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segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Magno Malta sofre acidente em hotel e é levado para hospital


Magno Malta, de 65 anos, senador eleito pelo estado do Espírito Santo, sofreu um grave acidente em um hotel e foi encaminhado para um hospital próximo, na manhã desta segunda-feira (24/10).

Um vídeo que circula nas redes sociais, mostra o senador dando a notícia. Com o rosto ferido e com curativos, Magno disse que o acidente aconteceu após um vidro blindex quebrar em um hotel em que estava hospedado.

Os estilhaços de vidro cortaram o rosto e o supercílio de Magno, bem acima do olho direito.

Em seguida, o senador foi levado para um hospital em Vitória da Conquista, na Bahia. No estado nordestino, junto com outros políticos de direita, Malta busca mudar votos dos eleitores em favor do presidente Bolsonaro.

O político também disse que foi aconselhado pelos médicos a repousar, mesmo assim, Malta afirmou que viaja ainda hoje para continuar sua missão de conseguir votos para o presidente.

Assista aqui:

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Cantora Lauriete confirma separação de Magno Malta: “vou pedir o divórcio”

O casal já não aparecia mais juntos nas fotos em redes sociais e em eventos há muito tempo

A assessoria de cantora e deputada federal Lauriete confirmou com exclusividade ao portal JM Notícia na tarde desta terça-feira, 12, o fim do casamento com o ex-senador Magno Malta. Eles estavam casados desde 2013.
O casal já não aparecia mais juntos nas fotos em redes sociais e em eventos, a partir dai foi que surgiu rumores na internet sobre a suposta separação, confirmada agora pela cantora, mas negada na última semana pelo ex-senador, que ameaçou processar quem havia divulgado o fim do relacionamento dos dois.
Em entrevista à radio Cor da Vida, Magno Malta afirmou semana passada que tudo não passava de um ataque a sua pessoa e ao seu casamento.
"Isso é um crime horroroso…agora um ataque à minha honra, ataque ao meu casamento, ataque a Lauriete", desabafou Malta que disse ainda disse que iriai processar os autores da mentira.
A assessoria disse que a cantora dará em breve entrada no pedido de divórcio, oficializando assim o fim do casamento.
Fonte: JM Notícia
MEU COMENTÁRIO:
Lamentável, mas o que começa errado, tem grande chance de terminar errado. Que Deus tenha misericórdia de nós.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Magno Malta se manifesta após rumor do fim de seu casamento com Lauriete - Ouça aqui


Magno Malta está revoltado com a acusação de que teria se divorciado da cantora Lauriete e promete entrar na justiça

O ex-senador Magno Malta se manifestou após ter seu casamento dado como terminado com a deputada e cantora Lauriete.

A notícia sobre a suposta separação foi divulgada por um site do Estado do Espírito Santo.
De acordo com jornalista que assina a matéria, o motivo da separação entre o ex-senador e a cantora seria traição por parte de Magno Malta.
Crime
Em entrevista à radio Cor da Vida, Magno Malta esclareceu que tudo não passa de um ataque a sua pessoa e ao seu casamento.
"Isso é um crime horroroso… agora um ataque à minha honra, ataque ao meu casamento, ataque a Lauriete", desabafou Malta.
Ele ainda disse que vai processar os autores da mentira.
Lauriete ainda não se manifestou sobre o assunto nas redes sociais.

Fonte: JM Notícia
Ouça na íntegra o desabafo de Magno Malta:

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Magno Malta orou pelo presidente no Monte das Oliveiras, durante a posse

O senador Magno Malta (PR-ES) não compareceu à posse de Jair Bolsonaro (PSL), seu amigo pessoal e um dos principais aliados durante a campanha.
O líder evangélico usou as redes sociais para mostrar a seus seguidores que estava em Israel, numa viagem de oração, em agradecimento pela vitória contra a esquerda.
Malta não foi reeleito senador pelo estado do Espírito Santo e também não foi convidado por Bolsonaro para ser ministro durante seu governo. O amigo, que chegou a ser convidado para integrar a chapa e foi classificado pelo então candidato como "vice dos sonhos", chegou a frequentar reuniões durante a transição de governo, mas terminou preterido.
Em uma publicação no Instagram sobre sua viagem a Israel, Malta afirmou que continua orando por Bolsonaro para que seu governo seja abençoado: 
"Acabei de cumprir meu compromisso com Deus aqui Monte das Oliveiras orando pelo presidente! Brasil 🇧🇷 acima de tudo e Deus acima de todos", escreveu o senador, que termina o mandato no dia 31 de janeiro.
"Oi pessoal, acabei de fazer a live aqui no Monte das Oliveiras […] Acabei de orar pelo nosso presidente Bolsonaro e contar a história desse local e como Deus fez essa reviravolta! Orei pelo presidente", afirmou Malta. 
"Estou muito feliz de ter podido orar aqui pela minha nação. Agora, brasileiros vão para a rua comemorar a vitória de Jair Bolsonaro presidente!", acrescentou.

Fonte: Gospel+


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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Silas Malafaia relembra profecia de Malta sobre Jair Bolsonaro

Há dois, Magno Malta profetizou a posse de Bolsonaro como presidente do Brasil

O pastor Silas Malafaia destacou essa semana a profecia feita há dois anos sobre aquele que seria o futuro presidente do Brasil: Jair Bolsonaro.
No vaticínio de Magno Malta, o acerto: Bolsonaro hoje comanda o executivo nacional.
Malafaia publicou o vídeo nesta quarta-feira (2) em suas redes sociais. Neste, o então senador Magno Malta detona o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso por ter feito uma crítica a Bolsonaro.
Vou lhe dar um conselho: ponha o pijama do senhor, peça a Deus sabedoria e saúde. Sente na cadeira e espere 1º de janeiro de 2019 para assistir o novo presidente do Brasil: Jair Messias Bolsonaro.
Assista aqui:

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Magno Malta se despede do Senado e afirma: “Faria tudo de novo”

Senador Magno Malta disse também que continua confiando em Jair Bolsonaro

O senador Magno Malta (PR-ES) se despediu, nesta quarta-feira (12) do Congresso Nacional. Após 19 anos atuando na política, Malta iniciará 2019 sem mandato. Em seu discurso, o senador aproveitou para elogiar o presidente eleito Jair Bolsonaro.
Continuo confiando em Bolsonaro. Faria tudo de novo. Vejo Bolsonaro como um homem de caráter, um homem de bem — afirmou o político.
Na despedida, Magno Malta relembrou importantes iniciativas em seus mandatos, como a CPI do Narcotráfico e a CPI da Pedofilia, que se estendeu até este ano. Ele também elogiou a agenda conservadora e se posicionou contra a legalização das drogas e do aborto, além de não concordar com a criminalização da homofobia.
Um de seus apelos foi a investigação rigorosa sobre o atentado sofrido por Jair Bolsonaro enquanto fazia campanha presidencial.
Magno Malta também afirmou que os “esquerdopatas” estão eliminados do governo e que jamais voltarão ao poder. Além disso, declarou que a vitória de Jair Bolsonaro representa a ascensão dos valores tradicionais do Brasil.
Fonte: Pleno News

domingo, 9 de dezembro de 2018

Magno Malta anuncia que não disputa mais eleições e se dedicará ao combate às drogas

O senador Magno Malta (PR-ES) está concluindo eu mandato e deverá se dedicar ao seu projeto de recuperação de dependentes químicos e sua carreira como cantor de música gospel. A decisão de não voltar a disputar eleições foi tomada após ter ficado de fora da equipe de governo do presidente eleito Jair Bolsonaro.
Nos últimos dias, o senador tirou um tempo de descanso em Viana, na região metropolitana de Vitória (ES), antes de retomar as últimas atividades como parlamentar. "Ele precisava de um tempo", comentou o pastor Valmir Lima, irmão de criação de Magno Malta.
Em entrevista ao portal The Intercept, Malta não escondeu a chateação pela decisão de Bolsonaro de não convidá-lo para um cargo no futuro governo, mas manteve sua visão sobre o presidente eleito: "Um amigo".
"Você vê muita gente que falava mal dele, não pedia voto, e agora tá aí, se aproximando", lamentou Malta, ciente de que trata-se de um dos custos da composição do governo.
Sobre o vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), Malta desconversa, mas se recusa a descrevê-lo como "ingrato". O vice-presidente eleito afirmou recentemente que o senador era um "elefante branco na sala" durante as reuniões para a montagem da equipe de ministros. Malta rebate: "Não lutei para ter um cargo no governo [mas] pelo Brasil".
Sobre a decisão de não disputar eleições, diz que a ideia é ver os netos crescerem e só mudará de ideia se Deus ordenar. "O meu papel foi feito. Tudo passa nessa vida", comentou.

Confira a íntegra da entrevista concedida pelo senador Magno Malta:

No ano que vem, o que você vai fazer? Se dedicar ao seu projeto [de recuperação de viciados em drogas, mantido por Malta em Cachoeiro do Itapemirim] ?
Sim, e também vou seguir minha agenda de músico [ele tem 27 discos de música gospel]. Já cumpri o meu legado para a sociedade brasileira.

Você tá saindo da vida pública?
Ah, eu tô. Foram 30 anos. Eu tenho um netinho de dois anos que fala mais do que a boca, eu quero ver crescer. Tem uma outra que está vindo, eu quero ver nascer e crescer também. Foram seis mandatos, né.

30 anos…
Servir a Deus e respeitar o meu país. Eu ajudei a libertar o meu país desse viés ideológico. Criamos um projeto de nação. Passei os últimos seis anos e meio com Bolsonaro. Realizei meu sonho de libertar o Brasil desse viés ideológico. Quando Bolsonaro foi eleito, nós fomos orar, pedindo força para esse mandato. Pedi que Deus guarde ele dos homens maus, que ele não tem compromisso nenhum com crime. Eu viajei todo esse país, conversei com pessoas, multidões. Mal voltei pra casa. Rodei todo o nordeste. O meu papel foi feito. Tudo passa na vida.

Você não vai concorrer mais então?
Não quero mais disputar eleição.

Mas e se vier algum cargo no governo?
Ele não tem obrigação nenhuma comigo. As pessoas não sabem da nossa amizade.

Você não ficou magoado?
Não. O viés ideológico foi quebrado, nós ajudamos o país a se livrar dos tentáculos. O Brasil voltou a amar o Brasil, as pessoas voltaram a se emocionar com o hino nacional.

Mas se ele oferecer algum cargo…
Ah… A posição dele não é fácil. Tem a cirurgia que ainda vai fazer.

Não acha possível ter algum convite ainda?
Não (enfático). Sem chance.

Ele deve indicar a sua assessora parlamentar, Damares [Alves, cotada para o Ministério dos Direitos Humanos]
Damares é minha assessora há muitos anos.

Se ele chamar ela, vai ser um agrado pra você?
Não. Se ele chamar ela, vai ser um reconhecimento do trabalho dela.

Vocês são amigos ainda?
Sim. A autoridade é dele, ele é o presidente desse país. A amizade não vai acabar porque durante dois meses da eleição eu achava que ia ser ministro e eu não fui ministro.

Faz seis anos que vocês são amigos?
Eu fui deputado federal junto com ele, depois o tempo como senador. A gente se aproximou na época do "kit gay". De lá pra cá a gente se deu muito bem.

Se você recebesse um ministério como o dos Direitos Humanos, poderia talvez dar continuidade ao trabalho das CPIs que presidiu. Você não acha que ele pode te chamar para algo relacionado a isso?
Não, acho que não. Mas tudo bem. Depois do dia 17, vou viajar para Israel, adoro Israel. Vou passar o Natal em Belém.

Qual a sua formação religiosa? [Magno Malta questionou à repórter, Amanda Audi]

Eu era espírita, agora não frequento mais…
Esse país é cristão, evangélicos, católicos, espíritas. A gente fez um trabalho muito forte. Perguntava pra pessoa: você é contra o aborto? É a favor que um rapaz de 17 anos que cometeu um crime seja preso? Então você é Bolsonaro e só não sabia.

Esse tipo de pensamento sempre foi forte, nessas eleições parece que cresceu.
Foi um trabalho de libertação, porque milhões de pessoas eram presas pelo Bolsa Família. Agora vai se mostrar que o Bolsa Família vai continuar, e a pessoa no Sesc, no Senac, fazer um curso profissionalizante e depois deixar o programa. E, se tem filhos, e tá matriculado na escola, vai ganhar 13º e até 14º salário. Eles tinham medo de não votar no PT. Sempre a história do medo, medo, medo.

Isso foi uma reação à fala do Mourão, criticou o 13º…
É…

Como é sua relação com Mourão?
[Relutante, Malta demora a responder] Pode procurar um vídeo em que eu defendo o Mourão, de um ano e meio atrás, mais ou menos. Põe lá: "Magno Malta defende Mourão". Ele falou um negócio lá, e o PT pediu pra ele se explicar. Eu defendi ele.

Ele foi meio ingrato?
Eu não uso essa palavra pra ninguém. Não quero brigar.

Talvez uma frase infeliz?
É… as pessoas percebem. Vocês na área de vocês, percebem.

Ele chegou a falar que você era um "elefante na sala"…
É…

Você acha que ele é ingrato?
Ingrato eu não diria.

E sua relação com Onyx?
Era boa. Ele era deputado federal e eu senador. Tinha amizade com ele, estávamos na mesma luta.

O que você acha sobre algumas pessoas investigadas estarem na equipe de Bolsonaro, como Onyx, Mandetta?
A gente sempre falou que seria um governo sem essas coisas de Lava Jato, delação, citação. 
[Faz uma pausa, pega o café e muda de assunto]
Nesses seis anos e meio, eu sempre soube que ele seria o candidato…

Por quê?
A gente ia dividir [ter duas candidaturas à Presidência]? Não ia dar certo. A gente entendeu que era importante eu estar no Senado, ser uma voz importante para ele lá dentro, com a experiência que eu tenho. Em 2014, ele começou a falar que seria candidato e foi o que Deus quis.

Por que não foi você o candidato?
Porque o Bolsonaro fala o que as pessoas querem ouvir. É incisivo. Ele fala sem pensar, não fala o politicamente correto. "Vamos botar esse povo na cadeia, p...". Eu também sou assim, não sou politicamente correto. Foi Deus que escolheu, e eu entendi. Se eu fosse assaltado por uma vaidade e concorresse, todo mundo ia perder.

Mas e se fosse você, e não ele?
Eu sempre entendia que era ele.

Isso em oração?
Sim.

Bolsonaro é católico, mas ligado ao mundo evangélico…
Eu o apresentei [fala, batendo no peito] ao Silas Malafaia, eu que falei com Silas, com outros pastores. Eu convenci eles. Foi um trabalho muito grande.

Foi depois do apoio dos evangélicos que ele cresceu mais, estourou nas pesquisas.
O povo passou a entender que tinha que ser contra o PT, contra a corrupção. As pessoas foram entendendo. Eu percorri esse país de ponta a ponta. Isso aí foi o povo que decidiu. Eu falei com muita gente, eu participei das chegadas em aeroporto, com aquele monte de gente…

Era emocionante?
Sim, sim. Um privilégio, ele é um cara competente, honesto, pedi pra Deus proteger ele. Porque nessas horas aparecem oportunistas, aproveitadores, gente de má fé. Tem que ter coragem para tomar boas decisões.

Você vai continuar apoiando?
Mas é claro, esse é o nosso país e ele é o nosso presidente. Se o Bolsonaro não me convidar pra nada, eu continuo guerreiro pela causa dele.

Se ele te chamar pra conselheiro? Ele parece que te escuta.
Ele tem que ter liberdade. Eu vou continuar.

Você conhece o Congresso como poucos. Como acha que vai ser a relação?
Muita gente vai querer se aproximar, como moscas perto do mel. A maioria é mosca de varejo. Ele vai ter que fazer acordo lá. Tem a história do rei Salomão… Na oração, quando teve a eleição, ele tinha me chamado pra orar na live que ele fez na internet. Eu lembrei do rei Salomão, que pediu sabedoria. Veja o vídeo. Ele falou sobre a união dos cristãos, católicos, evangélicos, espíritas, e falou de pedir sabedoria. Pra Deus nos dar sa-be-do-ria.

Você tinha falado sobre isso com ele?
Na última vez que eu vi o Bolsonaro, faz uns 15 dias, eu só lembrei ele desse fato. Peguei nas mãos dele, orei por ele. Falamos poucas coisas. Falei que o país precisava de um presidente que tem Deus no coração. Lembrei a ele sobre a história do rei Salomão. Sabedoria. Orei e depois não falei mais nada. Fui embora.

Ele falou alguma coisa?
Não.

Isso pareceu uma despedida.
Não… Orei e achei que não tinha que falar mais nada. Fui sincero.

Você acha que foi por causa do Mourão?
As coisas de Deus a gente nem sempre entende. Quem sabe daqui a seis meses a gente entende, quem sabe daqui a um ano… Um dia veio uma mulher, pegou na minha mão e falou: "você não vai ser nada no governo". Eu não lutei para ter um cargo no governo, lutei pelo Brasil.

Você tem um legado, você não fica pensativo sobre se poderia fazer mais?
Posso fazer mais, não precisa estar no governo, chegar em mais lugares, criar mais consciência. Acho que o Brasil vai ter uma nova geração de Moros, no Judiciário. De Dallagnols.

Por que você escolheu esses temas das drogas e da pedofilia para serem suas bandeiras?
Foi um chamado, um sacerdócio. Eu construí todo um legado. Para evitar o sofrimento de crianças no país.

Tem um rapaz que diz que foi torturado…
Isso aí é bobagem. Aquilo foi criado. O delegado prendeu. Ele não tá nem no relatório da CPI. Quem prende é o delegado, eu não prendi…

Mas ele fala…
Eu não fiz nada. Tanto que ele não tá nem no relatório. Cadê os laudos? Quem pediu laudo foi delegado. Ele nunca foi chamado em CPI, nunca foi convidado. Isso não vai dar em nada.

Por que você acha que ele fez isso então?
Um cara que defende criança, defende a vida como eu? Eu tava na cela? Eu sou delegado? Eu sou agente penitenciário? Não tem o menor fundamento. Se ele tivesse sido convocado para CPI… eu fui lá, eu fiz tortura psicológica? Não tem nada.

Então você não ficou mesmo chateado com Bolsonaro?
Não. As pessoas acham, o Brasil inteiro, mas não.

Mas e com a situação [de ficar de fora do governo]?
[ele não responde, apenas mexe os ombros.]

Você tem falado ou visto Bolsonaro?
Não.

É difícil de entender…
Eu e ele? Por que ele não me chamou?

Isso, e as escolhas que ele fez para o primeiro escalão. Isso te incomoda?
Você vê muita gente que falava mal dele, não pedia voto, e agora tá aí, se aproximando…

Quem?
Não quero citar nomes.

Fonte: Gospel+

sábado, 8 de dezembro de 2018

Magno Malta elogia Damares e diz que não foi indicação sua

Futura ministra Mulher, Família e Direitos Humanos é assessora do senador

Nesta sexta-feira (7), o senador Magno Malta se pronunciou sobre a escolha de Jair Bolsonaro para o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. O presidente eleito nomeou a pastora Damares Alves, assessora de Malta, para o cargo.
Em um vídeo publicado em suas redes sociais, o senador, que não foi reeleito, fez elogios a Damares e parabenizou a escolha. Malta disse, porém, que a indicação do nome não foi feita por ele.
Gostaria de desejar à doutora Damares toda a felicidade do mundo. Merece os meus parabéns, ela é uma pessoa preparada, só esclareço que ela não é uma indicação minha. É uma escolha pessoal do presidente. Eu não fui comunicado, não fui solicitado e não fui eu que indiquei – apontou.

Fonte: Pleno News
ASSISTA AQUI

domingo, 2 de dezembro de 2018

Bolsonaro confirma convite para pastora Damares Alves para Ministério e diz que Magno Malta não será “abandonado”

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) confirmou na última sexta-feira, 30 de novembro, que fez um convite à pastora Damares Alves, advogada e assessora parlamentar, para ocupar a pasta que englobará o Ministério dos Direitos Humanos, Mulheres e Família.
A informação divulgada na última quinta-feira, 29 de novembro, e inicialmente negada pela pastora, passou a ser tratada de forma mais firme pela imprensa, até que o próprio presidente eleito confirmou que havia feito o convite à pastora.
"[Damares Alves é uma] forte concorrente", disse Bolsonaro durante entrevistas concedidas em Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba, em São Paulo, a emissoras católicas. É possível que a pasta passe a ser chamada Ministério da Família e Direitos Humanos. "É um ministério que se identifica muito com ela", acrescentou o presidente eleito.
A pastora está lotada no Senado como assessora de Magno Malta (PR-ES), e Bolsonaro foi questionado sobre qual seria o destino do amigo pessoal que se dedicou à sua campanha, mas não foi reeleito no Espírito Santo para o Senado. "O Magno Malta é uma pessoa que me ajudou muito, que eu respeito. Não vai ficar abandonado, ele tem como participar do governo em outra função", afirmou o presidente eleito, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.
"Existe campo para ele, sim. Mas, infelizmente, os ministérios estão se esgotando", ponderou Bolsonaro, antes de minimizar as críticas feitas pelo pastor Silas Malafaia: "Não fiz campanha prometendo absolutamente nada para ninguém, pretendemos aproveitar as boas pessoas, agora não podemos dar ministério para todo mundo", salientou.
Além disso, Bolsonaro afirmou que os ministérios deverão somar aproximadamente 20 pastas, e que há a possibilidade de escolher mais militares para o governo e que as indicações ocorrem com base no currículo dos indicados, de acordo com o compromisso assumido em campanha de selecionar técnicos para ocuparem os postos-chave.
Fonte: Gospel+
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