quarta-feira, 22 de junho de 2016

O CULTIVO DAS RELAÇÕES PESSOAIS - LB EBD/CPAD - Subsídio Teológico


O CULTIVO DAS RELAÇÕES PESSOAIS por Pr. Dr. Adaylton Conceição de Almeida

Neste capítulo Paulo envia saudações pessoais a 26 indivíduos e a 5 famílias ou "lares-igrejas". Será possível que ele conhecesse tanta gente de uma cidade que nunca tinha visitado? Pensamos, ao contrário, numa das cidades com as quais estava familiarizado. Corinto não entra em cena porque a carta foi escrita de lá. Mas Éfeso (onde recentemente passara dois anos e meio) é por certo indicada, especialmente pelas duas razões seguintes.

As primeiras pessoas a quem Paulo envia saudações aqui são os seus amigos Priscila e Aqüila. Da última vez que ouvimos falar deles, quer era Atos (18:26), quer na correspondência de Paulo (1 Co 16:19),8 residiam em Éfeso, onde tinha uma igreja em sua casa, como aqui. Na ausência de qualquer alusão contrária, podemos presumir que ainda estavam em Éfeso.

A IMPORTANCIA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

O foco de Paulo estava nas pessoas e não nas coisas (16:1-16).

- Como Hebreus 11 tem sido chamado de “galeria de santos do Antigo Testamento”, assim podemos chamar Romanos 16 de “galeria de crentes do Novo Testamento”. Pode parecer estranho que Paulo, sem nunca ter estado em Roma, tivesse ali tantos amigos. Mas os judeus do primeiro século era um povo comerciante e dado a migrações. Percorriam as estradas de comércio, procurando os mercados. É de se admirar a lista de nomes que Paulo elabora neste capítulo, pois, geralmente, suas citações eram concisas. São saudações individuais a vinte e seis pessoas e a cinco famílias (grupos de pessoas ou "igrejas no lar"). Das pessoas mencionadas, pelo menos oito são mulheres. Treze destes nomes aparecem em inscrições ou documentos que têm a ver com a nobreza e com o palácio do imperador naquela cidade (cf. Fp 4:22). No entanto, a maioria das pessoas citadas são escravos livres.

O valor das mulheres

Paulo foi pioneiro no reconhecimento da função das mulheres no serviço cristão, e sua atitude tem sido muito mal compreendida neste particular. O testemunho que dá de Febe (1-2) é honrosíssimo. É apresentada como irmã, isto é, da família espiritual do Senhor, sugerindo igualdade de privilégios na irmandade, como serva da igreja em Cencreia, isto é, diaconisa (cfr. Fp 1.1), e como protetora (gr.’ Prostatis’ “patrocinadora”), a implicar que era uma senhora de recursos, que trabalhara no meio da população das docas, no porto de Corinto. Acredita-se que Febe estava de viagem para Roma e Paulo confiou aos seus cuidados esta preciosa epístola, para que a fizesse chegar com segurança ao seu destino. Priscila e Áquila (3) eram um casal, a quem Paulo encontrara em Corinto (At 18.1-3), quando de sua primeira visita àquela cidade; sendo do mesmo ofício (eram fabricantes de tendas), o apóstolo hospedara-se com eles. Lemos mais sobre eles em At 18.18-19,26; 1Co 16.19; 2Tm 4.19.

Dos versículos 3 ao 16 ... As saudações pessoais

Saudai Priscila e Áquila, meus colaboradores em Cristo Jesus, os quais pela minha vida arriscaram a sua própria cabeça; e isto lhes agradeço, não somente eu, mas também todas as igrejas dos gentios;

  • Saudai igualmente a igreja que se reúne na casa deles.
  • Saudai meu querido Epêneto, primícias da Ásia para Cristo.
  • Saudai Maria, que muito trabalhou por vós.
  • Saudai Andrônico e Júnias, meus parentes e companheiros de prisão, os quais são notáveis entre os apóstolos e estavam em Cristo antes de mim.
  • Saudai Ampliato, meu dileto amigo no Senhor.
  • Saudai Urbano, que é nosso cooperador em Cristo, e também meu amado Estáquis.
  • Saudai  Apeles, aprovado em Cristo. Saudai os da casa de Aristóbulo.
  • Saudai meu parente Herodião. Saudai os da casa de Narciso, que estão no Senhor.
  • Saudai Trifena e Trifosa, as quais trabalhavam no Senhor. Saudai a estimada Pérside, que também muito trabalhou no Senhor.
  • Saudai Rufo, eleito no Senhor, e igualmente a sua mãe, que também tem sido mãe para mim.
  • Saudai Asíncrito, Flegonte, Hermes, Pátrofas, Hermes e os irmãos que se reúnem com eles.
  • Saudai Filólogo, Júlia, Nereu e sua irmã, Olimpas e todos os santos que se reúnem com eles.
  • Saudai-vos uns aos outros com óculo santo. Todas as igrejas de Cristo vos saúdam. 

Uma comunidade de verdadeiros companheiros

Notamos que a relação de nomes é de altíssimo significado, e examinando-os com cuidado, vemos que as pessoas são tão diferentes umas das outras que só um milagre chamado “Evangelho” pode explicar a interação naquela comunidade da fé. Há judeus e gentios, ou seja, gente que vem de um profundo contexto espiritual e gente que vem do paganismo. Há ricos e pobres. Há homens e mulheres. A lista compõe-se das seguintes pessoas: judeus – Priscila e Áquila (v.3), Maria (v.6), Andrônico e Júnias (v.7), Apeles (v.10) e Herodião (v.11). Romanos – Amplíato (v.8) e Urbano (v.9). Grego – pelo menos, Epêneto (v.5). Escravos – Amplíato, Urbano, Estáquis, Flegonte, Pérside e Hermas (vv. 8, 9, 12 e 14). Vejamos quem são essas pessoas.

1. A nossa irmã Febe, que está servindo à igreja de Cencréia.

AV: "serva". Evidentemente Febe (RV, RSV, NEB) estava prestes a partir de viagem para o local'para onde Paulo estava enviando estas saudações, e pode ter recebido a incumbência de levar a carta que as contém. Cencréia (RV, RSV, NEB) era um dos dois portos marítimos de Corinto, situado no Golfo Sarônico (ver At 18:18). A igreja dali talvez fosse filha da igreja metropolitana de Corinto. A palavra "serva" é ‘diakonos’ (RVmg., RSV, "diaconisa"; NEB, "uma irmã em Cristo que desempenha ofício na congregação de Cencréia"). 1 Timóteo 3:11 sugere a idéia de que os deveres de um diakonos podiam ser cumpridos por homens e mulheres. Nesta passagem, "suas esposas" (AV, NEB), com maior probabilidade, deve-se traduzir por "mulheres" (RV, AA), i. e., "mulheres diaconisas" (ver RSV, "as mulheres"; NEBmg., "diaconisas").


2. Para que a recebais no Senhor, i. e., como irmã em Cristo.

Os cristãos em viagem nos dias da igreja primitiva podiam contar sempre com a hospitalidade dos seus irmãos em Cristo onde quer que houvesse uma igreja (ver 15:7).
Protetora de muitos, e de mim inclusive. Quanto à espécie de ajuda que ela deu a.Paulo, só podemos fazer conjeturas. Provavelmente Febe era em Cencréia o que Lídia era em Filipos.

3. Saudai a Priscila e a Aqüila.

Leia-se "Prisca" em vez de "Priscila". Paulo lhe chama Prisca (ver 1 Co 16:19, RV; 2 Tm4:19) enquanto que Lucas lhe dá o nome em sua forma um tanto mais familiar, que é Priscila (ver At 18:2, 18, 26). "Lucas normalmente emprega a linguagem da conversação, em que as formas diminutivas eram usuais; deste modo, sempre fala em Priscila, Sópatro e Silas, ao passo que Paulo fala em Prisca, Sosípatro e Silvano.'"2 Tanto Lucas como Paulo geralmente colocam Prisca (Priscila) antes de Áquila, seu marido. Talvez se deva ao fato de ela ter personalidade mais marcante, embora alguns tenham inferido que pertencia a uma classe social superior à dele. Talvez ela pertencesse por nascimento ou por manumissão à gens Prisca, uma família da nobreza romana, enquanto que ele era judeu do Ponto, na Ásia Menor Setentrional. Ver pp. 16,216.

4. Os quais pela minha vida arriscaram as suas próprias cabeças, i. e., "arriscaram as suas próprias vidas".

Sobre a ocasião em que Priscila e Áquila fizeram isto, só podemos especular. Pode ter sido durante uma das fases críticas do ministério de Paulo em Éfeso.

5. Primícias da Ásia, para Cristo.

AV: "da Acaia". Leia-se, porém, Ásia, o que é favorecido pelo texto mais bem documentado. O "Texto Recebido" foi influenciado aqui por 1 Coríntios 16:15 onde, contudo, "a casa de Estéfanas" — uma família de Corinto — é que "é as primícias da Acaia".

6. Saudai a Maria, que muito trabalhou por vós.

AV diz: "por nós", mas o melhor texto diz: "por vós" (RV, RSV, NEB, como AA). Isso tem levado a pensar que a igreja de Éfeso era a destinatária destas saudações. Sim, porque Paulo podia saber quem realizara notáveis serviços naquela igreja, mas como poderia saber quem havia trabalhado muito pelos cristãos da capital? Decerto contava com algumas fontes de informação acerca da igreja de Roma (ver l:8s.). Se Maria se ligara àquela igreja nos primeiros dias desta, Priscila e Áquila a conheceram. Mas só podemos especular a respeito. Esta á a única referência que temos à Maria de que trata a presente passagem (uma das seis mulheres com esse nome no Novo Testamento).

7. Saudai a Andrônico e a Júnias.

É impossível decidir se o segundo nome é feminino, Júnia (como em AV), ou masculino, Júnias (como em AA, RV, RSV, NEB). Nada sabemos destes dois à parte da referência que Paulo faz a eles aqui. Mas esta referência nos desperta o desejo de saber mais. Evidentemente eram cristãos judeus (não é preciso entender mais que isto da expressão "meus parentes"; tinham sido companheiros de Paulo em uma das frequentes prisões que sofreu (2 Co 11:23) — onde, não podemos saber. Certamente não em Filipos; muito possivelmente em Éfeso. Além disso, eram "notáveis entre os apóstolos", o que provavelmente significa não somente que eram bem conhecidos dos apóstolos, mas que eram apóstolos eles próprios (num sentido mais amplo da palavra), e eminentes como tais. E já fazia muito tempo que eram cristãos, desde antes da conversão de Paulo. Sendo esse o caso, bem podem estar incluídos entre os helenistas de Atos 6:1 (seus nomes sugerem que eram helenistas, e não "hebreus"). Pode ser que tenham tido direito ao apostolado com base no fato de terem visto o Cristo ressurreto.

8. Amplíato.

AV: "Amplias", forma abreviada. Mas "Amplíato" é a forma preferida aqui; assim em RV, RSV, NEB, como em AA. Nome comum nas inscrições romanas do período, e é encontrado repetidamente como nome de membros da casa imperial. Um ramo da gens Aureiia o usava como cognome. Cristãos pertencentes a este ramo da família estão sepultados em um dos mais antigos cemitérios cristãos de Roma, o Cemitério de Domitila, iniciado no final do século primeiro (ver nota sobre o v. 15, p. 222). Um túmulo daquele cemitério, decorado com pinturas num estilo muito primitivo, tem a inscrição AMPL1 AT em unciais do primeiro século ou do começo do segundo.

9. Urbano.

Urbanus ("pertencente à urbs" ou "cidade" — i. e., Roma), nome por sua própria natureza particularmente comum em Roma.
Estáquis. Este nome, que significa "espiga", não é comum. Numa ou duas vezes que ocorre está associado à casa imperial.

10. Apeles.

Nome tão comum entre os judeus de Roma, que chegou a ser usado por Horácio como típico nome judeu — "credut Iudaeus Apella" {Sátira i. 5.100). Um notável vulto chamado Apeles foi o ator trágico de Ascalon a quem, certa vez, o imperador Gaio deu mostras de favor (Filo, Embaixada a Gaio, 203-206). Acha-se em inscrições romanas, tanto em relação a elementos da família imperial como a outros.

Os da casa de Aristóbulo. Não se pode determinar com precisão quem é este Aristóbulo. Lightfoot sugere sua identificação com um irmão de Herodes Agripa I, que morava em Roma como cidadão particular e, como seu irmão, desfrutava da amizade de Cláudio. Caso tivesse legado seus bens ao imperador, os seus escravos e libertos ter-se-iam distinguido doutros membros dacasa imperial como ‘Aristobuliani’ (equivalente latino da expressão paulina: ‘hoi ek tõn Aristoboulou’). Ã luz desta identificação de Aristóbulo com um membro da família de Herodes, conforme a sugestão de Lightfoot, será por mera coincidência que na lista de Paulo o nome seguinte é Herodião?

11. Herodião.

Talvez membro dos Aristobuliani, que Paulo conhecia pessoalmente; "meu parente" (ver v. 7) talvez o assinale simplesmente como sendo judeu de nascimento.
Os da casa de Narciso. Calvino e outros identificam este Narciso com Tibério Cláudio Narciso, rico súdito do imperador Tibério, homem de muita influência durante o domínio de Cláudio, mas executado por ordem de Agripina, mãe de Nero, logo depois do acesso deste ao poder, em 54 A. D. Confiscados os seus bens, os seus escravos se tornariam propriedade imperial e se distinguiriam doutros grupos da casa imperial pela designação de Narcissiani. Se é válida esta identificação, esta saudação era dirigida aos cristãos que havia entre os Narcissiani. Mas não temos meios de averiguar como Paulo conhecera os cristãos pertencentes aos Narcissiani ou como ouvira falar deles.

12. Trifena e Trifosa.

Provavelmente parentas próximas ou irmãs, e muito possivelmente gêmeas, caso em que não era incomum dar nomes derivados da mesma raiz. Dos dois nomes, Trifosa, é o que se acha com maior freqüência, mas ambos ocorrem em inscrições ligadas ou não à casa imperial. Contudo, estes nomes têm associações com a Anatólia. Trifena aparece na obra fictícia do segundo século, Atos de Paulo, como o nome da rainha que mostrou bondade com Tecla, em Antioquia da Pisídia (esta rainha foi personagem histórica, sobrinha-neta do imperador Cláudio).

Pérside. Este nome (que significa "mulher persa") aparece em inscrições gregas e latinas de Roma e doutros lugares como o de uma escrava ou liberta, mas sem conexão com a casa imperial.

13. Rufo.

Este nome, que significa "vermelho", "ruivo" (palavra de origem itálica, e não latina), era tão comum em Roma e na Itália, que não haveria boa razão para questionar se era de lá, exceto por dois pontos: primeiro, a menção de Rufo em Marcos 15:21 como um dos dois filhos de Simào Cireneu; segundo, a intrigante referência à mãe deste Rufo como sendo a mãe de Paulo também (AV). Escrevendo o seu evangelho em primeiro lugar para os cristãos de Roma (conforme tradição do segundo século), Marcos identifica Simão Cireneu para os seus leitores 30 anos depois do incidente em que Simão figurava. E ao identificá-lo, diz, em outras palavras: "Vocês saberão quem é o Simão a que me refiro quando lhes disser que era o pai de Alexandre e de Rufo." Havia, pois, um Rufo bem conhecido em Roma por volta de 60 A. D., e é tentador identificá-lo com o Rufo, eleito no Senhor, mencionado por Paulo ("um proeminente seguidor do Senhor", NEB). (O grego eklektos, "escolhido" — AA: "eleito" — naturalmente adquire o sentido de "excelente" e, daí, de "proeminente".)

Mas se este Rufo era o filho de Simâo Cireneu, quando foi que sua mãe se mostrou mãe de Paulo? Não podemos ter certeza, porém se pode aventurar a suposição de que foi na época em que Barnabé foi a Tarso buscar Paulo para fazer dele seu colega no ministério que exercia em Antioquia da Síria (At ll:25s.). Simeão, que tinha por sobrenome Niger ("de pele escura"), um dos mestres da igreja dali (At 13:1), tem sido identificado com Simão Cireneu. Se Paulo se hospedou com ele, podemos bem visualizar a esposa de Simeão (ou Simão) fazendo o papel de mãe para o seu hóspede deserdado. (Poderia um pai de pele escura ter um filho ruivo? Isto não é impossível.)

14. Hermas.

Abreviação de algum destes nomes: Hermágoras, Hermógenes e Hermódoro. Nome bem comum. Um par de gerações mais tarde seria o nome de um cristão de Roma (um escravo) que escreveu O Pastor.
Pátrobas. Abreviação de Patróbio. Nome de um rico oficial liberto de Nero. Lightfoot opina que o Pátrobas de Paulo "podia muito bem ter sido um dependente deste poderoso liberto" (Philippians, p. 177).
Hermes. Como nome do deus da boa sorte, era extremamente co¬mum como nome de escravo.

AS AMEAÇAS ÀS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

Uma advertência contra os falsos mestres

Esta advertência contra falsos mestres é tão surpreendente, por vir inopinadamente, quanto aquela da carta aos filipenses (Rm 3.2). Sugere-se que nesta altura da epístola, Paulo tomou a pena da mão do seu escriba para adicionar seu nome como prova de autenticidade (cfr. 1Co 16.21-24; Gl 6.11-18; 2Ts 3.17-18). E então a emoção pastoral apoderou-se do coração do apóstolo que não pôde resistir ao desejo de dar uma última palavra de exortação. Tal interpretação conviria a uma situação normal. Por outro lado, alguns apresentam a ideia, como no caso da igreja de Filipos, que algo de incomum acontecera, talvez a chegada à cidade de Roma de falsos mestres, contra os quais Paulo sente que urge advertir. Não se sabe ao certo quem teriam sido. Os judaizantes sempre hostilizavam o apóstolo, farejando-lhe os passos. O teor da advertência parece sugerir os antinomianos, cuja licenciosidade imoral se baseava na doutrina de “tanto mais pecado, quanto maior graça”. Paulo exorta os santos de Roma com uma ordem impressionante, rogo-vos que noteis bem aqueles (17); isto é, de modo que não os sigais. Em Fp 3.17, o termo é empregado positivamente como apelo para seguir um bom exemplo. O mal desses falsos mestres não consistia só na doutrina deles, mas na influência que exerciam para provocar cismas. Provocavam divisões e escândalos (17), isto é, “dissensões”.

CONCLUSÃO.

Paulo termina com uma doxologia, uma forma de louvor a glória de Deus. E ele exalta a Deus e reconhece o seu poder para confirmar a pregação do evangelho de Jesus entre os irmãos e os gentios que estavam acolhendo a palavra do evangelho. Esta palavra que antes foi guardada por Deus, mas com a vinda de Jesus revelada e confirmada pelas profecias do velho testamento.///

Pr. Dr. Adaylton Conceição de Almeida (Th.B.;Th.M.;Th.D.;D.Hu.)
Assembleia de Deus Ministério do Belém em Santos - São Paulo.

Pr. Dr. Adaylton de Almeida Conceição, foi Missionário no Amazonas e por mais de 20 anos exerceu seu ministério na Republica Argentina; é Licenciado, Bacharel, Mestre e Doutor em Teologia, Professor do Seminário Kerigma em Santos-SP e Diretor da Faculdade Teológica Manancial

Facebook: adayl manancial

BIBLIOGRAFIA
  • Adaylton de Almeida Conceição – Introdução à Carta aos Romanos ( Ed. Manancial)
  • F. F. Bruce – Romanos – Introdução e Comentário
  • Nelson Salviano –Analise bíblica da Epístola aos Romanos

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