domingo, 5 de junho de 2016

A TOLERÂNCIA CRISTÃ - Lição Bíblica EBD/ CPAD - Subsídio Teológico


ROMANOS CAPITULO 14 – NOSSA RELAÇÃO UNS COM OS OUTROS

No capítulo 14 na carta para Romanos, Paulo considera varias relações. Relações como as que existem entre os irmãos na fé e os que se encontram fracos na fé. Paulo descreve também a liberdade que cada um dos crentes tem em Cristo para que se possa partilhar ou não de certas coisas. Constantemente e repetidamente por toda a parte neste epistola para os Romanos e aqui neste capítulo em particular a atenção é colocada sobre Cristo e sobre o Seu Evangelho.

A forte ênfase que Paulo coloca neste capítulo é que muitas das coisas que os homens se consomem com preocupação e se apontam fazer tal como o caso de regras e leis que por fim sãos por estas que se julgam uns aos outros. É tudo isto de pouca importância e consequência (14:14). O que é importante na verdade é o realçar do motivo que nos leva por detrás daquilo que fazemos para que tudo que fazemos seja feito como fosse feito ao Senhor sempre originando-se pela fé: Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado”. “Romanos 14:23.

O princípio da tolerância – Rm. 14:1

Nesse contexto quem eram o fracos e os fortes na fé? Para entendermos isso precisamos nos localizar historicamente. Os primeiros cristãos eram quase que exclusivamente judeus nos primeiros anos do cristianismo. Eles não pensavam que tinham mudado de religião, por isso continuavam guardando o sábado e observando as leis judaicas da dieta. Logo muitos gentios se converteram e desde o início receberam o ensino de que não precisavam guardar essas coisas. Isso produziu um grande conflito. Os dois grupos ficavam constantemente tentando mudar a opinião do outro. A igreja se tornou um lugar cheio de debates e controvérsias.

OS DÉBEIS E OS FORTES (14:1 – 15:13)

Até aqui, as discussões de Paulo têm sido de modo objetivo. Não tocou em nenhum problema interno da igreja como sempre fez em todas as outras cartas. Só agora o apóstolo passa a se ocupar de uma situação mais especifica da comunidade, tratando de um assunto que poderia levá-los à dissensão e à divisão. Os críticos deparam com alguns problemas nestas questões:

Qual seria a origem da abstinência? – Seria o judaísmo? Exceto no voto do nazireado o judeu não se abstinha do vinho (v. 21), isso talvez prove que não se refira ao judeu. Estaria a origem da questão no dualismo do conceito helenístico sobre a existência?

Qual seria a posição da Congregação? – Diante deste problema, que posição poderia a congregação assumir? Uma vez que ela é composta de membros heterogêneos, não poderia igualá-los. A diferença de um para o outro é marcante em qualquer lugar. A fé é comum a todos os crentes, mas possuem-na em diferentes graus, o que em si já é uma diferença. É impossível cultivarmos a mesma opinião em todo e qualquer assunto. Assim sendo:

Quem deveria prevalecer? – O forte ou fraco?

Obrigar o fraco a imitar o forte é legalismo. Seria agir contra a sua consciência e levá-lo a atribuir a Satanás o que é ou possa ser de Deus (Mc 3:23-30). Por outro lado, a sinceridade não é tudo. não se pode acatar qualquer opinião que apareça em nosso meio. Não é a imitação que deve prevalecer na vida cristã – os fortes imitarem os fracos ou os fracos imitarem os fortes –, mas estar em Cristo pela fé, numa consciência segura. A Bíblia, como palavra revê-lada de Deus, a fé e a nossa consciência cristã, devem formar uma tríade capaz de aplainar todas as diferenças nas comunidades evangélicas, sem que fira qualquer princípio divino.

UMA IGREJA HETEROGÊNEA (Rm 14.1-12)

A natureza da Igreja.

O que levou Paulo a mexer com tais questões? – Qual a razão do apóstolo querer emitir orientações para uma igreja que ele não conhecia?

A igreja era formada de judeu–cristãos (escrupulosos) e pagão–cristãos (menos escrupulosos). A verdade é que o agravamento da questão obrigou o apóstolo a intervir. 

Ele conservava bons relacionamentos com a Igreja de Roma através dos membros dela espalhados pelo Oriente Médio. Isso lhe assegurava informações corretas e precisas do que se passava com aquela comunidade irmã.

A partir do verso 13 do capítulo 14, Paulo fala especificamente aos fortes. É o argumento racional e lógico que, diante de questões divergentes, a pragmática cristã tende-se a fechar e não abrir. Portanto, o forte será o alvo das argumentações paulinas. É ele que terá que suportar as fraquezas dos fracos, ajudando-os a levar as suas cargas.

Os fracos na fé.

Quem seriam os fracos na fé? Os crentes fracos eram principalmente cristãos judeus que se abstinham de certos tipos de alimentos, e observavam determinados dias em razão de sua contínua lealdade à Lei de Moisés (Rm 14.6,14). Muitos judeus que haviam se convertido não conseguiam se libertar totalmente dos preceitos do judaísmo. Além de observar determinados rituais relacionados ao culto, eles queriam que os gentios fizessem o mesmo.

Os fortes na fé.

Se os crentes fracos eram formados por judeus crentes, mas que viviam ainda debaixo da velha aliança, os fortes eram formados tanto por judeus como por gentios que haviam alcançado um entendimento correto das implicações da Nova Aliança. Esse fato é confirmado pela afirmação do apóstolo Paulo que se enfileira com os fortes na fé (Rm 15.1). Portanto, os fortes sabiam que não estavam mais debaixo da Lei, mas da graça.

O exemplo dos cristãos maduros.

Como então deveriam agir os crentes fortes em relação aos Fracos? respondeu: "Mas nós que somos fortes ternos suportar as fraquezas dos fracos agradar a nós mesmos. Portanto, um de nós agrade ao seu próximo no é bom para edificação" (Rm 15.1,2).

Os crentes maduros deveriam dar graças a Deus por entender o real propósito da Nova Aliança. Eles sabiam que "[...] o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo" (Rm 14.17). Exatamente por possuírem uma fé mais substancial, eles deveriam servir de modelo para aqueles que ainda não haviam alcançado esse nível de maturidade.

UMA IGREJA TOLERANTE (Rm 14.13-23)

A lei da liberdade

Veja, a igreja em Roma era composta por muitos judeus e gentios. E tanto um como outro tinha restrições a carne pela sua antiga religião. O judeu não comiam alguns tipos de carnes por considerar alguns animais impuros, isso segundo a lei de Moisés (Levítico 11). Já os gentios eram povos pagãos que se converteram ao evangelho da graça, e na sua antiga religião pagã eles sacrificavam animais aos ídolos pagãos e depois comiam sua carne(1 Coríntios 8:4-6). Ou seja, depois de se converterem ao cristianismo eles estavam se abstendo de alimentos por considerarem ainda alguns pontos da religião passada.

Por outro lado existia um grupo considerado fortes na fé, cristãos maduros que entendiam que em Cristo a lei tinha passado e que todo alimento é santificado através da oração (1 Timóteo 4:4-5).

E o conselho de Paulo era para que não houvesse conflito entre esses dois grupos sobre aquilo que deveriam comer, pois Deus tinha os acolhido.

Ambos não deveriam julgar um ao outro, pois o Senhor Jesus, era Senhor tanto do fraco como do forte. E cada um deveria ver seu companheiro cristão como servo de Deus e não de si mesmo.

Outra questão que estava sendo abordada por Paulo era daqueles que ainda se achava sobre o dever de guardar certos dias.  O calendário judaico era cheio de datas celebrativas guardadas a risca pelos judeus.

E o que Paulo queria explicar era que independente daquele que tinha um dia mais importante do que outro, ou tinha todos os dias como sendo iguais, isso tinha que ser bem definido em sua mente. E não deveria ser motivo de críticas ou julgamentos, pois tanto o que tem um dia como sendo o mais importante, faz isso em honra a Deus e o que tem todos os dias como igual também faz em honra a Deus.

Romanos 14 à luz do seu contexto

Romanos 14 precisa ser compreendido especialmente com o auxílio de 1 Co 8:4. Como as duas cartas foram escritas na mesma década e tratam do mesmo assunto, veremos que a mensagem do apóstolo lida com problemas específicos daquela época.

Embora Paulo não conta essas controvérsias como insolúvel, ele considera a unidade da comunhão da Igreja, mais importante do que resolvê-los. As questões em vista aqui não pertencem ao evangelho, mas a força relativa ou a fraqueza da fé do indivíduo no evangelho. Onde a essência do evangelho estava em jogo, a resposta de Paulo foi muito diferente (por exemplo, Gal. 1:6, 7; 3:1-5; Fil. 3:2, 18, 19).

Quando Paulo afirma em Romanos 14:2 queo débil come legumes”, essa expressão precisa ser compreendida à luz de 1Co 8:4, que diz: No tocante à comida sacrificada a ídolos, sabemos que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus.

Assim como os Corintos, os da igreja de Roma estavam com medo de comer carnes que tivessem sido sacrificadas em templos pagãos. Havia pessoas que estavam com tanto temor que elas só comiam “legumes”. Desse modo, no verso 2 de Romanos 14 Paulo está dizendo: “o débil tem tanto medo de comer carnes que possam ter sido sacrificadas a ídolos que chega a comer só legumes”.

Tudo o que não é de fé é pecado. Romanos 14:23

Muito daquilo que os homens colocam importância em religião, muitas das suas praticas colocadas sobre outros, muitas das pratica e padrões só origina lugar para  julgar e condenar de outros e tudo isto é originado pela invenção da carne (imaginação do homem) sendo terrestre e não celestial.

A fé é a regra pela qual o crente caminha neste mundo e nesta vida, “o justo viverá da fé.” (Romanos 1:17). Este princípio é aplicável em todos os aspectos da vida de um crente. Eis o porquê que Paulo alerta e encoraja os crentes a serem completamente convencidos nas suas mentes (14:5) a respeito das suas atitudes diárias para viver sempre para o Senhor, Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor.” (14:8)

Paulo relembra os seus irmãos da morte e ressurreição de Cristo por eles para que Cristo seja Senhor sobre eles “Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos. (14:9).

Tanto o cristão fraco como o forte tinha o mesmo Senhor, Cristo Jesus que foi morto e ressurgiu para ser Senhor de todos, vivos ou mortos. E por isso ninguém deveria julgar um ao outro. Pois cada um, certo dia dará conta de si mesmo diante de Deus. Onde nossas obras serão reveladas, sejam elas boas ou más (2 Coríntios 5;10), diante do Rei da Glória, onde todo joelho se dobrará e toda língua o confessará como Senhor dos Senhores (Isaías 45:23 e Filipenses 2:10)!)

O PORQUÊ DO TEXTO

Entendemos que Paulo refere a uma situação especial da comunidade romana, acerca da qual foi informado com segurança. Em toda igreja sempre há irmãos que alimentam ideias menos corretas da verdade cristã, e comumente são pertinazes na defesa do seu credo falho. Os tais não devem ser humilhados. A consciência deles, iluminada parcialmente quanto à liberdade que os cristãos gozam em Cristo, deve ser respeitada, e o comportamento dos outros membros da sociedade cristã não deve ofendê-los. Por outro lado, esses irmãos não devem criticar os demais, nem apresentar suas ideias como padrão para os outros e exigir destes uniformidade. Duas das questões muito debatidas, em torno das quais havia opiniões diferentes no tempo de Paulo, eram a guarda do dia de descanso e o comer carne. Paulo se esforçou por inculcar uma atitude mais branda, no sentido de que os tais fossem recebidos, na condição de confessarem os pontos essenciais da fé cristã, para depois serem instruídos no Senhor.

AS COISAS DUVIDOSAS E O ATO DE JULGAR

Romanos 14:1; 15:7 trata o problema de "coisas duvidosas" na vida cristã. Paulo reconhece que em cada igreja local há os crentes maduros ("Nós que somos fortes" 15:1) e também os crentes fracos ("o que está enfermo na fé" 14:1), e que estes dois grupos naturalmente não concordariam sobre as práticas na vida do crente. Os crentes judeus podiam querer ser fiel aos dias santos e às leis dietéticas do Velho Testamento, enquanto os crentes gentios poderiam virar a liberdade cristã em licença, ou permissão, e ofender seus irmãos judeus. Muitos crentes têm a noção falsa de que o legalismo extremo (observando dias e dietas) mostra uma grande fé, mas Paulo declara que é justamente o contrário!

Quem és tu que julgas o servo alheio? para o seu próprio senhor está em pé ou cai”. (V.4)

Mateus 7:1; Lucas 6:37; e as palavras do próprio Paulo em 1 Coríntios 4:3ss.: "A mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós, ou por tribunal humano; nem eu tão pouco julgo a mim mesmo (...) quem me julga é o Senhor. Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor. ..."

Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz; e quem come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come para o Senhor não come e dá graças a Deus.

Perceba que a distinção entre “dias” está relacionada ao “comer”! Desse modo, a questão aqui é os “dias de jejuns” e não a santificação do sábado. Havia uma discordância entre eles quanto ao dia correto de se jejuar.

O Didaquê – escrito judaico do primeiro século (alguns creem que foi escrito antes) nos mostra que havia mesmo essa controvérsia no meio cristão. Veja: Os seus jejuns não devem coincidir com os dos hipócritas. Eles jejuam no segundo e no quinto dia da semana. Porém, você deve jejuar no quarto dia e no dia da preparação [sexta-feira]” – Didaquê 8:1.

Por isso, Paulo estaria dizendo em Romanos 14:5 o seguinte: “Um faz diferença entre dia e dia para jejuar; outro julga iguais [“iguais” não se encontra no original grego] todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente e jejue nos dias que achar melhor.

Perceba que o verso 6 interpreta o verso 5 de Romanos 14, de modo que não precisamos colocar no texto ideias alheias a ele. Além disso, o Didaquê (mesmo não sendo regra de fé) nos ajuda a entendermos alguns problemas que os cristãos enfrentaram durante sua história. Nesse caso, quanto aos dias corretos para se jejuar.

O IRMÃO MAIS FRACO NÃO DEVE SER DESPREZADO (Rm 14.1-12)

Paulo, primeiro que tudo salienta o ponto de cada pessoa ter suas próprias convicções. Por elas regulará seu comportamento, com honestidade intelectual e moral, e deixará que o seu próximo faça o mesmo. Cada um vive não na presença dos seus companheiros, senão diante do Senhor, em cujo tribunal todos compareceremos. Débil na fé implica falta de equilíbrio em discernir o essencial e o não-essencial da fé salvadora e santificadora. Paulo, com autoridade apostólica, manda receber tais irmãos fracos na companhia cristã, porém não para discutir opiniões (1); isto é, sem entrar em críticas ou não para condenar os escrúpulos deles.

O exemplo de Cristo.

O exemplo para essa limitação da liberdade foi dada por Cristo, nosso Senhor (Rm 15.3). O Argumento de Paulo é que, se o próprio Salvador não agradou a si mesmo, então por que os crentes que se consideravam mais espirituais não poderiam agir da mesma forma? Em Cristo, Deus mostrou tolerância para com os pecadores. Paulo já havia falado em Romanos 5.8, que o amor de Deus pelos homens foi mostrado de forma graciosa quando Cristo morreu por eles, sendo ainda pecadores.

A liberdade e a caridade

Não nos julguemos mais uns aos outros, pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão. Eu sei e estou persuadido, no Senhor Jesus, de que nenhuma coisa é de si mesma impura, salvo para aquele que assim considera; para esse é impura”.

Paulo tinha sua consciência liberta pelos ensinos de Cristo e desfrutava essa graça de Deus em sua vida. (Leia 1 Coríntios capítulo 8 e capítulo 9, onde Paulo explica mais sobre a liberdade cristã.

E por isso Paulo entendia bem que alguns não desfrutavam dessa liberdade, mas o caminho não era o julgar, e sim tolerar ou considerar um ao outro, pelo amor fraternal. Assim nenhum irmão seria pedra de tropeço na vida de outro, impedindo o que ainda era fraco de permanecer na fé.

Outro conselho importante de Paulo era que o cristão forte ou maduro não deveria induzir o cristão ainda fraco violar a sua própria consciência para com Deus. Ou seja, se ele só como legumes não poderia ser induzido a comer carne, porque isso seria como fazer com que ele quebrasse a aliança dele para com Deus. Porque ele ainda acreditava que não se deveria comer carne, mas estava comendo por causa da indução do irmão, e não por ter sido liberto na liberdade de Cristo.

Martinho Lutero e as controvérsias entre os espiritualmente fracos e os fortes (14.1-15.13).

Amor cristão - Martinho Lutero, que começa o seu tratado Da Liberdade do Cristão com as palavras acima citadas ("O cristão é o mais livre senhor de todos, não sujeito a ninguém"), prossegue dizendo na sentença seguinte; "O cristão é o mais dócil servo de todos, sujeito a todos."  Lutero nunca foi seguidor mais fiel de Paulo — e do Senhor de Paulo e dele — do que na justaposição destas duas afirmações.

Um lembrete para os mais fortes

Paulo relembra os mais fortes entre os irmãos para que estes sejam atentos e cuidadosos daqueles que são fracos e para que não façam coisas que possam levar os mais fracos a tropeçar. É melhor abster de certas coisas mesmo que nada de mau se pareça em as fazer para não ofender aquele que é mais fraco na fé, “Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça.” (14:21).

Por fim Paulo conclui em erguer o olhar dos irmãos das coisas do reino terrestre, das inconsequentes coisas sobre comida e bebida e do guardar de dias para a esperança da fé da qual o Reino de Deus se apresenta.
                                               
Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Porque quem nisto serve a Cristo agradável é a Deus e aceito aos homens”. “Sigamos, pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros.” Romanos 14:17-19.

Por Pr. Dr. Adaylton de Almeida Conceição (Th.B.;Th.M.;Th.D.)
Assembleia de Deus Ministério do Belém em Santos - São Paulo.

-O Pr. Dr. Adaylton de Almeida Conceição, foi Missionário no Amazonas e por mais de 20 anos exerceu seu ministério na Republica Argentina; é Licenciado, Bacharel, Mestre e Doutor em Teologia, e Diretor da Faculdade Teológica Manancial

Facebook: adayl manancial

BIBLIOGRAFIA 
  • Adaylton de Almeida Conceição – Introdução à Carta aos Romanos
  • J. J. Bruce - Romanos - Introdução e Comentário
  • Nelson Salviano – Análise Bíblica da Epístola aos Romanos.

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