sexta-feira, 29 de maio de 2020

PGR se manifesta contra apreensão do celular de Bolsonaro

O procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifestou no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a apreensão do celular o presidente Jair Bolsonaro, segundo o G1.
O pedido foi feito por partidos políticos e parlamentares na investigação sobre a suposta interferência política do presidente na Polícia Federal.
O PGR entendeu que, como a investigação é de competência do MPF, não cabe intervenção de terceiros no processo, como no caso de partidos e parlamentares.
"Tratando-se de investigação em face de autoridades titulares de foro por prerrogativa de função perante o Supremo Tribunal Federal, como corolário da titularidade da ação penal pública, cabe ao Procurador-Geral da República o pedido de abertura de inquérito, bem como a indicação das diligências investigativas, sem prejuízo do acompanhamento de todo o seu trâmite por todos os cidadãos", escreveu Aras no parecer.

Damares Alves diz que “a Igreja será vista de outra forma” por ajuda durante pandemia


Segundo ministra, sociedade verá instituição religiosa de outra forma depois do fim da Covid-19.


A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, foi uma das convidadas do terceiro encontro da 1ª Jornada Virtual de Estudos em Direito e Religião.

O webinário, promovido pelo Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR), discute semanalmente comportamento humano observado diante da Covid-19. O tema do evento desta vez foi "A vocação social da Igreja Cristã em tempos de pandemia".

Damares afirmou que o cenário no país seria ainda mais crítico se não fosse pela atuação da Igreja junto ao Estado durante a crise do novo coronavírus. "Como ministra, lidero ações voltadas aos vulneráveis. Depois da pandemia, a sociedade vai nos olhar como Igreja de outra forma", diz ela, também pastora.

Segundo a ministra, deputados federais e senadores que defendem a taxação de impostos a entidades evangélicas e católicas na dentro da reforma tributária "irão repensar algumas práticas no Congresso Nacional".

"Essa pandemia veio para derrubar a ideia de que Estado, mesmo laico, e Igreja não podem trabalhar juntos", reiterou.

Repatriação
Como exemplo, Damares falou sobre a repatriação de brasileiros que não conseguiam voltar do exterior em virtude das dificuldades motivadas pela Covid-19. "Nossos aviões não podiam buscá-los porque aeroportos estavam fechados. Eles teriam que dormir na rua. Não podiam ficar nem em hotéis. Contatamos filiais das igrejas nos países, que abrigaram nossos brasileiros. Trouxemos 21 mil pessoas", lembrou.

A ministra citou, ainda, que instituições religiosas socorreram pessoas que moram no interior do Brasil e não têm agências bancárias em suas cidades a fim de receberem o auxílio emergência de R$ 600 destinados pelo governo federal. "Embarcações de igrejas cristãs serviram como bancos em locais que o acesso é por rio em que municípios maiores fecharam suas entradas", contou.

Segundo a ministra, o Brasil deverá rever as políticas públicas na área social pós-pandemia. "Nem o cadastro dos mais de 2,5 mil abrigos de idosos do país o governo federal tinha", revelou.

Ela garante que "denominações religiosas que não serão reveladas" fornecem alimentos e equipamentos a lares de idosos e abrigos de crianças "em silêncio". Damares defendeu a liberdade religiosa e a manutenção da igreja como serviço essencial durante a pandemia.

O quarto e último webinário será em 2 de junho.

Fonte: Guiame

Estudo de DNA diz que há descendentes de cananeus entre árabes e judeus atuais


Um relatório científico revela que a herança genética dos cananeus está presente em judeus e árabes modernos.


Os cananeus são conhecidos como as pessoas que viveram em uma "terra que mana leite e mel" até serem vencidos pelos antigos israelitas e desaparecerem da história. Mas um relatório científico publicado nesta quinta-feira (28) revela que a herança genética dos cananeus está presente em muitos judeus e árabes modernos.

Segundo o estudo publicado pela Cell Press, a equipe extraiu o DNA dos ossos de 73 indivíduos enterrados ao longo de 1.500 anos em cinco locais cananeus espalhados por Israel e Jordânia. Eles também levaram em consideração dados de mais 20 indivíduos de quatro sites relatados anteriormente.


"Indivíduos de todos os locais são geneticamente similares", diz o coautor e evolucionista molecular Liran Carmel, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Embora os cananeus vivessem em regiões longínquas e nunca tenham se tornado um império, eles compartilhavam genes e uma cultura comum.

Os pesquisadores também fizeram uma comparação entre o DNA de povos antigos e modernos e descobriram que a maioria dos árabes e judeus da região têm mais da metade de seu DNA vinculados aos cananeus e outros povos que habitavam regiões como Síria, Líbano, Israel, Palestina, Iraque e Irã.

O estudo é resultado de uma colaboração entre o laboratório de Carmel, o antigo laboratório de DNA da Universidade de Harvard — liderado pelo geneticista David Reich — e outros grupos. Suas descobertas são as mais recentes de uma série de avanços na compreensão dos cananeus, que deixou para trás poucos registros escritos.

Marc Haber, geneticista do Wellcome Trust’s Sanger Institute, em Hinxton, no Reino Unido, co-liderou um estudo em 2017 com cinco indivíduos cananeus da cidade costeira de Sídon. Os resultados mostraram que os libaneses modernos podem traçar mais de 90% de sua ascendência genética aos cananeus.

Os textos bíblicos registram que Deus prometeu a terra de Canaã aos israelitas após o êxodo do Egito. A Bíblia diz que os hebreus conquistaram a região, mas as evidências arqueológicas não mostram uma destruição generalizada das populações cananéias. Eles teriam sido gradualmente dominados por invasores posteriores, como os filisteus, gregos e romanos.

O novo estudo demonstra ainda que um número significativo de pessoas, e não apenas mercadorias, se movimentava durante a primeira era de cidades e impérios da humanidade. Os genes dos indivíduos cananeus indicam ser uma mistura de locais e migrantes do Cáucaso, parte da fronteira entre a Europa e a Ásia, no início da Idade do Bronze.

Carmel espera expandir em breve as descobertas coletando DNA dos restos daqueles que podem ser identificados como hebreus, moabitas, amonitas e outros grupos mencionados na Bíblia e em outros textos.

Fonte: Guiame

Fieis da Assembleia de Deus realizam cerimônia de adoração em frente à prefeitura no RJ

De joelhos dobrados e as mãos estendidas, em sentido ao prédio da Prefeitura de Barra Mansa, no sul do estado do Rio de Janeiro, um grupo de fieis da Igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira, do Ano Bom, realizou uma cerimônia de louvor e adoração, em prol do município, no fim da tarde desta quarta-feira (27).
O objetivo da iniciativa é de levar a palavra de Deus por toda cidade com cartazes contendo frases motivacionais e, através da fé, garantir a esperança de que esse período de pandemia será vencido.
O prefeito de Barra Mansa, Rodrigo Drable, participou da cerimônia e fez questão de agradecer.
"Essa é a mais clara demonstração de amor e de fé. Essas pessoas estão nas ruas por todos nós e isso nos dá ainda mais esperança de que Deus está no controle de tudo. Peço sempre a Deus que abençoe nossa cidade, os enfermos, os profissionais da saúde que batalham na linha de frente contra a Covid-19. Que Ele preserve nossas vidas. Muito obrigado por esse ato maravilhoso", agradeceu Drable.

O pastor da Igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira, Rildo Ferreira de Moraes, disse que o grupo tem realizado a cerimônia em diversos pontos de Barra Mansa.
"Iniciamos essa celebração com a finalidade de abençoar nossa cidade. Não podíamos deixar de estar aqui, em frente à prefeitura, para pedir que Deus abençoe a vida e a família de cada servidor, assim como a do prefeito Rodrigo que tem desempenhado um trabalho muito positivo diante da atual realidade", finalizou o pastor. 
Fonte: Prefeitura de Barra Mansa via Folha Gospel
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