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sábado, 1 de fevereiro de 2020

Ex-muçulmanas se tornam missionárias e distribuem 20.000 Bíblias no Irã


Maryam e Marziyeh trabalharam clandestinamente e também iniciaram igrejas domésticas, antes de serem presas por oito meses.


A história das amigas Maryam Rostampour e Marziyeh Amirizadeh está contada em um livro sob o título "Captive in Iran" (Cativas no Irã), publicado em 2013. Nele, elas relatam as experiências que tiveram em sua jornada missionária, no Irã.

Ex-muçulmanas, elas revelaram em entrevista na Igreja HTB em Londres, Inglaterra, que as autoridades iranianas as proibiram de compartilhar sua fé cristã, mas em três anos conseguiram colocar, secretamente, 20.000 Bíblias nas mãos de seus compatriotas, além de iniciarem igrejas domésticas.

Quando descobertas, as duas missionárias foram presas por 259 dias na notória prisão de Evin, em Teerã, capital do Irã, um lugar onde os presos são rotineiramente torturados e as execuções são comuns.

Diante de interrogatórios cruéis, perseguição e sentença de morte, Maryam e Marziyeh transformaram as alas da prisão em igrejas, estendendo a mão para soldados, prostitutas e outros detidos políticos.

Eles escolheram dar o passo radical - e perigoso - de compartilhar sua fé dentro dos próprios muros da fortaleza do governo que deveria silenciá-los.

Prisioneiras
Maryam fala sobre o tempo de prisão: "Um dia é como um ano. Alguns dias você não consegue respirar porque não sabe o que vai acontecer com você no dia seguinte."

"Quando as pessoas experimentam viver na prisão de Evin, nunca mais serão as mesmas. O estresse é demais", conta.

"Não podemos ser as mesmas pessoas. Não podemos ser tão felizes como antes. Não gostamos de atividades como pessoas normais, porque pensamos o tempo todo naqueles que ainda estão lá", diz.

Após a prisão em 2009, elas foram transferidas para uma cela de mulheres na prisão de Evin, onde foram forçadas a dormir no chão em uma sala com 30 a 40 outros presos.

Elas contam que havia apenas uma pequena janela sem vista e que a temperatura estava sufocante no verão e congelada no inverno. As luzes foram mantidas acesas a noite toda, enquanto uma televisão explodia incessantemente a propaganda do estado.

Eles dizem que foram negados tratamento médico por causa de sua fé e que foram vistas como "infiéis sujas".

"Eles nos trataram como animais", relata Marziyeh.

Confissões forçadas
Maryam e Marziyeh também passaram 40 dias em um prédio de interrogatórios, onde foram solicitados repetidamente a negar sua fé cristã, enquanto os interrogadores exigiram os nomes das pessoas que haviam frequentado sua "igreja doméstica" e pediram que assinassem confissões forçadas.

"Se você não nos der as informações de que precisamos, bateremos em você até você vomitar sangue", disseram eles.

Tais demandas por confissões são frequentemente relatadas por cristãos nas prisões iranianas, como nos casos de Mohammed Ali Torabi, 39, que foi libertado recentemente sob fiança, e Abdol-Ali Pourmand, que permanece na prisão em Ahvaz, capital do Khuzestan ocidental do Irã. província.

Vida em Cristo
Maryam e Marziyeh nasceram em famílias muçulmanas no Irã. Elas se conheceram enquanto estudavam teologia cristã na Turquia em 2005 e perceberam que haviam se tornado cristãs mais ou menos na mesma época, seis anos antes.

Elas decidiram unir forças, e retornaram ao Irã, onde começaram um programa de alcance missionário. Nos dois anos seguintes, elas distribuíram o Novo Testamento em Teerã e em outras cidades.

Eles começaram duas igrejas domésticas em seu apartamento, uma para jovens e outra para prostitutas.

Eles estenderam seu ministério com viagens missionárias à Índia, Coreia do Sul e Turquia.

Em 2009, Maryam e Marziyeh foram presas em Teerã por promover o cristianismo - um crime capital no Irã - e presas por oito meses. As acusações oficiais que receberam foram apostasia, atividade antigovernamental e blasfêmia pelas quais foram condenadas à execução por enforcamento.

Muitos em todo o mundo oraram por sua liberdade e, como resultado de lobby internacional, Maryam e Marziyeh foram libertadas em 2009 e liberadas de todas as acusações no ano seguinte.

Elas consideram uma honra ter experimentado um pouco do sofrimento de Cristo por estar preso em Seu nome. Após sua libertação, elas emigraram para os Estados Unidos.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Acidente tira a vida de jovem que sonhava ser missionária

"Como Jó fala ‘Deus deu, Deus tira’”, desabafou o pai

Um trágico acidente interrompeu o sonho de uma jovem que queria ser missionária para ajudar o próximo. A estudante de Administração, Rayanne Araújo Pitombo, 19, era o orgulho do pai e visava ser missionária da igreja que frequentava.
"Ela queria rodar o mundo, se compadecia das pessoas e conhecia a Palavra e os princípios. Era uma pessoa de família", descreveu o pai da universitária, o empresário Robson Gonçalves Pitombo, 52 anos. Ela é uma das três vítimas do acidente envolvendo um carro de passeio e uma carreta carregada de abóboras que aconteceu na noite deste sábado (6), em Carapina, na Serra.
Ele e a esposa compareceram no DML para fazer os trâmites para liberação do corpo da filha para o velório. Abatido com a perda da filha, Robson disse que a havia falado com a filha no sábado.
"Ela trabalhava em uma ótica. Falou que ia para a casa de uma amiga, onde passaria a noite, e que nós conhecíamos a família. Porém, como estava na casa da avó após o trabalho, decidiu sair com outra amiga e aconteceu essa fatalidade. Como Jó fala 'Deus deu, Deus tira'", desabafou o pai.
As outras duas vítimas do acidente são o universitário Gabriel Macedo, que era amigo e vizinho do frentista Alexandre de Bazilio Ferreira, 22 anos, também morto na colisão com um caminhão. Os dois moravam em Serra Dourada II, na Serra.
Com Gazeta via JM Notícia

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Missionária em Brumadinho atuou na tragédia em Mariana

Doroti Campos é a coordenadora das ações da Convenção Batista Mineira em apoio aos moradores

Quatro anos separam as tragédias de Mariana e Brumadinho, ambas em Minas Gerais. Entretanto, as lembranças daquele 5 de novembro de 2015, quando houve o rompimento de uma barragem da mineradora Samarco, ainda estão vivas na memória de Doroti Campos.
Aos 53 anos, a historiadora e jornalista abriu mão de tudo para ser missionária pela Convenção Batista Mineira (CBM) e ajudar as famílias das vítimas daquela tragédia. Agora, com o cenário se repetindo em Brumadinho, Doroti é coordenadora das ações que a CBM tem feito na cidade.
A primeira coisa é ter um controle emocional porque a gente vive tudo de novo. Embora não tenha que tirar a lama das casas, como foi em Barra Longa, as pessoas perderam o emprego. Parece um pesadelo, mas a gente busca força no Senhor para poder servir.
Com base estabelecida na Primeira Igreja Batista em Brumadinho, Doroti coordenou o trabalho de 236 voluntários. Um dos trabalhos realizados é a instalação de uma lavanderia nas dependências da igreja para ajudar os bombeiros com os uniformes. A atitude chamou atenção até mesmo da mídia internacional.
A gente não pensa em chamar a atenção do mundo só pelo ato de lavar uma roupa que é suja por uma lama que veio de um desastre. Mas queremos tratar aquela lama que se acumula no interior dos seres humanos, a lama da indiferença.
Além da lavanderia, os voluntários concentrados na igreja oferecem apoio espiritual e emocional aos moradores. Vestidos com um colete amarelo, os membros da equipe acompanham os sepultamentos para levar um abraço e conforto aos familiares.
Os voluntários também vão para as praças desenvolver relacionamento com os brumadinhenses. Alguns voltam para a base chorando por ver vidas tão destroçadas. Agora, o próximo passo é um trabalho de palestras e recreação infantil nas escolas.
Fonte: Pleno News

domingo, 22 de julho de 2018

Frida Vingren é retratada pela Rede BBC como 'a missionária sueca perseguida no Brasil, internada em hospício e 'esquecida' pela História

Frida Maria Strandberg Vingren morreu aos 49 anos, no dia 30 de setembro de 1940, na Suécia, nos braços da filha. Abatida, ela pesava 23 quilos.

No decorrer dos cinco anos anteriores, entre idas e vindas em um hospital psiquiátrico de Estocolmo, a missionária sueca perdera quase 40 quilos. Ela fora internada pela primeira vez no dia 12 de janeiro de 1935, levada da estação central da cidade, quando tentava tomar um trem que a levaria para Portugal - de onde, acredita-se, pegaria um navio de volta para o Brasil.
Casada com o sueco que fundou, em Belém do Pará, a Assembleia de Deus, Frida se tornou uma das mais importantes lideranças da igreja no decorrer dos 15 anos em que esteve no Brasil. Ajudou a construir o ministério no Rio de Janeiro, comandava um jornal e pregava em praça pública.
Suas atribuições – muitas até então reservadas apenas aos homens –, entretanto, desagradaram pastores brasileiros e suecos, fizeram com que ela fosse perseguida e pressionada a voltar a seu país de origem, onde teve um fim trágico.
história da missionária passou décadas esquecida e, nos últimos anos, vem sendo resgatada tanto na Suécia quanto no Brasil. Foi tema de livro, de tese de doutorado e voltou a alimentar o debate – atual e ainda polêmico – sobre o papel da mulher na Assembleia de Deus, a maior religião pentecostal do país, com 12 milhões de fiéis.
A reportagem é da jornalista Camilla Veras Mota da BBC News Brasil em São Paulo, que esmerou-se em pesquisar inclusive no Museu da Igreja Filadélfia em Estocolmo na Suécia, em livros, jornais da época, relatórios e correspondências trocadas entre os missionários e a liderança da Igreja. 

Leia a matéria completa no site de origem, acessando no link abaixo:


quarta-feira, 13 de junho de 2018

1º ENCONTRO DE CONSAGRAÇÃO DE MISSIONÁRIAS ordena quase 1.000 mulheres na AD Ipiranga em São Paulo


AD Ministério do Ipiranga/ Comoespo consagra 985 Missionárias Comissionadas


A Assembleia de Deus do Ipiranga, principal Ministério da COMOESPO - Convenção dos Ministros Ortodoxos das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros, com sede à Avenida Ricardo Jafet, 272 - no tradicional bairro do Ipiranga em São Paulo - Capital, atualmente presidida pelo Pastor Alcides Fávaro, que sucedeu o conhecido pastor Alfredo Emílio Reikdal, de saudosa memória, na liderança do Ministério e Convenção, realizou evento inédito no último sábado - 09.06.2018, o  ENCONTRO DE CONSAGRAÇÃO DE MISSIONÁRIAS, sob o tema: "Uma benção chamada Mulher", quando comissionou exatamente 985 mulheres para atuarem como missionárias.

O evento contou com a participação de mais de 2.500 pessoas, oriundas da capital, interior, Minas Gerais e Distrito Federal, as quais além de serem muito bem acomodadas, participaram das refeições na dependências do próprio templo, além de receberem suas credenciais no mesmo ato da consagração, um marco na organização, em se considerando o número de obreiras ordenadas.

Um banner ao lado do púlpito trazia os seguintes dizeres assinado pelo Pastor Presidente: "Parabenizo todas as irmãs que serão consagradas ao cargo de Missionárias Comissionadas! O Ministério do Ipiranga e regozija com tudo o que Deus nos tem concedido, e avançará na evangelização conforme a ordenança de nosso Senhor Jesus Cristo. Deus a todos abençoe! Pr. Alcides Fávaro"

Considerando a tradição e ortodoxia, uma marca do Ministério do Ipiranga como o próprio nome consigna, para muitos dos participantes o evento e seu propósito marcaram um avanço e o início de um novo tempo em termos de evangelização e metodologia de trabalho para aquela Igreja.

Esse primeiro Encontro de Consagração de Missionárias Comissionadas, teve a organização a cargo do Pr. Gilberto Félix - Secretário Adjunto da Comoespo, Coordenação do Pastor Manoel Nascimento e Direção Geral ao Pastor Alcides Fávaro, Presidente do Ministério e Convenção.




ASSSTA AQUI UM RESUMO:

Para uma boa audição desligue o áudio do Stúdio Rhema no canto superior esquerdo do blog.


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