quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Morre aos 56 anos a cantora gospel e pastora Ludmila Ferber

A cantora gospel Ludmila Ferber, de 56 anos de idade, morreu na noite dessa terça-feira (26/1). Ela lutava contra um câncer no pulmão, com metástase no fígado e nos ossos.

A pastora foi diagnosticada com a doença em 2018. "Em tempos de guerra, nunca pare de lutar. Hoje estou entrando num momento único e surpreendente da minha vida: o tratamento de quimioterapia", contou à época.Naquele mesmo ano, os médicos afirmaram que a pastora só teria mais seis meses de vida.

Em depoimento à imprensa  em 2019, Ludmila contou que só procurou o médico que a diagnosticou com câncer por insistência de uma das filhas.

Ela teria iniciado o quinto tratamento contra a doença em um hospital de São Paulo na semana passada.

O último post de Ludmila em seu Instagram foi na última segunda (24), quando ela citou um trecho de sua canção Buscar Tua Face é Preciso.

Quando tudo parece estranho ao redor / Buscar tua face é preciso, Deus / Quando a gente não sabe o que está ocorrendo / Buscar tua face é preciso, Deus", dizia trecho da canção na legenda.

Casada de 1987 a 2014 com José Antônio Lino, ela deixa três filhas: Daniela Ferber Lino, Ana Lídia Ferber Lino e Vanessa Ferber Lino.

Carreira

Ludmila Ferber integrou o grupo Koinonya, com o qual gravou 8 discos. Em 1996, partiu para a carreira solo e lançou Marcas, seu primeiro álbum.


Com informações Metrópoles via JM Notícia


quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Justiça do Trabalho não reconhece vínculo empregatício entre músico e igreja evangélica em Goiás


Os desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho mantiveram a sentença do juiz da 4ª Vara do Trabalho de Anápolis.

A 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Goiás não reconheceu o vínculo empregatício entre músico e igreja evangélica do município de Anápolis (GO).

Os desembargadores consideraram que as atividades de assistência espiritual e social desempenhadas por religiosos em prol da comunidade não geram vínculo de emprego com as instituições, por ser atividade decorrente de inclinação vocacional.

No recurso, o trabalhador pede a reforma da sentença para o reconhecimento do vínculo empregatício com a instituição entre anos de 2010 e 2020, anotação na CTPS e indenização por danos morais pelo não registro do contrato. O músico alegou que residia nos Estados Unidos e voltou ao Brasil para assumir o cargo de músico e responsável pelo departamento musical da igreja.

A congregação, por sua vez, negou o vínculo empregatício. Afirmou que o vínculo estabelecido entre as partes foi de natureza vocacional e a subordinação de caráter eclesiástico. Argumentou que o trabalho era voluntário com pagamento de uma ajuda de custo e que o músico se desligou espontaneamente da igreja.

Ao julgar o recurso do trabalhador, o relator do processo, juiz convocado César Silveira, entendeu não haver razão para reforma da sentença da 4ª Vara do Trabalho de Anápolis e adotou em seu voto os mesmos fundamentos do juiz de primeiro grau.

O magistrado explicou inicialmente que a situação dos autos não se enquadra em serviço voluntário, já que a Lei 9.608/1998 é taxativa quanto ao serviço voluntário relacionado a instituições com objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência à pessoa. "O entendimento é que os vínculos de natureza voluntária baseiam-se na solidariedade humana e o serviço religioso baseia-se na fé das pessoas", destacou.

Nesse caso, é essencial examinar o chamado 'animus contrahendi', ou seja, a intenção de contratar do trabalhador e do tomador, que é a de atender a um chamado de Deus e de proporcionar a concretização desse chamado, também conhecido como vocação.

Ausência de provas

A decisão considerou que o autor não apresentou provas que evidenciassem as alegações de que fora trazido dos Estados Unidos pelo pastor da igreja para assumir a responsabilidade pelo ministério de louvor. Também considerou o depoimento do músico no sentido de que deixou de frequentar a igreja porque passou a ser pastor administrador de outra igreja. A conclusão é que o "animus contrahendi" do serviço religioso era a fé.

Outra prova considerada na decisão foi uma mensagem do músico em um grupo de WhatsApp em que afirma ter concluído sua missão na igreja, deixando claro que a motivação do seu trabalho sempre foi religiosa. "(A mensagem) revela de forma inequívoca e com clareza solar que o reclamante sempre encarou o vínculo existente com a reclamada como uma missão religiosa, revelando que o 'animus contrahendi' foi a sua vocação e a sua fé na missão e não a relação de emprego, sendo inequívoca a subordinação subjetiva, que é incompatível com a subordinação jurídica meramente objetiva da relação de emprego do artigo terceiro da CLT", destacou o acórdão.

Prebenda pastoral

A conclusão dos desembargadores é que a remuneração do músico era a título de "Prebenda pastoral" (recibo de renda eclesiástica), que tem previsão na Lei 8.212/1991, art. 22, §13. O dispositivo afirma que não se considera como remuneração direta ou indireta, para os efeitos da lei, os valores despendidos pelas entidades religiosas e instituições de ensino vocacional com ministro de confissão religiosa, membros de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa em face do seu mister religioso ou para sua subsistência desde que fornecidos em condições que independam da natureza e da quantidade do trabalho executado. Ficou provado nos autos que a quantidade do trabalho executado não alterava o valor pago.

A decisão menciona, por fim, que a Previdência Social equiparava o trabalho religioso ao trabalho autônomo até a edição da Lei n° 9.876/99, que passou a tratá-lo como contribuinte individual específico.

O entendimento é que o serviço prestado de pregação evangélica ou religiosa é uma atividade exclusiva, que não se confunde com qualquer atividade profissional.

Assim, foi mantida a decisão da 4ª VT de Anápolis que não reconheceu o vínculo empregatício entre o músico e a igreja evangélica.

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho de Goiás via Folha Gospel

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

China ameaça atletas que protestarem contra o país durante os Jogos Olímpicos de Inverno


O Comitê Olímpico Internacional recebeu muitas críticas por colocar os Jogos de Inverno na China.


Um funcionário do governo chinês alertou que os atletas estrangeiros que participarem dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 em Pequim no próximo mês podem estar “sujeitos a punições” se falarem sobre questões de direitos, especialmente contra as leis e regulamentos chineses.

"Qualquer comportamento ou discurso que seja contra o espírito olímpico, especialmente contra as leis e regulamentos chineses, também está sujeito a certas punições", disse Yang Shu, vice-diretor geral do Departamento de Relações Internacionais de Pequim 2022, durante uma conferência virtual na semana passada.

Segundo a Reuters, Yang afirmou na conferência de imprensa organizada pela embaixada da China em Washington que o credenciamento de um atleta pode ser cancelado se ele não seguir as diretrizes olímpicas no discurso. Yang argumentou que a "politização dos esportes" é proibida pela Carta Olímpica.

A Regra 50 da Carta Olímpica afirma que "nenhum tipo de manifestação ou propaganda política, religiosa ou racial é permitida em qualquer local olímpico".

Durante os Jogos Olímpicos de Tóquio no ano passado, a regra foi relaxada para permitir gestos em campo, desde que não fossem perturbadores e desrespeitosos.

O Comitê Olímpico Internacional recebeu muitas críticas por colocar os Jogos de Inverno na China. Vários países, incluindo os Estados Unidos, acusaram a China de cometer genocídio contra os uigures e outras minorias étnicas muçulmanas na província ocidental de Xinjiang.

Acredita-se que cerca de 3 milhões de indivíduos foram colocados em campos de concentração pelo governo chinês sob o pretexto de combater o extremismo e o crime. Defensores dos direitos humanos e sobreviventes alegaram que esses campos são projetados para tornar os indivíduos mais solidários ao Partido Comunista Chinês e mais culturalmente chineses.

China tem sido frequentemente acusada de abusos de direitos contra outras minorias religiosas, como cristãos, budistas tibetanos e praticantes do Falun Gong.

Os Jogos de Inverno começarão em 4 de fevereiro.

No ano passado, o governo Trump classificou a perseguição da China aos muçulmanos em Xinjiang – incluindo internações em massa, trabalho forçado e esterilização forçada – como "genocídio" e "crimes contra a humanidade". A designação de genocídio foi mantida sob a administração de Biden.

A China tem sido rotulada há anos pelo Departamento de Estado dos EUA como um "país de particular preocupação" por violações flagrantes da liberdade religiosa.

Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália anunciaram boicotes diplomáticos aos Jogos Olímpicos de Pequim.

O ministro do Esporte da Austrália, Richard Colbeck, chamou os comentários da autoridade chinesa de "muito preocupantes".

"O Comitê Olímpico Internacional deixou claro que todos os atletas têm direito a opiniões políticas e a liberdade de expressá-las, inclusive por meio de mídia social e entrevistas na mídia", disse Colbeck ao The Sydney Morning Herald.

Em novembro passado, a tenista chinesa Peng Shuai desapareceu repentinamente por semanas depois que ela acusou o ex-vice-premiê Zhang Gaoli de agredi-la sexualmente em um post de mídia social que mais tarde foi excluído.

O desaparecimento da estrela do tênis é "um bom indicador do que poderia acontecer" se os atletas se manifestarem, argumentou o pesquisador da Human Rights Watch, Yaqiu Wang, esta semana.

"As leis chinesas são muito vagas sobre os crimes que podem ser usados ​​para processar a liberdade de expressão das pessoas", disse Wang, segundo o The Guardian. "As pessoas podem ser acusadas de provocar brigas ou causar problemas. Há todos os tipos de crimes que podem ser nivelados a comentários pacíficos e críticos. E na China a taxa de condenação é de 99 %."

Especialistas dizem que as Olimpíadas de 2008 em Pequim foram uma "vitória de poder brando" para a China e que as Olimpíadas de 2022 têm potencial para ser o mesmo. Sophie Richardson, diretora da China na Human Rights Watch, alertou que os atletas que viajam para Pequim devem estar cientes das capacidades de vigilância da China.

"As autoridades usam em todo o país agora ferramentas como Inteligência Artificial e policiamento preditivo, bancos de dados de big data, ampla vigilância de plataformas de mídia social, impedindo as pessoas de se envolverem em certos tipos de conversas", disse Richardson. "Qualquer um que esteja viajando para o país para esses jogos – jornalistas, atletas, treinadores – precisa estar ciente de que esse tipo de vigilância pode afetá-los."

Pesquisadores alertaram esta semana que um aplicativo de smartphone obrigatório que os atletas devem usar para relatar suas informações confidenciais de saúde durante os Jogos de Pequim devido à preocupação com o COVID-19 tem problemas de criptografia e segurança.

"É claro que o aplicativo da China para monitorar 'a saúde' dos atletas tem grandes falhas de segurança", escreveu o ex-secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, em um tweet . "O PCC procurará qualquer oportunidade para coletar informações e usá-las contra eles. Todos os atletas olímpicos devem entender o tremendo risco de viajar para Pequim".

No início deste mês, os EUA e vários outros países aconselharam os atletas olímpicos a usar "telefones descartáveis” e não trazer seus próprios dispositivos para a China devido à possível vigilância do governo comunista.

"Todos os dispositivos, comunicações, transações e atividades online podem ser monitorados", diz um boletim do Comitê Olímpico e Paralímpico dos EUA. "Seu(s) dispositivo(s) também pode(m) estar comprometido(s) com software malicioso, o que pode impactar negativamente o uso futuro."

Na divulgação desta semana da Lista Mundial da Perseguição de 2022 de países onde os cristãos enfrentam a maior perseguição, o grupo de vigilância da perseguição Portas Abertas EUA pediu aos cristãos que boicotem as Olimpíadas de Pequim, já que a China muitas vezes reprime movimentos de igrejas domésticas não registradas.

"A China está usando um manto de vigilância monitorado por inteligência artificial para observar os movimentos das pessoas de fé", disse o CEO da Portas Abertas dos EUA, David Curry, durante uma entrevista coletiva. "Está até usando o reconhecimento facial para monitorar aqueles que entram nos locais de culto."

"A China implementou recentemente restrições adicionais às Bíblias e literatura cristã online, por exemplo", continuou ele. "Somente grupos que reconhecem o Partido Comunista da China e sua censura de seus sermões e Bíblias poderão distribuir as Escrituras."

Enquanto a Portas Abertas dos EUA classificou a China em 17º lugar entre os "top 50 países onde é mais difícil seguir a Jesus", Curry dedicou uma parte significativa da entrevista coletiva para destacar a perseguição religiosa perpetrada pelo Partido Comunista Chinês.

Ele citou os próximos Jogos Olímpicos como "um exemplo de como a China está usando esportes, dinheiro e investimentos em infraestrutura em todo o mundo para encobrir suas violações de direitos humanos".

Enquanto Curry elogiou o boicote diplomático do governo Biden às Olimpíadas, ele enfatizou que todo cristão nos EUA tem a obrigação de dar um passo mais longe.

"A Portas Abertas EUA está pedindo a todos os cristãos que se juntem a este boicote às Olimpíadas em nome de nossos irmãos e irmãs perseguidos na China".

Fonte: Folha Gospel com informações de The Christian Post

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Os novos cânticos de adoração duram apenas alguns anos

Estudo detecta uma rotatividade cada vez maior para as músicas cantadas na igreja.


Igrejas em todos os Estados Unidos e Canadá cantaram "O fogo do refinador /o único desejo do meu coração/é ser santo" por uma década inteira, depois que o pastor de adoração da Vineyard, Brian Doerksen, lançou esse cântico, em 1990.

"Overcome", escrito em 2007 por Jon Egan, líder de louvor de uma megaigreja, era tão popular quanto o primeiro cântico. Mas as igrejas norte-americanas só cantaram seus versos, “digno de honra e glória/digno de todo o nosso louvor/você venceu”, por cerca de três anos.

Os cânticos de adoração já não duram mais tanto quanto costumavam. A duração média de uma música largamente cantada é cerca de um terço do que era há 30 anos, de acordo com um estudo que será publicado na revista Worship Leader, em janeiro.

Para o estudo, Mike Tapper, professor de religião da Southern Wesleyan University, reuniu dois analistas de dados e dois ministros de louvor para analisar décadas de registros da Christian Copyright Licensing International (CCLI). A organização licenciadora fornece assessoria em direitos autorais para cerca de 160 mil igrejas na América do Norte e recebe relatórios periódicos sobre as músicas de louvor cantadas nessas igrejas, acompanhando cerca de 10 mil congregações ao mesmo tempo.

Olhando para as principais músicas [cantadas] nessas igrejas, de 1988 a 2020, os pesquisadores foram capazes de identificar um ciclo de vida comum para as músicas de louvor populares, segundo disse.

Fonte: Cristianismo Hoje

Ex-presidente do Supremo da África do Sul é ordenado a se desculpar por apoiar Israel


Mogoeng Mogoeng foi acusado de violar o Código de Conduta Judicial ao declarar que ama e ora por Israel.

O ex-presidente do Supremo Tribunal da África do Sul, Mogoeng Mogoeng, foi condenado a se desculpar por apoiar Israel, durante sua participação em um encontro online do jornal The Jerusalem Post. 

No evento, que aconteceu em julho de 2020, com o rabino sul-africano Warren Goldstein, Mogoeng declarou que apoiava Israel devido a suas crenças cristãs.

Tenho a obrigação, como cristão, de amar Israel, orar pela paz de Jerusalém, que na verdade significa a paz de Israel. E não posso, como cristão, fazer outra coisa senão amar e orar por Israel, porque eu sei que o ódio por Israel por mim e por minha nação só pode atrair maldições sem precedentes sobre nossa nação”, afirmou o juiz.

E completou: “Faríamos bem em refletir sobre a objetividade envolvida na adoção de uma determinada atitude em relação a um determinado país que não tirou tanto e injustamente da África do Sul e da África como outras nações que consideramos uma honra ter relações diplomáticas conosco”.

O Africa4Palestine e o movimento BDS, uma campanha de boicote a Israel em defesa da Palestina, apresentaram uma queixa na Justiça contra os comentários de Mogoeng, sob a acusação de violação do Código de Conduta Judicial. Na época, Mogoeng, que se aposentou em outubro de 2021, ainda estava no cargo judiciário.

O ex-presidente do Supremo, que também é pastor, contestou a queixa, argumentando que os juízes não deveriam ser “censurados ou amordaçados”.

Respeito a lei. Não vou desafiar a lei. Mas se chegar ao ponto em que sou forçado a fazer o abominável, ou sou forçado a rejeitar Deus, prefiro ficar sem dinheiro, sem qualquer posição. Jamais me recusarei a obedecer ao Senhor”, disse.

O Comitê de Apelação de Conduta Judicial condenou Moegoeng, afirmando que ele violou o Código de Conduta Judicial ao se envolver “em atividades extrajudiciais que são incompatíveis com a confiança e a imparcialidade dos juízes”. 

O Comitê ordenou que o ex-juiz emitisse um pedido de desculpas formal. Moegoeng se recusou a se desculpar e recorreu da decisão, porém, seu recurso foi negado na quinta-feira (20).

Se eu chegar ao ponto em que há um julgamento que diz: 'Você deve dizer que odeia Israel e os judeus', eu preferiria deixar de ser o presidente do Supremo. Se eu chegar ao ponto em que eles dizem: 'Mogoeng, você deve dizer que odeia os palestinos e a Palestina', eu preferiria deixar o cargo do que fazê-lo. Não vou me desculpar por nada. Não há nada para se desculpar”, declarou o cristão.

Fonte: Guiame

Virgínia Arruda lança “Até Tocar os Céus” com participação de Latino - COMENTO A NOTÍCIA


Música "Até Tocar os Céus” faz parte do DVD “Tua Graça me Alcançou” assinado pelo mesmo diretor de grandes projetos sertanejos.

Gravado no final do ano passado, o DVD “Tua Graça me Alcançou” promete marcar a carreira da cantora e bispa Virgínia Arruda. As filmagens aconteceram no ST4 Estúdio, em Jandira, na zona oeste de São Paulo, com direção de Flaney González, mesmo nome por trás de grandes artistas como Henrique e Juliano, Israel e Rodolfo, Marília Mendonça e Maiara e Maraisa. 

A produção musical ficou a cargo de Bigair Dy Jaime, que já assinou produções de Cristiano Araújo e Gusttavo Lima.

A primeira música de trabalho do projeto, que chega às plataformas digitais nesta terça-feira (11), é a canção “Até Tocar os Céus” com a participação especial do cantor Latino, que faz sua estreia em um projeto religioso. De acordo com Virgínia, o artista “completa demais esse DVD”.

Com certeza, à primeira vista, as pessoas se assustaram com a escolha de Latino. Mas, ele completa demais esse DVD. Recebi alguns nomes no meio secular como sugestão de feat, mas, quando li o nome do Latino, o Espírito Santo me disse: 'É ele". 'Então não pensei duas vezes e logo soube que o Latino sempre teve o desejo de gravar um louvor, mas nunca deram oportunidade. Não houve música mais perfeita para a ocasião''”, declarou Virgínia, que assina a composição de “Até Tocar o Céu” ao lado de Bigair Dy Jaime.

Além da música nas plataformas, o público também já poderá conferir o vídeo deste encontro no canal de Virgínia Arruda no YouTube, onde ela soma mais de 1 milhão de inscritos e mais de 210 milhões de visualizações. Além de Latino, o DVD “Tua Graça me Alcançou” conta ainda com as participações especiais de Wilian Nascimento, do duo Reino Song e do cantor americano Michael Bethany.

Esperamos com esse lançamento alcançar vidas nos quatro cantos do mundo juntamente com o Latino nessa participação incrível”, disse a cantora.

Fonte: Guiame

Assista ao clipe: 



MEU COMENTÁRIO:

Em que pese já saber antecipadamente que alguns me julgarão como radical, intransigente ou coisa semelhante, não posso deixar de orientar a quem me ouve.

A questão não envolve uma simples questão de amizade e ou inimizade, mas de associação para um projeto de "louvor a Deus", com alguém que decididamente não serve ao Senhor.

A Palavra de Deus condena esse tipo de associação do santo com o profano, senão vejamos:

"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus". - Romanos 12:1,2

"Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas? Que harmonia entre Cristo e Belial? Que há de comum entre o crente e o descrente? Que acordo há entre o templo de Deus e os ídolos? Pois somos santuário do Deus vivo. Como disse Deus: 'Habitarei com eles e entre eles andarei; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo'".

  • Justiça vs. Maldade – Jesus veio para justificar, tirando o pecado; agora quem crê em Jesus vive para a justiça, não para a maldade
  • Luz vs. Trevas – o pecado e as mentiras do mundo são trevas mas a verdade de Jesus ilumina a vida do crente
  • Cristo vs. Belial – Belial é outro nome para o diabo, o adversário de Cristo; o crente vive para Cristo e é inimigo do diabo
  • Crente vs. Descrente – o crente crê em Jesus, não o rejeita
  • Templo de Deus vs. Ídolos – quem é crente tem Jesus morando dentro de si, por isso é um templo de Deus; logo não pode adorar outros deuses
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