domingo, 30 de novembro de 2025
Beth Anjos da AD Cubatão SP é entrevistada pelo BDC Empreendendorismo do Sebrae
Beth Anjos, membro da AD Cubatão SP é entrevistada pela TV Santa Cecília por sua história de sucesso como empreendedora
quarta-feira, 7 de maio de 2025
O início do Gideões Missionários, maior congresso evangélico do Brasil
Fotos antigas revelam o início do Gideões, maior congresso evangélico do Brasil - Em meio a ruas de barro e uma cidade ainda desconhecida, o evento iniciou em Camboriú (SC), no fim dos anos 1970
Em 1979, Camboriú, uma pequena cidade de ruas de barro e infraestrutura modesta, recebeu o pastor Cesino Bernardino e sua família. Enfrentando uma igreja em crise, Bernardino liderou um processo de reestruturação da Assembleia de Deus local.
Durante uma reunião de oração, uma profecia anunciou que aquela cidade seria conhecida mundialmente. Quatro anos depois, em 1983, foi realizado o primeiro Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora, tendo como pregador o pastor Geziel Gomes.
O congresso, idealizado por Cesino Bernardino e o presbítero César Furtado, tinha como objetivo principal reunir contribuintes para sustentar missionários no campo, cumprindo o “Ide” de Cristo. O nome “Gideões Missionários da Última Hora” foi inspirado na figura bíblica de Gideão, que liderou um pequeno exército para libertar Israel dos midianitas.
Da mesma forma, o congresso buscava reunir "Gideões", modernos missionários, prontos para enfrentar os desafios espirituais contemporâneos.
Desde então, o evento cresceu exponencialmente. Em 2025, o congresso chega à sua 40ª edição, ocorrendo de 26 de abril a 5 de maio, no Pavilhão dos Gideões e no Ginásio Irineu Bornhausen, em Camboriú.
O evento é totalmente gratuito e conta com cultos diários das 8h às 23h, sem intervalos, com a presença de cantores e preletores renomados do Brasil e do mundo.
O tempo e a continuidade do evento, constrói a expectativa de que o congresso atraia milhares de visitantes, movimentando significativamente a economia local.
Para garantir a ordem e a segurança durante o evento, a prefeitura de Camboriú implementou novas diretrizes, incluindo a proibição de barracas para comércio temporário nas vias públicas e calçadas.
Hoje, os Gideões Missionários da Última Hora sustentam mais de mil famílias missionárias em 21 nações e 14 estados brasileiros, totalizando mais de três mil pessoas dedicadas à evangelização.
O congresso é transmitido ao vivo pela TV Gideões e por diversas rádios, incluindo a Rádio Paz no Vale 105.9 FM e a Rádio Voz Missionária, alcançando ouvintes no Brasil e no exterior.
Veja imagens
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| Pastor chegou na cidade em 1979 (Foto: Gideões, Arquivo, Produções |
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| Durante reunião de oração, profecia anunciou o protagonismo mundial da cidade |
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| Pr. Bernardino liderou processo de reestruturação da AD local |
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| O Evento cresceu exponencialmente |
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| 40 anos: Milhares de visitantes em 2025 |
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| Congresso transmitido pela TV Gideões e por diversas rádios |
domingo, 13 de abril de 2025
UM PASSO DA ETERNIDADE - Evento de Lançamento do livro do Pr. Rogério de Oliveira em Mauá SP
UM PASSO DA ETERNIDADE - Relatos de um Sobrevivente da COVID-19
Um momento de enlevo espiritual, foi a ministração da Palavra de Deus, pela instrumentalidade do Pr. João de Souza de Santa Catarina.
O evento contou com apoio de patrocinadores, a saber: JP Restaurante, Spinelli Tecnologia em serviços, Épicos consultoria, Fábrica de Bolos Vó Alzira, SR Serviços Administrativos Especializados e Heitor Vera Eventos Musicais
segunda-feira, 4 de novembro de 2024
Com 11.000 anos de história, Jericó é cidade bíblica mais antiga do mundo
Localizada no coração do deserto da Judeia, escavações da década de 1950 revelaram descobertas arqueológicas significativas, incluindo o monte da tentação de Cristo.
Jericó, a cidade mais antiga do mundo, teve sua importância histórica reconhecida em 2023 ao ser incluída na Lista do Patrimônio Mundial pela UNESCO.
Essa decisão destacou o valor cultural e arqueológico da região, sublinhando o status de Jericó como a cidade habitada mais antiga do mundo.
Localizada no coração do deserto da Judeia, com mais de 11.000 anos de história, Jericó se afirma como um local excepcional na trajetória da humanidade.
A cidade foi palco da batalha de Jericó, descrita no Livro de Josué, que marcou o primeiro combate travado na conquista de Canaã pelos israelitas.
A batalha é famosa pela queda triunfante das muralhas de Jericó, provocada pela marcha de israelitas tocando suas trombetas.
Primeiras civilizações
A antiga cidade de Jericó, correspondente ao local conhecido como Tell es-Sultan, proporciona uma visão única das primeiras civilizações humanas.
As escavações arqueológicas revelaram aproximadamente 70 casas pré-históricas e mais de 20 assentamentos sucessivos, evidenciando uma ocupação contínua por milênios.
As casas, de formato circular, foram construídas com argila e palha. O primeiro assentamento humano documentado em Jericó remonta a cerca de 9000 a.C., quando grupos de caçadores-coletores da cultura natufiana se estabeleceram na região.
Os grupos natufianos em Jericó aproveitaram a fonte Ein as-Sultan e as águas do rio Jordão, o que facilitou o desenvolvimento da agricultura e das primeiras tecnologias alimentares.
Essa transição para um estilo de vida sedentário representou uma evolução significativa do nomadismo para a produção de alimentos, com comunidades estabelecendo bases que ainda podem ser observadas hoje.
A transição para um estilo de vida sedentário não apenas alterou a maneira de viver, mas também impulsionou o desenvolvimento de ferramentas e objetos domésticos fundamentais para a convivência em comunidade.
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Remanescentes do palácio de Herodes. (Foto: Wikipedia)
Jericó foi pioneira não apenas no sedentarismo, mas também na construção de infraestruturas defensivas. As comunidades ergueram muros de pedra que desempenhavam uma função dupla: proteger a população de ataques externos e regular os níveis de água de fontes adjacentes para prevenir inundações.
Características notáveis, como um muro de pedra com 3,5 metros de altura e uma torre circular de nove metros, evidenciam as avançadas habilidades de engenharia de seus antigos habitantes.
Torre de Jericó
Escavações em Tell es-Sultan, conduzidas pela arqueóloga britânica Kathleen Kenyon na década de 1950, revelaram descobertas arqueológicas significativas, incluindo a Torre de Jericó.
Os turistas podem explorar a Torre de Jericó, que oferece uma visão de como era a vida na antiguidade. Entre as descobertas arqueológicas mais notáveis em Jericó estão utensílios de cerâmica com inscrições pré-históricas. Essas peças de cerâmica foram utilizadas para conservar alimentos ou para cozinhar, indicando um desenvolvimento inicial de tecnologias alimentares na região.
Além disso, foram descobertos crânios cobertos com gesso e conchas colocadas nas órbitas oculares, sugerindo uma preocupação significativa com a adoração aos ancestrais e as crenças espirituais entre os antigos habitantes.
Esses restos revelam uma conexão profunda com a vida após a morte e um surpreendente nível de sofisticação cultural em uma época em que muitas sociedades ainda eram dependentes da caça e da coleta.
Hoje, Jericó possui uma rica herança histórica, com as ruínas de Tell es-Sultan como seu principal destaque, localizadas no centro histórico da cidade.
Tell es-Sultan abriga vestígios das primeiras civilizações e proporciona aos visitantes a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre a história humana. Para os amantes da antiguidade ou para aqueles que desejam aprender mais sobre a história durante as férias, as ruínas de Tell es-Sultan são uma excelente opção de visita.
Fonte de Eliseu
A poucos metros das ruínas de Jericó encontra-se a Fonte de Eliseu, que se tornou um dos locais mais fotografados da cidade.
A Fonte de Eliseu se destaca tanto por sua arquitetura quanto por sua relevância arqueológica e cultural. Em suas paredes, está inscrita a frase "Cidade mais antiga do mundo". Essa distinção atrai milhares de visitantes anualmente.
Jericó também abriga vestígios do Califado Omíada, representados pelo Palácio de Hisham, construído por volta do ano 743-744.
O palácio se destaca por seus mosaicos e decorações em estuque, inspirados nos banhos da civilização romana. Essas obras resistiram ao passar do tempo, proporcionando uma visão do esplendor da arquitetura islâmica primitiva. Alguns restos do Palácio de Hisham estão preservados no Museu Rockefeller em Jerusalém, permitindo que o legado histórico do palácio transcenda as fronteiras de Jericó.
O Monte da Tentação
Outro lugar que merece atenção em Jericó é o Monte da Tentação. Reconhecido pelos fiéis por sua conexão com a Bíblia, é aqui que, segundo relatos bíblicos, Jesus passou quarenta dias em jejum e resistiu às tentações do diabo.
O Monte da Tentação é um dos principais mirantes de Jericó, cercado pela paisagem desértica da Judeia, e possui profundo significado espiritual para os crentes. A partir do Monte da Tentação, os visitantes podem contemplar a vasta extensão do deserto, compreendendo a importância histórica e cultural de Jericó.
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Monte da Tentação, em Jericó. (Foto: Wikipedia)
O legado histórico de Jericó vai além de seu passado antigo. Os esforços contínuos de habitação e preservação da cidade possibilitaram que as ruínas de Tell es-Sultan fossem estudadas e apreciadas por arqueólogos e visitantes.
Apesar da passagem do tempo, essas estruturas evidenciam a fase sedentária da cidade, fornecendo provas da transição de um estilo de vida nômade para um sedentário. Essa mudança representou um marco na história ao permitir o desenvolvimento da agricultura na região.
Fonte: Guiame




























