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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Muçulmanos se voltam para Cristo, decepcionados com o Islã de terroristas

O extremismo religioso promovido pelo Estado Islâmico resultou no aumento de muçulmanos convertidos ao cristianismo

A violência promovida pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI) deixou alguns muçulmanos questionando os princípios de sua religião. Hoje, muitos abriram mão do Islã e foram atraídos a mensagem do Evangelho de Cristo.
"Se o EI representa o Islã, eu não quero mais ser muçulmano. O deus deles não é o meu Deus", disse Farhad Jasim, 23 anos, que frequenta a Igreja dos Irmãos, à NBC News.
A Igreja dos Irmãos é o primeiro local cristão construído por décadas em Kobani, uma cidade estratégica na fronteira síria-turca, no norte da província de Alepo. Há quatro anos a cidade está livre do califado dos militantes, que foram expulsos da região.
As conversões religiosas são tabus na Síria, já que as pessoas que abandonam o islamismo são banidas de suas famílias e comunidades. "Mesmo sob o regime sírio antes da revolução, era estritamente proibido mudar a religião do Islã para o cristianismo ou outra", disse Omar, 38 anos, que atua como administrador da igreja protestante. (Seu sobrenome não foi revelado por razões de segurança. O pastor da igreja preferiu não ser entrevistado.)
Enquanto os moradores ainda lidam com as cicatrizes deixadas pela brutalidade do EI, Omar revela que muitas pessoas em Kobani são abertas ao cristianismo.
"A maioria dos irmãos se converteram ou vieram à igreja como resultado do que o Estado Islâmico fez com eles e suas famílias", conta Omar. "Ninguém é forçado a se converter. Nossa arma é a oração, compartilhar o espírito de amor, fraternidade e tolerância".
Acredita-se que apenas 4,6% dos sírios sejam cristãos, de acordo com a organização Ajuda à Igreja que Sofre. A entidade católica estima que 700 mil cristãos fugiram do país desde o início da guerra civil em 2011, um êxodo que reduziu pela metade a proporção da população.
          
Jasim, que trabalha como mecânico, se converteu ao cristianismo no final do ano passado. Ele foi preso pelo EI por seis meses no início de 2016, depois que os militantes descobriram que ele não conhecia o ensino básico do Islã. Ele conta que foi torturado e forçado a ler o Alcorão.
"Depois que eu testemunhei a brutalidade deles com meus próprios olhos, eu comecei a ser cético sobre a minha crença", disse Jasim.
Depois de ouvir sobre a Igreja dos Irmãos, que foi inaugurada em setembro do ano passado, Jasim decidiu fazer uma visita. "Não demorou muito para descobrir que o cristianismo era a religião que eu estava procurando", destacou.
Mas afastar-se do Islã significava romper o relacionamento com seus pais e outros membros da família. Com lágrimas no rosto, Jasim disse que espera que seus entes queridos não apenas o perdoem por encontrar uma nova fé, mas também se rendam a Jesus.
Assim como Jasim, Firas também se afastou do Islã depois de testemunhar as atrocidades do EI. Ele se converteu ao cristianismo há cerca de seis meses.
"Os membros do EI aterrorizavam as pessoas e depois iam à mesquita para rezar a Alá", disse Firas, 47 anos. "Depois de suas orações, eles deixavam a mesquita e aterrorizavam as pessoas novamente".
Firas, sua esposa e suas três filhas viveram sob o domínio do EI perto de Deir ez-Zor, no leste da Síria, por dois anos. Ele conta que testemunhou civis sendo mantidos em gaiolas nas ruas, nos dias quentes de verão durante o Ramadã, porque foram pegos comendo ou bebendo — os muçulmanos devem jejuar desde o amanhecer até o pôr do sol durante o mês sagrado.
"Eu vi homens e adolescentes sendo chicoteados nas ruas porque foram pegos fumando. Eu vi cadáveres de jovens sendo jogados de prédios altos por serem gays", relata Firas. "Este era o Islã deles".
Firas disse que não conseguiu suportar a brutalidade que ele testemunhou no califado. "Se o céu é feito para o EI e sua crença, eu escolheria o inferno para mim, em vez de estar novamente com eles no mesmo lugar, mesmo que seja o paraíso", afirmou.
Fonte: CPAD News

domingo, 9 de dezembro de 2018

Magno Malta anuncia que não disputa mais eleições e se dedicará ao combate às drogas

O senador Magno Malta (PR-ES) está concluindo eu mandato e deverá se dedicar ao seu projeto de recuperação de dependentes químicos e sua carreira como cantor de música gospel. A decisão de não voltar a disputar eleições foi tomada após ter ficado de fora da equipe de governo do presidente eleito Jair Bolsonaro.
Nos últimos dias, o senador tirou um tempo de descanso em Viana, na região metropolitana de Vitória (ES), antes de retomar as últimas atividades como parlamentar. "Ele precisava de um tempo", comentou o pastor Valmir Lima, irmão de criação de Magno Malta.
Em entrevista ao portal The Intercept, Malta não escondeu a chateação pela decisão de Bolsonaro de não convidá-lo para um cargo no futuro governo, mas manteve sua visão sobre o presidente eleito: "Um amigo".
"Você vê muita gente que falava mal dele, não pedia voto, e agora tá aí, se aproximando", lamentou Malta, ciente de que trata-se de um dos custos da composição do governo.
Sobre o vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), Malta desconversa, mas se recusa a descrevê-lo como "ingrato". O vice-presidente eleito afirmou recentemente que o senador era um "elefante branco na sala" durante as reuniões para a montagem da equipe de ministros. Malta rebate: "Não lutei para ter um cargo no governo [mas] pelo Brasil".
Sobre a decisão de não disputar eleições, diz que a ideia é ver os netos crescerem e só mudará de ideia se Deus ordenar. "O meu papel foi feito. Tudo passa nessa vida", comentou.

Confira a íntegra da entrevista concedida pelo senador Magno Malta:

No ano que vem, o que você vai fazer? Se dedicar ao seu projeto [de recuperação de viciados em drogas, mantido por Malta em Cachoeiro do Itapemirim] ?
Sim, e também vou seguir minha agenda de músico [ele tem 27 discos de música gospel]. Já cumpri o meu legado para a sociedade brasileira.

Você tá saindo da vida pública?
Ah, eu tô. Foram 30 anos. Eu tenho um netinho de dois anos que fala mais do que a boca, eu quero ver crescer. Tem uma outra que está vindo, eu quero ver nascer e crescer também. Foram seis mandatos, né.

30 anos…
Servir a Deus e respeitar o meu país. Eu ajudei a libertar o meu país desse viés ideológico. Criamos um projeto de nação. Passei os últimos seis anos e meio com Bolsonaro. Realizei meu sonho de libertar o Brasil desse viés ideológico. Quando Bolsonaro foi eleito, nós fomos orar, pedindo força para esse mandato. Pedi que Deus guarde ele dos homens maus, que ele não tem compromisso nenhum com crime. Eu viajei todo esse país, conversei com pessoas, multidões. Mal voltei pra casa. Rodei todo o nordeste. O meu papel foi feito. Tudo passa na vida.

Você não vai concorrer mais então?
Não quero mais disputar eleição.

Mas e se vier algum cargo no governo?
Ele não tem obrigação nenhuma comigo. As pessoas não sabem da nossa amizade.

Você não ficou magoado?
Não. O viés ideológico foi quebrado, nós ajudamos o país a se livrar dos tentáculos. O Brasil voltou a amar o Brasil, as pessoas voltaram a se emocionar com o hino nacional.

Mas se ele oferecer algum cargo…
Ah… A posição dele não é fácil. Tem a cirurgia que ainda vai fazer.

Não acha possível ter algum convite ainda?
Não (enfático). Sem chance.

Ele deve indicar a sua assessora parlamentar, Damares [Alves, cotada para o Ministério dos Direitos Humanos]
Damares é minha assessora há muitos anos.

Se ele chamar ela, vai ser um agrado pra você?
Não. Se ele chamar ela, vai ser um reconhecimento do trabalho dela.

Vocês são amigos ainda?
Sim. A autoridade é dele, ele é o presidente desse país. A amizade não vai acabar porque durante dois meses da eleição eu achava que ia ser ministro e eu não fui ministro.

Faz seis anos que vocês são amigos?
Eu fui deputado federal junto com ele, depois o tempo como senador. A gente se aproximou na época do "kit gay". De lá pra cá a gente se deu muito bem.

Se você recebesse um ministério como o dos Direitos Humanos, poderia talvez dar continuidade ao trabalho das CPIs que presidiu. Você não acha que ele pode te chamar para algo relacionado a isso?
Não, acho que não. Mas tudo bem. Depois do dia 17, vou viajar para Israel, adoro Israel. Vou passar o Natal em Belém.

Qual a sua formação religiosa? [Magno Malta questionou à repórter, Amanda Audi]

Eu era espírita, agora não frequento mais…
Esse país é cristão, evangélicos, católicos, espíritas. A gente fez um trabalho muito forte. Perguntava pra pessoa: você é contra o aborto? É a favor que um rapaz de 17 anos que cometeu um crime seja preso? Então você é Bolsonaro e só não sabia.

Esse tipo de pensamento sempre foi forte, nessas eleições parece que cresceu.
Foi um trabalho de libertação, porque milhões de pessoas eram presas pelo Bolsa Família. Agora vai se mostrar que o Bolsa Família vai continuar, e a pessoa no Sesc, no Senac, fazer um curso profissionalizante e depois deixar o programa. E, se tem filhos, e tá matriculado na escola, vai ganhar 13º e até 14º salário. Eles tinham medo de não votar no PT. Sempre a história do medo, medo, medo.

Isso foi uma reação à fala do Mourão, criticou o 13º…
É…

Como é sua relação com Mourão?
[Relutante, Malta demora a responder] Pode procurar um vídeo em que eu defendo o Mourão, de um ano e meio atrás, mais ou menos. Põe lá: "Magno Malta defende Mourão". Ele falou um negócio lá, e o PT pediu pra ele se explicar. Eu defendi ele.

Ele foi meio ingrato?
Eu não uso essa palavra pra ninguém. Não quero brigar.

Talvez uma frase infeliz?
É… as pessoas percebem. Vocês na área de vocês, percebem.

Ele chegou a falar que você era um "elefante na sala"…
É…

Você acha que ele é ingrato?
Ingrato eu não diria.

E sua relação com Onyx?
Era boa. Ele era deputado federal e eu senador. Tinha amizade com ele, estávamos na mesma luta.

O que você acha sobre algumas pessoas investigadas estarem na equipe de Bolsonaro, como Onyx, Mandetta?
A gente sempre falou que seria um governo sem essas coisas de Lava Jato, delação, citação. 
[Faz uma pausa, pega o café e muda de assunto]
Nesses seis anos e meio, eu sempre soube que ele seria o candidato…

Por quê?
A gente ia dividir [ter duas candidaturas à Presidência]? Não ia dar certo. A gente entendeu que era importante eu estar no Senado, ser uma voz importante para ele lá dentro, com a experiência que eu tenho. Em 2014, ele começou a falar que seria candidato e foi o que Deus quis.

Por que não foi você o candidato?
Porque o Bolsonaro fala o que as pessoas querem ouvir. É incisivo. Ele fala sem pensar, não fala o politicamente correto. "Vamos botar esse povo na cadeia, p...". Eu também sou assim, não sou politicamente correto. Foi Deus que escolheu, e eu entendi. Se eu fosse assaltado por uma vaidade e concorresse, todo mundo ia perder.

Mas e se fosse você, e não ele?
Eu sempre entendia que era ele.

Isso em oração?
Sim.

Bolsonaro é católico, mas ligado ao mundo evangélico…
Eu o apresentei [fala, batendo no peito] ao Silas Malafaia, eu que falei com Silas, com outros pastores. Eu convenci eles. Foi um trabalho muito grande.

Foi depois do apoio dos evangélicos que ele cresceu mais, estourou nas pesquisas.
O povo passou a entender que tinha que ser contra o PT, contra a corrupção. As pessoas foram entendendo. Eu percorri esse país de ponta a ponta. Isso aí foi o povo que decidiu. Eu falei com muita gente, eu participei das chegadas em aeroporto, com aquele monte de gente…

Era emocionante?
Sim, sim. Um privilégio, ele é um cara competente, honesto, pedi pra Deus proteger ele. Porque nessas horas aparecem oportunistas, aproveitadores, gente de má fé. Tem que ter coragem para tomar boas decisões.

Você vai continuar apoiando?
Mas é claro, esse é o nosso país e ele é o nosso presidente. Se o Bolsonaro não me convidar pra nada, eu continuo guerreiro pela causa dele.

Se ele te chamar pra conselheiro? Ele parece que te escuta.
Ele tem que ter liberdade. Eu vou continuar.

Você conhece o Congresso como poucos. Como acha que vai ser a relação?
Muita gente vai querer se aproximar, como moscas perto do mel. A maioria é mosca de varejo. Ele vai ter que fazer acordo lá. Tem a história do rei Salomão… Na oração, quando teve a eleição, ele tinha me chamado pra orar na live que ele fez na internet. Eu lembrei do rei Salomão, que pediu sabedoria. Veja o vídeo. Ele falou sobre a união dos cristãos, católicos, evangélicos, espíritas, e falou de pedir sabedoria. Pra Deus nos dar sa-be-do-ria.

Você tinha falado sobre isso com ele?
Na última vez que eu vi o Bolsonaro, faz uns 15 dias, eu só lembrei ele desse fato. Peguei nas mãos dele, orei por ele. Falamos poucas coisas. Falei que o país precisava de um presidente que tem Deus no coração. Lembrei a ele sobre a história do rei Salomão. Sabedoria. Orei e depois não falei mais nada. Fui embora.

Ele falou alguma coisa?
Não.

Isso pareceu uma despedida.
Não… Orei e achei que não tinha que falar mais nada. Fui sincero.

Você acha que foi por causa do Mourão?
As coisas de Deus a gente nem sempre entende. Quem sabe daqui a seis meses a gente entende, quem sabe daqui a um ano… Um dia veio uma mulher, pegou na minha mão e falou: "você não vai ser nada no governo". Eu não lutei para ter um cargo no governo, lutei pelo Brasil.

Você tem um legado, você não fica pensativo sobre se poderia fazer mais?
Posso fazer mais, não precisa estar no governo, chegar em mais lugares, criar mais consciência. Acho que o Brasil vai ter uma nova geração de Moros, no Judiciário. De Dallagnols.

Por que você escolheu esses temas das drogas e da pedofilia para serem suas bandeiras?
Foi um chamado, um sacerdócio. Eu construí todo um legado. Para evitar o sofrimento de crianças no país.

Tem um rapaz que diz que foi torturado…
Isso aí é bobagem. Aquilo foi criado. O delegado prendeu. Ele não tá nem no relatório da CPI. Quem prende é o delegado, eu não prendi…

Mas ele fala…
Eu não fiz nada. Tanto que ele não tá nem no relatório. Cadê os laudos? Quem pediu laudo foi delegado. Ele nunca foi chamado em CPI, nunca foi convidado. Isso não vai dar em nada.

Por que você acha que ele fez isso então?
Um cara que defende criança, defende a vida como eu? Eu tava na cela? Eu sou delegado? Eu sou agente penitenciário? Não tem o menor fundamento. Se ele tivesse sido convocado para CPI… eu fui lá, eu fiz tortura psicológica? Não tem nada.

Então você não ficou mesmo chateado com Bolsonaro?
Não. As pessoas acham, o Brasil inteiro, mas não.

Mas e com a situação [de ficar de fora do governo]?
[ele não responde, apenas mexe os ombros.]

Você tem falado ou visto Bolsonaro?
Não.

É difícil de entender…
Eu e ele? Por que ele não me chamou?

Isso, e as escolhas que ele fez para o primeiro escalão. Isso te incomoda?
Você vê muita gente que falava mal dele, não pedia voto, e agora tá aí, se aproximando…

Quem?
Não quero citar nomes.

Fonte: Gospel+

domingo, 13 de julho de 2014

Copa do mundo: Brasileiros amargam alegria efêmera e cheia de frustrações



Por: Pr. Douglas Baptista

"Porque a alegria do Senhor é a vossa força" (Ne 8.10)
A alegria é algo fundamental para a vida do ser humano. Sorrir, um dos aspectos da alegria, faz bem para a saúde do corpo e da alma. Estudos mostram que o sorriso libera no cérebro um hormônio anti-estresse chamado “betaendorfina”. Quem libera esse hormônio com frequência vive nove anos a mais em relação aquele que vive estressado. O sorriso ajuda a promover e a manter a saúde mental. A psicologia catalogou nada menos de dezessete tipos de sorrisos.
O sorriso espontâneo melhora o humor, reduz o estresse e ajuda a combater infecções, fortalece o sistema imunológico, combate as células malignas e ainda alivia a dor. A gargalhada aumenta a frequência cardíaca e torna a respiração mais profunda. Ao rir estimulamos os músculos da face, do estômago e do diafragma. Sorrir cem vezes ao dia equivale a quinze minutos de pedalada. Portanto, sorrir e alegrar-se é altamente benéfico.
problema é que o homem busca alegrar-se em coisas efêmeras ou em pessoas que acabam por frustrar as melhores expectativas. O Brasil experimentou neste dias de Copa do Mundo uma alegria passageira. Milhões de brasileiros pensaram encontrar alegria nos jogos da seleção brasileira. Homens e mulheres depositaram esperança de alegria no sucesso da seleção canarinho.
Indignados com a corrupção generalizada, revoltados com a injustiça social e impotentes diante da impunidade, parte dos brasileiros esboçaram algumas reações contra a copa do mundo. Porém, quando os jogos começaram, a euforia tomou conta de quase todos. Por algumas semanas os torcedores procuraram sorrir, cantar e alegrar-se com a competição do mundial. Para preencher o vazio existencial e esquecer as mazelas da vida, milhões de brasileiros acreditaram ser possível o sonho do “Hexa”. As vitórias da seleção trouxeram sensação de bem-estar ao esperançoso povo brasileiro. Chegar a semi-final da competição fez a população esquecer, por um pouco de tempo, o caos da saúde pública, a insegurança nas ruas, os problemas na educação, o desemprego, os desmandos e os milhões de reais investidos para realizar a copa no Brasil.
Porém, com a vexatória e desmoralizante derrota diante da seleção da Alemanha, o sonho do "Hexa" ruiu e foi por água abaixo. A euforia deu lugar para a frustração. A esperança cedeu espaço para a decepção. A alegria foi substituída por profunda tristeza e lágrimas. Despertado pela realidade da derrota, o Brasil acordou e frustrado descobriu que viveu dias de ilusão e felicidade aparente.
Esta frustração repete-se na vida de todo aquele que deposita esperança de alegria naquilo que é efêmero. As Escrituras ensinam que a verdadeira alegria somente pode ser encontrada em Cristo. O vazio que existe na alma da humanidade só pode ser preenchido pela alegria do Senhor. A alegria do Senhor é fruto do Espírito. Esta alegria é duradoura e independe das circunstâncias a nossa volta. Cristo é a única esperança de felicidade permanente.
Fonte: CPADNews
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