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segunda-feira, 22 de junho de 2020

Silas Malafaia critica Globo sobre divulgação de caso Queiroz

O pastor Silas Malafaia publicou um vídeo neste domingo (21) falando sobre o caso da prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro.
Ele criticou a cobertura dada à operação pelo Jornal Nacional, tendo recebido muito mais atenção do que a prisão de outros parlamentares e funcionários investigados pelos mesmos crimes.
O pastor Malafaia afirmou que existe uma perseguição da Rede Globo contra o presidente Jair Bolsonaro, pai do senador.
"A pergunta que não quer calar! Dezenove deputados, mais de 70 funcionários da Alerj envolvidos na questão da rachadinha. Por que será que só um assessor, o do filho do presidente, foi preso? E os outros? Por que será?", declarou.

A pergunta que não quer calar! 19 deputados, mais de 70 funcionários da Alerj envolvidos na questão da rachadinha. Por que será que só um assessor, o do filho do presidente, foi preso? E os outros? Por que será? Assista a este vídeo! https://youtu.be/rX-2yaVU9e8 
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Fonte: Pleno News via Folha Gospel

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Fabrício Queiroz: “Dinheiro veio da venda de carros”

Ex-motorista de Flávio Bolsonaro deu entrevista ao jornal SBT Brasil

O motorista e ex-assessor Fabrício Queiroz revelou nesta quarta-feira (26) que parte do dinheiro movimentado em sua conta veio da venda de automóveis. O ex-funcionário de Flávio Bolsonaro deu entrevista ao jornal SBT Brasil.
Eu sou um cara de negócios, eu faço dinheiro. Compro, revendo, compro, revendo, compro carro, revendo carro. Sempre fui assim, gosto muito de comprar carro de seguradora. Na minha época, lá atrás, compra um carrinho, mandava arrumar, revendia. Tenho uma segurança – revelou Queiroz.
MOVIMENTAÇÕES ATÍPICAS
No início de dezembro, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) constatou a movimentação de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz.
Segundo o Coaf, o montante não condiz com a renda do ex-assesor da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, que recebia cerca de R$ 23 mil por mês.
Queiroz já faltou duas vezes para prestar depoimento na delegacia.
Fonte: Pleno News

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Mourão e militares admitem 'incômodo' com o caso Coaf


General admite inquietação com a falta de explicação do ex-assessor de Flávio Bolsonaro para a movimentação financeira considerada suspeita

O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, reconheceu nesta quinta-feira, 12, que "causa incômodo" a demora de Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), em dar explicação sobre a sua movimentação financeira, considerada atípica pelo Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf).

Em entrevista ao "Estado", Mourão, porém, foi enfático na defesa do ex-companheiro de chapa e disse que tem "plena confiança" no presidente eleito Jair Bolsonaro e em seu filho.

Militares da equipe de transição e das Forças Armadas também têm expressado nos bastidores incômodo com a situação. Oficiais-generais ouvidos pelo "Estado" avaliam que Queiroz já deveria ter aparecido e explicado o R$ 1,2 milhão movimentado em sua conta no período de 12 meses. Mesmo afirmando que o caso não está diretamente ligado ao presidente eleito, esses militares acreditam que a demora numa resposta pode acabar "respingando" no futuro governo.

O Coaf classificou a movimentação de R$1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 como incompatível com o patrimônio, a atividade econômica ou a ocupação profissional de Queiroz, que é policial militar.

O ex-assessor parlamentar depositou no período R$ 24 mil na conta da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro - o presidente eleito afirmou que esses recursos são parte do pagamento de uma dívida antiga de Queiroz com ele.

O relatório do Coaf, revelado pelo Estado na semana passada, foi anexado às investigações da Operação Furna da Onça, que levou à prisão 10 deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

"Óbvio que toda vez que você tem de dar explicação, isso incomoda, é desagradável. Mas volto a dizer. Tenho plena confiança no presidente e no Flávio. Confio nos dois", afirmou Mourão. "Agora é esse Queiroz. A coisa toda está centrada nele."

Na quarta-feira, 12, o presidente eleito disse pelas redes sociais que, se tiver "algo errado" no caso que envolve movimentações financeiras do ex-assessor de seu filho, "que paguemos a conta". Bolsonaro, no entanto, disse que nem ele nem Flávio são investigados no caso.

Para oficiais ouvidos pela reportagem, essa situação se estenderá, no mínimo, até o início da próxima semana, quando Queiroz deve prestar depoimento ao Ministério Público no Rio de Janeiro. Em suas redes sociais e em explicações para aliados, Flávio tem se defendido dizendo que não fez nada de errado e que quer que tudo seja esclarecido para que não paire nenhuma dúvida sobre sua idoneidade. Os militares observam que a prática de reter parte dos salários dos servidores do gabinete já foi denunciada em outras ocasiões no País.

"Sou o maior interessado em que tudo se esclareça para ontem, mas não posso me pronunciar sobre algo que não sei o que é", escreveu Flávio em uma rede social.

Os militares que acompanham o caso dizem que o que está em jogo não é o valor, mas o princípio da campanha de Bolsonaro. Citam que a maior bandeira durante o processo eleitoral foi o fim da prática da corrupção.

Fonte: Terra
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