segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Igreja batiza 188 presos na mais perigosa ala de presídio, em Minas Gerais


Os recém-batizados são frutos de um árduo trabalho de evangelismo, realizado pela Igreja Batista da Lagoinha no presídio.


batismo é um momento lindo na vida do crente. Mas, e quando esse batismo acontece com presidiários? O Ministério Recomeço batizou no último dia 24 de outubro 188 presos no presídio José Maria Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves (MG).

Esta não é a primeira ação do grupo, que só no ano passado batizou cerca de mil encarcerados, mas este foi o maior número de batizados de uma só vez.

"Como cristãos, nos importamos com a população carcerária e cremos que o único caminho de mudança e ressocialização para eles é essa transformação que só Jesus pode fazer", diz a publicação oficial do ministério no site da Igreja Batista da Lagoinha. "Tivemos essa gloriosa oportunidade de levar às águas 188 encarcerados e ouvir testemunhos tremendos de real mudança de vida", pontua a nota.

"Louvamos a Deus pelo ministério Recomeço, pela vida de toda equipe liderada pelo pastor Marco Túlio, que tem, semanalmente, levado uma palavra de esperança, arrependimento e ânimo, contribuindo no papel de sermos uma igreja que assiste a todos", continua.

Impacto

Até mesmo os agentes penitenciários ficaram impactados com a dimensão do evento, pois ainda não havia sido feito um único batismo tão grande. Essas 188 vidas são frutos de um árduo trabalho de evangelismo e a aplicação do curso de batismo, que também é oferecido aos membros da Lagoinha. Agora, os presos declaram querer uma nova vida com Jesus.

O louvor ficou por conta do pastor Vinícius Zulato, conhecido por atuar no Ministério Cristo Vivo (Teu Reino). Também estava presente o cantor Renato Gabry que sobreviveu a um grave acidente de moto. Um momento marcante foi quando Leida, uma irmã resgatada do crime, cantou o louvor “Escudo” do grupo Voz da Verdade.

Zulato também celebrou o batismo pregando uma mensagem sobre o apóstolo Paulo, pelo fato dele ter escrito grande parte do Novo Testamento enquanto estava preso, por ter ganho muitas vidas e ter orado sem cessar, apesar de estar atrás das grades. Os encarcerados foram orientados a perseverar na oração e no estudo da Bíblia.

Fonte: Guiame

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