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quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Papai Noel: a maior mentira coletiva do planeta

É inevitável perceber o fascínio que o mítico papai Noel provoca durante a época de Natal. Tirando as crianças que cresceram ouvindo histórias bíblicas, talvez as outras nem saibam que o feriado tem a ver com o nascimento de Jesus. Isso porque a mídia prioriza mais as lendas do que os fatos.

Deus não é um “bom velhinho” que envia presentes para quem se comportou bem durante todo o ano, mas as crianças podem fazer essa associação. É uma fantasia bem real em nosso tempo e as crianças, normalmente, acreditam em tudo.

A psicologia, porém, defende que fantasias são fundamentais para o desenvolvimento cognitivo do ser humano. Mas até que ponto? Será que existe um limite?

Entre a fantasia e o mundo real

Se no imaginário infantil o real e o irreal ainda não têm uma fronteira definida, não seria perigoso ir longe demais? Durante vários anos, os pais contam aos seus filhos sobre a existência do Papai Noel e por se tratar de uma “lenda” parece estar tudo bem contar uma mentira e ainda sustentá-la com um cenário bem atrativo.

Muitos familiares se vestem de Papai Noel e aparecem perto da meia noite para deixar presentes, tocam o sino e saem correndo. A criatividade depende da disposição de cada família.

Nas ruas e nos shoppings, há profissionais vestidos de Papai Noel, distribuindo balas ou sentados em um trono majestoso, aguardando as crianças que querem tirar fotos (e os pais que estejam dispostos a pagar). Mas é claro, um dia os pequenos descobrem que o Papai Noel era uma farsa.

O que essa descoberta pode ocasionar na mentalidade infantil?

Será algo positivo ou negativo? Segundo os especialistas essa “mentirinha inocente” pode danificar intensamente a confiança que os filhos têm nos pais, além de trazer um desapontamento ao perceberem que a vida não é tão mágica quanto imaginavam.

Centenas de milhões de pais enganam seus filhos, todos os anos, sem levar em conta que eles estão em fase de amadurecimento intelectual. Alguns psicólogos alertam para o fato de que muitas dessas crianças, no futuro, podem duvidar da existência de Deus.

A imaginação, as fantasias, os jogos e as brincadeiras predominam no desenvolvimento da criança sim, mas tudo isso pode ser vivido dentro da realidade. 

Trem a caminho do Polo Norte, morada do Papai Noel, conforme a lenda. (Foto: Jeff Jacobs/Pixabay)

Cuidado com os mitos que roubam o verdadeiro sentido do Natal

Especialistas alertam que não é saudável permitir que as crianças acreditem no Papai Noel porque isso é um “tipo de adestração”. Eles alegam que isso pode prejudicar o hábito mental de credulidade e atrasar o desenvolvimento do senso crítico.

Uma criança que ouve dos pais que ‘se você quiser acreditar, ele existe’ já está pré-programada para cair em certos enganos. Lembrando que tudo o que se aprende na infância é levado para o resto da vida.

Como cristãos sabemos bem o quanto é difícil desfazer uma mentira para finalmente contar uma verdade para um adulto. Então, que a verdade prevaleça em nosso meio, apesar das fantasias e ilusões que o mundo oferece.

Para reforçar essa ideia, conheça o alerta do psicanalista clínico, Wesley Charles, que também é pastor na Igreja Batista Getsêmani, em Belo Horizonte, MG.

A verdade deve prevalecer

“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8.32) — Somente a verdade deve ser colocada em prática e passada dos pais para os filhos. Quando você conta uma mentira para uma criança como sendo uma verdade, você cria uma utopia que será vivida por ela até a verdade chegar, e as verdades sempre vêm à tona. Quando esse momento chega, a criança sabe que você mentiu e a enganou. Se os pais seguissem o que diz a Bíblia no que diz respeito à educação dos filhos, tudo seria muito mais fácil”, enfatizou.

“Provérbios 22.6 diz: Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele’. Se os próprios pais desviam a criança da verdade, contando uma mentira, já estão dando uma volta desnecessária nesse caminho”, continuou.

O psicanalista resume assim: “A verdade é simples — o Natal é a celebração do nascimento do Messias, o nosso Salvador. O Natal é uma data especial para ensinar as crianças sobre João 3.16: Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”, mencionou. 

A cruz tem sido usada como símbolo do cristianismo, simbolizando a morte de Jesus. (Foto: Jeff Jacobs/Pixabay)

Papai do Céu ou Papai Noel?

Alguns cristãos se sentem constrangidos ao decidir viver o Natal de Jesus e, finalmente, “exterminar Papai Noel” do cenário infantil. O problema é que o “fantasma” dele estará por todos os cantos: ruas, lojas, shoppings, propagandas de TV e outdoors.

Então o que dizer às crianças sobre ele? Contar a verdade é sempre a melhor opção. Pode-se contar que houve um homem chamado Nicolau, um ser humano que praticava boas ações. Mas ele viveu na terra como qualquer um de nós e já morreu. Ele se transformou numa lenda.

Porém, até o dia de hoje as pessoas lembram dele através da figura do Papai Noel. Conte sobre Nicolau, mas esclareça que Jesus é real e eterno. Associe os elementos natalinos aos fatos bíblicos e não aos mitos ou às lendas.

Aproveite as luzes que decoram as casas para dizer que Jesus é a luz do mundo e que devemos brilhar como Ele. Não perca o foco do verdadeiro significado do Natal e crie para o seu filho um ambiente saudável para que ele cresça na graça e no conhecimento.

E esse foi o estudo desta semana. Espero que tenha tirado a sua dúvida e também colaborado para o seu crescimento espiritual. Beijo no coração e até a próxima, se Deus quiser!

Por Cris Beloni, jornalista cristã, pesquisadora e escritora. Lidera o Movimento Bíblia Investigada e ajuda as pessoas no entendimento bíblico, na organização de ideias e na ativação de seus dons. Trabalha com missões transculturais, Igreja Perseguida, teorias científicas, escatologia e análise de textos bíblicos.

* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Conheça as mentiras e meia-verdades divulgadas pela propaganda pró-aborto


Escritora defende que o bebê no ventre materno já é uma pessoa e possui os mesmos direitos naturais de todos os seres humanos do mundo.

Falar sobre aborto nunca é tarefa fácil. O tema, além de delicado, envolve questões morais, religiosas, científicas e éticas. Mas, basicamente, as pessoas se dividem em dois lados: pró-aborto e pró-vida. Enquanto alguns defendem a liberdade feminina e os “direitos reprodutivos” — uma das novas nomenclaturas da luta pela legalização do aborto, do outro lado está quem classifica esse ato como um assassinato de inocentes.

A realidade é que todos os títulos apenas suavizam o que é uma mera questão de vida ou morte. Para Danielle D'Souza Gill, autora do livro “A Escolha: o aborto divide a América (tradução livre)”, alguns mitos precisam ser derrubados. Ela aponta para as mentiras e “meia-verdades” divulgadas pelos defensores do aborto em todo o mundo.

A jovem autora também é comentarista e mora na cidade de Nova York. Foi embaixadora do Turning Point nos EUA, uma organização americana de direita, que defende narrativas conservadoras dentro de escolas e universidades. Recentemente, esteve em diversos programas de rádio e TV, nos Estados Unidos. Segue um resumo dos slogans mal-intencionados da propaganda pró-aborto, segundo a autora, e suas considerações, que foram divulgadas no site de notícias CBN News.

Danielle
Danielle D'Souza Gill, autora do livro “A Escolha: o aborto divide a América”. (Foto: Reprodução/Twitter)

“O ser humano passa a existir somente quando sai do útero materno”

Para refutar essa ideia, a autora especifica a vida desde a concepção. “Só no primeiro trimestre, desenvolvem-se os dedos dos pés, unhas, cotovelos, nariz, cabeça e hormônios", ela compartilhou. 

"E apenas 18 dias após a concepção, a tecnologia moderna pode detectar o batimento cardíaco do bebê. Podemos ver o coração batendo depois de cerca de 22 dias. Dizer que o bebê não é uma pessoa quando tem batimentos cardíacos é contra-intuitivo para a ciência e o sistema que usamos na Terra para determinar a vida”, continuou. 

“Ao contrário daqueles que homenageamos, que viveram uma vida plena fora do útero, esses nascituros eram desconhecidos. Mas eles eram reais. Como nossos outros entes queridos, nossos filhos não nascidos eram pessoas vivas cheias de possibilidades. Eles tinham corações batendo e sangue correndo em suas veias. E eles eram nossos”, disse ao se referir aos bebês que tiveram suas vidas ceifadas. 

“As mulheres não são feridas no ato do aborto”

Essa é a outra mentira contada pela publicidade pró-aborto. Para Gill, o aborto é um duro golpe tanto para o corpo quanto para a natureza materna. “Nesse ato terrível, a mãe está desfazendo o processo natural de dar vida, que foi iniciado em seu corpo. Ela impede, não apenas a vida da criança, mas o ritmo acelerado  do movimento bioquímico e hormonal em que seu próprio corpo estava. Isso não pode deixar de ter ramificações para ela enquanto seu corpo processa o ataque”, disse. Sem contar que a mulher fica emocionalmente sensível e com um forte sentimento de culpa. 

Gill também escreve: “Estima-se que o risco de morte para uma mulher que faz um aborto aumenta em 38% para cada semana adicional de gestação. A cada semana de gravidez que passa, ossos fetais maiores e mais afiados estão sendo removidos à força, e eles poderiam perfurar o útero de uma mulher ou causar uma ruptura em seu corpo”, explica. 

Segundo a autora, o mais provável é o aumento do risco de sangramento excessivo e hemorragia porque a placenta está firmemente presa ao revestimento do útero nesta fase da gravidez e foi arrancada à força. Gill também conta em seu livro, o relato de uma mulher que havia passado por um aborto. “Emocionalmente, eu estava um caco. Chorei durante todo o procedimento. Fiquei muito triste, embora soubesse que era a coisa certa a fazer. Mas foi uma das experiências mais avassaladoras da minha vida”, disse a mulher. 

 “Os homens não são afetados pelo aborto”

Outra mentira. O homem sofre um golpe em sua identidade como protetor e como pai. Gill explica que, internamente, eles se sentem atacados quando permitem que seu próprio filho seja ferido. “Eles podem ser poupados da dor imediata que a mulher sente e até se esquecem mais fácil porque não passam pela experiência física, mas com o tempo vão se lembrar de que falharam em seus deveres”, disse.

Seguem dois testemunhos de homens que tiveram seus filhos abortados. Karl confessou que acabou pagando pelo aborto e isso teve um efeito traumático sobre ele. “Eu não sabia como iria sobreviver; eu não pulei de uma ponte, mas pensei em beber até a morte. Tenho pensado sobre o que aconteceu todos os dias nos últimos 32 anos”, lamentou.

 O outro homem se chama Chuck Raymond, cuja namorada de 18 anos fez um aborto no final da década de 1970. Na época ele estava em treinamento militar em West Point. Nos primeiros anos ele conta que não pensou muito nisso. “Depois eu percebi que a nossa escolha foi a mais trágica”, disse. 

Raymond comparou a angústia mental e emocional que se segue ao aborto a um tipo de PTSD [transtorno de estresse pós-traumático] que alguém pode ter depois de passar por um campo de batalha.

Conforme a autora, pode até parecer que os homens saiam impunes após a decisão de um aborto, mas não saem. “Eles são afetados de várias maneiras. Normalmente, depois de muitos anos, eles começam a refletir sobre o passado e não podem escapar daquele aperto no coração”, acrescentou. 

“Os fetos são humanos, mas ainda não são pessoas”

Esse parece ser o pior dos mitos sobre o aborto, de que os fetos não são pessoas com os mesmos direitos naturais de todos os seres humanos do mundo. Em seu livro, Gill escreve: "Assim que diferenciamos ‘humanos’ de ‘pessoas’ criamos o cenário para os horrores mais perversos do homem”, alertou.

Gill lembra que os nazistas usaram essa justificativa, alegando que os judeus são humanos, mas não pessoas. “Esta também é a desculpa usada para a escravidão, alegando que os negros são humanos, mas não pessoas”, apontou.

A autora finaliza citando Hillary Clinton. “Ela disse que acredita que os direitos pessoais começam apenas no nascimento. Em suas próprias palavras, quando concorreu à presidência em 2016: 'O nascituro não tem direitos constitucionais'. O argumento dela reforça que o feto não tem personalidade antes da viabilidade”, observou.

Tanto Gill quanto outros autores de livros que defendem a vida desde a concepção, declaram que “quando os mitos e as falsidades forem destruídos, a sociedade deverá lidar com a verdade devastadora de que o aborto tira a vida de uma pessoa tão real quanto cada um de nós”.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Porteiro mentiu sobre ida de suspeito à casa de Bolsonaro, diz procuradora

Ele manteve a mesma versão em dois depoimentos, mas há contradição, diz investigador
A procuradora do Ministério Público, Simone Sibilo, que é chefe de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), diz que o porteiro que citou o nome de Jair Bolsonaro no caso da morte da vereadora Marielle Franco mentiu para a polícia. Falando à revista Veja, Simone disse que a entrada de Élcio Queiroz, suspeito de envolvimento na morte, foi autorizada pelo outro suspeito, Ronnie Lessa, que era vizinho de Bolsonaro no condomínio.
De acordo com a reportagem, mais cedo um investigador afirmou que o porteiro foi ouvido duas vezes. Na primeira vez, fez seu relato contado ontem em reportagem do Jornal Nacional, dizendo que Élcio pediu que ele interfonasse para a casa de Bolsonaro e foi "seu Jair" quem autorizou sua entrada.
Depois, o porteiro foi chamado novamente e confrontado com o áudio do interfone, que mostra que ele falou com Ronnie Lessa. Mesmo assim, ele manteve sua versão inicial, mas deixou os investigadores com dúvidas sobre se falava a verdade. O registro manual da portaria mostra que Élcio teria entrado para a casa de Bolsonaro. O porteiro disse ainda que depois de ter acesso ele seguiu para a casa de Ronnie. Ao perceber isso, teria interfonado novamente para a casa do presidente, na época deputado federal, e ouviu novamente de quem identificou como "seu Jair" que sabia para onde Élcio ia.
O MP-RJ diz que o porteiro pode ser processado por falso testemunho se for comprovado que ele mentiu em depoimento. "(O porteiro) Mentiu. As testemunhas prestam depoimento, e o MP checa. Nada passa sem ser checado", afirmou Sibilo a O Globo. Depois, ela foi menos categórica, afirmando que as provas negam o que o porteiro falou.
"A prova técnica juntada aos autos mostra que no dia 14/03/2018 às 17h07, quem autoriza a entrada de Élcio Queiroz no condomínio é Ronnie Lessa", diz. "Qualquer testemunha que mente, seja o porteiro ou qualquer outro, podem ser processados. Ele e todos os demais que mentem".
Fonte: Correio

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Fake News - Cuidado com a onda de notícias falsas na Internet


Para quem gosta e costuma navegar na internet em busca de notícias, principalmente aquelas "bombásticas", todo cuidado é pouco.

A onda do "FAKE NEWS" está em alta, onde se inventa qualquer coisa que possa viralizar na grande rede. A vida de muitas pessoas tem sido arruinadas, principalmente quando de trata de personalidades de qualquer seguimento da sociedade.

No mundo político em especial, essa onda tem gerado situações desagradáveis e porque não dizer com danos morais e financeiros, e até mesmo tem alterado resultados de eleições em potências mundiais.

Após uma notícia falsa ser veiculada e com milhares de compartilhamentos, é muito difícil a reversão do fato, sem que deixe suas consequentes sequelas, sem contar que em algumas situações o fato fica mesmo irreversível.

As motivações para as notícias falsas são diversas, as quais vão desde a irresponsabilidade, o prazer com prejuízo alheio, vingança e, até mesmo por interesse financeiro.

Recentemente um Programa da Globo News investigou o assunto em várias partes do mundo, como Nova Iorque, Londres, Rússia, chegando à Macedônia, onde jovens se especializaram em criar sites de Fake News para ironizar e ganharem muito dinheiro com as eleições dos EUA.

Um dos entrevistados foi claro ao ironizar e chamar os americanos de "inocentes" e fáceis de serem ludibriados com notícias falsas.

Os autores descobriam que tipo de notícia os americanos gostariam de ler, produziam tais informações em sites falsos e sem procedência, os americanos saiam compartilhando sem qualquer checagem, viralizando assim o link, o que gerava muito cliques para os anunciantes, trazendo assim muito lucro financeiro para os donos desses sites.

Um dos entrevistados chegou a dizer que pelo dinheiro arrecadado tinha o apoio de seus familiares, os quais não se importavam como conseguia ganhar esse dinheiro, cujo valor já era o suficiente cursar jornalismo na Europa e montar sua própria empresa de comunicação. Disse ainda que era o único que tinha coragem de se expor, porém, a grande maioria deles, sediados na cidade de Veles na Macedônia, com temor de perseguições e represálias, preferem ficar no anonimato.

Portanto, toda notícia absurda, verifique a origem da fonte e do site que a publicou originalmente, checando a veracidade dos fatos, antes de reverberar e compartilhar pelas redes sociais. É uma questão de responsabilidade cidadã e também de princípios cristãos.

ASSISTA MAIS SOBRE FAKE NEWS AQUI




sábado, 2 de setembro de 2017

Pastor sul-africano afirma que foi ao inferno e matou o diabo


Na Páscoa do ano passado, o pastor Paseka Motsoeneng teria afirmado aos seus fiéis que esteve no céu e vendeu as fotos por mais de 1,2 mil reais

A imprensa sul-africana divulgou nas últimas horas uma postagem no Facebook do pastor Paseka Motsoeneng, também conhecido como Pastor Mboro, onde ele afirmava ter ido ao inferno e matado o diabo.
O religioso escreveu que foi até o inferno e chegando lá viu "uma fila de milhões de pessoas esperando para serem amaldiçoadas pelo Satanás" e que ele, inclusive viu muitos políticos da África do Sul nessa fila.
"Fiquei tão chocado porque eles viveram como anjos aqui na Terra. Eu pensava que eles estavam no céu", declarou o pastor ao falar sobre os políticos que viu no inverno.
Ainda na postagem, ele afirmou que Satanás o viu e entrou em pânico por saber que ele seria morto. "Quando Satanás me viu, ele entrou em pânico e enviou seu exército para me matar. Como Sansão na Bíblia, eu os derrotei e Satanás foi a minha última vítima", declarou o pastor.
Segundo o site Daily Voice, o primeiro a publicar a história do pastor, por conta das críticas que Motsoeneng recebeu nas redes sociais, ele acabou apagando a postagem.
Religioso tem histórico de contar mentiras
Todo cristão sabe que Satanás terá seu merecido fim dado pelo próprio Deus, como lemos em Apocalipse. Logo a versão do pastor Mboro é uma das várias mentiras que ele tem contado aos seus seguidores.
Segundo o Daily Voice, no ano passado o mesmo religioso disse aos seus fiéis que tinha ido até o céu. Isso aconteceu durante a Páscoa e lá ele tirou fotos usando seu smartphone da Samsung.
O site diz que o religioso vendeu as imagens "do céu" por 5 mil rands, que em real daria cerca de R$ 1.251. E não foi só isso, ele fez uma campanha cobrando 10 mil rands para levar pessoas até o céu.
Outra mentira contada por ele, foi que ele teria "recebido de Deus" uma BMW i8 avaliado em 2 milhões de rands, presente este dado a ele por "ter ajudado os pobres". "A Bíblia diz que aqueles que cuidam dos pobres serão exaltados por Jesus. Eu tenho ajudado os pobres. Deus me recompensou com um i8", disse o pastor.
Com Informações Daily Voice/JM Notícia via Rede Pentecostal
MEU COMENTÁRIO:
Morrer na cruz ele não quis, não é?
Ô "cabra"mentiroso, e ainda se diz pastor?
É o fim...
Maranata, ora vem Senhor Jesus!


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