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sexta-feira, 31 de julho de 2020

LGBTs pressionam e banco fecha conta de entidade cristã

Organização também teve conteúdo removido do Facebook

O banco Barclays, do Reino Unido, decidiu fechar a conta bancária da organização cristã Core Issues Trust (CIT) após ativistas LGBT pressionaram a instituição. A entidade tem sede na Irlanda do Norte e foi acusada pelos ativistas de promover terapias de conversão, chamada de cura gay.
Ao jornal The Belfast News Letter, o banco disse que não comenta “casos individuais. Nossos termos e condições – como outros bancos – nos permitem encerrar um relacionamento com qualquer cliente, desde que com dois meses de antecedência”.
Já a Core Issus Trust informou, ao veículo, que eles ainda tiveram conteúdos “removidos do Facebook”, e que o Paypal encerrou “as contas do CIT sem aviso e sem explicações, restringindo a capacidade dos apoiadores de fazer doações”.
O líder da organização, Mike Davidson, também ressaltou que “se uma multidão de usuários de mídias sociais pode fazer com que um banco feche a conta de um ministério cristão, então não há lugar para ministérios cristãos biblicamente fiéis. O Reino Unido agora está se tornando um país intensamente intolerante”.
Além disso, ele também comentou a acusação dos ativistas.
– Como o termo [terapia de conversão] tem um sentido negativo, denotando terapias e aconselhamento como “pseudo-ciência”, ser ouvido defendendo a terapia e o aconselhamento para atrações indesejadas do mesmo sexo é considerado uma defesa do rótulo indefensável da “Terapia de Conversão”. Rejeitamos esse termo acusatório – relatou.
Fonte: Pleno News

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Santander acredita que cristãos são “intolerantes e deturpadores da informação”


Comunicado interno do banco Santander destoa do discurso usado até agora

Após a sequência de polêmicas envolvendo a mostra Queer Museu, promovida pelo Santander Cultural, surge um novo capítulo. Sergio Rial, presidente do Santander Brasil, enviou um comunicado interno para os funcionários do banco falando sobre o cancelamento da exposição em Porto Alegre.
Ela teve início em 15 de agosto e deveria ir até 8 de outubro, mas foi encerrada no último sábado (09), após diversos protestos nas redes sociais de indivíduos e grupos conservadores que não compactuam com o que foi chamado de "arte".
Embora a grande imprensa tenha dado créditos a mobilização para o MBL, o fato é que foram diferentes grupos religiosos que fizeram o maior "barulho" contra o banco, pedindo inclusive boicote ao Santander por ter promovido obras consideradas pornográficas, que retratavam órgãos sexuais, zoofilia e mensagens ofensivas a símbolos cristãos.
Outros fatores que desgastaram a imagem do banco foi o projeto ter levantado R$ 800 mil de verba pública através de renúncia fiscal e a previsão que a mostra receberia visitas de escolares, expondo crianças àquelas imagens.
Comunicado Santander – Queer Museu. (Foto: Reprodução)
Na justificativa assinada por Rial, ele afirma no segundo parágrafo que "as críticas já não se centram, como se viu nas redes sociais, só na ação de alguns grupos intolerantes e deturpadores da informação, que desqualificavam a exposição. Os ataques têm enfoque na censura — "como não se via desde a ditadura".
Embora não cite quem seriam esses grupos, mas quem acompanha o caso sabe que os cristãos foram os mais enfáticos nas críticas, a ponto de apelidar a instituição de "Satã-der".
Com um discurso contraditório, o presidente do banco afirmou que o Santander respeita "de forma incondicional a comunidade LGBT, os artistas, como também qualquer outra comunidade que possa se sentir desrespeitada, como muitos grupos religiosos".
Rial e a instituição que comanda se contradizem ao falar em respeito a "muitos grupos religiosos" e ao mesmo tempo patrocinam a deturpação da imagem de Jesus, representado em um dos quadros como um macaco e o associando a uma divindade pagã em outro.
Ele se queixa dos ataques que sofreram de "forma intensa", mas não vê ataque aos valores aceitáveis na sociedade quando expõe imagens de sexo com animais, orgias e incitação à pedofilia. Obviamente que se trata disso, pois qual outra explicação há para uma obra chamada "Criança viada: Travesti da Lambada e Deusa das Águas".
Como pode o banco dizer "Somos uma empresa que valoriza profundamente as organizações religiosas, independente de credo, mas dentro do ambiente de tolerância". É no mínimo contraditório ele fazer tal afirmação quando tudo indica o contrário.
O documento em questão foi divulgado nas redes sociais, mas ao jornal Gazeta do Povo, a assessoria de imprensa do Banco confirmou a autenticidade do documento. Disse ainda que ele "reflete a visão do banco sobre o episódio".
A conclusão é que internamente o banco minimiza a fé alheia, enquanto tenta se justificar à sociedade com outro discurso, como foi visto na nota pública postada página do Santander Cultural no domingo (10). Nela, afirmava que decidira fechar a mostra por que havia entendido que "algumas das obras da exposição Queermuseu desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas".
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 24 de março de 2017

Ofertante anônimo quita dívida de US$ 4 milhões e livra igreja de problemas com banco

Uma oferta generosa e anônima se tornou notícia recentemente depois que os detalhes foram revelados à imprensa. Uma igreja centenária devia US$ 4 milhões de um empréstimo e o banco informou que os valores haviam sido quitados completamente, de forma antecipada, por um benfeitor.
A First African Baptist Church em Sharon Hill, no condado de Delaware, Pensilvânia (EUA), havia feito um empréstimo vultoso com o Citizen Bank, no modelo de hipoteca, dando a propriedade onde está o templo como garantia de pagamento.
Fundada em 1903, a denominação cresceu ao longo dos últimos 114 anos em tamanho de membros e também ampliou seu templo. O pastor Richard Dent informou à emissora Fox 29 que, apesar de a situação financeira não ser crítica, as despesas da igreja são altas, o que exige grande cuidado com as contas.“Recebemos um telefonema do Citizens Bank, que dizia: ‘Sua hipoteca está paga’. Isso é uma bênção. É inesperado, mas não podemos deixar de dar o crédito disso ao Senhor Deus. Isso não poderia ter sido feito sem Ele”, disse o pastor à emissora de TV.
O pastor explicou que, muitas pessoas, ao olharem para uma igreja, não têm noção de quantas despesas estão inerentes à manutenção do templo. A administração da igreja inclui o pagamento de contas de água, luz, ar-condicionado nos meses de verão e aquecimento nos meses de inverno, entre outras coisas.

Quando foi à agência e confirmou que a hipoteca da igreja estava completamente quitada, o pastor Richard Dent reuniu os membros da igreja e queimou o documento do empréstimo, comemorando a quitação da dívida.

Pastor queima o contrato de empréstimo durante celebração no templo
Referência
“Na comunidade negra, a igreja é a única coisa que sempre tivemos para chamar de nossa”, disse o pastor. “Quando não podíamos ir ao Centro Cívico ou à Liga da União, sempre tínhamos a igreja. É aqui onde os nossos filhos aprendem a se desenvolver, a falar diante do público”, acrescentou, sublinhando o importante papel social que a igreja cumpre.
Richard Dent sabe que sua responsabilidade à frente da igreja é conservar o legado construído ao longo dos últimos 114 anos: “Somos distintos porque temos o privilégio de estar na comunidade há muito tempo, e estamos muito, muito orgulhosos do que fazemos”.
Como a igreja é uma comunidade sem fins lucrativos, os valores que antes eram destinados ao pagamento do empréstimo, agora serão usados para comprar vans que serão usadas no transporte de membros da igreja, inclusive para consultas médicas. Outras iniciativas sociais também estão sendo planejadas.
Fonte: Gospel+
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