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terça-feira, 17 de outubro de 2017

DEZ (10) MANDAMENTOS PARA PASTORES


10 MANDAMENTOS PARA PASTORES
1 – Não amarás mais sua igreja do que sua família!
Família e igreja são instituições criadas por Deus, é verdade. Infelizmente encontramos pastores que canalizam mais o seu amor e atenção à igreja, esquecendo que a família deve ser, depois de Deus, a instituição que deve ser priorizada na vida, seja de pastor ou não.
2 – Nunca permita que sua esposa faça na igreja algo apenas porque é a esposa do pastor!
Lembro-me que certa vez fui sondado para ser pastor de uma igreja e a comissão de sucessão perguntou a minha esposa se ela tocava piano, porque queriam um pastor que fosse casado com uma pianista. Esposa de pastor deve ser envolver nos trabalhos da igreja, antes de tudo, como crente que recebeu de Deus dons e talentos como todos os crentes.
3 – Nunca deixe de tirar férias com sua família!
Uma vez ouvi um pastor falando a plenos pulmões que se orgulhava em dizer que seu cuidado para com a igreja era tanto que havia anos que não tirava férias com a família. Foi-se o tempo que isso soava bem aos ouvidos do povo de Deus.
4 – Mostre sempre para a igreja que você também é marido e pai!
A igreja precisa entender de que como marido e pai você não vai ter condições de participar de todos os cultos, reuniões da igreja. Você precisa ter coragem para dizer à sua igreja que num determinado sábado você sairá para jantar com sua esposa.
5 – Jamais passe para a igreja que você tem um casamento e uma família perfeita!
Por quê? Porque todos nós somos pecadores. A igreja não quer um pastor perfeito. Os casais precisam saber que como todos os mortais, você tem conflitos e desafios pessoais para melhorar sua vida conjugal e familiar a cada dia.
6 – Nunca se esqueça: Existem centenas de igrejas, mas família você só tem uma!
O maior legado que você deve deixar é no seio de sua família. O que adianta ser lembrado pela igreja ou denominação, mas não encontrar com seus filhos no céu? Seja um pastor aprovado por Deus na igreja e na família.
7 – Nunca pense que você está imune a um envolvimeto sexual ilícito!
Esteja atento. O Diabo vai querer derrubar você na área moral. Muito cuidado com o relacionamento com o sexo oposto. Lembre de tratar as mulheres mais idosas como mães e as mais novas como irmãs.
8 – Quando chegar em casa, seja esposo e pai!
Se usa terno e gravata, tire assim que chegar em casa. Beije sua esposa, abrace seus filhos. Ajude sua esposa no cuidado da casa e com as crianças. Role no chão com seus filhos se ainda são pequenos. Converse com seu filhos adolescente.
9 – Mostre para seus filhos que há coerência entre o que você prega e o que vive em casa!
Seus filhos estão percebendo se aquilo que você fala do púlpito é vivido dentro de casa. Sua esposa também. Não seja um fariseu, pregando algo que não vive no casamento e na família.
10 – Nunca se esqueça de que quem sustenta sua família é Deus e não a igreja a que serve!
Trabalhe na igreja como um homem chamado por Deus, não para ganhar dinheiro. Nunca se esqueça de quem o sustenta é Deus. Se um dia a igreja deixar de sustentar sua família, saiba que Deus irá providenciar outras fontes. O seu sustento vem de Deus e não da igreja.
"Ordene estas coisas para que sejam irrepreensíveis. Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente." - 1 Timóteo 5:7,8
Vamos orar um pelo outro e por nossas família.
Autor Desconhecido
Enviado pelo amigo e pastor Rev. José Netto
Presidente da AD em Caetité - Ba

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

NÃO SER PASTOR SERIA MUITO MAIS FÁCIL



Seria mais fácil ter uma rotina menos puxada.
Seria mais fácil ter mais tempo pra mim, pra minha família, pra viajar, curtir, fazer as minhas vontades.
Seria mais fácil não precisar estar metido em conflitos de relacionamentos amorosos, familiares e tantos outros que nos chamam para mediar.
Seria mais fácil não precisar ouvir tantas críticas.
E mais fácil ainda não precisar dar a vida por algumas ovelhas que em forma de agradecimento jogam no lixo tudo que você ensinou e devolvem com críticas e palavras duras que você sabe que nunca precisaria ouvir se não tivesse escolhido essa dura e por vezes ingrata vocação.
Seria mais fácil não precisar tomar cuidado com cada palavra dita, cada foto postada, cada atitude.
Seria mais fácil não ter tanta visibilidade e não precisar pensar até antes de respirar.
Seria mais fácil não ouvir a dor do outro, até porque aqui dentro já tem outro ser humano com dores suficientes falando alto.
Seria mais fácil não precisar lidar com a ingratidão de tantos que você amou, orou, aconselhou e nem se quer consideraram que foram servidos gratuitamente todo esse tempo.
Seria mais fácil ter horário de trabalho delimitado, chegar em casa e poder desligar o telefone tranquilo, sem medo de receber um áudio de 5 minutos de alguém chorando e pedindo ajuda.
Seria mais fácil poder viajar de férias por um longo período de tempo, sem precisar conviver com uma constante pressão interior, mais conhecida como uma preocupação sincera com a igreja e cada ovelha.
Seria mais fácil não precisar contribuir financeiramente na igreja e gastar meu dinheiro com coisas que fizessem bem somente pra mim.
Seria mais fácil não precisar medir as consequências e fazer o que der na telha por livre e espontânea vontade.
Seria mais fácil não viver uma vida de sacrifícios, embalada por lágrimas e um genuíno esforço para negar cada pecado que insiste em bater na porta.
Seria mais fácil pensar só em mim e ter como referência alguém que não se esvaziou da sua glória para morrer numa cruz.
Seria mais fácil, mas, sem dúvida, menos gratificante, nobre, digno e especial.
Um dia todos juntos cantaremos que valeu a pena cada lágrima e gota de suor derramada em prol da edificação do Reino de Deus nessa terra.
Seria mais fácil, mas só SERIA ...porque desse chamado DEUS o capacitou para Pregar o evangelho até o fim dessa vida...
NUNCA DESISTA DO SEU CHAMADO, PASTOR!
Autor Desconhecido
Fonte: SARA

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

“Pastor Online” atende 5 mil pessoas por mês que querem cometer suicídio

Atendimento pastoral da Igreja Universal mostra dados alarmantes

No dia 10 de setembro comemora-se o Dia Mundial da Combate ao Suicídio, um tema que deve ser debatido com a sociedade como propõe a campanha “Setembro Amarelo”.
Só no Brasil, a cada 45 minutos uma pessoa se suicida, número preocupante que levanta a questão do que podemos fazer para ajudar essas pessoas.
A Igreja Universal do Reino de Deus mantém o serviço “Pastor Online” que atende, via chat, milhares de pessoas com as mais diferentes necessidades.
Segundo o site Universal.org, todos os meses cerca de 5 mil pessoas buscam o serviço relatando a intenção de cometer suicídio.
“Elas dizem não ter mais motivos para viver e, depois de aconselhadas, têm as esperanças reavivadas”, explica o pastor Stanley Vaz, responsável pelo serviço.
Os pastores que atendem essas pessoas ouvem as mais diferentes histórias. O bispo Roberto Mauzer, que é responsável pelos obreiros voluntários da Universal em todo o Brasil, lembra de uma jovem que estava prestes a tomar veneno.
“Lembro-me de uma jovem senhora que estava desesperada com a sua vida. Ao procurar o Pastor Online ela dizia: ‘Estou com um copo de veneno aqui na minha frente para tomar. ’ Depois de desabafar e aceitar os conselhos, a mulher desistiu de atentar contra a própria vida”, relatou o bispo.
O religioso acredita que somente a fé de que Deus pode resolver qualquer situação é capaz de convencer uma pessoa a desistir de tirar sua própria vida.
“Uma palavra pode mudar tudo. Quando uma pessoa dominada pelo desespero entra em contato com o Pastor Online, ela ouve uma palavra de fé. Logo, esses pensamentos de dúvida e desespero são combatidos. Daí acontece o milagre da mudança de pensamento, mudança de ideia, de comportamento”, explica.
Oferecer essa ajuda é muito importante, pois de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), nove em cada dez casos de suicídio poderiam ser prevenidos. Mas para isso a pessoa precisa buscar ajuda com quem está em sua volta.
Durante o mês de setembro, os locais públicos e particulares são identificados com a cor amarela para esclarecer à população como é possível evitar que tantos casos de suicídio continuem acontecendo.
Para ajudar nessa campanha, a Igreja Universal realizou em todos os seus templos o “Dia Universal de Combate ao Suicídio”.
A campanha aconteceu no último domingo (11) mesmo dia em que os voluntários da Força Jovem Universal (FJU) distribuíram folhetos e divulgaram mensagens contra o suicídio, indicando como as pessoas podem conseguir ajuda.
Fonte: Gospel Prime

domingo, 15 de maio de 2016

Conselhos práticos a jovens pregadores


CONSELHOS A JOVENS PREGADORES - Por Pb. Almir Júnior


Quando você assume o púlpito de uma igreja, você inevitavelmente assume uma aliança com o pastor e com a igreja (corpo/povo).
A mensagem pregada ficará gravada na memória das pessoas, assim como o mensageiro (você).
Lembre se que a palavra dita não volta. Cuidado! Quando receber um convite, faça as seguintes perguntas:

1 - Que igreja é essa? 2 - Em que eles crêem? Doutrina...
3 - Qual a sua origem? Veio de onde.
4 - Quem é o pastor?
5 - É um trabalho específico? Cruzada, culto, campanha... de que? 
6 - Há uma tema específico? É coerente? 
7 - Tenha a percepção do propósito do evento. (Se preciso, pergunte ao emissário do convite diretamente: O que vocês esperam, qual o objetivo? )
8 - Por fim, quem te convidou?


Embora simples, essas perguntas irão te ajudar a "julgar" o convite e não entrar em situações embaraçosas.

Você tem o direito de saber onde está entrando. Assim como quem convida, tem o direito de saber quem está convidando.

Ah e atenção:

Você é invencível debaixo da bênção de Deus, fora dela, um alvo a ser facilmente abatido.

Ore! Peça à Deus autorização, não diga sim antes de ouvir a permissão do Senhor.

Já pensou em ir sem Ele? Sua mensagem será o suficiente?
Não chame por Ele em cima do púlpito se você não o chamou quando foi convidado.

Desconfie se não sentir paz ao coração. 
Pra terminar, detenha a bênção do seu pastor e (ou) líder. Plante obediência e colherá fidelidade em seu ministério.


Com Carinho,

Vosso conservo em Cristo,
Pb. Almir Junior.


Almir Cardoso Júnior é Jornalista, Presbítero da Assembleia de Deus - Ministério de Cubatão, atua como Assessor de Imprensa do Ministério e Líder Geral da UMADEC - União de Mocidade da Assembleia de Deus de Cubatão. 
Comentários

terça-feira, 29 de março de 2016

SÓ DEVO SATISFAÇÃO AO SENHOR JESUS


SÓ DEVO SATISFAÇÃO AO SENHOR JESUS!

Neste tempo há pastores "modernosos", que são filósofos, cientistas sociais e liberalmente (eu disse liberalmente) teólogos, os quais desenvolveram uma antibíblica noção quanto ao que se refere à hierarquia eclesiástica.

Esses tais dizem que a hierarquia eclesiástica é um processo de dominação do fiel pelo pastor, por meio de que este consegue manipular a subserviência. Então, orientam que os crentes fujam dele.

Ora, não se discute, aqui, a existência de líderes escravistas; mas, levar isso à generalização é pura má fé e péssimo exemplo pastoral, ou, melhor, é exemplo próprio de mercenário.

Além disso, esses "profetas da liberdade de conduta pessoal" vêm provocando uma igreja evangélica, na qual, os crentes vivem ao sabor das próprias decisões, alheios a determinações e a conselhos, como filhos rebeldes. Muitos desonram as decisões e solicitações do pastor de sua igreja; já se veem casos de jovens - naturalmente imaturos - procurando discutir com o líder as opiniões que lhes povoam a mente.

A Bíblia, neste século, tem páginas em excesso, inclusive aquela que diz:

"Obedeçam aos seus pastores. Sujeitem-se a eles..." (Hb 13.17).

É hora de o crente repensar na sua cobertura espiritual. Não a que oprime; mas, aquela que abençoa; que cuida, que traça parâmetros para uma vida moral, ética e cristã consoante à Palavra de Deus.

Ev. Izaldil Tavares de Castro.

MEU COMENTÁRIO:

Publiquei, simplesmente porque concordo plenamente com a lavra do professor Izaldil, bem como para colaborar com a reverberação do conteúdo. Parabéns! - Não é preciso dizer mais nada.

O pecado de adultério e o ministério pastoral


Em 1ª Timóteo 3.2-7, Paulo enumera as qualificações imprescindíveis para o exercício do ministério pastoral. A lista é estruturada por aquilo que é chamado de “inclusio” (dispositivo literário em forma de parêntesis). O primeiro requisito (verso 2a) é que o ministro seja “irrepreensível”; o último (verso 7) que tenha “bom testemunho dos que estão de fora”. Em consequência os requisitos para o ministério exigem no todo que o candidato esteja acima de qualquer repreensão. A não observância de quaisquer requisitos o desqualifica para a função.

Assim, o ministro deve ser “irrepreensível” também no casamento. Não deve ser alvo de reprovação da sociedade ou da comunidade cristã em seu relacionamento conjugal. Sua conduta matrimonial não pode macular a reputação da igreja.

Muitos debates têm surgido acerca do significado da expressão paulina “marido de uma mulher” (1Tm 3.2b) que também pode ser traduzida como “homem de uma única mulher”. Os questionamentos giram em torno de uma possível alusão apostólica desfavorável a poligamia, ao concubinato, ao divórcio ou infidelidade no casamento. Vamos então aos argumentos prós e contras a estas interpretações:

A poligamia, embora praticada, era contrária a lei romana. E entre os judeus a monogamia era a regra mais aceita. O concubinado, apesar de ser o único meio dos soldados viverem maritalmente, não era prática habitual fora do Exército. O divórcio, ainda que socialmente aceito de modo trivial entre judeus e pagãos, no cristianismo primitivo só era tolerado em casos de adultério (Mt 19.9) ou de abandono do lar (1Co 7.15). A infidelidade matrimonial, por sua vez, era conduta condenada e desprezível, tanto no judaísmo quanto no cristianismo incipiente (Êx 20.14; Mt 5.27,28).

Mercê das evidências do ambiente cultural à época, em que a sociedade cristã e pagã não via com bons olhos a poligamia e nem o concubinato, conclui-se, então, que, embora não excluídos, não são a poligamia e o concubinato o foco principal da instrução de Paulo em análise. Resta então saber se é o novo casamento após o divórcio trivial ou a infidelidade conjugal que desqualifica candidatos para o ministério pastoral. O texto bíblico permite as duas possibilidades. O candidato divorciado por motivo incompatível com as exceções bíblicas (Mt 19.9; 1Co 7.15) e aquele que, enquanto casado, tenha praticado adultério. Os candidatos que tenham incorrido na prática de um destes casos, não preenchem o requisito bíblico de “homem de uma única mulher” e portanto inabilitado para o exercício do ministério pastoral.

Certamente que os envolvidos em quaisquer destas situações, ao confessarem o pecado, receberão o perdão de Deus. Contudo há de se fazer uma diferença entre ser perdoado e ser qualificado para o ministério. Se os fatos tenham ocorrido antes da conversão “Deus não levará em conta o tempo da ignorância” (At 17.30). Porém, se, tais erros forem cometidos após a conversão, como pecador arrependido recebe perdão, mas como candidato ao ministério torna-se incapacitado.

A culpa na dissolução do casamento não se harmoniza com a retórica paulina: “Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?” (1Tm 3.5). De outro lado, a prática “do pecado contra o próprio corpo, que é templo do Espírito Santo” (1Co 6.18,19), imprime no transgressor uma “mancha moral” inconciliável para o exercício pastoral. Salomão asseverou que a vergonha e a infâmia da infidelidade acompanharão o adúltero pela vida inteira: Mas o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma. Achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará” (Pv 6.32.33).

Tenho discutido esta exigência paulina no meio acadêmico com teólogos renomados, nos cursos preparatórios de aspirantes ao ministério e no meio eclesiástico com ministros ordenados. Os debates têm sido calorosos. Uns contra e outros favoráveis a posição aqui defendida.

Confesso que como cristão gostaria que fosse possível à restauração ao ministério pastoral do obreiro em falta neste quesito (pecado de adultério). Porém como intérprete comprometido com as Escrituras discordo que homens adúlteros permaneçam no exercício pastoral.

Sou convicto que a interpretação bíblica exclui do ministério pastoral aqueles que se envolvem com o divórcio trivial e o adultério. Ainda não fui persuadido do contrário. Os que não concordam com esta posição aqui defendida, apresentam diversas conjecturas, opiniões pessoais e ainda a “práxis” da igreja contemporânea. Porém, tais conjecturas são biblicamente refutadas: “o Ministro deve ser irrepreensível e com bom testemunho dos que estão do lado de fora da Igreja” (1Tm 3.2,7).

Reflita sobre isso!

Douglas Roberto de Almeida Baptista
Pastor, líder da Assembleia de Deus de Missão do Distrito Federal, doutor em Teologia Sistemática, mestre em Teologia do Novo Testamento, pós-graduado em Docência do Ensino Superior e Bibliologia, e licenciado em Educação Religiosa e Filosofia; presidente da Sociedade Brasileira de Teologia Cristã Evangélica, do Conselho de Educação e Cultura da CGADB e da Ordem dos Capelães Evangélicos do Brasil; e segundo-vice-presidente da Convenção dos Ministros Evangélicos das ADs de Brasília e Goiás, além de diretor geral do Instituto Brasileiro de Teologia e Ciências Humanas.

Fonte: CPAD News

sábado, 2 de janeiro de 2016

Será que fui chamado para o Ministério Pastoral? - Pr. Claudionor Andrade


Valorizando o Ministério Pastoral

Mensagem de profunda reflexão, ministrada pelo Pastor Claudionor de Andrade (RJ), em Escola Bíblica de Obreiros na Assembleia de Deus em Sumaré-SP.

Assisti, me alimentei espiritualmente e quero assistir de novo.

Disponibilizo e compartilho com os visitantes do meu singelo blog, e sugiro que assistam também, principalmente, aqueles que são aspirantes, ou já tenham sido consagrados ao Santo Ministério, sejam como presbíteros, evangelistas e pastores.

Para uma boa audição
Desligue o som do áudio do Stúdio Rhema, no
Canto superior esquerdo do blog.

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