sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Suzane Richthofen quer ser pastora, segundo revista

Na cadeia, Von Richthofen costuma ler a Bíblia para decorar passagens sobre arrependimento e perdão

No dia 10 de outubro, Suzane von Richthofen deixou o presídio de Tremembé por um período de sete dias, a chamada "saidinha", permitida em alguns feriados do ano.
Em reportagem, a revista Época, diz que acompanhou os passos dela por três dias. Ela seguiu para o município de Angatuba, onde mora o noivo, Rogério Olberg.
Para não ser reconhecida na rua, recorre a um disfarce. Amarra os cabelos compridos e coloca uma peruca chanel de fios pretos. Quando perguntam como se chama, ela responde: "Louise", seu segundo nome de batismo.
Von Richthofen vai à praça central de Angatuba, toma sorvete, passeia pelas ruas e faz compras no mercadinho.
O disfarce só é deixado de lado à noite, quando frequenta os cultos da Igreja do Evangelho Quadrangular Central, onde é tratada como celebridade e chamada para tirar selfies com os fiéis.

Euclides Vieira: apoio à ideia de ter Suzane como pastora de sua igreja
Foto: Ullisses Campbell

Durante a saidinha do Dia das Mães, em maio, subiu ao púlpito e deu um testemunho de 30 minutos sobre arrependimento. Sem entrar em detalhes sobre o crime, contou que matou os próprios pais porque foi seduzida pelo "Diabo".

Fonte: JM Notícia

Um comentário:

José Roberto disse...

Mas uma vez: Não há respaldo bíblico para separar mulheres ao pastorado! E para fazer a obra de Deus não precisa ser pastora.

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