sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Um tipo do futuro Anticristo - EBD/ CPAD - Lição 12 - Subsídio Teológico



Antíoco IV Epífânio (do gr: Άντίοχος Έπιφανής, "que se manifesta com esplendor") (ca. 215 - 162 a.C.) foi um rei da Dinastia Selêucida que governou a Síria entre 175 e 164 a.C.
Terceiro filho do rei Antíoco III Magno, e irmão de Seleuco IV, após a derrota do seu pai pelos Romanos na Batalha de Magnésia (189 a.C.), viveu 14 anos como refém em Roma, antes de se tornar rei com o acordo do senado romano.
Entre 171 a.C. e 168 a.C., esteve envolvido na sexta Guerra da Síria contra o Egipto, na qual derrotou os reis Ptolomeu VI e Ptolomeu VIII. O seu objectivo era cercar Alexandria, mas foi forçado a recuar por Roma.
Após este episódio, Antíoco centrou a sua atenção na Judeia, que procurou helenizar. Durante o reinado do seu pai tinha sido concedida ampla autonomia aos judeus, que se encontravam divididos em dois partidos, um dito "piedoso" e outro que favorecia a helenização. Por razões financeiras, Antíoco apoiou este último partido e permitiu ao sumo sacerdote, Jasão, a construção de um "gymnasium" (instituição para educação de jovens de acordo com os modelos da cultura grega) em Jerusalém. Em 172 a.C. Antíoco aceitou o suborno de Menelau, nomeando-o para o cargo de sumo sacerdote, no lugar de Jasão.
Em consequência deste acto, um exército liderado por Jasão apoderou-se de praticamente toda a cidade de Jerusalém em 169 a.C., matando os simpatizantes de Menelau. Em 167 a.C. Antíoco, que regressava de uma campanha ao Egipto, conquistou Jerusalém. A cidade perdeu os seus privilégios e passou a ser permanentemente controlada por soldados.
Antíoco procurou forçar a helenização deste seu novo território, proibindo o culto judaico. A observância do shabbat e das interdições alimentares, bem como a circuncisão foram proibidas. No Templo de Jerusalém seria instalada uma estátua do deus grego Zeus. O objectivo destas medidas era criar uma uniformidade cultural entre os súbditos do seu reino.
Esta situação gerou descontentamento entre os Judeus que eram contra a helenização e que provocaram uma revolta, na qual foram liderados pelo cohen Matatias e seus filhos, os Macabeus, os quais expulsaram as tropas de Antíoco IV de Jerusalém. Por fim chegou ao termo da sua vida no ano 164 a.C., sem socorro de qualquer pessoa (Dn 11.45). Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%ADoco_IV_Epif%C3%A2nio
Se o Antioco é considerado um tipo do Anticristo, alguns pessoas na história foram considerados em sua época como a própria Besta do Apocalipse.
Veja alguns exemplos:
Nero - (37 - 68 d.C), era visto como o próprio demo pelos romanos de sua época. Por suas maldades como a fama de ter posto fogo em Roma e também ser o primeiro imperador romano a perseguir os cristãos, é visto como o primeiro anticristo da história.
Napoleão - O general Bonaparte (1769-1821) governou a França entre 1799 e 1815. Conquistou quase toda a Europa, até ser derrotado na batalha de Waterloo. Já em sua época, era considerado a personificação do Mal por governantes da Inglaterra, Rússia, Áustria e Alemanha, as grandes potências da época, pelas guerras sangrentas que travou contras esses países.
Hitler - Adolf Hitler (1889-1945), o criador do nazismo, deflagrou a maior guerra do século 20, que resultou em 20 milhões de mortos. Na sua conta, estão a morte de cerca de 6 milhões de judeus - o Holocausto. Assim como Antioco, tinha ódio contra esse povo, entre outros. Um livro interessante de Dave Hunt é: "Hitler o quase Anticristo", onde o autor relata também o envolvimento do líder nazista com o ocultismo.
Stalin - O ditador soviético tinha poder de vida e morte sobre as pessoas. Os expurgos de Stalin conderam ao exílio na Sibéria centenas de milhares de russos que se atreviam a criticar seus atos. Tanta maldade na visão de algumas pessoas só poderia ser atribuída a Lúcifer. 
Fora esses, muitos outros já foram candidatos a Besta do Apocalípse, como quase todos os Papas desde a Reforma Protestante, os últimos presidentes norte-americanos, e outros líderes políticos, religiosos, até alguns mega-empresários.
Há teólogos que dizem as duas bestas do Apocalipse simbolizam os sistemas político e religioso. O apóstolo João fala que o espírito do anticristo já opera, Jesus disse que haveria falsos Cristos e falsos profetas. Por sua vez, o apóstolo Paulo fala no homem do pecado, dando a entender que mesmo que existam sistemas ímpios, alguém dará cara ao mesmo.
 O Apocalipse nos diz que a obsessão do reino do Anti-Cristo é o controle: indo do econômico, embrenhando-se nos mecanismos de sedução de massas, tomando as rédeas do controle da informação, imiscuindo-se mediante sua infiltração em todos os campos do interesse humano, podendo a vir controlar “até almas humanas”.

A Besta tem número: 666 - Número de homem. As marcas mais bizarras desse poder Bestabilônico se expressam como capacidade de fazer estátuas falarem; ou seja: de compartilhar anima com a pedra, pode ser qualquer pedra, até de cilício—que, aliás, nunca deixa de aparecer nas narrativas bíblicas.

Além disso, essa bestababilônicidade se manifesta como obsessão em controle: do econômico ao comercial ou mesmo político: ninguém compra, vende, se emprega, viaja, volta, casa, compra, perde, sem que tenha a marca da Besta. Sem marca da besta sobra a opção da morte. 

O mais chocante é que os homens vão se render à Besta, adorá-la, e aceitar seu controle sobre tudo e todos.
Portanto, as profecias bíblicas alertam para a vigilância, pois assim como os vaticínos do Antigo Testamento se cumpriram na íntegra referente a vida e o ministério de Cristo, as sobre o tempo vindouro também se cumprirão.
Quem tem ouvidos para o ouvir o Espírito, que ouça!

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