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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022
segunda-feira, 9 de julho de 2018
Marido encomenda a morte da esposa, mas ela o perdoa: “Não viveria com essa amargura”
Uma história que pode deixar qualquer um de nós perplexos pelo nível de crueldade envolvido, ao mesmo tempo se converte em inspiração de fé pelo testemunho da sua maior vítima, a americana Nancy Shore.
Casada em 1983 com Frank Howard, Shore passou 30 anos dormindo ao lado do homem que um dia iria encomendar o seu próprio assassinato. Com três filhos, o relacionamento de Shore com o marido seguiu normal até que ele começou a se dedicar mais ao trabalho.
Nessa época, os filhos já estavam crescidos e seguiram com suas vidas, tornando a rotina de Shore mais pacata:
"Eu era uma mãe em tempo integral e esse era o meu trabalho. Foi duro para mim quando os filhos começaram a sair de casa. Frank começou a ficar cada vez mais ocupado com o trabalho. Acho que podemos dizer que estávamos nos distanciando", disse ela, segundo informações da BBC.
Já com 57 anos e vivendo no distrito de Carrollton, estado do Texas viu Frank cada vez mais precisando realizar viagem de trabalho, até que em 8 de agosto de 2012, enquanto o marido estava em uma dessas viagens, Shore chegou em sua casa após retornar de um culto em sua igreja.
Ao entrar na garagem, ela encontrou um homem armado que lhe anunciou o assalto. Desesperada, Shore jogou sua bolsa sobre o criminoso e clamou por Deus. "Daí eu gritei 'Jesus me salva! e ele imediatamente me deu um tiro na cabeça".
O assassino fugiu e Shore ficou caída no chão, inconsciente por algum tempo. A abala atravessou a sua cabeça, atingiu o ombro e foi parar no pulmão, mas pela graça de Deus ela conseguiu resistir.
"Quando acordei achei que ia morrer, e foi quando ouvi Deus falar comigo e dizer, 'levante-se'. Ele me deu a força física para levantar", disse ela.
Consequências malignas do adultério
Durante os 30 anos que passaram juntos, Shore e seu marido frequentavam a igreja e até faziam estudos bíblicos em casa. Para ela, tudo parecia bem, mas Frank, na verdade, não estava fazendo viagens de trabalho.
Enquanto Shore estava internada no hospital se recuperando dos ferimentos, o seu marido voltou de viagem para visitá-la. A polícia iniciou uma investigação e conseguiu descobrir que Frank estava com outra mulher.
Quando recebeu alta, o próprio marido de Shore ligou para ela confessando o adultério, o que a deixou ainda mais arrasada. A polícia então descobriu que Frank havia pago para uma gangue da região assassinar a sua esposa. Ele foi condenado a prisão perpétua e atualmente está na cadeia.
Para Shore, no entanto, apesar do crime horrível cometido pelo marido contra sua vida, ela não poderia deixar de perdoá-lo. "A Bíblia diz que se não perdoamos quem nos machucou, não podemos ser perdoados. Eu não podia me dar ao luxo de não perdoá-lo porque eu não conseguiria viver com essa amargura", disse ela no julgamento.
Depois do episódio Shore se divorciou do marido e desde então eles nunca mais se falaram. Ela precisou fazer algumas cirurgias de reconstituição facial e atualmente trabalha como auxiliar em um escritório de advocacia.
"Sou grata pela forma como Deus salvou minha vida e pelo fato de meus filhos estarem se curando, é incrível. Sou absurdamente feliz", disse ela.
Fonte: Gospel+
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
"Há avivamento após o arrependimento", diz pastor que perdoou esposa grávida de outro homem
O pastor Bob deu seu nome para o bebê demostrando que realmente perdoou a esposa.
O pior pesadelo de um cônjuge é saber que sua alma gêmea possa ter um caso com outra pessoa. Foi exatamente o que aconteceu com o pastor Bob quando um jovem de sua igreja começou a investir pesado em sua esposa, Audrey.
Apesar de suas convicções de que nunca ela se envolveria com outra pessoa, Audrey teve um caso sexual com o homem.
"Como pastor eu vi que esse jovem só precisava de alguma orientação. Nós o convidamos para fazer parte de nossas atividades familiares", disse Bob. "Ele começou a fazer tudo pela gente", disse Audrey.
"Quanto mais ficávamos juntos, mais ele me elogiava e dizia: ‘Você é tão linda em todos os sentidos, eu queria encontrar uma garota tão bonita quanto você’. Apesar disso, nada havia acontecido", disse ela.
"O pecado leva a gente para mais longe do que imaginamos. Esse pequeno toque da mão me eletrificou de alguma forma e eu queria mais daquilo. O pecado nunca está satisfeito. Eu tive um caso sexual com esse rapaz por três semanas e eu sabia que não poderia continuar", ressaltou.
A verdade
Foi quando Audrey decidiu contar tudo ao seu marido. "Eu disse toda a verdade". Bob complementou: "Minha mente começou a ficar inundada com imagens desse rapaz". E as coisas não acabaram aí. Audrey ficou grávida do rapaz. "Naquele dia, eu não pensei que poderia enfrentar tudo. Eu senti que tinha explodido toda a minha família", diz Audrey.
"Eu gritei para Deus: ‘você vai me perdoar?’ Eu fui para Bob e disse e perguntei se ele poderia encontrar em seu coração algum motivo para me amar de novo". Bob continua: "Eu sabia que tinha de perdoá-la. O perdão foi um processo para mim. Mas juntos escolhemos Deus", colocou. "Estávamos esperando que Ele pudesse nos resgatar, minha família e meus filhos".
Prova do perdão
Após o nascimento do bebê, Bob resolveu dar seu nome para o garotinho. "Eu dei-lhe meu nome, 'Robert'. Eu não quero que o meu filho pergunte de quem ele é. Ele é meu filho agora", disse Bob.
"O fato de ele ter seu nome mostra uma aceitação completa", ressalta Audrey. "É um vislumbre do que Deus faz por nós. Ele não só nos aceita, não só nos perdoa, mas Ele nos dá Seu nome e redime a nossa vida". Bob pontua: "Há um avivamento após o arrependimento".
Confira aqui o testemunho do casal (em inglês):
Fonte: Guiame
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Pastor se suicida após enviar fotos íntimas para grupo da igreja no WhatsApp - LEIA MEU COMENTÁRIO
Um pastor cometeu suicídio ao tornar público, por engano, seu caso de adultério. Ele reuniu algumas fotos íntimas – os populares nudes – e enviou para um grupo de sua igreja, ao invés de selecionar apenas o contato de sua amante no WhatsApp.
O caso foi registrado na cidade de Limpopo, na África do Sul, e segundo as informações iniciais obtidas por portais cristãos internacionais, a amante do pastor seria membro da mesma igreja, a Christ Embassy.
Na mensagem que acompanhava as fotos íntimas, o pastor convidou a amante para uma noite juntos: “A esposa está longe, é toda sua essa noite”, disse ele. O pastor, identificado apenas como Letsego, suicidou-se através de enforcamento, quando percebeu que as fotos de seus órgãos genitais haviam sido enviadas para os membros da igreja.
O erro, no entanto, só foi percebido após ele apertar o botão de envio. Os membros da igreja receberam as fotos e reagiram com choque e indignação. Diversos deles tentaram ligar para o pastor, que não atendeu aos chamados e, instantes depois, saiu do grupo.
Segundo informações do Live Monitor, o pastor foi encontrado enforcado na casa pastoral: “A conduta do pastor sempre foi motivo de preocupação. Ele sempre era visto na companhia da diaconisa Miriam, e nós suspeitamos que havia mais que a amizade”, disse um dos membros, que preferiu o anonimato.
“Questionado por sua esposa e os fiéis, ele minimizava as alegações dizendo que, como um pastor, era um pai para todos e Miriam era sua filha favorita”, acrescentou o fiel.
Não foram divulgadas informações sobre como a esposa e os filhos do pastor reagiram ao escândalo.
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+
MEU COMENTÁRIO
Volta e meia, alguém critica as postagens dessa natureza. Primeiro é bom que esclareça que só posto o que é realmente notícia, motivo pelo qual sempre publico a fonte.
Depois, deixo claro que a intenção não é enaltecer o fato, e muito menos satirizar, escandalizar ou denegrir a imagem de quem quer que seja ou da igreja do Senhor, afinal o que ganharia com isso?
Agora, a verdadeira intenção é chamar atenção para os perigos dos desvios de conduta, e para que acima de tudo possamos vigiar.
A Bíblia diz:
"Porquanto tudo o que em trevas dissestes, à luz será ouvido; e o que falastes ao ouvido no gabinete, sobre os telhados será apregoado." Lucas 12:3
"Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos." Salmos 1:5
"Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta," Hebreus 12:1
Portanto, vigiemos!
terça-feira, 29 de março de 2016
O pecado de adultério e o ministério pastoral
Em 1ª Timóteo 3.2-7, Paulo enumera as qualificações imprescindíveis para o exercício do ministério pastoral. A lista é estruturada por aquilo que é chamado de “inclusio” (dispositivo literário em forma de parêntesis). O primeiro requisito (verso 2a) é que o ministro seja “irrepreensível”; o último (verso 7) que tenha “bom testemunho dos que estão de fora”. Em consequência os requisitos para o ministério exigem no todo que o candidato esteja acima de qualquer repreensão. A não observância de quaisquer requisitos o desqualifica para a função.
Assim, o ministro deve ser “irrepreensível” também no casamento. Não deve ser alvo de reprovação da sociedade ou da comunidade cristã em seu relacionamento conjugal. Sua conduta matrimonial não pode macular a reputação da igreja.
Muitos debates têm surgido acerca do significado da expressão paulina “marido de uma mulher” (1Tm 3.2b) que também pode ser traduzida como “homem de uma única mulher”. Os questionamentos giram em torno de uma possível alusão apostólica desfavorável a poligamia, ao concubinato, ao divórcio ou infidelidade no casamento. Vamos então aos argumentos prós e contras a estas interpretações:
A poligamia, embora praticada, era contrária a lei romana. E entre os judeus a monogamia era a regra mais aceita. O concubinado, apesar de ser o único meio dos soldados viverem maritalmente, não era prática habitual fora do Exército. O divórcio, ainda que socialmente aceito de modo trivial entre judeus e pagãos, no cristianismo primitivo só era tolerado em casos de adultério (Mt 19.9) ou de abandono do lar (1Co 7.15). A infidelidade matrimonial, por sua vez, era conduta condenada e desprezível, tanto no judaísmo quanto no cristianismo incipiente (Êx 20.14; Mt 5.27,28).
Mercê das evidências do ambiente cultural à época, em que a sociedade cristã e pagã não via com bons olhos a poligamia e nem o concubinato, conclui-se, então, que, embora não excluídos, não são a poligamia e o concubinato o foco principal da instrução de Paulo em análise. Resta então saber se é o novo casamento após o divórcio trivial ou a infidelidade conjugal que desqualifica candidatos para o ministério pastoral. O texto bíblico permite as duas possibilidades. O candidato divorciado por motivo incompatível com as exceções bíblicas (Mt 19.9; 1Co 7.15) e aquele que, enquanto casado, tenha praticado adultério. Os candidatos que tenham incorrido na prática de um destes casos, não preenchem o requisito bíblico de “homem de uma única mulher” e portanto inabilitado para o exercício do ministério pastoral.
Certamente que os envolvidos em quaisquer destas situações, ao confessarem o pecado, receberão o perdão de Deus. Contudo há de se fazer uma diferença entre ser perdoado e ser qualificado para o ministério. Se os fatos tenham ocorrido antes da conversão “Deus não levará em conta o tempo da ignorância” (At 17.30). Porém, se, tais erros forem cometidos após a conversão, como pecador arrependido recebe perdão, mas como candidato ao ministério torna-se incapacitado.
A culpa na dissolução do casamento não se harmoniza com a retórica paulina: “Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?” (1Tm 3.5). De outro lado, a prática “do pecado contra o próprio corpo, que é templo do Espírito Santo” (1Co 6.18,19), imprime no transgressor uma “mancha moral” inconciliável para o exercício pastoral. Salomão asseverou que a vergonha e a infâmia da infidelidade acompanharão o adúltero pela vida inteira: “Mas o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma. Achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará” (Pv 6.32.33).
Tenho discutido esta exigência paulina no meio acadêmico com teólogos renomados, nos cursos preparatórios de aspirantes ao ministério e no meio eclesiástico com ministros ordenados. Os debates têm sido calorosos. Uns contra e outros favoráveis a posição aqui defendida.
Confesso que como cristão gostaria que fosse possível à restauração ao ministério pastoral do obreiro em falta neste quesito (pecado de adultério). Porém como intérprete comprometido com as Escrituras discordo que homens adúlteros permaneçam no exercício pastoral.
Sou convicto que a interpretação bíblica exclui do ministério pastoral aqueles que se envolvem com o divórcio trivial e o adultério. Ainda não fui persuadido do contrário. Os que não concordam com esta posição aqui defendida, apresentam diversas conjecturas, opiniões pessoais e ainda a “práxis” da igreja contemporânea. Porém, tais conjecturas são biblicamente refutadas: “o Ministro deve ser irrepreensível e com bom testemunho dos que estão do lado de fora da Igreja” (1Tm 3.2,7).
Reflita sobre isso!
Douglas Roberto de Almeida Baptista
Pastor, líder da Assembleia de Deus de Missão do Distrito Federal, doutor em Teologia Sistemática, mestre em Teologia do Novo Testamento, pós-graduado em Docência do Ensino Superior e Bibliologia, e licenciado em Educação Religiosa e Filosofia; presidente da Sociedade Brasileira de Teologia Cristã Evangélica, do Conselho de Educação e Cultura da CGADB e da Ordem dos Capelães Evangélicos do Brasil; e segundo-vice-presidente da Convenção dos Ministros Evangélicos das ADs de Brasília e Goiás, além de diretor geral do Instituto Brasileiro de Teologia e Ciências Humanas.
Fonte: CPAD News
sábado, 4 de abril de 2015
Por que tantos Líderes da Igreja e Doutores em teologia estão caindo em adultério?
Porque é que pessoas com doutorado em teologia estão lutando contra "pecados de nível graduado", gente com "conhecimento de gramática" na escola de Deus?
Para o Pastor e teólogo John Piper, isso se resume a uma resposta sucinta:
Eles não conhecem a Deus.
Se alguém vive realmente no amor do Criador do universo, e não focado em satisfazer suas próprias necessidades, seja ele ou ela, não irá cometer adultério.
John Piper completa ainda:
"Você pode estudar teologia 10 horas por dia durante 40 anos, e ainda assim não reconhecer que Deus é lindo, totalmente satisfatório, o maior tesouro de sua vida." Considerando o modo, e o quanto o diabo sabe a respeito de Deus, vai ele se preocupar com o conhecimento que você tenha sôbre o Eterno? (Charismanews)
"Você pode estudar teologia 10 horas por dia durante 40 anos, e ainda assim não reconhecer que Deus é lindo, totalmente satisfatório, o maior tesouro de sua vida." Considerando o modo, e o quanto o diabo sabe a respeito de Deus, vai ele se preocupar com o conhecimento que você tenha sôbre o Eterno? (Charismanews)
A Bíblia diz: "Conheçamos e Prossigamos em conhecer ao Senhor" Oséias 6: 3a
Conhecer sôbre Deus e seus atributos é uma coisa, conhecê-lo de verdade, somente através de uma conversão genuína, comunhão, intimidade, viver e caminhar com Ele, uma atitude contínua e seqüencial que não deve e nem pode ser interrompida.
Se houver rupturas nesse relacionamento, imediatamente estaremos sujeitos às setas do inimigo, afinal ele está sempre vigilante e atento para nos atacar.
"Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." Efésios 6: 12
Se houver rupturas nesse relacionamento, imediatamente estaremos sujeitos às setas do inimigo, afinal ele está sempre vigilante e atento para nos atacar.
"Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." Efésios 6: 12
Por mais que queiramos justificar e relativizar essa terrível questão que atormenta a Igreja da nossa geração, quando tantos líderes vivenciam problemas conjugais, que se desencadeiam quase sempre em separações e divórcios, com o agravante de um novo casamento, não há como esconder que está faltando intimidade com Deus e com a sua inerrante Palavra.
Sou consciente de que essa lavra é dura, mas pertinente e necessária, a priori para eu mesmo, e por isso o faço com amor, mas também muito temor e tremor, para que não esqueça dessa realidade.
Um líder que passa por uma situação como a que me refiro, por mais que existam justificativas e reconhecimento por parte da congregação que pastoreia, via de regra, salvo raríssimas excessões, fica desqualificado para tratar de casos conjugais semelhantes e ou similares dentro do seu rebanho, e o diabo sabe bem disso, tanto que passou a bombardear as investidas dessas tentações no ministério da Igreja.
"Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza."
"Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza."
Assim que vem à tona qualquer caso de infidelidade, adultério, separação e ou novo casamento na vida do líder e este continua exercendo as mesmas atividades à frente da Igreja como se nada tivesse acontecido, começam a "pipocar" vários casos similares no meio da congregação e até mesmo na vida de outros obreiros auxiliares, e não há mais quem possa tratar, justamente porque aniquilou-se a "autoridade espiritual" para tais aconselhamentos, valendo aí o adágio popular; "por onde passa um boi, passa uma boiada".
A questão é de ordem espiritual, e após o líder, o rebanho é atingido. Como consequência de um acidente de percurso dessa natureza, o pensamento dominante passa a ser o seguinte: se a autoridade maior do ministério não conseguiu solução para o seu problema, não sou eu quem conseguirá, logo a concretização de um divórcio e um novo casamento é a solução mais prática e aceitável.
O inimigo é o primeiro a saber que nas Igrejas atingidas por esse problema, o combate contra esse tipo de pecado fica nulo de pleno direito, pelo menos do ponto de vista humano.
Sempre que alguém abordar o tema à luz da Palavra de Deus não será bem visto, pois estaria afrontando ou confrontando a liderança. Em suma, não se tocará mais neste assunto nessa igreja.
Pensemos:
Como é que o diabo vê isso, como é que Deus vê isso?
Pensemos:
Como é que o diabo vê isso, como é que Deus vê isso?
- Infelizmente uns não podem mais falar porque já são vítimas da própria situação,
- Outros não falam para não atingirem amigos, superiores ou liderados envolvidos e,
- Outros não falam com medo de virem a se envolver em situação semelhante futuramente.
Meu Deus, o que está acontecendo com a Igreja? Me parece que a coisa ficou do jeito que o diabo gosta?
Amados, sejamos líderes ou liderados, doutores ou leigos; vigiemos, oremos e lutemos para conhecer verdadeiramente o Senhor e vivermos conforme a sua Palavra.
"Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher" (I Co. 7:10-11).
"A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo em que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor." (I Co. 7:39).
Este artigo não foi escrito como afronta ou ferramenta de acusação a quem quer que seja, mas como constatação de uma seta maligna lançada contra a Igreja, contra a qual precisamos estar atentos e vigilantes.
Portanto, oremos, sejamos vigilantes, cuidemos de nós mesmos, do nosso casamento, enfim, da nossa família e acima de tudo, conheçamos mais a Deus.
"Assim, aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia." I Cor. 10: 12
Tenha o Eterno misericórdia de nós!
"A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo em que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor." (I Co. 7:39).
Este artigo não foi escrito como afronta ou ferramenta de acusação a quem quer que seja, mas como constatação de uma seta maligna lançada contra a Igreja, contra a qual precisamos estar atentos e vigilantes.
Portanto, oremos, sejamos vigilantes, cuidemos de nós mesmos, do nosso casamento, enfim, da nossa família e acima de tudo, conheçamos mais a Deus.
"Assim, aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia." I Cor. 10: 12
Tenha o Eterno misericórdia de nós!
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Brasileiros que adulteram crêem que Deus perdoa casos extraconjugais, segundo pesquisa
Para 76% dos usuários do site de infidelidade, Deus perdoa odisseias desde que, estas tenham ocorrido por uma boa causa; 45% rezam a Deus por perdão.
A preferência destes adúlteros cristãos brasileiros é de serem perdoados pelo seu cônjuge do que por Deus. Esta é uma das principais conclusões de uma pesquisa feita por uma rede social de infidelidade sobre como os adúlteros tratam da relação traição x religião.
De acordo com o site Victoria Milan, que entrevistou 3.544 infiéis brasileiros cadastrados na rede, 76% dos usuários acreditam que Deus perdoará suas odisseias infiéis, desde que estas tenham ocorrido por uma boa causa. No entanto, este mesmo grupo não procura ativamente oportunidades para obter perdão divino, seja em uma confissão ou habitual oração.
O questionário revelou também que a maior parte dos infiéis (54%) acredita ser mais importante o perdão conjugal do que o divino.
Para Sigurd Vedal, fundador do site, os resultados demonstram uma disposição para acreditar mais facilmente no perdão de Deus do que no do parceiro.
"A nossa pesquisa nos mostra que o cristianismo não é visto como sendo uma religião promíscua, pelo menos não mais do que outra religião qualquer, embora os cristãos priorizem o impacto da infidelidade no seu cônjuge em detrimento daquele que é causado na sua fé", diz.
"Eles acreditam veemente que Deus perdoaria sua infidelidade, enquanto a vontade do parceiro não parece igualmente benevolente", opinou.
As perguntas foram realizadas com 3.544 brasileiros pesquisados:
- É cristão?
Sim - 82%
Não - 18%
- Considera o cristianismo uma religião de pessoas infiéis?
Sim - 9%
Não - 45%
Não mais do que as restantes - 46%
- Acredita que Deus perdoa casos extraconjugais, caso ocorram por uma boa razão/causa?
Sim - 76%
Não - 24%
- Reza a Deus pelo perdão da sua infidelidade?
Sim - 45%
Não - 55%
- Acredita que se tornasse mais religioso se parasse de trair?
Sim - 12%
Não - 88%
- Acredita ser mais importante o perdão de Deus ou o do seu cônjuge?
De Deus - 46%
Do Cônjuge - 54%
- Considera festividades Cristãs, tais como o Dia de Todos os Santos, uma boa ocasião para compensar os seus pecados e procurar o perdão?
Sim - 36%
Não - 64%
Fonte: NOTÍCIAS CRISTÃS
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