sexta-feira, 28 de junho de 2013

CGADB - Justiça reintegra Pr. Samuel Câmara por medida liminar

Pr.  SAMUEL CÂMARA

Conforme publicado no perfil do Pr. Samuel Câmara no Facebook (veja aqui), em decisão interlocutória de tutela antecipada, a justiça concedeu ontem sua reintegração aos quadros da CGADB, determinando à Mesa Diretora "a imediata suspensão dos efeitos decorrentes da decisão que desligou o autor da ação dos quadros de Pastores da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil - CGADB, com multa diária de R$ 20.000,00 por dia de atraso não justificado no cumprimento da presente medida".

De acordo matéria publicada no blog do Pr. Jesiel Padilha, também reverberada aqui neste espaço virtual, em conformidade com o estatuto e regimento interno da CGADB, um recurso administrativo já daria direito à reintegração até seu julgamento final na próxima AGO da instituição.

Como os fatos demonstram, a confiança quebrada no intramuros da instituição, restou a demanda parar mais uma vez nas raias da Justiça comum, o que é lamentável.

Quando do desligamento por parte da CGADB me ative à notícia, agora que está sob júdice, também faço o messmo, lamento e suplico que Deus nos ajude, até que seja resolvido tal embróglio, se é que ainda será resolvido. Oremos!



5 comentários:

Flavio De Deus disse...

Sinceramente , uma unica solução para essa "queda de braço" emtre o pr. J.W e o Pr. S.C e o surgimento de uma terceira via ou seja um terceiro candidato pois a CGADB já está rachada faz tempo, a eleição foi vencida com uma Margem pequena de votos... Certa vez um general disse que em uma Guerra a primeira baixa ou a primeira coisa que morre é a verdade... logo ... nem defendendo , nem acusado o Pr. José Welligton, mas a questão com o Pr. Samuel Camara é antiga o erro do Pr. S. Camara foi levar pra Justiça Civil um caso que deveria ser julgado dentro da Convenção... sabe aquela historia de quando usamos da violência perdemos a razão... o Pr. Silas Malafaia já havia detectado erros e desmandos na Tesouraria e preferiu sair pela porta da Frente.. oque de certa forma fortaleceu sua nova A.D Vitoria em Cristo. Além disso muitas Convenções regionais principalmente no Nordeste passam por problemas não somente finaceiros , mas de disputas internas... Tudo coopera embora alguns digam que estão e de olho na CPAD, desligar o pr . S.C
em uma AGE onde os principais interresados das demais convenções não possar estar presentes e prejudicial a credibilidade da instituição.

Dr. Sandro Sávio da S. Santos disse...

Parabéns ao Reverendo Pastor Samuel Câmara, por seu retorno.

Presbítero Maurício disse...

No ano passado estudamos uma matéria na EBD, ensinando que não devemos recorrer aos tribunais seculares para resolver questões internas da Igreja; e agora, deparamos com este escândalo todo! Esse é o chamado falso moralismo... vc quer dar o exemplo do que é certo, mas vc nao pratica o certo.. o exemplo vem das atitudes nao das palavras...Na bíblia quem disse isso foi Jesus sobre os líderes religiosos que eram hipócritas..cobravam dos judeus...mas eles mesmo não faziam.
Mas como se disse...isso é uma hipocrisia...a menos que sejamos hipócritas temos de cuidar para não fazer...mas cobrar dos outros!

Cláudio Dias disse...

A questão da interposição do recurso administrativo não torna ou retorna aquele que recorre à condição de membro, sobretudo porque o Estatuto não tem tal previsão. Qual o efeito do recurso? Suspensivo? Devolutivo? Não se sabe.
Como contar que o a Comissão Jurídica da CGADB ou da Mesa da CGADB terão o mesmo entendimento que o Pr Gesiel Padilha?
Na dúvida é melhor buscar na justiça a coerência que faltou a ambos.
Por fim, a Bíblia não fala que não se pode levar ao Tribunais, mas diz que se o caso for julgado por sábios, não há porque levar ao tribunais. Como faltou o primeiro quesito, resta procurar a Justiça, pois lá as regras são objetivas e devem ser cumpridas, pelo menos assim espero...

Cláudio Dias disse...

A questão da interposição do recurso administrativo não torna ou retorna aquele que recorre à condição de membro, sobretudo porque o estatuto não tem tal previsão. Qual o efeito do recurso? Suspensivo? Devolutivo? Não se sabe.
Como contar que o a Comissão Jurídica ou da Mesa da CGADB terão o mesmo entendimento que o Pr Gesiel Padilha?
Na dúvida é melhor buscar na justiça a coerência que faltou a ambos, pois na condução do processo sequer observaram as regras regimentais.
Por fim, a Bíblia não fala que não se pode levar ao Tribunais, mas diz que se o caso for julgado por sábios, não há porque levar aos tribunais. Como faltou o primeiro quesito, resta procurar a Justiça, pois lá as regras são objetivas e devem ser cumpridas, pelo menos assim espero que a CGADB o faça...

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