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domingo, 1 de outubro de 2017

MPF recomenda reabertura da exposição Queermuseu

Apesar de recomendação, Santander não pretende seguir conselho

Apesar do Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul (MPF) ter se posicionado favorável à exposição Queermuseu, promovida pelo Santander Cultural, a instituição não tem pretensão de reativar a exposição em Porto Alegre.
Por isso, o Santander liberou nota para informar o público. "A mostra Cartografias da Diferenças da Arte teve sua exibição finalizada no Centro Cultural de Porto Alegre, de cunho privado, no dia 10.9.17 e não será reaberta conforme comunicado do mesmo dia".
O MPF pode processar a instituição caso não justificar a recusa de seguir a recomendação. O Santander cancelou a exposição sobre diversidade cultural após protestos de vários grupos políticos, como o Movimento Brasil Livre (MBL).
A principal justificativa dada pelos protestantes era de que as obras expostas na Queermuseu faziam apologia à pedofilia e zoofilia, o que gerou críticas e respostas dos autores das produções.
Entre os nomes presentes na exposição, foram destacados artistas de renome mundial como Candido Portinari, Alfredo Volpi e Lygia Clark. E, no parecer do MPF, a exposição deveria ser reaberta e disponível para o público até dia 8 de outubro.
Fabiano de Moraes, procurador regional dos Direitos do Cidadão, afirmou preocupar-se com o fechamento da exposição. "O precedente do fechamento de uma exposição artística causa um efeito deletério a toda liberdade de expressão artística", destacou.
O procurador também recomendou que o Santander abrisse outra exposição com recursos próprios e com mesma temática. O direcionamento seria "preferencialmente com temática relacionada à diferença e à diversidade"
"E que esta esteja aberta aos visitantes em período não inferior a três vezes o tempo que a Queermuseu permaneceu sem visitação – a título de compensação pelo período em que a exposição permaneceu sem acesso ao público em geral", disse.
A única ressalva feita quanto à reabertura é que possua "medidas informativas ou de proteção à infância e à adolescência no que diz respeito a eventuais representações de nudez, violência ou sexo nas obras expostas e também medidas visando a garantia da segurança das obras e dos visitantes".
Moraes também discorda da avaliação feita por parte do público acerca do conteúdo artístico do material. "As obras que trouxeram maior revolta em postagens nas redes sociais não têm qualquer apologia ou incentivo à pedofilia".
Com informações Veja via Gospel Prime

domingo, 17 de setembro de 2017

COMADESPE PUBLICA NOTA DE REPÚDIO À EXPOSIÇÃO QUEERMUSEU DO BANCO SANTANDER


NOTA DE REPUDIO DA COMADESPE À EXPOSIÇÃO QUEERMUSEU DO SANTANDER


A COMADESPE - Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros, assim como outras instituições  de representação religiosa,  também publicou NOTA DE REPÚDIO ao conteúdo de ofensa a símbolos religiosos, ocorridos da exposição Queermuseu patrocinada pelo Banco Santander, através da Lei Rouanet

A NOTA

"Considerando a exposição "artística" chamada Queermuseu, realizada no espaço Santander Cultural, localizado em Porto Alegre - RS, com apoio e incentivo do Banco Santander, bem como com financiamento de dinheiro publico pela Lei Rouanet, na ordem de R$800.000,00;

Considerando que sob o manto obscuro da arte ou expressão artista se cometeu flagrante desrespeito a fé cristã, bem como aos valores éticos e morais que regem a nossa sociedade, remetendo a promoção da pornografia, pedofilia, zoofilia, prostituição infantil;

Considerando que, embora o Brasil seja um pais laico, recursos advindo dos cofres públicos não devem ser usado para o afrontamento e desrespeito de quaisquer seguimentos religiosos ou profissão de fé, principalmente em se tratando do Cristianismo, cuja presença marcou nosso Brasil desde de sua gênese;

Considerando que centenas e milhares de membros de nossas igrejas, bem como inúmeros obreiros, entre eles ministros, conselheiros e diretores da COMADESPE, de forma individual já se manifestaram repudiando tal fato;

A COMADESPE – CONVENÇÃO MINISTROS DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS DO ESTADO DE SÃO PAULO E OUTROS, através da sua Diretoria, na pessoa de seu Presidente, Pr. Carlos Roberto Silva, vem agora se manifestar como órgão colegiado contra a referida exposição, repudiando todas as afrontas morais, cívicas, sociais e espirituais apresentada sob a retórica da “arte”, corroborando com todas as manifestações já feitas por outras denominações evangélicas, católicas, bem como todo e qualquer segmento da Sociedade Brasileira que pauta pela ética e pela moralidade, visando a construção de uma sociedade melhor, na qual a vida, a família e a ética, a partir dos valores judaico-cristãos por nós defendidos, sejam preservados.

Igualmente, caso o Banco Santander não se retrate publicamente, reconhecendo o seu erro e se comprometendo a não mais apoiar iniciativas semelhantes no futuro, aconselhamos que nossos membros (das Assembléias de Deus) e Instituições seguíssemos, com coragem, o mesmo procedimento já adotado e aconselhado por outras denominações evangélicas, ou seja, retiremos nossas contas e rompamos com qualquer relacionamento com a referida instituição bancaria.

Aos nossos representantes políticos nas esferas municipal, estadual e federal, pedimos posicionamento e firme manifestação, fazendo ecoar a nossa voz junto as autoridades constituídas, a fim se evitar repetição deste tipo e evento que só divide e enfraquece a nossa já fragilizada sociedade;

Entendemos que devemos respeitar o direito a liberdade de expressão, e a arte é uma delas, mas escárnios, zombarias e desrespeito com símbolos religiosos, bem como incentivo a crimes previstos em lei e praticas que visam depreciar a pessoa humana seja na sua fé ou dignidade, não devem ser tolerados em hipótese alguma. Esse é o nosso papel enquanto Igreja de Cristo na Terra e cidadãos brasileiros que sonha e trabalha para o bem de Nação."

São Paulo, 16 de Setembro de 2017-09-16
Pr. Carlos Roberto Silva
Presidente

Fonte: COMADESPE



sábado, 16 de setembro de 2017

Justiça nega por liminar reabertura da exposição Queermuseu em Porto Alegre

O autor da ação fala em prejuízo aos cofres públicos e em censura

A juíza Thaís Helena Della Giustina, da 8ª Vara Federal de Porto Alegre, assinou nesta quarta-feira (13) a liminar pela não reabertura da exposição Queermuseu. O pedido de reabertura partiu do o advogado e professor Gustavo Kratz Gazalle, da cidade de Pelotas (RS) que se baseou nos gastos públicos gerados com este cancelamento.
Me senti tolhido ao não poder ver uma exposição que foi financiada pela Lei Rouanet”, afirma Gazalle ao se referir ao financiamento de mais de R$ 800 mil vindos da Lei Rouanet.
Mas para a juíza, não há como calcular os prejuízos por hora. "Eventual prejuízo ao erário causado pelo ato impugnado somente poderá ser constatado após a referida avaliação dos resultados, que certamente haverá pelo órgão competente, na qual se definirá a possibilidade de dedução, parcial ou não, ou mesmo impossibilidade de dedução do Imposto de Renda devido pelas pessoas jurídicas incentivadoras das quantias doadas para a mostra cancelada a destempo".
O Ministério da Cultura pediu a prestação de contas para poder avaliar a extensão dos impactos gerados pelo cancelamento da exposição que gerou polêmica em todo o país.
A juíza registra também que não há elementos que indiquem algum tipo de dano, ou ameaça, ao patrimônio cultural, uma vez que as obras permanecem íntegras.
O autor do processo discorda da magistrada e já entrou com um recurso, declarando que a mostra é "um patrimônio"    que foi prejudicado pelo cancelamento. Ainda de acordo com Gazalle, o cancelamento da mostra fere o terceiro artigo da Constituição Federal.
"A temática sexual é uma temática humana, da arte, não pode haver censura. As pessoas podem gostar ou não gostar, mas não censurar", declarou ele. A juíza, porém, não vê ameaça na liberdade de expressão.
Fonte: JM Notícia

Ordem dos Pastores Batistas do Brasil emite nota de repúdio contra Santander

A Ordem dos Pastores diz ainda que, caso o Banco Santander SA, ou outras Instituições Público Privadas, mantenha essa postura, irá incentivar a desistência de contas, parcerias ou consumo pelas suas Instituições, Igrejas e membros.

A polêmica exposição Queermuseu, promovida pelo Banco Santander, em Porto Alegre, tem ganhado proporções inimagináveis nos últimos dias no país, devido a promoção à pedofilia, zoofilia e ainda por zombar da fé cristã. Desta vez, a Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB), com sede no Estado do Rio de Janeiro, se reuniu nesta sexta-feira, 15, e emitiu nota de repúdio em desfavor do Banco Santander.
Segundo a OPBB, a exposição Queermuseu faz incentivo à pedofilia, zoofilia, prostituição infantil e outros temas ligados à sexualidade humana, afrontando abertamente os valores morais da sociedade bem como os princípios bíblicos que fundamentam a fé cristã, sob o pretexto de incentivo à cultura, patrocinado pelo Banco Santander.
Ainda de acordo com a nota assinada pelo presidente, pastor Juracy Bahia, a Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, repudia esse tipo de iniciativa, que,  segundo ele, em nada contribui com a estruturação da família e o equilíbrio social.
RECOMENDAÇÃO
"Num tempo de extrema violência, abusos sexuais, vulnerabilidade da mulher, erotização infantil, haver esse tipo de promoção, por meio de uma instituição reconhecida nacional e internacionalmente, nos deixa perplexos, pois vai contra a construção de uma sociedade saudável e estruturada", diz a nota.
A Ordem dos Pastores diz ainda que,  caso o Banco Santander SA, ou outras Instituições Público Privadas, mantenha essa postura, irá incentivar a desistência de contas, parcerias ou consumo pelas suas Instituições, Igrejas e membros.
A entidade finaliza a nota afirmando que, espera de uma instituição do porte do Banco  Santander o desligamento de todo tipo de fomento a movimentos tão depreciativos e hostis aos valores que defende. A nota é assinada pelo pastor Juracy Batista, Adilson Ferreira dos Santos, relator, Evaldo Carlos Dos Santos e Jair Hein.
JUSTIÇA NEGA REABERTURA DA EXPOSIÇÃO
A juíza Thaís Helena Della Giustina, da 8ª Vara Federal de Porto Alegre, chegou a negar nesta quarta-feira (13), por meio de liminar a reabertura da exposição Queermuseu, a pedido do o advogado Gustavo Kratz Gazalle, da cidade de Pelotas (RS).e
O autor da ação foi o advogado e professor pelotense Gustavo Kratz Gazalle. Uma de suas alegações é o gasto de dinheiro público ocasionado pelo cancelamento. "Me senti tolhido ao não poder ver uma exposição que foi financiada pela Lei Rouanet", afirma Gazalle. A exposição Queermuseu foi financiada através de renúncia fiscal, via Lei Rouanet.
Segundo dados disponibilizados na internet pelo Ministério da Cultura, o projeto captou R$ 850.560 mil. Foram três empresas incentivadoras, sendo duas delas ligadas ao banco Santander, e a terceira, uma outra instituição financeira.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Erotização de crianças era objetivo da mostra do Santander, dizem Procuradores Criminais


A erotização da criança é um facilitador da pedofilia. Além disso, apresentar ao público escolar condutas como zoofilia em um contexto de respeito à diversidade, comunica a mensagem de que essas condutas devem ser aceitas

Diante da repercussão da mostra Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, os Procuradores de Justiça Criminal Alexandre Lipp e Sílvio Munhoz visitaram ontem a exposição no Santander Cultural, que se mantém fechada ao público desde o último domingo (10), com o objetivo de tirarem suas próprias conclusões sobre o que foi exibido ao público infanto-juvenil.
Sílvio chama a atenção para o fato de que eram as próprias escolas que definiam a faixa etária dos alunos visitantes, e que os pais provavelmente não tiveram ciência do conteúdo erótico a que seus filhos foram submetidos: 
"Independentemente de ser arte ou não, de gostar ou não, o que não se pode conceber é um conteúdo que serve visivelmente para erotizar crianças e adolescentes, e que as escolas estejam fazendo isso sem conhecimento e consentimento dos pais".
Durante a visita, os procuradores de justiça constataram que, à exceção de algumas obras, a exposição tinha o nítido propósito de erotizar o público alvo e induzi-lo a tolerar condutas como orgias, zoofilia e vilipêndio a símbolos religiosos (crime definido no art. 208 do Código Penal).
"A erotização da criança é um facilitador da pedofilia. Além disso, apresentar ao público escolar condutas como zoofilia em um contexto de respeito à diversidade, comunica a mensagem de que essas condutas devem ser aceitas" afirma Alexandre.
Os organizadores que acompanharam a visita entregaram aos membros do Ministério Público o material didático distribuído aos professores para uso posterior em sala de aula. Disso, Alexandre conclui:
"Para quem ainda tem dúvida, aqui está a prova de que a ausência de restrição etária não foi um descuido. O evento tinha como finalidade a doutrinação amoral do público infanto-juvenil, e os pais que agora tomaram conhecimento disso podem procurar o Ministério Público para a adoção de providências, sobretudo se descobrirem que os filhos participaram de alguma dinâmica sensorial sugerida no evento, o que pode caracterizar crime contra a dignidade sexual".
O Ministério Público já recebeu mais de 20 representações para apuração de delitos como vilipêndio a objeto de culto religioso e apologia de crimes.
(Assessora do Procurador Alexandre Lipp, Cristina Dias)
Fonte: Gospel Geral

Igreja comunica encerramento de sua conta no Santander, após exposição polêmica



A exposição 'Queermuseu' gerou revolta por promover a pedofilia, zoofilia e ofender religiões, como o cristianismo

A exposição de "arte" do Santander Cultural, "Queermuseu" continua tendo seus efeitos, apesar de já ter sido cancelada no último domingo (10).

O mais recente foi a decisão da Igreja Batista do Bacacheri, em Curitiba, comunicar o encerramento de sua conta do Santander.

As apologias a pedofilia, zoofilia e o vilipêndio contra elementos religiosos, como por exemplo, o mau uso de uma imagem de Jesus Cristo geraram grande revolta, não apenas entre cristãos, mas entre tantos outros cidadãos, que consideraram a abordagem da exposição completamente inapropriada. Além disso, o fato do evento ter sido financiado com uma captação de R$ 800 mil pela Lei Rouanet agravou ainda mais o sentimento de revolta.

Segundo a Igreja Batista do Bacacheri comunicou em sua página do Facebook e também em seu site oficial, o motivo do encerramento de sua conta no Santander foi justamente o fato do banco ter apoiado a exposição "Queermuseu".

"Comunicamos aos membros e participantes da Igreja Batista do Bacacheri que, devido aos últimos acontecimentos vinculados ao Banco Santander, Decidimos encerrar a nossa conta na instituição", disse parte do breve comunicado exposto pela Igreja em suas páginas.

A igreja também explicou que aqueles que quiserem continuar apoiando a igreja com seus dízimos e ofertas podem fazer uso das outras instituições financeiras, nas quais a comunidade ainda tem suas contas abertas.

O líder da Igreja Batista do Bacacheri, pastor Luiz Roberto Silvado falou com exclusividade ao portal Guiame e destacou que a decisão de sua igreja em encerrar a conta que tinha no Santander foi "uma forma simples de expressarmos que desaprovamos os valores que a instituição está defendendo publicamente".

Apesar da decisão ter sido elogiada por muitos cristãos e apontada como "um exemplo" por tantos outros, Silvado lembrou que as igrejas e até mesmo os cristãos correntistas do banco deverão avaliar seus próprios contextos e não são obrigados a fazerem o mesmo que a Igreja Batista do Bacacheri fez.

"Cada igreja terá que avaliar a situação e decidir como deverá se posicionar neste tema. Está decisão não transformará ninguém em um melhor ou pior cristão", acrescentou.

 


Tentativa de retratação


Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (11), o banco Santander pediu "sinceras desculpas a todos aqueles que enxergaram o desrespeito a símbolos e crenças na exposição 'Queermuseu'".

O Santander Cultural também informou que resolveu devolver R$ 800 mil captados via Lei Rouanet para a realização da Exposição.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Santander acredita que cristãos são “intolerantes e deturpadores da informação”


Comunicado interno do banco Santander destoa do discurso usado até agora

Após a sequência de polêmicas envolvendo a mostra Queer Museu, promovida pelo Santander Cultural, surge um novo capítulo. Sergio Rial, presidente do Santander Brasil, enviou um comunicado interno para os funcionários do banco falando sobre o cancelamento da exposição em Porto Alegre.
Ela teve início em 15 de agosto e deveria ir até 8 de outubro, mas foi encerrada no último sábado (09), após diversos protestos nas redes sociais de indivíduos e grupos conservadores que não compactuam com o que foi chamado de "arte".
Embora a grande imprensa tenha dado créditos a mobilização para o MBL, o fato é que foram diferentes grupos religiosos que fizeram o maior "barulho" contra o banco, pedindo inclusive boicote ao Santander por ter promovido obras consideradas pornográficas, que retratavam órgãos sexuais, zoofilia e mensagens ofensivas a símbolos cristãos.
Outros fatores que desgastaram a imagem do banco foi o projeto ter levantado R$ 800 mil de verba pública através de renúncia fiscal e a previsão que a mostra receberia visitas de escolares, expondo crianças àquelas imagens.
Comunicado Santander – Queer Museu. (Foto: Reprodução)
Na justificativa assinada por Rial, ele afirma no segundo parágrafo que "as críticas já não se centram, como se viu nas redes sociais, só na ação de alguns grupos intolerantes e deturpadores da informação, que desqualificavam a exposição. Os ataques têm enfoque na censura — "como não se via desde a ditadura".
Embora não cite quem seriam esses grupos, mas quem acompanha o caso sabe que os cristãos foram os mais enfáticos nas críticas, a ponto de apelidar a instituição de "Satã-der".
Com um discurso contraditório, o presidente do banco afirmou que o Santander respeita "de forma incondicional a comunidade LGBT, os artistas, como também qualquer outra comunidade que possa se sentir desrespeitada, como muitos grupos religiosos".
Rial e a instituição que comanda se contradizem ao falar em respeito a "muitos grupos religiosos" e ao mesmo tempo patrocinam a deturpação da imagem de Jesus, representado em um dos quadros como um macaco e o associando a uma divindade pagã em outro.
Ele se queixa dos ataques que sofreram de "forma intensa", mas não vê ataque aos valores aceitáveis na sociedade quando expõe imagens de sexo com animais, orgias e incitação à pedofilia. Obviamente que se trata disso, pois qual outra explicação há para uma obra chamada "Criança viada: Travesti da Lambada e Deusa das Águas".
Como pode o banco dizer "Somos uma empresa que valoriza profundamente as organizações religiosas, independente de credo, mas dentro do ambiente de tolerância". É no mínimo contraditório ele fazer tal afirmação quando tudo indica o contrário.
O documento em questão foi divulgado nas redes sociais, mas ao jornal Gazeta do Povo, a assessoria de imprensa do Banco confirmou a autenticidade do documento. Disse ainda que ele "reflete a visão do banco sobre o episódio".
A conclusão é que internamente o banco minimiza a fé alheia, enquanto tenta se justificar à sociedade com outro discurso, como foi visto na nota pública postada página do Santander Cultural no domingo (10). Nela, afirmava que decidira fechar a mostra por que havia entendido que "algumas das obras da exposição Queermuseu desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas".
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Governo investiu quase R$ 1 milhão através da Lei Rouanet em exposição que Santander faz apologia à pedofilia


Segundo o site do Ministério da Cultura, o banco Santander investiu quase 1 milhão de reais, usando os benefícios fiscais da Lei Rouanet, na criminosa exposição Queermuseu, sediada no prédio da fundação Santander Cultural na cidade de Porto Alegre. Entre as ditas obras expostas no lugar, sob o pretexto da defesa dos direitos dos homossexuais, vê-se imagens que configuram os crimes de apologia à pedofilia e ultraje a fé cristã, como divulgada em várias páginas nas redes sociais.


No link do site do Ministério da Cultura a seguir, você confere o processo de concessão do benefício fiscal da Lei Rouanet da grana que o Banco Santander usou para financiar a exposição, o que significa que a instituição financeira não recolheu impostos sobre esse valor: http://versalic.cultura.gov.br/#/projetos/164274
Os YouTubers RafinhaBK e Felipe Diehl foram expulsos do prédio do Santander Cultural pelos curadores do projeto Queermuseu ao tentarem registrar com câmeras o conteúdo da “arte” ali exposta.

Com informações tercalivre.com.br via Gospel Geral

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