domingo, 22 de maio de 2022

Malafaia defende pastores e critica Globo: ‘Odeia evangélicos’



Silas Malafaia, Líder da ADVEC afirmou que os pastores estão protegidos pela Constituição por seus atos

O pastor Silas Malafaia publicou um vídeo neste sábado (21), em suas redes sociais, em defesa dos pastores Jeter Josepetti, acusado de homofobia por não ter batizado um homossexual, e Felippe Valadão, acusado de intolerância religiosa por ter reagido a despachos que foram postos diante do palco onde ele fazia um culto.

Ao falar do caso do pastor Jeter, da Igreja Presbiteriana Renovada de Aracaju, no Sergipe, Malafaia destacou que o líder religioso está protegido pelo inciso VIII do artigo 5° da Constituição Federal, que estabelece que “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”.

Se você quiser entrar em um partido político, em um clube ou em qualquer religião tem um estatuto. Se você não estiver de acordo com o que o estatuto diz, você não pode fazer parte, não pode ser membro. As igrejas evangélicas têm como base a palavra de Deus e nós não batizamos quem vive na prática da prostituição, do adultério e do homossexualismo – disse Malafaia.

Já no caso de Felippe Valadão, da Igreja Lagoinha de Niterói, no Rio de Janeiro, Malafaia criticou a Rede Globo por, segundo ele, fazer um jornalismo “bandido, parcial e que não quer saber da verdade” ao acusar Valadão de intolerância religiosa. Para Malafaia, o pastor da Lagoinha está protegido pelo inciso VI do artigo 5° da Constituição.

Religiões afros colocaram despachos na frente do palco, isso é intolerância religiosa. O que o Felippe Valadão fez foi uma reação da sua indignação. E eu perguntei a ele: A Globo foi te entrevistar?. Não, a Globo não entrevista nada, ela odeia os evangélicos e tem o jornalismo mais bandido desse país – completou.

SOBRE OS CASOS

O fotógrafo João Pedro Pedroso acusou a Igreja Presbiteriana Renovada de Aracaju de ter praticado homofobia contra ele por tê-lo impedido de se batizar no último domingo (15). Ao portal G1, João Pedro Pedroso afirmou que a justificativa apresentada pelo pastor da igreja seria de que ele não poderia ser batizado por ser homossexual.

Sobre o ocorrido, a Igreja Presbiteriana Renovada de Aracaju (IPRA) informou que um candidato ao batismo que não estiver apto a ser batizado, de acordo com as normas da igreja, não pode participar do ato batismal.

Já o caso relacionado ao pastor Felippe Valadão, da Igreja Lagoinha de Niterói, aconteceu durante um evento em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio, na última quinta-feira (19). Na ocasião, ele reagiu a despachos que foram postos diante do altar. Desde então, ele passou a ser alvo de críticas de veículos de imprensa.

De ontem [18] para hoje [19] tinha quatro despachos aqui na frente do palco. Avisa aí para esses endemoniados de Itaboraí: o tempo da bagunça espiritual acabou, meu filho. A igreja está na rua! A igreja está de pé! E ainda digo mais: prepara para ver muito centro de umbanda sendo fechado na cidade! – disse ele, no evento.

Após ser acusado de intolerância, o pastor Felippe Valadão usou as redes sociais para dizer que ele não é o que os jornais ou as mídias estão falando a seu respeito. Ele convidou as pessoas que têm acessado o seu Instagram para criticá-lo a irem até a sua igreja, a Lagoinha de Niterói, e o conhecerem “de coração aberto”.

Você que acha que eu sou isso aí que o jornal fala ou as mídias estão falando né, normal, o papel deles [da mídia] é esse mesmo, eles têm que vender matéria, eles têm que gerar engajamento, é isso aí, eles estão no papel deles. Então, você quer saber quem sou eu? Quer saber o que as pessoas que me seguem pensam a meu respeito? Vem na Lagoinha Niterói – convidou.

Fonte: Pleno News

Câmaras Municipais de Londrina e Porto Alegre aprovam proibição da linguagem neutra


Em Londrina, a proibição é para escolas e concursos públicos. Em Porto Alegre, é para escolas e administração municipal

Câmara Municipal de Londrina (PR) aprovou em primeiro turno, no dia 10 de maio, projeto de lei que proíbe o uso da linguagem neutra em instituições de ensino e bancadas examinadoras de seleções e concursos públicos.

O projeto vai a votação em segundo turno e, se aprovado, segue para sanção do prefeito.

O projeto de lei foi apresentado pela vereadora Jessicão (PP) e teve 13 votos favoráveis, dois contrários e uma abstenção. Pela proposta, a violação da lei por instituições públicas acarretará sanções não especificadas aos servidores públicos. Já em instituições privadas, o descumprimento da lei pode gerar advertência e suspensão do alvará de funcionamento do estabelecimento.

A linguagem neutra é defendida por ativistas da ideologia de gênero e estabelece o uso de expressões que não sejam no masculino nem no feminino.

Os artigos “a” e “o” são substituídos, por exemplo, por letras como “e” ou “x”, para expressar o que classificam como gênero neutro ou não-binário. Assim, palavras como “todos” e “todas” são escritas “todes” ou “todxs”, “menino” ou “menina” passam a ser escritos como “menine” etc.

Esse é meu primeiro projeto protocolado como vereadora, por entender a extrema necessidade de proteger a língua portuguesa e a cabeça das nossas crianças”, disse a vereadora. Segundo ela, o uso da linguagem neutra também dificulta a compreensão de textos por deficientes visuais que utilizam softwares de leitura e por pessoas com dislexia, que apresentam dificuldades na leitura e na escrita.

Durante a tramitação, a Comissão de Justiça, Legislação e Redação da Câmara Municipal solicitou manifestação da Secretaria Municipal de Educação (SME), da Secretaria Municipal de Governo (SMG) e do Conselho Municipal de Educação de Londrina (CMEL) sobre o projeto.

A SME declarou que “não faz uso da ‘linguagem neutra’ em documentos de orientação, na produção de materiais didático-pedagógicos e organizadores curriculares, utilizando-se apenas das formas de flexão de gênero propostas pela norma culta da Língua Portuguesa”.

O CMEL se manifestou contra e alegou que o projeto “contraria princípios constitucionais que regem a educação e outros contidos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional”. Disse ainda que o projeto “pretende sobrepor-se a mecanismos vigentes de controle e regulamentação do sistema de ensino público e privado do município”.

A assessoria jurídica da Câmara de Londrina considerou a proposta inconstitucional, por tratar de bases nacionais da educação e por impor limitações ao idioma nacional oficial, matérias que seriam de competência privativa da União. O parecer jurídico também disse haver inconstitucionalidade no projeto ao coibir o uso de linguagem neutra em concursos públicos municipais, pois a definição do regime jurídico dos servidores e a forma de provimento dos cargos seria competência do prefeito.

Porto Alegre também veta linguagem neutra

No início de maio, a Câmara Municipal de Porto Alegre (RS) também aprovou um projeto de lei que veta o uso de linguagem neutra nas escolas da cidade e na administração municipal. O projeto foi aprovado por 20 votos a 11. O texto aguarda sanção do prefeito.

O texto afirma que o projeto “garante aos estudantes do município de Porto Alegre o direito ao aprendizado da língua portuguesa de acordo com as normas e orientações legais de ensino estabelecidas com base nas orientações nacionais acerca de educação, nos termos da Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e alterações posteriores, pelo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) e pela gramática elaborada nos termos da reforma ortográfica ratificada pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)”, Além disso, “obriga o uso da língua portuguesa nos mesmos termos em toda a comunicação externa e com a população em geral realizada por parte da administração pública municipal, direta e indireta”.

A proposta é de autoria das vereadoras Fernanda Barth (PSC), Comandante Nádia (PP) e Psicóloga Tanise Sabino (PTB) e dos vereadores Alexandre Bobadra (PL), Ramiro Rosário (PSDB), Jessé Sangalli (Cidadania) e Hamilton Sossmeier (PTB). Eles afirmaram que “o uso da linguagem ‘neutra’ prejudica inúmeras pessoas com problemas de dislexia ou problemas visuais”. “Da mesma forma, traz graves dificuldades ao processo de alfabetização, já que a noção de concordância, essencial ao nosso idioma, fica prejudicada”, disseram.

Fonte: ACI Digital via Folha Gospel

sábado, 21 de maio de 2022

Menino de 14 anos prega nas ruas da Ucrânia e leva pessoas a Jesus



O trabalho evangelístico do menino foi divulgado por Virginnia Gina Logan, que mora na Inglaterra e também é pregadora de rua.

Esta é uma bola de fogo europeia de 14 anos!!! Ele é um evangelista consumido pelo fogo do Espírito Santo que prega o Evangelho e leva as pessoas a Jesus com choro!”. Assim, Virginnia Gina Logan, que mora na Inglaterra, definiu um jovem que prega nas ruas da Ucrânia.

O rapaz aparece em diversos vídeos, feitos pelas pessoas nas ruas e por outros evangelistas, que admiram o trabalho feito por uma nova geração chamada por Deus nestes tempos.

Em um deles, vê-se um homem chorando copiosamente enquanto o garoto ora por ele com as mãos em seus ombros.

Cuidado mundo, o inimigo tentou matar esta geração porque há algo especial surgindo”, declarou Virginnia, que também e uma pregadora de rua, em Manchester, Inglaterra, e fez a divulgação do trabalho evangelístico do menino.


Mish Chis Gloree concorda com Virginnia e responde: "Eu creio que é por isso que o inimigo está atrás deles e é tão duro. Eles são chamados e escolhidos para um momento como este".

Jovem missionário

O jovem, que não tem seu nome divulgado, também prega para crianças. Um dos trabalhos que ele fez como missionário foi em um abrigo infantil em Lviv.

Embora centenas de missionários estejam na Ucrânia, impulsionados pela guerra enfrentada desde fevereiro com a invasão da Rússia, muitos evangelistas já estavam trabalhando no país, com plantação de igrejas e pregações ao ar livre, fazendo com o número de cristãos evangélicos aumentasse no país.

O evangelista Michael Job ministra para refugiados na fronteira da Polônia com a Ucrânia, em abril. (Foto: Instagram Michael Job)

Esse movimento ao ar livre tem sido visto em vários países da Europa, como a Inglaterra de Virginnia, onde também tem sido combatido com prisões por supostas ofensas quando os pregadores de rua falam de verdades bíblicas inaceitáveis para os padrões morais deste tempo.

Foi o que aconteceu com o pastor John Sherwood de 72 anos, preso em abril do ano passado após pregação considerada homofóbica, foi absolvido pelo Tribunal de Magistrados de Uxbridge, no Reino Unido.

Na ocasião, ele foi levado algemado pela polícia depois que queixas foram feitas contra ele. Em sua pregação ele disse que Deus criou apenas dois sexos — masculino e feminino, homem e mulher.

'Os frutos falam'

Outra resistência, segundo Virginnia publicou em sua página do Facebook recentemente, vem dos próprios cristãos que desacreditam ou não se envolvem com a pregação de rua:

Há tanto assalto contra a proclamação pública ao ar livre do Evangelho! E você ficará chocado ao ouvir que isso é ainda verdade professada por crentes em Jesus Cristo e missionários cristãos. Eles dizem que [essa pregação] ‘não é eficaz’. Bem, eu digo que é! Os frutos falam por si!”, rebate a evangelista.

Nos últimos 2 dias em um país europeu vimos quase 100 decisões por Jesus Cristo nas ruas através de proclamação pública! Posso dizer que muitos de nós estamos chorando e batendo palmas! Construirei o reino com minha voz e destruirei a escuridão de qualquer região através da proclamação pública da verdade! tente! funciona!!!!”, desafia Virginnia, que publicou um vídeo de seu trabalho nas ruas.


Fonte: Guiame

Pastor Felippe Valadão reage a despachos postos diante do altar



Líder cristão vem sendo criticado pela mídia e entidades de religiões africanas por suas falas na ocasião

Em evento gospel na Região Metropolitana do Rio na última quinta-feira (19), o pastor Felippe Valadão, da Igreja Lagoinha de Niterói, reagiu a despachos que foram postos diante do altar. Desde então, o líder religioso vem sofrendo críticas da mídia em razão das declarações que fez na ocasião.

De ontem para hoje tinha quatro despachos aqui na frente do palco. Avisa aí para esses endemoniados de Itaboraí: o tempo da bagunça espiritual acabou, meu filho. A igreja está na rua! A igreja está de pé! E ainda digo mais: prepara para ver muito centro de umbanda sendo fechado na cidade! – declarou Felippe no evento, que reuniu diversos artistas gospel.

O pastor também afirmou que chegará um tempo que “Deus vai começar a salvar esses pais de santo que tem na cidade.”

Você vai ver coisa que você nunca viu na vida. Chegou o tempo, Itaboraí! Aquele espírito maligno de roubalheira na política acabou – assinalou.

Após entidades de religiões africanas protestarem contra as falas, Felippe Valadão afirmou que ele não é o que o jornal ou as mídias estão retratando.

Quer saber quem sou eu? Quer saber o que as pessoas que me seguem pensam a meu respeito? Vem na Lagoinha Niterói. Pode vir de coração aberto, você vai se surpreender – convidou.

O desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, William Douglas, saiu em defesa do pastor, negando que ele seja uma pessoa “intolerante”.

O pastor Felippe Valadão fez declarações bastante deselegantes nesse evento e está sendo massacrado pela imprensa. Conheço o pastor Felippe, e ele não é intolerante. Espero que todos avaliem o quadro completo: era um show gospel e alguém ou alguns fez/fizeram despachos em frente ao palco. Felippe foi rude nas palavras, mas teve reação a uma deselegância e rudeza que fizeram contra todos os presentes no culto. Foi uma retorsão imediata – declarou Douglas.

Para o desembargador, “a primeira intolerância da noite foi fazerem despachos na frente do palco, que para os evangélicos, no evento, equivale ao altar”.

Não se invade igreja católica nem nua nem com bandeira vermelha (um vereador fez isso), não se entra em sinagoga com cruz, não se entra em mesquita com a bandeira de Israel ou tocando shofar, não se faz despacho em frente a igreja, nem culto em frente a celebração da umbanda – avaliou.

Fonte: Pleno News

Globo fará primeira novela gospel de sua história - COMENTO A NOTÍCIA



De acordo com o site 'NaTelinha', os diretores da TV Globo tiveram uma reunião e verificaram a necessidade de alcançar o segmento.


Com o crescimento do público evangélico nos últimos 25 anos no Brasil, a TV Globo decidiu criar a primeira novela gospel de sua história.

De acordo com o site ‘NaTelinha’, os diretores da emissora tiveram uma reunião e verificaram a necessidade de alcançar o segmento que atualmente acompanha as novelas da Record TV.

Ainda de acordo com o site, a primeira novela gospel da TV Globo já tem nome e data para estrear.

A trama que irá substituir Cara e Coragem, será escrita por Rosane Svartman, e estreia no dia 30 de maio de 2023.

Vai na Fé’ irá ao ar na faixa das 19h e contará a história de Solange, uma vendedora de marmita, que também é evangélica.

Além disso, a trama também abordará a história de uma advogada que é protestante. A ideia da emissora é explorar a diversidade entre os evangélicos.


MEU COMENTÁRIO:

A TV Globo não mudou em nada sua visão e ideologia. No meu entender, mesmo não admitindo, já está "sentindo na pele" o crescimento dos evangélicos e a repulsa desse seguimento da sociedade, pela sua nefasta grade de programação, a qual contribui para a destruição da família, e dos demais valores e princípios morais e éticos que sempre nortearam as pessoas de bem, e com uma tradição judaico cristã.

Nas últimas décadas, tudo que a Rede Globo fez para esse público crescente, foi ridicularizá-lo, na tentativa de barrar o seu crescimento, seja através das novelas ou do seu competente jornalismo, porém infelizmente, venal, tendencioso, maléfico e perverso.

Não deu certo, graças a Deus!

Neste momento, isso não passa de uma estratégia de marketing, na tenttiva de enganar incautos e inocentes.

Há um provérbio americano que diz: "se não pode derrotá-los, junte-se a eles", exatamente isso e nada mais.

Vão tentar colocar uma "isca" na sua grade de programação, para em dando certo, trazer de volta o público perdido, e assim recuperar sua audiência como o era. A Globo ainda é a maior, porém querem estancar a decadência que não hà como esconder.

Não tenho dúvida que o contexto bíblico é outro, mas a semelhança da aplicação é tão boa que não posso deixar de registrar:

"Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas". - Apocalipse 18:4

sexta-feira, 20 de maio de 2022

Projeto que veda ridicularização de religiões avança em Santa Catarina


Santa Catarina pode ser o primeiro estado a vedar a ridicularização religiosa no país.


Foi aprovado, nesta terça (17), pela Comissão de Educação de Santa Catarina, o Projeto de Lei que proíbe o desprezo de dogmas e crenças relativas a qualquer religião. O estado pode ser o primeiro a vedar a ridicularização religiosa no país. O PL é de autoria da deputada Ana Campagnolo e prevê uma multa de até R$ 500 mil por descumprimento da Lei.

O projeto veda qualquer desrespeito praticado sob a forma de sátira, ridicularização e menosprezo. O PL original também proíbe a liberação de verbas públicas para a contratação ou financiamento de eventos como desfiles carnavalescos, espetáculos, passeatas e marchas que praticam a intolerância religiosa.

Originalmente o documento se referia somente à religião cristã, porém a emenda apresentada pelo deputado Dr. Vicente Caropreso proíbe a satirização de qualquer religião existente no Estado. De acordo com o parlamentar, a ideia é que o substitutivo englobe não apenas a fé cristã, mas todas as correntes religiosas, como forma de combater o fanatismo religioso.

"Estamos vivendo um momento em que há uma falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças ou crenças religiosas de terceiros. Não se pode tolerar que a fé seja desrespeitada sem sofrer qualquer punição", diz.

A iniciativa prevê uma multa de R$ 5 mil a R$ 500 mil para quem descumprir a norma, bem como a impossibilidade de realizar eventos que dependam de autorização do poder público Estadual ou de seus órgãos, pelo prazo de cinco anos.

O texto segue para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e ainda deve ser analisado pela Comissão de Direitos Humanos antes de ir ao plenário.

Fonte: Sul inFoco via Folha Gospel

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