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domingo, 10 de janeiro de 2021

A Terra girou mais rápido em 2020 do que em qualquer outro ano desde 1960

O planeta Terra teve 28 dias mais curtos em 2020; para cientistas, 2021 será ainda mais reduzido

Em 2020, a Terra bateu um recorde: fez sua rotação mais rápida desde 1960, quando relógios atômicos precisos foram lançados, em 28 dias diferentes.

    Nosso planeta faz sua rotação a cada 86.400 segundos (24 horas). Existem dias, porém, que pode existir uma variação em milissegundos — motivo por trás do fenômeno do “dia mais curto” — devido a fatores como a pressão atmosférica, ventos e correntes ocêanicas.

    De acordo com o site Time and Date, a Terra registrou esse fenômeno 28 vezes em 2020. Em 19 de julho de 2020, aconteceu o dia mais curto de todos, com a Terra completando sua rotação 1,4602 milissegundos mais cedo do que o normal.

    Antes disso, o dia mais curto registrado foi por volta de 15 anos atrás, em 5 de julho de 2005.

    O Tempo Universal Coordenado (UTC), fuso horário de referência para todas as zonas horárias do mundo, é ajustado por cronometristas internacionais quando o tempo de rotação da Terra se diferencia em 0,4 segundos do UTC.

    Para fazer a regularização, eles adicionam um segundo bissexto ao final dos meses de junho ou dezembro. Na véspera de 2017, por exemplo, tivemos um segundo a mais antes de dizer adeus ao ano de 2016.

    Cientistas acreditam que 2021 será ainda mais curto, tão curto que é possível que um segundo seja retirado ao invés de adicionado.

    A expectativa é que os dias astronômicos deste ano tenham, em média, 0,5 milissegundos a menos. Isso significa que, ao longo do ano, teríamos por volta de 19 milissegundos a menos no tempo astronômico.

    É bem possível que um salto negativo seja necessário se a taxa de rotação da Terra aumentar ainda mais, mas é muito cedo para dizer se isso é provável que aconteça”, disse o físico Peter Whibberley, do Laboratório Nacional de Física do Reino Unido, ao The Telegraph.

    Whibberley também disse ao Telegraph que a discussão do segundo bissexto negativo pode levar a extinção da técnica de adicionar segundos bissextos.

    Fonte: Exame

    quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

    Feminista prega fim da reprodução humana para salvar o planeta do aquecimento

    Uma feminista professora de filosofia e praticante de ocultismo propôs a extinção da humanidade para que o planeta Terra seja salvo de uma suposta destruição resultante do aquecimento global.
    Patricia MacCormack leciona na Universidade Angela Ruskin e milita no feminismo e ficou conhecida por suas declarações a respeito das práticas oculistas. Certa vez, afirmou que a invocação de demônios era importante para o feminismo, mas trazia riscos: "A loucura é tão provável quanto o êxtase".
    Com todo esse contexto, incluindo a dose de sarcasmo presente nas declarações, a militante agora vem defendendo que a humanidade é um problema para o planeta, e que a sociedade deve interromper a reprodução.
    No livro The Ahuman Manifesto: Activism for the End of the Anthropocene, Patricia defende que o ápice do progresso deve ser a extinção humana e descreve "o apocalipse como um começo otimista" para outras espécies.
    O portal Life News destaca que o livro argumenta que "devido aos danos causados a outras criaturas vivas na Terra, devemos começar gradualmente a eliminar a reprodução".
    O escritor Jonathon Van Maren, ativista pró-vida, publicou um artigo comentando a proposta da feminista/ocultista: "É precisamente por isso que esses fanáticos pelo clima representam muito mais perigo para a civilização humana do que a mudança climática", escreveu.
    "Eles estão tentando tomar o poder declarando um estado de emergência e, depois de adquirirem o poder nessas instalações, o usarão para implementar um sistema real. Estado de emergência. Sabemos como é quando o Estado usa seu poder para controlar a reprodução de milhões: as esterilizações forçadas, as mulheres que foram sequestradas e tiveram seus filhos não-nascidos arrancados de seus úteros, o trauma de famílias truncadas e uma cultura em crise. Foi chamada de Política de Filho Único e só recentemente começou a ser eliminada na China. Isso resultou em 336 milhões de abortos e miséria incomensurável", acrescentou Van Maren, apontando os traços do pensamento comunista na proposta da ativista.
    Numa entrevista ao portal Cambridge News, Patricia declara que é influenciada pela teoria Queer e pela visão do feminismo. "Isso me levou a aprender mais sobre os direitos dos animais, que foi quando me tornei vegana. A premissa básica do livro é que estamos na era do Antropoceno, a humanidade causou problemas em massa e um deles está criando esse mundo hierárquico em que pessoas brancas, masculinas, heterossexuais e saudáveis estão tendo sucesso e pessoas de diferentes raças, sexos, sexualidades e pessoas com deficiência estão lutando para conseguir isso", declarou.
    Outro passo proposto no livro, segundo a própria autora, é "desmantelar a religião" para que sua revolução seja colocada em marcha: "Isso faz as pessoas agirem de acordo com regras impostas, em vez de responder pensativamente às situações em frente", finalizou a professora universitária e ativista feminista Patricia MacCormack.
    Fonte: Gospel+
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