro de sua própria casa, que a levaram muitas vezes a ficar na casa de sua avó, onde precisava dormir no sofá, em meio às pilhas de lixo acumulado, mofo tóxico e amianto no tapete rasgado, ainda na infância.

Papai era muito desconectado, muito sociopata, muito narcisista, uma personalidade muito viciante”, disse ela em um depoimento em vídeo em seu canal no YouTube.

Sem apoio, sua mãe acabou sendo despejada, o que gerou todo tipo de confusão para Michaela e seus irmãos.

Quando estava na quinta série, Michaela sofreu bullying porque não fazia as coisas de menina, como as outras garotas. A verdade é que sua cabeça estava muito confusa, enquanto tentava lidar com os ataques de ansiedade de sua mãe e fazer refeições apenas com pipoca.

Eu tinha que colocar minha mãe para dormir e estava com medo de que ela morresse”, lembra Michaela. “Enquanto eu a levava para a cama todas as noites, pensava que isso iria livrá-la da morte”.

Sua mãe se recuperou do colapso, mas Michaela ainda sofria com as consequências de sua infância conturbada e começou a se cortar como um mecanismo de enfrentamento da dor na sexta série.

Já na sétima série, ela desenvolveu transtorno dissociativo.

Achei que estava morta ou assistindo a um filme”, diz ela. “Eu pensei que estava dormindo e era um sonho que eu estava tendo. Eu realmente não tinha mais noção do que era realidade. Eu não estava ciente de nada acontecendo ao meu redor e isso era assustador”.

Todos os dias ela estava na sala da enfermeira da escola e inventava motivos para ser mandada para casa, geralmente por causa de uma dor de estômago ou dor de cabeça.

Na oitava série, ela teve aulas online porque sair de casa lhe causava ataques de pânico.

As coisas estavam ficando muito ruins com meus pais”, diz ela. “Uma vez meu pai estava vigiando minha irmã e eu, e ele nos perseguiu pelo corredor com uma faca. Sim, voltamos a morar com minha avó”.

Minha irmã e eu dormíamos na sala em dois sofás, que provavelmente eram dos anos 80. Eles estavam cobertos de xixi de cachorro. Eles estavam imundos; eles tinham buracos neles. Foi sobre isso que dormimos por mais quatro anos. Sem cama, sem quarto, sem pai, nada”.

Homossexualidade

Em busca de validação no colégio, ela “se assumiu” como bissexual e mais tarde como lésbica. A escola era um colégio artístico e foi onde ela pensou que poderia encontrar apoio e resolver o caos em sua mente.

Ela passou passou a andar com transgêneros e ser fortemente influenciada para mudar seu pensamento sobre sua própria identidade, de forma que chegou a fundar um grupo LGBT na escola

Eu senti todas essas coisas e eu, em meu quebrantamento e minha automutilação e meu distúrbio alimentar e minha ansiedade, tudo estava se juntando, e eu disse que sim, parece certo: eu sou transgênero”, ela lembra.

Então, ela passou a se declarar como um homem, disse a todos que queria ser chamada por um nome diferente (masculino) e começou a se consultar com um “terapeuta de gênero”.

Mas no meu íntimo eu sabia que não era transgênero o tempo todo. Na verdade, o que eu precisava era de um salvador, só não sabia disso na época”, explicou.

Quando ela teve um colapso nervoso, Michaela largou a escola e abandonou sua identidade transgênero.

Drogas

Em seu segundo ano, ela frequentou uma “escola secundária alternativa”, para onde os drogados e adolescentes grávidas são enviados.

Não conheci uma única criança ou adolescente lá que não usasse drogas, ou pelo menos usasse vap”, diz ela. Foi nessa época que ela começou a fumar maconha.

No ano seguinte, ela foi morar com um amigo cuja mãe lhes fornecia álcool. Michaela estava fumando maconha e bebendo e conseguiu um namorado por meio de um aplicativo. Quando ele a agrediu sexualmente, isso desencadeou pesadelos e flashbacks e ela terminou com ele.

No primeiro ano do segundo grau, ela estava tendo um curso de religião mundial e considerou preencher o vazio em seu coração e curar suas dores, convertendo-se ao islamismo ou ao judaísmo. Afinal, o contato com seu pai, que se dizia “cristão”, anos antes criou uma ideia distorcida na mente dela sobre Jesus.

Restauração

No entanto, um dia por curiosidade, ela começou a pesquisar igrejas no Google e encontrou a Igreja Red Rocks. Ela não pisava em uma igreja há quatro anos.

Mas a partir do momento em que entrou na igreja, ela sentiu a presença de Deus e sentiu o Espírito Santo se mover em seu coração. Ela podia sentir o amor de Cristo no ar.

Durante o momento de louvor, ela levantou os braços em sinal de rendição, sentiu o Espírito Santo descer sobre ela e entregou sua vida a Jesus Cristo. Mais tarde, ela foi batizada e sentiu o chamado de Deus para o ministério.

Foi como se um interruptor acendesse dentro de mim e tudo que eu estava perseguindo, tudo que eu desejava, tudo que eu havia desejado por todos aqueles anos, havia falhado dentro de mim”, diz Michaela. “De repente, Ele restaurou cada parte quebrada de mim. Ele curou cada parte quebrada de mim e cada coisa que fiz. Cada coisa que aconteceu me levou a ele”.

Estou viva pela graça de Deus. Sou salva pelo sacrifício de Jesus e tudo o que fiz foi para Ele. Ele não me julga pelo meu pecado, Ele não me julga pela minha crise de identidade, Ele não me julga pela minha doença mental. Ele vê em mim a Sua filha e vê meu coração e minha alma e meu amor por Ele”.

Michaela está estudando atualmente no Instituto Bíblico Moody para desenvolver se engajar ministerialmente e compartilhar o Evangelho com outros jovens.

Fonte: Guia-me com informações de God Reports via Folha Gospel

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Grupos pró-família criticam cena de mães lésbicas em "Toy Story 4"


Animação da Disney mostra duas mulheres levando filho à escola e buscando no final do dia.


A representação silenciosa e passageira de mães lésbicas em uma cena de abertura de "Toy Story 4" está sendo elogiada pelos defensores do homossexualismo como um "pequeno momento de normalização".

O filme da Disney, que acaba de estrear como mais um na agenda LGBT da empresa de entretenimento, despertou preocupação entre alguns grupos pró-família que dizem se tratar de uma "maneira sutil de dessensibilizar as crianças" para a homossexualidade.

Segundo relatos, no início do filme de animação, como Bonnie, a nova proprietária de Woody, frequenta seu primeiro dia de jardim de infância, ao fundo — entre as outras crianças que chegam para a aula —está um menino que é deixado por duas mulheres.

As mulheres, que parecem ser as "mães" da criança, também abraçam o menino quando voltam mais tarde, no final do dia letivo.

Grupos familiares disseram que, embora a representação seja passageira e talvez nem seja notada por alguns, ela ainda é "desnecessária".

Cena 'surpreende' as famílias

A American Family Association (AFA) disse em um relatório que a cena "surpreende" as famílias.

"A cena é sutil a fim de dessensibilizar as crianças. Mas é óbvio que a criança tem duas mães, e elas são pais juntas", escreveu Monica Cole, diretora do One Million Moms (Um Milhão de Mães), parte da American Family Association (AFA), em um post sobre o assunto.

Cole disse que Toy Story 4 é o "último lugar onde os pais esperam que seus filhos sejam confrontados com conteúdo relacionado à orientação sexual". Ela diz ainda que o filme também contém uma referência passageira para não se esconder no armário.

"Esses momentos de 'piscar e você vai perder' foram incluídos estritamente para impulsionar uma agenda", opinou. "Questões dessa natureza estão sendo introduzidas cedo demais. É extremamente comum, mas desnecessário", afirmou. "Questões dessa natureza estão sendo introduzidas cedo demais e cedo demais”.

"A Disney decidiu, mais uma vez, ser politicamente correta em vez de oferecer entretenimento familiar. A Disney deve se divertir ao invés de empurrar uma agenda e expor as crianças a tópicos controversos", acrescentou.

A organização Focus on the Family também alertou os pais sobre a cena em sua revisão "plugada" do filme.

"A inclusão muito breve de um casal do mesmo sexo no pano de fundo de uma cena, que observamos nesta revisão atualizada, também é uma questão importante que as famílias vão querer considerar em relação a este filme", ​​afirmou a análise.

One Million Moms criou uma petição sobre o assunto, que recebeu mais de 12.000 assinaturas até o momento.

Agenda LGBT da Disney
O filme marca o mais recente esforço da Disney para impulsionar a normalização da homossexualidade nas crianças. Outros filmes da Disney que impulsionam a normalização da homossexualidade incluem:
O desenho animado da Disney, Doc McStuffins, apresentava uma família liderada por duas "mães" lésbicas em seu programa de 2017 sobre um aspirante a médico. É comercializado para pré-escolares.

O remake de Disney da Bela e a Fera, em 2017, contou com uma subtrama homossexual em que um dos personagens do filme foi remodelado para ser homossexual.

A Disney Channel introduziu em 2017 um personagem adolescente homossexual em "Andi Mack". O programa foi dirigido principalmente a uma audiência de televisão pré-adolescente.

No ano passado, o roteirista e codiretor do popular filme de animação "Frozen" da Disney deu o que o Huffington Post chamou de "lampejo de esperança" em relação à personagem principal Elsa saindo do armário como lésbica.

O próximo filme da Disney, Jungle Cruise, apresentará pela primeira vez um personagem abertamente homossexual.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Damares não mentiu: Autora pensa na possibilidade de Elsa ser lésbica em Frozen 2

Neste final de semana a ministra Damares Alves voltou a ser alvo de críticas na imprensa por conta de um vídeo antigo, gravado em um evento católico, onde ela comenta sobre um filme infantil que pode ganhar personagem lésbica.
Ela fala especificamente sobre Frozen, da Disney, filme que exaltou o laço entre irmãs e que a princesa principal é uma mulher solteira. Há várias campanhas na internet que pedem que Elsa seja lésbica no próximo filme e foi sobre isto que Damares comentou no evento.
O evento foi gravado em abril de 2018 e dois meses antes, em fevereiro, Jennifer Lee, uma das criadoras do filme, deu uma entrevista comentando as campanhas pedindo para Elsa ser lésbica dizendo que estava pensando sim sobre este assunto.
A criadora do filme declarou: "Estou pessoalmente empolgada de ver esse assunto sendo debatido. Não posso prometer que vá acontecer de fato ainda, mas posso dizer que existem sim conversas a respeito. De qualquer modo, fico feliz que as pessoas estejam falando disso, é importante que esse assunto seja abordado nos dias de hoje cada vez mais!". (Entrevista original em inglês)
Damares Alves não mentiu sobre a personagem principal de um filme para crianças ser lésbica. Apesar dessa fala de uma das autoras existir, muitos a criticaram e fizeram chacota da fé cristã nas redes sociais.
Ao comentar a polêmica, Damares lamentou ser alvo de fake news dos opositores do presidente Jair Bolsonaro. "Fui surpreendida com mais esta polêmica que tem como base, novamente, uma pequena parte recortada de um vídeo que foi gravado durante uma de minhas palestras na igreja", escreveu Damares nas redes sociais.
Fonte: JM Notícias

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Pastora lésbica, Lanna Holder diz na TV que “Deus a criou assim"

No último dia 10 a apresentadora da Rede TV!, Luciana Gimenez, abordou em seu programa temas sobre casamento gay e a possibilidade de alguém se tornar ex-homossexual. Entre os participantes esteve Lanna Holder, líder da igreja Comunidade Cidade de Refúgio,
Sobre a possibilidade de um gay abandonar o homossexualismo, Holder tentou argumentar dizendo que essa concepção funciona como uma espécie de "tortura do Evangelho na mente de um gay”, criticando os que pensam o contrário.
Holder, que já foi casada com um homem, oficializou seu relacionamento homossexual de 10 anos com Rosania Rocha, num castelo de estilo medieval em Mauá, interior de São Paulo, em janeiro de 2014. Todavia, a repercussão maior acerca do seu nome se deve ao título de "pastora", algo contestado pela comunidade evangélica.
"Foi tudo lindo e perfeito. Receber a Rosania como minha esposa, sob a benção de Deus, foi uma emoção indescritível. Ela estava linda. Vê-la naquele vestido divino em um castelo, reforçaram o que eu já sabia: Ela é uma rainha!", comentou Holder na época.
Ao comentar a tentativa de muitos gays de querer abandonar a homossexualidade, Holder disse: "Essa coisa de que 'meu Deus' eu não estou conseguindo mudar então quer dizer que eu nasci para ir para o inferno? é horrível!".
Utilizando o argumento já ultrapassado da comunidade LGBT de que a orientação sexual homossexual seria algo de nascença, Holder afirmou que "Deus que a criou assim", buscando justificar a ideia de que a Bíblia não condena a prática homossexual.
Devido à falta de participantes no programa que pensam o contrário, o Super Pop, já conhecido por abordar temas polêmicos em tom mais especulativo e superficial, serviu de palco para promover apenas uma visão acerca do assunto, deixando de oferecer o que a Bíblia realmente diz sobre o pecado da prática homossexual.

Fonte: Gospel+
Assista Aqui:

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

“Não parem de orar, eu sou fruto de oração”, diz ex-gay que se reconciliou com Deus



Janaína Lemos disse que aos 22 anos sua mente começou a ser bombardeada por pensamentos homossexuais.


Janaina Lemos é um testemunho vivo de que Deus pode resgatar pessoas que já foram participantes da igreja, mas que se afastaram das práticas bíblicas. 

Ela, que ainda adolescente se entregou a Jesus, contou durante um culto que aos 22 anos sua mente começou a ser bombardeada por pensamentos pecaminosos.

"Eu me converti aos 17 anos e comecei a estudar a palavra do Senhor. Fui notada pelo pastor da igreja onde eu estava com uma facilidade para entender a Bíblia e rapidamente fui matriculada em um seminário teológico. Trabalhava como professora de escola dominical. Dentro desse Seminário Teológico, dando aula na escola dominical, eu tinha uma vida reta, não estava com um pé na igreja e um pé no mundo", iniciou.

"Fui noiva durante quatro anos. Eu tinha uma vida de oração, de leitura, de estudo, mas chegou um momento que comecei a ter pensamentos: 'Como será me relacionar com uma mulher?' Eu tinha amigos gays? Não. Eu frequentava alguma festa gay? Não. Eu tive desejo por mulher na minha adolescência? Não. Esse pensamento aconteceu quando eu tinha 22 anos, dentro da igreja. Fazendo a obra, esse pensamento começou a crescer e eu notei que gostava", pontuou.

Janaína conta que tais pensamentos permaneceram em sua mente durante um ano. Ela disse que abandonou seus cargos na igreja e se afastou.

"Eu saí da igreja e comecei a me relacionar com mulheres. Perdi a minha identidade de uma forma que a minha mãe, que é uma mulher de oração e passou a vida toda orando por mim, disse: 'Eu não te reconheço'. A minha aparência mudou, a forma de falar mudou, minhas roupas mudaram", disse.

Drogas
Janaína disse que começou a usar drogas como ecstasy e LSD.

"Eu estou falando sobre drogas porque a homossexualidade é um meio que te joga para as drogas. Tive três overdoses. Duas delas foram terrivelmente marcantes para mim. Quando você tem uma overdose, você parece ter um pedaço do inferno dentro de você. Eu tenho um recado aos pais, a minha mãe ouviu que deveria deixar de orar por mim, mas eu quero dizer para você, não deixe de orar não, porque o seu fruto de orações”, alertou.

"Eu segui por um caminho de morte e desobediência. Na segunda overdose eu passei três dias em coma e tive a visão de um homem, que era o diabo, e ele dizia: 'Pode vir para mim que eu só vim te buscar'. Sou não há libertação para a homossexualidade se você não tiver um encontro com Jesus. O encontro com Jesus é o divisor de águas para te libertar da homossexualidade. Eu tive esse encontro com Cristo de uma forma muito difícil", contou.

Janaína disse que se entregou totalmente a Jesus.

"Eu não sei como, mas eu vou renunciar tudo aquilo que eu gosto e a partir de hoje eu vou ser tua. Vou fazer a Tua obra", disse ela em oração a Deus.

"A minha conversão não aconteceu dentro da igreja, aconteceu em um encontro indescritível com o Deus que te liberta de todo pecado. Quando Cristo entra na vida de alguém, Ele muda os seus valores”.

Fonte: Guiame

domingo, 19 de agosto de 2018

Ativista lésbica abandona homossexualidade após ser salva por Cristo


Uma proeminente ativista LGBT de Uganda renunciou seu antigo estilo de vida lésbico e agora afirma que a homossexualidade é um pecado. Val Kalende, que saiu de Uganda e recebeu asilo no Canadá em 2015, depois que seu país aprovou a lei anti-homossexualidade, recentemente declarou no "Sunday Service Live", da Salt TV, que ela não é mais lésbica e vai se casar em breve.

Anteriormente, Kalande trabalhou como repórter para o jornal diário Uganda Monitor antes de deixar o trabalho para se concentrar no ativismo LGBT, em 2007. Ela se envolveu ativamente em um grupo chamado “Minorias Sexuais de Uganda” e viajou para os EUA para visitar vários grupos LGBTs durante a presidência de Barack Obama. Ela também falou em conferências internacionais.

Mas agora, ela diz, ela foi salva. "Aconteceu cerca de um ano atrás, é que tomei medidas muito cautelosas. Na época em que fui a público, estava pronta", disse Kalende a seu ex-empregador. "Eu queria ter tempo para fazer um importante trabalho em mim antes de fazer uma confissão pública", pontuou.

Em sua confissão televisionada, Kalende explicou que ela vem de uma família cristã em Kyebando e "se juntou ao lesbianismo" depois de estudar na Universidade Makerere. "Eu nasci de pais cristãos. Todos cortaram seus laços comigo. Eu me tornei órfã", disse Kalande, segundo o The Daily Monitor.

Rebeldia
Kalende disse que ela foi atraída por satanás. "Eu me tornei rebelde. Sempre nos perguntamos por que o mundo nos obrigou a nos tornar meninas que não amam homens", ela disse. "Fomos até detidas em uma conferência e presas. Fomos detidas na Delegacia Central e levadas ao tribunal".

"Agora, eu não tenho paz de espírito. Eu às vezes desmorono e choro me perguntando por que estou assim", acrescentou. "Agora estou de volta em casa, fui salva". Kalende também postou sobre a transformação em sua página no Facebook no início deste mês, fazendo a pergunta "o que deu errado?".

"Como é possível que essa garota educada na igreja, ensinada no caminho de Deus pudesse se distanciar muito da forma como ela foi educada? Eu lutei com essa questão por muitos anos. Eu não tinha respostas. Minha rebelião me separou de Deus", escreveu ela.

"Muitas vezes eu leio minha Bíblia e vejo o que as Escrituras diz sobre homossexualidade e casamento. Mas meu coração ficou endurecido. Em vez disso, fiz a Deus perguntas como: Se você quer que eu não tenha relações sexuais fora do casamento e que o casamento seja entre um homem e uma mulher, por que então eu tenho atrações do mesmo sexo?".

Kalende afirmou que agora ela entende que deveria ter tido uma "abordagem" diferente em sua conversa com Deus. "Minha abordagem deveria ter sido: Senhor, eu não tenho respostas, mas confio e acredito na sua Palavra", continuou ela.

"Sua intenção não é me prejudicar ou me impedir de aproveitar a vida. Sua intenção é preservar-me. Ajude-me a obedecer ao seu propósito de vida".

Fonte: Guiame

terça-feira, 3 de julho de 2018

Lésbica se converte após anos de orações da mãe

Graziele Galvão se envolveu com a homossexualidade após ver sua irmã sendo abusada pelo próprio pai.

Hoje, Graziele Galvão tem uma vida piedosa e testemunha sua transformação de vida por onde passa. Mas, até chegar onde ela se encontra hoje, passou por muitos traumas. Um deles foi saber que sua sobrinha, na verdade, era sua irmã. Seu pai, que foi da umbanda, havia abusado sexualmente da própria irmã.
"O meu pai acabou abusando da minha irmã mais velha e neste abuso nasceu a minha sobrinha. Quando eu era criança eu ficava na dúvida. ‘Será que ela era minha irmã ou minha sobrinha?’ Eu perguntei para minha família e descobri que a minha sobrinha era minha irmã. E foi aí que eu travei e perguntei: 'Porque o meu pai fez isso, logo ele que era para proteger a nossa família, abusou da minha irmã mais velha'", contou no vídeo publicado em seu canal.
Grazy diz que os abusos não pararam por aí.
"Nesse processo, meu pai continuou abusando da minha irmã e eu já tinha uns oito anos. Meu pai era da umbanda e a minha mãe era católica e quando baixava os guias do meu pai, ele fazia um inferno na minha casa. Acabou destruindo a minha família e a minha mãe ainda não conhecia Deus. Ela também veio de fruto de abuso. Quando ela era criança foi abusada pelo patrão, aos 12 anos", contou.
Grazy começou a questionar se Deus realmente existia, se Ele realmente era bom. Por qual motivo Deus havia permitido que tudo aquilo acontecesse?

"Aos oito anos eu estava brincando na rua como uma criança normal e um amigo da minha irmã me chamou para a casa dele, para brincar de futebol. Quando eu cheguei, ele abusou de mim também. Eu perguntei porque ele havia feito aquilo. Na época, ele tinha 16 anos e ele disse que fez porque quis", revelou Grazy.
"Ele não pensou como seria minha reação naquele momento. Ele tirou a minha inocência. Eu já tinha uma referência muito ruim na minha casa, de homem. Quando eu recebi o abuso desse menino, eu disse que não queria mais ser menina e passei a lutar para ser homem", contou ela que chegou a ficar conhecida nas redes sociais por Gal Galvão.
Ela diz que seus seguidores a conheciam por uma pessoa muito musculosa e que estava se transformando em homem. Mas, essas pessoas não sabiam que por trás disso havia uma ferida muito grande. Foi nesse período que sua mãe se converteu ao Evangelho, conheceu Jesus e começou a orar por sua família. Mas, seu pai continuou no pecado.
"Aos 16 anos eu entrei no homossexualismo, porque eu disse não queria ser uma menina, tinha medo de ser abusada de novo. Meu maior desejo era matar o meu pai de tanto que ele abusava da minha irmã na minha frente". Grazy diz que queria ser homem para proteger sua família e nesse tempo o diabo passou a manipular sua mente.
"Comecei a criar dentro de mim todo tipo de dor, raiva, ódio. Eu comecei a ser uma pessoa agressiva. Aos 20 anos, eu lembro que meu pai já tinha separado da minha mãe e ele se envolveu com a prostituta. Ele pegou uma doença e ele não podia mais andar. Um dia ele teve um infarto e morreu", contou.
Grazy disse que para ficar mais parecida com um homem usava anabolizantes e por conta disso tinha medo de infartar também.

"Um dia, eu abracei minha mãe porque eu pensava que ia morrer e ela me disse que um dia ia me ver na igreja. Eu estava tão depressiva que disse: 'Deus, se o senhor existe me encontra então'. Isso foi de manhã, à tarde e uma amiga minha foi falar de Jesus para mim. A Jéssica me chamou para ir a um encontro com Deus e nesse encontro eu tive uma experiência sobrenatural, só eu sei o que eu vi", ressaltou.
"Naquele momento uma pastora me abraçou e na hora eu caí de joelhos. Ela começou a derramar amor sobre mim e a deliberar bençãos sobre mim. Naquele momento eu vi Jesus tirando aquela dor de mim. Na mesma semana, eu lembro que passei um tempo em depressão e lembro de Jesus falar: 'Volta para mim filha'", lembrou.
"Eu ficava horas e horas malhando na academia e lá nunca ninguém falou de Jesus para mim. Mas naquele dia, entrou uma mulher e começou a falar de Jesus para as pessoas e quando eu virei as costas para ela, a mulher tocou no meu ombro e disse: Posso falar com você?'. Naquele momento ela perguntou se podia orar por mim e eu disse que sim. Quando eu saí daquela academia fui para a igreja e Deus começou uma nova história na minha".
Fonte: Gospel Geral

ASSISTA AQUI
Para uma boa audição desligue o áudio do Stúdio Rhema no canto superior esquerdo do blog.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Ao descobrir que sua filha é gay, pastor tem uma atitude surpreendente


Minha filha Tess tinha 16 anos, estudante do ensino médio. Os sonhos que tivemos para a vida dela mudaram dramaticamente naquela noite. Nossas vidas também.

Sábado à noite no fim de semana Dia dos Namorados, minha esposa e eu estávamos assistindo um programa de jornalismo na tv americana. Nossa filha Tess entrou no quarto, nos deu boa noite e nos entregou um bilhete e foi embora.
O bilhete dizia: “Eu sou gay. Estou feliz assim. E se você realmente me ama, você não vai tentar me mudar, e você não vai tentar falar comigo sobre isso.
Minha filha Tess tinha 16 anos, estudante do ensino médio. Os sonhos que tivemos para a vida dela mudaram dramaticamente naquela noite. Nossas vidas também.
Ela nunca escolheu ser filha de pastor, mas ela era uma. E ela experimentou algumas lutas significativas. Agora, com um traço ousado, ela nos deixou saber que quaisquer escolhas que tivéssemos feito na vida até agora, ela estava fazendo suas próprias escolhas a partir de agora.
Aquela noite foi mais difícil para mim do que as noites em que meus pais morreram. Algo realmente morreu dentro de mim naquela noite. E ainda algo novo nasceu.
Depois de ler o bilhete que ele me entregou, as lágrimas correram, minha esposa e eu nos entreolhamos e sabíamos que precisávamos saber nos lidar com está situação tão dificil para nós dois, que pegou de surpresa. Não importa o que minha filha tinha escolhido, nós tínhamos que ludar por nossa filha. Nós tivemos que comunicar o que era mais importante. Cada um de nós foi separadamente ao quarto de Tess nossa filha, para dizer o que precisava ser dito.
Tess, não vamos tentar falar com você sobre isso, mas gostaríamos de conversar.” Ela deixou cada um de nós na sala. Nós dois a abraçamos e dissemos: “Estamos muito orgulhosos por você ter nos contado. Sabemos que foi uma coisa difícil para você fazer. Você é nossa filha e sempre a amou e sempre amamos você.
Dissemos a ela que respeitaríamos seus desejos e não tentaríamos convencê-la disso. Essas foram as palavras certas para dizer. Nós realmente entendemos o que estava acontecendo com a nossa família naquele momento? Eu não sei completamente.
Eu chorei mais naquela noite do que em qualquer outro momento da minha vida. Eu temia pelo futuro de Tess. Ela teve lutas sérias nos últimos anos e falou sobre suicídio. Este caminho seria apenas mais perigoso para ela? Ela nos disse muitas vezes que não tinha certeza se queria Deus em sua vida, e eu suspeitava que o anúncio dela fosse o jeito dela de nos dizer que ela estava se afastando de Deus, embora eu esperasse que não fosse.
Naquela noite eu tremi com um tremor que eu não conseguia controlar. Parecia que alguém me chutou no intestino. Minha esposa e eu oramos porque era tudo o que podíamos fazer. Nós oramos porque não havia mais para onde ir. Nós não sabíamos como isso iria acontecer, mas nós dois sabíamos que nosso mundo tinha mudado de repente.

Um dia da nossa nova realidade

Quando a manhã chegou, levantei-me e fui para a igreja. O trabalho sempre foi meu consolo, mas não hoje. Apesar da completa ausência de sono, era domingo e eu ainda tinha que ficar na frente de nossa igreja, abrir a palavra de Deus e falar com 500 pessoas que queriam ouvir o que Deus tinha a dizer através de mim.
De alguma forma eu passei por dois serviços. Mas em vez de ser energizado pela adoração, eu estava emocional e fisicamente exausto.
Depois do serviço, respondi a alguns papéis na minha mesa e fui o último a sair do prédio. Uma boa fuga, pensei.
Mas quando me dirigi para o meu carro, outro veículo estava no estacionamento, e o motorista saiu e se dirigiu diretamente para mim. “Coach” é um conselheiro escolar aposentado que treinou futebol e beisebol em algumas cidades de onde eu cresci. Ele havia me apoiado nos difíceis anos de ministério quando nossa fábrica de igrejas saiu do papel, e ele continuou a servir como um dos meus consultores mais confiáveis ​​desde então. Ele deu uma olhada para mim e disse: “O que há de errado?
Eu não pude acreditar. O que me deu de presente? Minha esposa e eu prometemos que apenas passaríamos por este dia. Nós não contaria a ninguém. Então nós descobriríamos nossos próximos passos. Mas o treinador cortou tudo isso com duas palavras.
Eu soltei a verdade. Eu disse a ele que Tess havia anunciado na noite passada que ela era gay. Com estas palavras, enfrentei outro dos meus medos: o que aconteceria quando alguém, alguém da nossa igreja, descobrisse?
O treinador apenas assentiu. Em vez de rejeição, encontrei encorajamento, apoio, amizade. Ele me disse que este era o começo de um longo caminho para nós, mas que Deus nos conduziria nesta nova estrada. Como ele poderia saber o quanto essas palavras se tornariam verdadeiras?
Três anos se passaram desde aquele final de semana. Ainda estamos na mesma cidade, na mesma casa, na mesma igreja. Nossa fé foi testada e somos mais fortes. Nosso amor por nossa filha não diminuiu; isso cresceu. Nosso amor pelo Senhor não diminuiu; também cresceu. Nosso amor pela palavra de Deus não diminuiu. De fato, nossa teologia não mudou. Mas aprendemos lições que nunca tivemos antes.
Sabemos que a está escolha da nossa filha é errada, mas me perguntei varias vezes, como Jesus reagiria se uma pessoa viesse a ele dizendo que era Gay, tenho certeza que ele amaria e alertaria de seus pecados.
Fonte: Gospel Geral
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...