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quarta-feira, 18 de maio de 2022

CEO da Portas Abertas é nomeado para Comissão de Liberdade Religiosa dos EUA

David Curry pediu orações aos cristãos devido à nova função para a qual foi nomeado


O CEO da Missão Portas Abertas, Dr. David Curry, foi nomeado pelo governo dos EUA para liderar a Comissão de Liberdade Religiosa dos Estados Unidos (USCIRF, na sigla em inglês). A entidade, criada pelo congresso americano, é independente do governo federal. Ela tem como objetivo monitorar, analisar e informar sobre a liberdade religiosa em ao redor do mundo.

A instituição missionária celebrou o anúncio como uma importante conquista na luta pelos direitos religiosos.

"Eu estava na África Oriental e testemunhei em primeira mão a intolerância vivida pelas minorias religiosas. O governo dos Estados Unidos tem um papel a desempenhar no incentivo e apoio à liberdade religiosa em todo o mundo, e espero ajudar a USCIRF enquanto aconselho o governo nesse papel", detalhou David Curry, após a nomeação.

Para exercer a nova função, ele pediu oração aos cristãos. "Desejo suas orações enquanto sirvo nesta Comissão, tanto para mim quanto para meus colegas Comissários – para que ajudemos a fazer a diferença para que todos, independentemente de fé ou não, possam viver suas vidas em paz".

David lembrou que em muitos países, atualmente, exercer o direito fundamental de praticar sua fé tem um preço terrível. "As pessoas em todos os lugares devem ter liberdade para adorar e viver suas convicções religiosas pacificamente, sem medo de governos, extremistas ou pressão cultural. Estou honrado em servir nesta comissão bipartidária".

Cabe ao presidente ou a liderança dos partidos políticos, no Senado e na Câmara, designar os representantes que serão os comissários da Comissão de Liberdade Religiosa. O trabalho deles é fazer recomendações de política externa, que tenha foco no combate à perseguição e promova os direitos de religião, ao Presidente, ao Secretário de Estado e ao Congresso.

"Essas nomeações não poderiam vir em melhor hora. A liberdade religiosa é um direito que pertence a todos, em todos os lugares, o tempo todo, e é um direito que está constantemente sob ataque", opinou Sam Brownback, ex-embaixador-geral dos EUA para a Liberdade Religiosa Internacional e o membro sênior da Portas Abertas.

Sam Brownback analisou que a "USCIRF desempenha um papel fundamental ao relatar ao Congresso e à Administração as violações da liberdade religiosa em todo o mundo e ao fazer recomendações de políticas para lidar com essas violações".

Fonte: Comunhão com informações de Portas Abertas EUA via Folha Gospel

sábado, 11 de julho de 2020

Rev. Milton Ribeiro da IPB Jardim de Oração em Santos será o novo Ministro da Educação.


O reverendo Milton Ribeiro será o quarto ministro da Educação em um ano e meio de governo Bolsonaro. Antes dele, passaram pelo ministério Ricardo Vélez Rodríguez, Abraham Weintraub e Carlos Alberto Decotelli.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira (10/07), por meio de uma rede social o professor e pastor evangélico Milton Ribeiro como novo ministro da Educação. Logo após o anúncio de Bolsonaro, a nomeação foi publicada em uma edição extra do "Diário Oficial da União".

O novo ministro da Educação é militar da reserva do Exército e pastor da Igreja Presbiteriana Jardim de Oração na cidade de Santos.

Segundo o currículo na Plataforma Lattes, ele é graduado em teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul, doutor em educação pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em direito constitucional pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, instituição da qual é ex-vice-reitor. É membro desde maio de 2019 da Comissão de Ética Pública da Presidência da República — primeiro a ser nomeado para o órgão por Bolsonaro.

O Rev. Milton Ribeiro é muito respeitado nos quadros da Igreja Presbiteriana, entre os evangélicos, de maneira geral e, sua nomeação como novo ministro da educação tem sido elogiada pelo mundo acadêmico, pelo seu respeitável currículo como educador.

O Rev. Milton Ribeiro é o segundo pastor presbiteriano a assumir uma pasta no governo Bolsonaro. O primeiro foi o também pastor André Mendonça, atual Ministro da Justiça que, segundo fontes, teve influência relevante na indicação do ora nomeado.

Oremos pelo nosso irmão em Cristo, que agora coloca seu currículo e sua ilibada história até aqui a serviço da nação brasileira, para que Deus lhe conceda toda a sabedoria necessária, e lhe proteja para o cumprimento dessa nova missão. A vitória dele é de todo o povo de Deus.

domingo, 14 de junho de 2020

STJ libera nomeação de pastor para a Funai

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) liberou a nomeação do antropólogo e pastor Ricardo Lopes Dias para chefiar a Coordenação-Geral de Índios Isolados e de Recente Contato da Fundação Nacional do Índio (Funai). 
nomeação de Dias causou polêmica por ele ter sido missionário durante quase dez anos na Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB), que atua na evangelização de povos indígenas principalmente na Amazônia. 
O presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha, revogou uma decisão do desembargador Souza Prudente, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que impediu Ricardo de assumir o cargo em maio.
Em sua decisão, o desembargador do TRF-1 alegou que "qualquer providência de aproximação missionária é uma ameaça a esses povos indígenas".
"Historicamente, os missionários procuram promover o contato com povos indígenas isolados e de recente contato para evangelizá-los, o que contraria uma política consolidada no Brasil", disse Souza Prudente. "Eles querem ficar isolados".
Por outro lado, o presidente do STJ avaliou que Ricardo preenche os requisitos legais para exercer a função, tendo inclusive qualificação para isso, uma vez que é formado em antropologia, com mestrado em ciências sociais, doutorado em ciências humanas e experiência nas áreas de etnologia indígena, identidade e direitos humanos. 
Noronha também destaca que o cargo comissionado é de livre escolha do Poder Executivo.
Além disso, o presidente do STJ esclarece que o vínculo com a MNTB não significa que haja conflito de interesses. "Trata-se de ilação sem base, conjectura que fere, no caso, a presunção de legitimidade dos atos do Executivo e caracteriza intervenção do Judiciário na administração interna de outro poder sem fato concreto sério e comprovado", diz trecho da decisão.

Em entrevista à BBC Brasil, Ricardo Dias lamentou que o fato de que ser evangélico e ter atuado como pastor esteja chamando tanto a atenção da opinião pública.
"Acho que está havendo até uma discriminação pelo fato de eu ser evangélico. Eu sou antropólogo, tenho mestrado e acabei de concluir um doutorado. Tenho conhecimento técnico sobre a situação dos índios no Brasil", destacou. "Minha atuação vai ser técnica. Não vou promover a evangelização de índios".
Fonte: Guia-me com informações de O Globo via Folha Gospel

domingo, 31 de maio de 2020

Funai anuncia que recorrerá da suspensão da nomeação de missionário evangélico

Após o desembargador federal Souza Prudente, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), suspender a nomeação do evangélico Ricardo Lopes Dias para a chefia da Coordenação de Índios Isolados e de Recente Contato, a Fundação Nacional do Índio (Funai) anunciou que recorrerá da decisão.
Dias, que já atuou como missionário junto a tribos indígenas, tem vasto currículo acadêmico na área de antropologia, sendo doutor em Ciências Humanas e Sociais.
Sua nomeação foi questionada pelo Ministério Público Federal (MPF) por conta de sua ligação com a Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB), que atua na região Amazônica na evangelização de povos indígenas.
A Funai considerou ‘fantasiosa’ o argumento do desembargador de que ex-missionários podem mudar a política de isolamento voluntário dos indígenas: "A referida Coordenação foi historicamente ocupada por católicos militantes ou simpáticos à teologia da libertação. Até quando era assim, nunca houve judicialização relativa ao provimento do cargo", diz a nota do órgão.
"A decisão parte da fantasiosa conclusão de que ex-missionários evangélicos, ocupando o cargo, podem mudar a política de isolamento voluntário dos indígenas menos integrados do país", acrescenta a Funai, dizendo que espera a decisão ser corrigida pelos tribunais superiores.
Segundo informações do jornal O Globo, Ricardo Lopes Dias foi nomeado em fevereiro após uma mudança no regimento interno da Funai, que passou a admitir a nomeação de especialistas que não sejam funcionários de carreira para a função que tem como prioridade a proteção de povos isolados.
Lopes Dias teve ligações com uma instituição missionária nos últimos anos, e a Funai garante que o antropólogo se desvinculou dos trabalhos de evangelização.
Na imprensa, há depoimentos de indígenas que trabalharam com o pastor apontando para uma atuação de bastidores recente, não apenas pela Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB), mas também na Primeira Igreja Batista de Guaianazes (SP), com foco na formação de futuros ministros que dariam a continuidade ao trabalho por ele iniciado.
Fonte: Gospel+

domingo, 24 de maio de 2020

Justiça suspende nomeação de pastor na Funai e diz que ação missionária "ameaça indígenas"


Segundo o desembargador Souza Prudente comunicou em sua decisão, a nomeação do pastor e antropólogo Ricardo Lopes teria 'interesses ocultos'.


O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) determinou a suspensão dos efeitos da nomeação do antropólogo e pastor Ricardo Lopes Dias, que havia sido escolhido em fevereiro deste ano para para chefiar a coordenação de índios isolados da Fundação Nacional do Índio (Funai). A determinação dada pelo desembargador Souza Prudente leva ao afastado de Ricardo Lopes de suas funções no órgão.

A decisão de Souza Prudente também determinou a suspensão da portaria 167, de janeiro deste ano. A portaria havia alterado o regimento interno da Funai, permitindo assim que o cargo de coordenador-geral de índios isolados pudesse ser ocupado por uma pessoa sem vínculo efetivo com o serviço público.

Segundo o desembargador comunicou em sua decisão, a nomeação de Ricardo Lopes teria “interesses ocultos”.

"A nomeação dele tem interesses ocultos, a serviço dos interesses dessa associação 'Missão Novas Tribos do Brasil', que vê esses povos como 'não engajados'. Pretende-se o que? Engajá-los no quê? Na civilização da cultura brasileira?", questionou o desembargador.

A 'Missão Novas Tribos do Brasil' (MNTB) é o nome da associação na qual Ricardo atuou como missionário.

"Ameaça"
A decisão do TRF1 citou uma ação do Ministério Público Federal, lembrando que, "a despeito de título de doutor em Ciências sociais, [Ricardo] possui como única experiência com índios isolados e de recente contato o trabalho na Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB), missão de fé cujo propósito declarado é a evangelização dos povos indígenas, especialmente os isolados e de recente contato categorizados pela MNTB como 'povos não engajados'".

O desembargador também apontou que "qualquer providência de aproximação missionária é uma ameaça a esses povos indígenas".

"Eles querem ficar isolados", disse Souza Prudente.

O desembargador ainda argumentou que o direito de povos indígenas ao isolamento está garantido no artigo 231 da Constituição Federal, que determina que "são reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens".

"Historicamente, os missionários procuram promover o contato com povos indígenas isolados e de recente contato para evangelizá-los, o que contraria uma política consolidada no Brasil", afirmou o desembargador na explicação.

Por enquanto, a decisão do TRF1 leva à suspensão do pastor do cargo na Funai, porém a exoneração ou manutenção de Ricardo Lopes só acontecerá definitivamente na decisão final de mérito.

A União ainda poderá recorrer da decisão, que derrubou entendimento da 6ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal. Ela não havia atendido solicitação feita na ação civil pública do MPF.

Propósito
Ao ser indicado para o cargo na Funai, Ricardo Dias disse ainda que sua indicação ocorreu por sua experiência como antropólogo, e não pelo histórico como missionário.

"Nunca escondi e não escondo meu trabalho no passado como missionário, mas hoje sou antropólogo, com mestrado e doutorado em universidades públicas de três Estados", disse ele à BBC Brasil.

Dias é doutor em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade Federal do ABC (UFABC), mestre em Ciências Sociais (Antropologia) pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e bacharel em Antropologia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Ele também é bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Sul Americana (FTSA) e fez pós-graduação em Antropologia Intercultural pela UniEvangélica, em Anápolis (GO), grande polo de entidades missionárias no Brasil.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 29 de abril de 2020

‘O STF quer governar no lugar de Bolsonaro?’, questiona Malafaia

"Eu não acredito no que está acontecendo. O STF quer agora nomear no nome do presidente?", questionou

O pastor Silas Malafaia criticou a intervenção feita pelo STF no Executivo ao suspender a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal.
O pastor fez uma breve chamada em um vídeo no Twitter e diz que vai falar mais sobre o assunto em outro vídeo.
"Eu não acredito no que está acontecendo. O STF quer agora nomear no nome do presidente?", questionou.
A suspensão
Moraes é o relator de ação protocolada pelo PDT. O partido questionou a nomeação feita pelo presidente Jair Bolsonaro na esteira de uma série de acusações do ex-juiz Sergio Moro de tentativas de interferência política na Polícia Federal. 

Na decisão, o ministro relata acusações feitas por Moro e trocas de mensagens entre o ex-juiz e o presidente da República que indicam um embate em torno do comando da Polícia Federal.
Fonte: JM Notícia

Alexandre de Moraes suspende nomeação de Ramagem para PF

Ministro do STF deferiu pedido do PDT alegando que nomeação poderia não observar os critérios de impessoalidade, moralidade e interesse público


O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu a nomeação e a posse de Alexandre Ramagem Rodrigues para o cargo de Diretor-Geral da Polícia Federal.


Uma das alegações que constam do mandado de segurança é a declaração do ex-ministro da Justiça Sergio Moro de poderia haver interferência política na PF.
Na decisão, Moraes argumenta provável desvio de finalidade do ato da nomeação. "Analisando os fatos narrados, verifico a probabilidade do direito alegado, pois, em tese, apresenta-se viável a ocorrência de desvio de finalidade do ato presidencial de nomeação do diretor da Polícia Federal, em inobservância aos princípios da impessoalidade, da moralidade e do interesse público", escreveu o ministro.

Moraes cita ainda a entrevista do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, na qual, segundo o ministro, "afirmou expressa e textualmente que o Presidente da República informou-lhe da futura nomeação do delegado federal Alexandre Ramagem para a Diretoria da Polícia Federal, para que pudesse ter 'interferência política' na Instituição, no sentido de “ter uma pessoa do contato pessoal dele', 'que pudesse ligar, colher informações, colher relatórios de inteligência'."

O pedido do PDT foi feito por Ramagem ter se aproximado dos filhos do presidente após ter sido coordenador da segurança de Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018. A posse de Ramagem e do ministro da Justiça, André Mendonça, estava marcada para às 15h desta quarta-feira (29).

Agora, a AGU (Advocacia-Geral da União) deverá recorrer da decisão do ministro Alexandre de Moraes e o caso será julgado no plenário do STF, com todos os ministros presentes à sessão. Não há data prevista para o julgamento do caso no plenário do Supremo.
Fonte: R7

terça-feira, 28 de abril de 2020

Evangélico assume o lugar de Moro e é o novo ministro da Justiça; conheça André Mendonça

"Eu sou evangélico desde a infância, me considero com a minha fé muito bem estruturada, minha crença em Jesus Cristo, como aquele que morreu por mim", declarou em uma entrevista o agora ministro da Justiça

O advogado-geral da União, André Mendonça, aceitou, nesta segunda-feira (27) o convite do presidente Jair Bolsonaro para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública no lugar de Sérgio Moro.
A nomeação para o cargo será publicada em edição do Diário Oficial que será publicado nesta terça-feira (28).
Evangélico, ele assume o lugar do ex-ministro Sérgio Moro.
O ex-titular da pasta pediu demissão na última sexta-feira (24) após exoneração do diretor-geral da PF (Polícia Federal), Maurício Valeixo. Outro nome cotado para substituir Moro era o do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira.
Com o aceite para o cargo, o comando da AGU deve ficar com o atual procurador-geral da Fazenda Nacional, José Levi Mello do Amaral Júnior.
O convite a Mendonça foi feito por Bolsonaro nesta segunda-feira (27) em reunião com Jorge Oliveira e com o atual procurador-geral da Fazenda Nacional, José Levi Mello do Amaral Júnior, que assumirá o comando da AGU no lugar de Mendonça.
Assim como Moro, André Mendonça foi anunciado para integrar a equipe do governo ainda durante o período de transição. No período em que ficou à frente da pasta, o ex-juiz da Lava Jato ganhou o título de "superministro", já que assumiu a Justiça e Segurança Pública juntas. Durante o governo de Michel Temer, as pastas eram separadas, mas foram unificadas na reestruturação ministerial proposta por Bolsonaro.
Biografia
André Luiz de Almeida Mendonça (Santos, 27 de dezembro de 1972) é um advogado e pastor presbiteriano brasileiro, atual advogado-geral da União do Brasil.
É advogado da União desde 2000 e foi assessor especial do ministro da Controladoria-Geral da União Wagner Rosário entre 2016 e 2018.
É doutor em Estado de Direito e Governança Global e mestre em Estratégias Anticorrupção e Políticas de Integridade pela Universidade de Salamanca.
Sua tese de doutorado e dissertação de mestrado conquistaram o prêmio extraordinário da mesma Universidade. Também é pós-graduado em Direito Público pela Universidade de Brasília (UnB).
Em 2011, André Mendonça recebeu o Prêmio Innovare, pela idealização e coordenação de grupo da AGU dedicado à recuperação de ativos desviados em casos de corrupção, que recuperou bilhões de reais aos cofres públicos.
Fonte: JM Notícia

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Produtores culturais evangélicos são indicados para diretoria da Ancine


As indicações, feitas pelo presidente da República, devem passar por aprovação no Senado.


O Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (21) trouxe os nomes da diretora do Festival Internacional de Cinema Cristão (FICC) Veronica Brendler e do colunista social Edilásio Barra, o pastor Tutuca, como indicação para integrarem a diretoria da Ancine (Agência Nacional do Cinema).

As indicações, feitas pelo presidente da República Jair Bolsonaro, foram encaminhadas pra o Senado para aprovação.

Evangélica, Veronica Brendler publicou em suas mídias sociais uma mensagem de agradecimento ao presidente Bolsonaro pela indicação:

"São 27 anos de atuação no setor artístico, desde a TV, o teatro, assessoria de imprensa, sessões fotográficas, organização de eventos audiovisuais (festival de cinema, feira, mostras de cinema, encontros de cineastas), produção audiovisual, enquadramentos e capacitação de projetos culturais, entre outros, acredito que posso somar muito para o cinema brasileiro", descreveu.

O pastor e colunista social Edilásio Barra, o Tutuca já trabalha como diretor interino do órgão desde 31 de janeiro, quando foi nomeado por Bolsonaro para o cargo.

Antes, ele vinha atuando como superintendente de desenvolvimento econômico da entidade, tendo responsabilidade sobre os editais financiados pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

Fonte: Guiame

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Ex-missionário é indicado para chefiar órgão de proteção a índios isolados da Funai


Ricardo Lopes Dias é teólogo, antropólogo e trabalhou como missionário por dez anos na Amazônia.


Um teólogo e antropólogo que trabalhou como missionário na Amazônia foi indicado para assumir a coordenação-geral de índios isolados da Fundação Nacional do Índio (Funai).

Ricardo Lopes Dias atuou entre 1997 e 2007 na Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB), uma organização cristã que promove a evangelização de indígenas brasileiros desde 1953.

O convite para o cargo foi feito pelo presidente da Funai, Marcelo Xavier, disse Dias ao jornal O Globo. Ele aguarda uma decisão da presidência do órgão para ser oficialmente nomeado.

Diante de seu histórico como missionário, Dias esclareceu qual será sua função na Funai. "Minha atuação vai ser técnica. Não vou promover a evangelização de índios", esclareceu.

Dias disse ainda que foi indicado por sua experiência como antropólogo, e não pelo histórico como missionário.

"Nunca escondi e não escondo meu trabalho no passado como missionário, mas hoje sou antropólogo, com mestrado e doutorado em universidades públicas de três Estados", disse à BBC Brasil.

Dias é:
  • Doutor em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade Federal do ABC (UFABC),
  • Mestre em Ciências Sociais (Antropologia) pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e
  • Bacharel em Antropologia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam).


Ele também é bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Sul Americana (FTSA) e fez pós-graduação em Antropologia Intercultural pela UniEvangélica, em Anápolis (GO), grande polo de entidades missionárias no Brasil.

A Coordenação Geral de Índios Isolados e de Recente Contato (CGIIRC) é um dos postos mais importantes na hierarquia da Funai, sendo responsável pelo gerenciamento de 11 frentes de proteção etnoambiental e 19 bases espalhadas pela Amazônia, onde há registros sobre a presença de índios isolados ou que foram contatados recentemente.

Dias lamenta que o fato de ser evangélico e ter atuado como pastor esteja chamando tanto a atenção da opinião pública.

"Acho que está havendo até uma discriminação pelo fato de eu ser evangélico. Eu sou antropólogo, tenho mestrado e acabei de concluir um doutorado. Tenho conhecimento técnico sobre a situação dos índios no Brasil", destacou.

A indicação de Dias foi elogiada pelo presidente da Missão Novas Tribos do Brasil, Edward Gomes Luz. "É uma pessoa muito capaz e tecnicamente preparada para qualquer cargo. Se for olhar a capacitação e a pessoa em si, ele é perfeito", disse.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Pastor ligado a área é nomeado para cargo chave na Ancine

O pastor Edilásio Barra, com carreira profissional ligada à área da comunicação, foi nomeado para a Superintendência de Desenvolvimento Econômico da Agência Nacional de Cinema (Ancine).
Conhecido como Tutuca, Barra já atuou como apresentador, ator, jornalista e agora lidera a Igreja Continental do Amor de Jesus, da qual foi um dos fundadores, em 2011.
Como superintendente na Ancine, será o responsável pelo gestão de um orçamento aproximadamente de centenas de milhões de reais no Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), o principal mecanismo de fomento ao cinema e audiovisual no Brasil. Em 2018, o fundo movimentou R$ 800 milhões e, em 2019, a cifra já alcançou R$ 396 milhões.
De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, a nomeação foi anunciada no Diário Oficial da União na última quarta-feira, 23 de outubro.
Antes de chegar à Ancine, Barra trabalhou como apresentador no Programa VIP, na RedeTV!, que era uma espécie de coluna social. Em seguida, trabalhou na CNT, entrevistando artistas, socialites e empresários, o que lhe rendeu o apelido de "Amaury Jr. carioca".
Jornalista formado em 1984 e pós-graduado pela Universidade Cândido Mendes, Barra foi também diretor do programa Rio de Prêmios, exibido pela Record TV, e do esportivo Copa Super 7 também na RedeTV!.
Antes da atual indicação, Edilásio Barra havia sido escolhido para ocupar um cargo no Ministério da Cidadania. O titular, ministro Osmar Terra, tinha planos de nomeá-lo diretor da Secretaria de Audiovisual, que é vinculada à Secretaria Especial de Cultura.
Entretanto, o ator pornográfico e deputado federal Alexandre Frota – à época filiado ao PSL e apoiador de Bolsonaro — reclamou que o pastor Edilásio Barra não tinha formação para ocupar o cargo na Secretaria de Cultura, o que levou o ministro Osmar Terra a recuar da decisão.
Meses depois, Terra acabou indicando Barra para o cargo de diretor do Departamento de Políticas Audiovisuais, e agora, o nomeou superintendente da área de desenvolvimento econômico da Ancine.
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Papa Francisco nomeia brasileira como vice-diretora de imprensa

O papa Francisco nomeou a jornalista brasileira Cristiane Murray como vice-diretora da assessoria de imprensa da Santa Sé, informou a entidade nesta quinta-feira (25). 
Nascida no Rio de Janeiro em 1962, Murray trabalha na Rádio Vaticano desde 1995 e fala português, italiano, inglês, espanhol e francês. Ela é casada e tem dois filhos.
A assessoria de imprensa do Vaticano será dirigida por duas pessoas sem cargos religiosos: o anglo-italiano Matteo Bruni, como diretor, e Murray, como vice-diretora.
"Aceito esta nomeação com emoção. Para os jornalistas e colegas do Dicastério (ministério) da Comunicação, é um grande reconhecimento do nosso trabalho diário de levar o Evangelho ao mundo, a mensagem do papa e da Igreja. Os agradecimentos são dirigidos, antes de tudo, ao Santo Padre. O meu agradecimento e o de todos nós, especialmente das mulheres, por me escolher para esta importante tarefa", disse Murray.
Desde 2018, a jornalista colabora na preparação do Sínodo dos Bispos da Amazônia, previsto para outubro deste ano. O encontro será um dos eventos mais importantes do papa neste ano e abordará questões delicadas, como a devastação da Amazônia por grandes empresas, a corrupção, a imigração para as cidades e o abandono dos povos indígenas.
Considerado o pontífice mais sensível a problemas ecológicos depois de publicar em 2015 a encíclica "Laudato Sí", o papa argentino convocou a assembleia de bispos na Amazônia para buscar formas de proteger os povos da região. 
Fonte: Folha de S. Paulo via Folha Gospel
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