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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Produtores culturais evangélicos são indicados para diretoria da Ancine


As indicações, feitas pelo presidente da República, devem passar por aprovação no Senado.


O Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (21) trouxe os nomes da diretora do Festival Internacional de Cinema Cristão (FICC) Veronica Brendler e do colunista social Edilásio Barra, o pastor Tutuca, como indicação para integrarem a diretoria da Ancine (Agência Nacional do Cinema).

As indicações, feitas pelo presidente da República Jair Bolsonaro, foram encaminhadas pra o Senado para aprovação.

Evangélica, Veronica Brendler publicou em suas mídias sociais uma mensagem de agradecimento ao presidente Bolsonaro pela indicação:

"São 27 anos de atuação no setor artístico, desde a TV, o teatro, assessoria de imprensa, sessões fotográficas, organização de eventos audiovisuais (festival de cinema, feira, mostras de cinema, encontros de cineastas), produção audiovisual, enquadramentos e capacitação de projetos culturais, entre outros, acredito que posso somar muito para o cinema brasileiro", descreveu.

O pastor e colunista social Edilásio Barra, o Tutuca já trabalha como diretor interino do órgão desde 31 de janeiro, quando foi nomeado por Bolsonaro para o cargo.

Antes, ele vinha atuando como superintendente de desenvolvimento econômico da entidade, tendo responsabilidade sobre os editais financiados pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

Fonte: Guiame

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Pastor ligado a área é nomeado para cargo chave na Ancine

O pastor Edilásio Barra, com carreira profissional ligada à área da comunicação, foi nomeado para a Superintendência de Desenvolvimento Econômico da Agência Nacional de Cinema (Ancine).
Conhecido como Tutuca, Barra já atuou como apresentador, ator, jornalista e agora lidera a Igreja Continental do Amor de Jesus, da qual foi um dos fundadores, em 2011.
Como superintendente na Ancine, será o responsável pelo gestão de um orçamento aproximadamente de centenas de milhões de reais no Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), o principal mecanismo de fomento ao cinema e audiovisual no Brasil. Em 2018, o fundo movimentou R$ 800 milhões e, em 2019, a cifra já alcançou R$ 396 milhões.
De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, a nomeação foi anunciada no Diário Oficial da União na última quarta-feira, 23 de outubro.
Antes de chegar à Ancine, Barra trabalhou como apresentador no Programa VIP, na RedeTV!, que era uma espécie de coluna social. Em seguida, trabalhou na CNT, entrevistando artistas, socialites e empresários, o que lhe rendeu o apelido de "Amaury Jr. carioca".
Jornalista formado em 1984 e pós-graduado pela Universidade Cândido Mendes, Barra foi também diretor do programa Rio de Prêmios, exibido pela Record TV, e do esportivo Copa Super 7 também na RedeTV!.
Antes da atual indicação, Edilásio Barra havia sido escolhido para ocupar um cargo no Ministério da Cidadania. O titular, ministro Osmar Terra, tinha planos de nomeá-lo diretor da Secretaria de Audiovisual, que é vinculada à Secretaria Especial de Cultura.
Entretanto, o ator pornográfico e deputado federal Alexandre Frota – à época filiado ao PSL e apoiador de Bolsonaro — reclamou que o pastor Edilásio Barra não tinha formação para ocupar o cargo na Secretaria de Cultura, o que levou o ministro Osmar Terra a recuar da decisão.
Meses depois, Terra acabou indicando Barra para o cargo de diretor do Departamento de Políticas Audiovisuais, e agora, o nomeou superintendente da área de desenvolvimento econômico da Ancine.
Fonte: Gospel+

domingo, 1 de setembro de 2019

Bolsonaro quer evangélico com “Bíblia embaixo do braço” para ser diretor da Ancine

"É Bíblia embaixo do braço, joelho ralado no milho e que saiba 200 versículos da Bíblia", definiu o presidente

O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (31) querer indicar alguém com perfil evangélico para a Agência Nacional de Cinema (Ancine).
"É Bíblia embaixo do braço, joelho ralado no milho e que saiba 200 versículos da Bíblia", definiu.
"É claro que é um certo exagero, mas eu sou um presidente conservador".
O presidente deu as declarações a um grupo de seis jornalistas que o aguardavam almoçar do lado de fora do Quartel General do Exército, em Brasília.
Ele ordenou que sua equipe convidasse os repórteres para o almoço, sentou-se à mesa com eles e falou durante cerca uma hora e meia. Foi proibida a entrada com gravadores e celulares.
Na última sexta-feira, Bolsonaro afastou o diretor-presidente da Ancine, Christian de Castro Oliveira, por ordem judicial. Ele teria cometido violação de sigilo funcional ao repassar informações sigilosas a uma pessoa de fora da agência. O processo corre em segredo de Justiça.
(Com Valor Econômico) via JM Notícia
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