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segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Sérvia: Cidadãos tomam as ruas em “Parada do Orgulho da Família” - Veja VÍDEO



Na última semana, um movimento de grande proporção ecoou pelas ruas de Belgrado, na Sérvia, com uma clara mensagem de defesa dos valores familiares.

Em contraposição ao "Dia do Orgulho Gay", cidadãos sérvios, incluindo famílias inteiras, mulheres grávidas com carrinhos de bebês, e pessoas de todas as idades, participaram de uma manifestação pacífica que destacou o orgulho em pertencer a famílias que preservam os moldes tradicionais.

Em um contexto global onde a afirmação dos valores familiares muitas vezes enfrenta desafios e repressões, o ato de expressar orgulho em ter uma família nos moldes tradicionais se tornou um ato de coragem. No entanto, os sérvios mostraram determinação ao irem para as ruas abertamente defender os princípios fundamentais da família.

A "Parada do Orgulho da Família" serviu como um contraponto claro aos ataques e pressões que as famílias têm enfrentado, não apenas na Sérvia, mas em todo o mundo, por parte de grupos LGBTQ+ e outras forças progressistas. A manifestação transcorreu sem incidentes, enfatizando a importância da liberdade de expressão e a capacidade de todos os cidadãos de participarem de debates cruciais sobre os valores que consideram fundamentais.




VEJA IMAGENS AQUI


terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Pastor vai a tribunal por tweet que se opõe a eventos do Orgulho LGBTQ


Após o tweet, o pastor Keith Waters recebeu uma avalanche de comentários ameaçadores


Um pastor cristão alegou que foi expulso de seu trabalho como zelador de uma escola por causa de um tweet no qual dizia que cristãos e crianças não deveriam participar de eventos do Orgulho LGBTQ.

Keith Waters, 55, que também pastoreia uma igreja evangélica local, pediu demissão do cargo depois de ser investigado pela escola em um tweet de junho de 2019, coincidindo com o início do mês do Orgulho.

Ele escreveu no tweet em 2019: "Um lembrete de que os cristãos não devem apoiar ou participar de eventos LGBTQ 'Pride Month' realizados em junho. Eles promovem uma cultura e incentivam atividades contrárias à fé e à moral cristã. Eles são especialmente prejudiciais às crianças".

Quase imediatamente, Waters recebeu uma avalanche de respostas ameaçadoras no Twitter. Mas, à medida que a reação desagradável ganhou impulso online, as ameaças logo se espalharam para além da esfera digital.

De acordo com um comunicado de imprensa do grupo britânico de defesa cristã Christian Concern, Waters "experimentou uma série de ameaças, incluindo sua esposa ter que atender, na porta de casa, uma equipe de uma funerária que havia sido enviada para organizar seu 'funeral'".

Não parou por aí. Logo, Waters estava sendo chamado por agentes imobiliários locais que haviam sido informados de que ele estava se afastando da área "com pressa".

Outro incidente foi o pastor sendo derrubado da sua bicicleta por um morador local irritado em um carro, que queria protestar com ele.

Se isso não bastasse, os advogados LGBT, para arruiná-lo, começaram a espalhar boatos de que Waters "era um molestador de crianças" e havia até "pedidos de conselheiros locais para que ele fosse investigado pela polícia por um 'incidente de ódio.'"

O Christian Legal Center (CLC), que representa Waters, disse que seus colegas disseram a ele que seu tweet era "altamente inapropriado e ofensivo", que a escola havia sido desacreditada e que ele havia quebrado o código de conduta. Ele, então, recebeu uma advertência final por escrito.

Waters disse que não teve escolha a não ser pedir demissão.

Ele está reivindicando demissão construtiva, discriminação indireta e violação do dever de igualdade do setor público.

Seu caso está sendo ouvido por um tribunal trabalhista em Cambridge nesta semana, onde advogados do Christian Legal Center argumentarão que seu ex-empregador interferiu em seus direitos à liberdade de religião, expressão e pensamento.

Eles também argumentarão que Waters tinha o direito de manifestar suas crenças religiosas sobre ética sexual em seu tweet e que as opiniões expressas não representavam homofobia ou discriminação contra homossexuais.

Waters disse que as pessoas devem ser livres para levantar preocupações sobre os eventos do Orgulho LGBT sem medo de recriminação.

"Fiquei com a escolha de renunciar ou ser silenciado e incapaz de expressar minhas crenças como pastor cristão", disse ele.

"Eu tinha muitos pais me puxando para o lado me dizendo que eles me apoiavam, mas eles não ousavam dizer isso por medo de que a multidão da mídia social também se voltasse contra eles".

"Receber um aviso final significava que eu não seria capaz de fazer as coisas que faço como pastor, que é defender a verdade da Bíblia".

"Não estou fazendo isso porque quero processar a escola, mas porque acredito que é a coisa certa a fazer. Quero garantir que outros pastores no futuro, que tenham que trabalhar meio período em uma organização secular, sejam livres para pregar a verdade e não perder o emprego".

"Ainda mantenho o que disse e sempre defenderei a verdade. Acredito que a segurança das crianças é primordial."

Comentando o caso, a executiva-chefe do CLC, Andrea Williams, disse:

"Apesar de uma abundância de estudos psicológicos concluindo que crianças expostas a conteúdo sexualmente explícito em tenra idade são mais propensas a desenvolver distúrbios e vícios, há muitos artigos online que incentivam os pais a trazer seus filhos às Paradas do Orgulho".

"Por que um pastor cristão não pode falar sobre questões tão preocupantes sem ser ameaçado e perder o emprego?"

"A história de Keith faz parte de uma cultura de cancelamento onde questões como o orgulho LGBTQ não podem ser questionadas ou criticadas sem que os indivíduos sejam silenciados, vilipendiados ou pior".

"Estamos com Keith enquanto ele busca justiça esta semana".

Fonte: Folha Gospel com informações de The Christian Today e Faithwire

sábado, 2 de novembro de 2019

Justiça decide que gráfica cristã não é obrigada a criar camisa do orgulho gay

Uma gráfica de propriedade cristã que foi processada após se recusar a criar camisetas promovendo um festival do orgulho gay em Lexington, Kentucky, nos EUA, ganhou a ação judicial na Suprema Corte.
A Hands On Originals, cujo proprietário é o cristão Blaine Adamson, foi convidado em 2012 pela Organização de Serviços para Gays e Lésbicas (GLSO, sigla em inglês) para criar camisetas para o Lexington (Ky.) Pride Festival com círculos coloridos em arco-íris. 
Quando Adamson disse que não podia imprimir as camisas devido a suas crenças religiosas e indicar outra gráfica, a organização apresentou uma queixa à Comissão de Direitos Humanos do Condado de Lexington Fayette Urban City, alegando discriminação com base na orientação sexual / identidade de gênero.
Embora a comissão que analisou o caso tenha ficado do lado do GLSO, Adamson venceu no tribunal inferior e depois no tribunal de apelações.
Na quinta-feira, 30 de outubro, a Suprema Corte do Kentucky deu a Adamson outra vitória ao decidir que a Organização de Serviços de Gays e Lésbicas não tinha legitimidade para apresentar o caso. A ordenança em questão protege indivíduos, mas não grupos, decidiram os juízes  . 
A Alliance Defending Freedom (ADF), que representava Adamson, comemorou a decisão.
"[A] decisão deixa claro que esse caso nunca deveria ter acontecido", disse o advogado sênior da ADF, Jim Campbell, que argumentou perante o tribunal estadual. "Por mais de sete anos, funcionários do governo usaram esse caso para virar a vida de Blaine de cabeça para baixo, embora tenhamos dito desde o início que o processo não cumpria os requisitos legais da cidade."
"A Primeira Emenda protege o direito de Blaine de continuar servindo a todas as pessoas enquanto se recusa a imprimir mensagens que violam sua fé", acrescentou Campbell. 
A ADF argumentou que Adamson não recusou a solicitação da organização por causa da orientação sexual do cliente – mas, em vez disso, por causa da mensagem.  
Uma coalizão de procuradores-gerais de 10 estados tomou o partido de Adamson e apresentou uma petição argumentando que a lógica da comissão era "um escritor freelance que se oponha a seita Cientologia estaria violando a equidade da Justiça… se ele se recusasse a escrever um comunicado à imprensa anunciando um evento da seita e um ator estaria violando a ordenança se ele se recusasse a se apresentar em um comercial para uma organização religiosa da qual ele desaprova".
Folha Gospel com informações de Christian Headlines

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Cristã é afastada de coordenação após questionar introdução de livros LGBT em escola


Maureen Griffith tem 74 anos e trabalha há cerca de 20 na escola 'Alperton Community', em Londres.


A coordenadora de uma escola em Londres foi afastada por questionar a inclusão de livros LGBT à biblioteca da instituição e introdução do "mês do orgulho gay" no calendário oficial.

Maureen Griffith, que trabalha na Escola 'Alperton Community', no norte de Londres, desde os anos 90, diz que teve fez alguns questionamentos depois que a equipe recebeu listas de livros com temáticas do 'LGBTQ + Pride Month' ('Mês do Orgulho LGBTQ+'), segundo a CBN News.

Ela disse que "os pais não foram consultados" sobre as mudanças e disse que haveria "pais com filhos de origens religiosas que poderiam se opor e não gostariam que seus filhos tivessem essa forma de educação sexual".

"Como mãe, eu não gostaria que meus filhos estivessem lendo livros LGBT ou participando de um mês do orgulho LGBT", disse Griffith.

Ela disse que enquanto questionava a decisão, um membro da equipe saiu da sala e outro a acusou de ignorar a lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Menos de duas semanas após a reunião, Griffith recebeu uma carta dizendo que havia sido suspensa por "violar o Código de Conduta do Governador" e por fazer "comentários homofóbicos em uma reunião pública, que eram ofensivos para os funcionários".

Em resposta à suspensão, Griffith disse que seu trabalho é "examinar" e ajudar a liderar a conversa para "discussão, debate e encontrar consenso sobre o caminho certo para avançar".

"Quando eles me disseram que eu era 'homofóbica' por examinar a introdução do Mês do Orgulho LGBT, tive que voltar para casa e ver o que isso significava", disse ela. "Eu não podia acreditar. Mas agora, com essa agenda LGBT, não apenas nas escolas, mas em toda a sociedade, não há debate, questionamento e apenas uma democracia unidirecional".

Griffith disse que confia em sua fé durante sua suspensão.

"Minha fé em Jesus é muito importante para mim nos bons e nos maus momentos - é meu ser tudo e terminar tudo", disse ela. "Não posso fazer nada sem a ajuda Dele, e Ele torna meu fardo mais leve. Foi assim que minha mãe me criou", destacou.

Fonte: Guiame

terça-feira, 25 de junho de 2019

Igreja celebra mês do orgulho gay e convida drag queen para culto com crianças


Dan Davidson colocou um vestido roxo, maquiagem e 'barba de glitter' para contar uma história às crianças, durante o culto de uma igreja, em Ohio (EUA).


O zelador do prédio de uma igreja em Cincinnati, Ohio, vestiu-se de drag queen para ler um livro para as crianças durante um culto recente de domingo (16 de junho).

O jornal 'Cincinnati Enquirer' relatou que Dan Davidson se vestiu como "Sparke Leigh" — personagem que ele próprio criou — com um vestido roxo, maquiagem, salto alto e "uma barba de glitter" e se posicionou à porta da Igreja Presbiteriana de Mount Auburn, cumprimentando os membros e visitantes.

Após a música "God Welcomes All" ("Deus dá Boas-vindas a Todos"), entoada pelo coral da igreja, Davidson subiu ao palco e leu o livro "Pride: A História de Harvey Milk e a Bandeira do Arco-Íris" para o público. A história foi escrita para crianças, algumas das quais sentaram-se aos pés de Davidson durante a leitura.
"Harvey sonhou que todos - até mesmo os gays - um dia viveriam em igualdade", disse Davidson. "Ele sonhou que um dia as pessoas poderiam viver e amar como quisessem".

Davidson se apresentou como drag queen em Seattle, Washington, antes de se mudar para Ohio no mês passado, segundo o jornal.

Em outro momento durante o culto, um homem se levantou e compartilhou com a igreja a história de sua "saída do armário".

A igreja Presbiteriana de Mount Auburn é ligada à 'PCUSA' (Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos) — há muito tempo sem qualquer conexão com a Igreja Presbiteriana do Brasil — e está comemorando o mês do orgulho gay em junho, conforme relatou o jornal 'The Enquirer'. As bandeiras do orgulho gay cobrem os salões e as velas do arco-íris estão no palco da igreja.

Patrocinando a 'Hora da História com Drag Queen'
Como a CBN News informou no início deste mês, uma igreja liberal da cidade de Leander (Texas) patrocinou um evento no qual drag queen’s contam histórias para crianças, depois que a biblioteca local cancelou o evento.

A igreja 'Open Cathedral' alugou uma sala na biblioteca pública e sediou o evento programado para 15 de junho. A igreja pagou as taxas para alugar o local, que está disponível para qualquer morador da cidade. No momento da publicação, 400 pessoas haviam respondido que planejavam comparecer ao evento.

A igreja renomeou o evento que antes se chama "Drag Queen Story Time" para "Leander Family Pride Festival", de acordo com a emissora de televisão.

A igreja 'Open Cathedral' é uma igreja progressista, que abraça a ideologia LGBTQ. O líder da congregação, Ryan Hart, disse que a igreja recebeu uma quantidade "esmagadora" de feedbacks positivos de seus membros e da comunidade de Leander como um todo. Ele disse que todos expressaram a necessidade na comunidade de um evento com drag queen’s como este.

A CBN News relatou anteriormente sobre vários eventos que visam crianças pequenas com ativismo LGBTQ, incluindo uma escola de ensino médio na Carolina do Norte, que convidou duas drag queens para falar com os alunos sobre sua identidade pessoal e gênero. As drag queens falaram em um painel e incentivaram as crianças a "celebrar os estilos de vida LGBTQ".

Alerta
Apesar do aparente discurso de tolerância colocado sobre a proposta de eventos como esses, apoiados pelas igrejas Presbiteriana de Mount Auburn e ‘Open Cathedral’, especialistas apontam que expor crianças à ideologia de gênero e a cultura LGBT pode “destruir a noção de realidade” dos pequenos.

É o caso da pediatra Michelle Cretella, que destacou os danos que a ideologia de gênero pode causar ao desenvolvimento psicológico e emocional das crianças.

"O sexo biológico não é atribuído, mas sim determinado na concepção pelo nosso DNA e está estampado em cada célula de nossos corpos. A sexualidade humana é binária. Você tem um cromossomo Y normal, que se desenvolve em um homem, ou não, e você se transformará em uma fêmea. Existem pelo menos 6.500 diferenças genéticas entre homens e mulheres. Hormônios e cirurgia não podem mudar isso", destacou.

"Uma identidade não é biológica, é psicológica. Tem a ver com o pensamento e o sentimento. Pensamentos e sentimentos não são biologicamente definidos. Nosso pensamento e sentimento podem ser factualmente corretos ou factualmente incorretos", acrescentou.

"Iludir todas as crianças, desde a pré-escola em diante, com a mentira de que elas poderiam estar presas no corpo errado destrói o alicerce, a noção de realidade de uma criança. Se elas não podem confiar na realidade de seus corpos físicos, em quem ou no quê eles podem confiar? A ideologia de gênero nas escolas é o abuso psicológico que muitas vezes leva a castração química, esterilização e mutilação cirúrgica", disse.

Fonte: Guiame
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