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quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Criado o Centro de Pesquisas do Texto Tradicional em prol das Escrituras Sagradas





Criado, o Centro de Pesquisas do Texto Tradicional (CPTT) elege sua primeira Diretoria para o Biênio 2025/2026.



Com grande senso de responsabilidade, frente aos desafios impostos à igreja brasileira, assim como visando a divulgação e promoção das bíblias fiéis, foi criado o Centro de Pesquisas do Texto Tradicional (CPTT), em 15 de Outubro de 2.025.

O Centro de Pesquisas do Texto Tradicional nasceu com o objetivo de promover a glória de Deus e a salvação dos homens, por meio da apologética cristã em prol das Escrituras Sagradas, pela defesa do Testamento Hebraico Massorético e do Testamento Grego Recebido, textos-fonte utilizados em todas as edições das Escrituras, chamadas "Bíblias Tradicionais", traduzidas por equivalência formal.

Formado por cristãos de diferentes igrejas locais, entre elas, de matizes tradicionais, históricas, reformadas e pentecostais,  com o propósito de consciente e voluntariamente, fazer a defesa apologética da Divina Preservação Providencial do texto sagrado durante todos os séculos, desde que foram dados pela primeira vez ao povo de Deus, observando os princípios da liberdade de consciência, bem como as competências da alma humana.

O CPTT consiste no primeiro instituto cristão evangélico com o propósito firme de servir às igrejas evangélicas brasileiras para a promoção, conscientização e defesa das bíblias tradicionais.

Para os efeitos legais e institucionais, foi eleita a primeira Diretoria do CPTT - Centro de Pesquisas do Texto Tradicional que assim ficou constituída:


1ª DIRETORIA DO CPTT (BIÊNIO 2025-2026)


- Presidente: Pr. Ícaro Alencar de Oliveira - Presidente de Honra: Ir. Hélio de Menezes Silva - 1° Vice-presidente: Pr. Altair Germano - 2° Vice-presidente: Pr. Raul Bolota - 1° Secretário: Ir. Daniel Macedo - 2° Secretário: Ir. Gabriel Palheta - 1° Tesoureiro: Pr. Michael Sherer - 2° Tesoureiro: Ir. Lauriana Santana - Cadeira de Conselheiro Nº 1: Pr. Rui Dias - Cadeira de Conselheiro Nº 2: Pr. Gunar Berg - Cadeira de Conselheiro Nº 3: Pr. Messias Santos - Cadeira de Conselheiro Nº 4: Pr. Felipe Morais - Cadeira de Conselheiro Nº 5: Ir. Sitri Silas - Cadeira de Conselheiro Nº 6: Ir. Murilo Dumps - Cadeira de Conselheiro Nº 7: Pr. Rafael Mikio - Cadeira de Conselheiro Nº 8: Pr. Paulo Radamés - Cadeira de Conselheiro Nº 9: Ir. Rafael Souza

Acompanhe todas as informações e publicações do CPTT, bem como assine gratuitamente a newsletter clicando aqui: CPTT.

Contatos com o CPTT: contato@textotradicional.org


segunda-feira, 21 de agosto de 2023

Interpretando mal as Escrituras com o ChatGPT


Pedi ao chatbot para interpretar o Sermão do Monte. Veja os erros exegéticos que a IA cometeu.

Nos últimos meses, tem sido difícil escapar da discussão sobre a inteligência artificial ou, mais especificamente, sobre o ChatGPT e uma série de outros chatbots desenvolvidos por empresas de tecnologia. Com base na popularidade do tópico (e no tom geralmente fatalista), no meio acadêmico e nos relatórios de tecnologia, decidi que eu precisava ver o que o ChatGPT tem a dizer sobre a Bíblia.

Mais especificamente, eu queria explorar como o ChatGPT interpreta o Sermão do Monte. Fiz isso pelo bem dos jovens universitários que oriento — em especial, porque nosso grupo está convencido de que o sermão deve ser seguido e estamos comprometidos em vivê-lo em nossa vida cotidiana.

Em minhas interações com o chatbot, fiquei impressionado com o fato de que o ChatGPT é como um espelho para a igreja norte-americana, bem como para a comunidade acadêmica ocidental mais ampla, pois compartilha conosco três grandes deficiências, à medida que somos moldados pelo espírito da nossa era:

Primeiro, o ChatGPT cria metáforas e individualizações das Escrituras sem um método claro de quando e por que o faz, sem justificativa e, muitas vezes, entrando em contradição direta com o próprio texto. Em segundo lugar, as interpretações do chatbot ignoram as tradições interpretativas das quais provêm. Em terceiro lugar, pelo fato de o chatbot ser algo desencarnado, suas interpretações são necessariamente desencarnadas — e, portanto, um bot é incapaz de reconhecer as realidades das Escrituras e da interpretação. Cada uma das tendências acima, presentes nas respostas da IA é, de alguma forma, um reflexo de deficiências históricas em nossa própria interpretação humana.

Quando perguntei ao ChatGPT "Como devemos interpretar o Sermão do Monte?", o chatbot disparou uma definição já esperada, que incluía estas palavras: "Muitas pessoas interpretam o Sermão do Monte como um modelo para viver uma vida boa e significativa, e também um guia de como tratar os outros". E concluiu sua resposta com a seguinte observação: "Em última análise, como o Sermão do Monte é interpretado dependerá das crenças e dos valores pessoais do indivíduo".

Quando perguntei a ele: "E como você interpreta isso?" O ChatGPT respondeu: "Como sou um modelo de linguagem grande, treinado pela OpenAI, não tenho crenças nem valores pessoais, portanto, não posso oferecer minha própria interpretação do Sermão do Monte. Fui projetado para fornecer informações gerais e responder a perguntas da melhor maneira possível, com base nas informações e nos conhecimentos com os quais fui treinado. Não sou capaz de proferir opiniões nem interpretações pessoais."

Mas logo ficou claro que, quando eram feitas as perguntas certas, o ChatGPT realmente interpretaria o Sermão do Monte, seja fornecendo uma interpretação específica ou oferecendo várias interpretações e julgando entre elas, embora não explicasse seu método de interpretação.

Por exemplo, quando questionado sobre os ensinamentos de Jesus, em Mateus 5.29-30 ("Se o teu olho direito te faz tropeçar…"), o ChatGPT respondeu: "É importante perceber que esta passagem não deve ser interpretada literalmente. Jesus está usando linguagem figurada para enfatizar a gravidade do pecado e a importância de evitá-lo. Ele não está literalmente instruindo seus seguidores a mutilarem seus corpos para evitar o pecado”. Não é que eu necessariamente discorde dessa afirmação, mas fiquei impressionado com a firmeza e a certeza que ela expressou, quando apenas duas perguntas antes dessa o chatbot tinha me dito que não era capaz de interpretar o sermão.

Quanto mais eu explorava ensinamentos específicos com o ChatGPT, mais ele parecia se inclinar para uma interpretação metafórica dos ensinamentos de Jesus. Então, finalmente lhe perguntei se poderia haver algum ensinamento específico na passagem que deveria ser interpretado literalmente. E aqui está a resposta do ChatGPT:

É difícil dizer com certeza onde, no Sermão do Monte, Jesus fala literalmente, pois o uso de linguagem figurada na Bíblia é complexo e frequentemente debatido. O Sermão do Monte […] contém muitos exemplos de linguagem figurada. Em geral, a Bíblia costuma usar linguagem figurada para ilustrar um conceito ou para enfatizar um ponto, e nem sempre fica claro se uma passagem específica deve ser entendida de forma literal ou figurada.

Um exemplo possível [...] de uma passagem em que Jesus fala literalmente é Mateus 5.38-39, onde ele diz: "Vocês ouviram o que foi dito: 'Olho por olho e dente por dente'. Mas eu lhes digo: Não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra". Nesta passagem, Jesus cita um provérbio bem conhecido, "olho por olho e dente por dente", e, então, oferece seu próprio ensinamento sobre como responder à violência e à agressão.

Ele não está usando linguagem figurada, mas está oferecendo uma instrução clara e direta sobre como seus seguidores devem responder a tais situações. No entanto, é importante observar que esta é apenas uma interpretação possível desta passagem, e pode haver outras maneiras de entendê-la.

Mas, à medida que continuei a pressioná-lo sobre esses ensinamentos específicos, o chatbot acabou alegando que qualquer um que interprete literalmente os ensinamentos de Jesus sobre a não-violência é "alguém com uma visão de Poliana" [uma pessoa extremamente otimista e ingênua]. Quando o questionei sobre essa afirmação, ele recuou e se desculpou. No entanto, continuou a manter sua cautela quanto a interpretar literalmente este e outros ensinamentos do Sermão do Monte. (Dois exemplos adicionais disso são que Mateus 5.32 não proíbe o divórcio, mas simplesmente valoriza o casamento, e que Mateus 5.22 não trata realmente de alguém estar correndo o risco de ir para o inferno, mas enfatiza a gravidade da ira).

À medida que eu questionava seu processo para chegar a essas interpretações, o ChatGPT dizia que seu entendimento da Bíblia vinha de seu treinamento, que, por sua vez, baseara-se em "um grande número de textos", entre os quais estavam versões bíblicas e literatura sobre a Bíblia, embora não seja capaz de identificá-los. (Ele é capaz de fazer e de fato faz referência a versões específicas, mas não confirma se elas foram usadas em seu treinamento). Ele também afirmou que suas alegações são baseadas na "mensagem mais ampla da Bíblia" — e quando o questionei sobre de onde veio essa estrutura interpretativa, o ChatGPT invocou principalmente os escritos de Paulo como instrumento para refinar os ensinamentos de Jesus no Sermão do Monte.

Fonte: Cristianismo Hoje

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

92% dos usuários da Bíblia dizem que as Escrituras transformaram suas vidas, mostra estudo


O estudo foi o último lançamento do relatório "Estado da Bíblia: EUA 2022", da Sociedade Bíblica Americana.

Mais de 90% dos americanos que lêem a Bíblia dizem que sua mensagem transformou suas vidas, de acordo com uma nova pesquisa da Sociedade Bíblica Americana, que também revelou que as Escrituras também têm um impacto positivo em muitos não leitores.

O estudo descobriu que 92% dos usuários da Bíblia – definidos como aqueles que leem as Escrituras três ou quatro vezes por ano fora da igreja – dizem que "a mensagem da Bíblia transformou minha vida"

"Em última análise, o Uso da Bíblia não é apenas abrir um livro ou um aplicativo", disse uma análise da Sociedade Bíblica Americana. "Trata-se de interagir com Deus. E quando as pessoas se conectam com Deus nas Escrituras, suas vidas mudam, suas atitudes mudam, seus valores mudam."

Surpreendentemente, 38% dos usuários não bíblicos também concordam com a afirmação de que "a mensagem da Bíblia transformou minha vida", descobriu a pesquisa. Os 38% equivalem a cerca de 60 milhões de pessoas nos EUA que dizem que não leem a Bíblia, embora isso os tenha impactado, disse a Sociedade Bíblica Americana.

"Algumas dessas pessoas frequentam a igreja ocasionalmente e podem receber a mensagem transformadora lá", disse o relatório. "Outros podem ter sido transformados pela Bíblia em experiências passadas, embora aparentemente tenham interrompido sua leitura pessoal da Bíblia. Talvez alguns tenham um amigo ou membro da família falando a verdade bíblica para eles".

"De qualquer forma, é notável que uma parcela tão considerável daqueles que não estão lendo muito a Bíblia digam que foram transformados por ela", acrescentou o estudo.

O estudo também perguntou aos usuários da Bíblia sobre seus métodos de leitura das Escrituras. Cerca de metade (48%) disse que lê alguns versículos de cada vez. Isso foi seguido por: ler passagens "com base no meu humor" (40%), ler capítulos completos ou histórias (32%), usar um cronograma, plano ou programa (26%) e ler no mesmo horário todos os dias (22%).

Os homens eram mais propensos a ler capítulos inteiros ou histórias da Bíblia de uma só vez do que as mulheres, que preferem todos os outros métodos de leitura da Bíblia.

Divididos por idade demográfica, a maioria dos adultos com 58 anos ou mais (75%) e adultos com idades entre 18 e 57 anos (65%) relatou ter lido uma Bíblia impressa no mês anterior à coleta da pesquisa. A maioria dos usuários mais jovens da Bíblia adotou os aplicativos da Bíblia (53%) e procurou conteúdo relacionado à Bíblia na internet (57%) nos meses anteriores, enquanto 35% de seus colegas mais velhos usaram os dois métodos mencionados para interagir com a Bíblia.

O estudo foi o último lançamento do relatório "Estado da Bíblia: EUA 2022", da Sociedade Bíblica Americana.

Fonte: Folha Gospel com informações de Christian Headlines

quinta-feira, 4 de março de 2021

Igreja progressista deixa cair a máscara e diz que não considera a Bíblia a Palavra de Deus

Diante da dificuldade em refutar os valores bíblicos, cristãos progressistas passaram a negar que a Bíblia Sagrada seja a Palavra de Deus. No Brasil, um grupo feminista alegadamente cristão já havia tomado tal iniciativa, e agora uma igreja progressista despertou furor nas redes sociais ao fazer a mesma declaração.

A GracePointe Church, uma congregação da cidade de Nashville, Tennessee (EUA), usou sua página nas redes sociais em 07 de fevereiro para compartilhar um resumo da pregação de seu pastor, Josh Scott, a respeito de alegadas “inconsistências” presentes na Bíblia Sagrada.

Como cristãos progressistas, estamos abertos às tensões e inconsistências da Bíblia. Sabemos que é impossível que essas [questões] convivam com padrões modernos. Nos esforçamos para articular mais claramente o que a Escritura é e o que não é”, diz o texto da igreja progressista.

Em seguida, a declaração trouxe a negação sobre a sacralidade do texto bíblico: “A Bíblia não é: a Palavra de Deus, autointerpretada, um livro de ciências, um livro de respostas/regras, inerrante ou infalível”.

Segundo o progressismo adotado pela igreja, a Bíblia é um mero “produto da comunidade, uma biblioteca de textos, multi-vocais, uma resposta humana a Deus, viva e dinâmica”.

A maioria das reações dos usuários do Facebook foi de contrariedade, enquanto outros decidiram rir ou confrontar, nos comentários, a afirmação: “Mentira! A Bíblia é a infalível Palavra de Deus, inspirada por Deus! Vocês não são uma igreja de Deus. Vocês são uma igreja de homens e responderão ao Deus vivo por esta mentira do poço do inferno”.

Investidas

O movimento progressista se infiltrou no meio evangélico há alguns anos e, gradualmente, vem fazendo investidas no sentido de convencer a esmagadora maioria de fiéis – biblicamente conservadores – a adotar uma interpretação do texto bíblico que seja flexível e moldada aos padrões liberais da sociedade.

Em 2017, um grupo de feministas que alegam serem cristãs afirmou, categoricamente, que o livro sagrado do cristianismo não é a Palavra de Deus: “A Bíblia não deve ser entendida como a voz de Deus, mas sim como a memória de um povo”, disse Valéria Vilhena ao defender uma “reinterpretação” dos textos.

As ideias ganharam a simpatia de um pastor renomado, autor de livros e sermões respeitados: Ed René Kivitz, dirigente da Igreja Batista de Água Branca (IBAB). Militante da ideologia de esquerda nas redes sociais e cabo eleitoral de Marina Silva (Rede Sustentabilidade) em 2018, o líder evangélico pregou um sermão em 2020 declarando considerar a Bíblia “insuficiente” e carente de “atualização”.

Ela é insuficiente para mim. Talvez esse é o grande desafio da igreja contemporânea: olhar a Bíblia como um livro insuficiente. Vou repetir: olhar a Bíblia como um livro insuficiente, um livro que precisa ser relido, ressignificado, para que os princípios de vida que esse livro encerra, e que essa revelação encerra, eles saltem dessas páginas promovendo libertação e justiça e relações de amor no nosso mundo”, disse, ao comentar a carta de Paulo a Filemom.

Em seguida, o pastor reiterou sua manifestação e se declarou contrário à compreensão de que a homossexualidade seja tratada como pecado: “Vamos ter que fazer essa atualização e ter essa coragem de enfrentar os pecados de gênero da nossa sociedade. De enfrentar a questão da homossexualidade, da homoafetividade e dos gays que frequentam as nossas comunidades, estão dentro das nossas comunidades, mas continuam sendo condenados ao inferno por causa de dois ou três textos bíblicos que não foram atualizados”, insistiu o pastor, que foi amplamente refutado por colegas de ministério de outras igrejas.

POIS VIRÁ O TEMPO EM QUE NÃO SUPORTARÃO A SÃ DOUTRINA; PELO CONTRÁRIO, SENTINDO COCEIRA NOS OUVIDOS, SEGUNDO OS SEUS PRÓPRIOS DESEJOS JUNTARÃO MESTRES PARA SI MESMOS. ELES SE RECUSARÃO A DAR OUVIDOS À VERDADE, VOLTANDO-SE PARA OS MITOS” -2 TIMÓTEO 4:3, 4

Fonte: Gospel+

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

“As Escrituras são muito claras: casamento gay não é uma opção”, diz teólogo homossexual assumido

Um pequeno documentário sobre a homossexualidade no meio cristão proporcionou a um teólogo assumidamente gay a oportunidade de falar de forma mais enfática sobre o tema, sem as amarras da militância LGBT e com profunda sinceridade e respeito à Bíblia Sagrada.
Um dos entrevistados no documentário, produzido pela BBC, foi David Bennett, um acadêmico de Oxford que se identifica como gay e afirma abertamente que se comprometeu com o celibato vitalício.

Com um Ph.D. em teologia na Universidade de Oxford, ele é membro do Centro Oxford para Apologética Cristã (OCCA), e discursou no fórum de treinamento de jovens apologéticos da OCCA, "Reboot", explicando mais sobre sua jornada para a fé em Cristo.
"Se eu não conhecesse Deus e Jesus, eu diria 'não, eu não quero ser celibatário'. Mas as Escrituras são realmente claras para mim que o casamento gay não é uma opção", afirmou Bennett. "Eu tive que desistir disso", continuou ele.
"Foi muito difícil quando me tornei cristão, porque muitos dos meus amigos LGBT não entenderam. Foi um caminho muito difícil, mas também tem sido incrivelmente alegre e glorioso", acrescentou em sua palestra.
A entrevista concedida à BBC foi logo após o evento da OCCA, quando uma repórter o questionou sobre como é seu comportamento sexual ou a falta dele: "Vamos ser claros sobre o celibato, então, sem sexo?", ela perguntou.
"Sim, sem sexo", ele respondeu.
"Sem beijos?", ela insistiu, demonstrando perplexidade com a resposta.
"Bem, o problema é que eles estão todos ligados. Se eu beijar alguém, haverá desejo sexual envolvido", explicou o teólogo celibatário.
O repórter então sugeriu que as escolhas pessoais ousadas de Bennett certamente resultariam na falta de uma experiência de vida: "Você não acha que vai perder?", perguntou ela.
A resposta de Bennett para isso foi franca e profunda: "Não. É o que eu quero que as pessoas entendam – que Deus é real. Quando fui salvo naquele pub quando tinha 19 anos, conheci um Deus real, uma presença viva no meu corpo que me dá intimidade. Então, eu não preciso fazer sexo", afirmou, pacientemente.
"O problema com a nossa sociedade é que pensamos que sexo é intimidade, mas isso não é verdade. Pode ser, mas apenas no contexto certo", aprofundou-se, fazendo referência ao casamento bíblico.
A essa altura a repórter da BBC o interrompeu, sugerindo que as crenças de Bennett – que envolvem "negar a si mesmo" e por isso estão claramente de acordo com a Bíblia – podem ser "perigosas".
"Eu acho que é um mal-entendido fundamental. Estou dizendo que me apaixonei por Cristo, o Deus vivo encarnado, e Ele está me satisfazendo. Eu diria que você está me lendo de uma maneira que é realmente sobre sua própria percepção", rebateu David Bennett, concluindo seu raciocínio.

Fonte: Gospel+
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quarta-feira, 21 de março de 2018

Conhecendo as Escrituras: O Batismo no Espírito Santo - Pr. Esequias Soares.

Conhecendo as Escrituras: O Batismo no Espírito Santo - 01 - Pr. Esequias Soares.

Créditos: Programa Movimento Pentecostal CPAD.
Publicado em 14 de mar de 2018

Excerto do Programa Movimento Pentecostal - 01

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