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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Deputado quer tornar a Marcha para Jesus “bem imaterial e cultural” do Brasil - COMENTO A NOTÍCIA


Todos os anos, dezenas de estados do Brasil realizam um dos maiores eventos voltados para o público evangélico no país, a "Marcha para Jesus", que também já é replicada em outros países, como em Portugal, seguindo os mesmos moldes brasileiros.
Pensando em tornar a iniciativa um evento oficial do calendário brasileiro, o pastor e deputado Sargento Isidório (Avante-BA), criou um projeto de lei que pretende tornar a Marcha para Jesus um "bem imaterial e cultural da nação brasileira".
A informação foi divulgada na coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, destacando que, segundo o texto da proposta, um dos objetivos é autorizar "…a destinação de recursos públicos das esferas municipal, estadual, distrital e federal para apoio na realização do evento".
Assim, a grande polêmica gerada diz respeito à destinação de recursos públicos para a realização do evento, muito embora eventos de naturezas completamente diferentes, como o carnaval e a "marcha do orgulho gay", também contem com a contribuição do Estado.
Outra parte da polêmica diz respeito ao próprio autor do projeto. Ex-homossexual, Sargento Isidório, que foi o deputado federal mais votado da Bahia em 2018, é conhecido também por querer tornar a Bíblia Sagrada um patrimônio cultural e imaterial do Brasil.
"A Bíblia me limpou do alcoolismo, drogas, homossexualismo, de planejar assalto. Eu era tudo de ruim e, depois que conheci essa Palavra, encontrei Jesus", disse o deputado ao defender a proposta, lembrando que se trata do "livro mais lido no mundo inteiro".
Outro projeto de Isidório diz respeito à criação do: "Dia do Orgulho Hétero". Segundo o parlamentar, a intenção é garantir que os heterossexuais possuam os mesmos direitos da comunidade LGBT, e não corram o risco de ser intimidados simplesmente por não serem homossexuais.
"Nós, legisladores, nos preocupamos com a preservação da tartaruga, do macaco prego, da baleia, dentre outros animais em risco de extinção. Por óbvio, é de suma importância centrar atenção também em nós seres humanos machos e fêmeas": , disse Isidório em outra ocasião.
Fonte: Gospel+
MEU COMENTÁRIO:
Não tenho  menor dúvida da boa intenção do nosso irmão em Cristo, agora Deputado Federal pelo estado da Bahia, no entanto, isso vai servir apenas para gerar uma grande polêmica, vão evocar a laicidade do estado, e virar uma grande "chacota".
Em que pese a "Marcha para Jesus" não ser unanimidade mesmo entre os que se dizem evangélicos, trata-se de um evento consolidado do ponto de vista das manifestações populares que existem no país. Mesmo as redes de rádio e televisão que tentaram ignorar o fato, não o conseguem mais.
No meu entender, o referido evento deve continuar sendo realizado e financiado pelas doações, ofertas, bem como por apoios privados conquistado pelos seus organizadores. Esse negócio de evento de cunho religioso com verba pública só vai gerar disputa interna e posterior escândalo.
O Deputado autor do referido projeto de lei, corre o risco de se transformar uma figura "caricata" como aquele que renunciou o mandato, ou seja, uma espécie de Jean Willis às avessas.
Oremos! 

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Sargento Isidório diz que “só um endemoninhado” pode ser contra Bíblia como patrimônio cultural

O primeiro projeto protocolado na Câmara dos Deputados na legislatura iniciada este ano é de autoria do polêmico pastor Sargento Isidório (Avante-BA). Ele quer transformar a Bíblia Sagrada em patrimônio cultural imaterial do Brasil.
Questionado se sua iniciativa não fere o conceito de Estado laico, Isidório não abriu mão de sua já conhecida sinceridade: "Só algum endemoninhado [pode achar isso]. A Bíblia é a palavra de Deus, o livro mais lido no mundo inteiro. Aqui só quem criou problema para botar o painel ali foram pessoas desprovidas de Deus", disse o parlamentar, referindo-se ao projeto de sua autoria que previa a inserção de um monumento ao Deus de Israel no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), quando era deputado estadual.
O parlamentar visitou a ALBA na última quarta-feira, 06 de fevereiro. De acordo com informações do portal Mídia Bahia, outra iniciativa do pastor Sargento Isidório resultou na instalação de um painel bíblico no plenário.
"A Bíblia me limpou do alcoolismo, drogas, homossexualismo, de planejar assalto. Eu era tudo de ruim e, depois que conheci essa Palavra, encontrei Jesus", acrescentou pastor, que foi eleito o deputado federal mais votado da Bahia em 2018.
Na justificativa do Sargento Isidório para que a Bíblia Sagrada seja transformada em patrimônio cultural imaterial, ele pontua que se trata do livro mais antigo e "mais lido do mundo", além do fato de ser "mais do que apenas um bom livro, é a vontade de Deus escrita para a humanidade".
"Para os cristãos, nela se encontram, acima de tudo, as respostas para os problemas da humanidade e a base para princípios e normas de moral", observa a proposta de Isidório. "É correto dizer e já na autoridade do Espírito Santo que o livro que passo a defender como Patrimônio Imaterial Cultural da Nação brasileira e da Humanidade já é reconhecido por seu vasto poder terapêutico, curador, histórico, libertador, restaurador, revelador e principalmente profético, cuja capacidade de milagres comprovados já ganhou legitimidade da ciência", acrescenta o deputado.
Fonte: Gospel+

sábado, 12 de janeiro de 2019

Escola Bíblica Dominical agora é patrimônio imaterial no RJ

Lei criada pelo deputado Samuel Malafaia foi aprovada pelo governador Wilson Witzel

No ano em que a primeira Escola Bíblica Dominical no Brasil completa 164 anos, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, declarou a EBD como patrimônio imaterial da cidade. A decisão foi divulgada no Diário Oficial desta sexta-feira (11).

Lei aprovada pelo governador do Rio de Janeiro foi publicada no Diário Oficial Foto: Reprodução

O projeto de lei que originou a chancela foi criado pelo deputado estadual e pastor Samuel Malafaia (Democratas). Em sua argumentação, o deputado defendeu que a escola bíblica dominical é uma ferramenta para preparar crentes maduros capazes de produzir frutos. Através do ensino, a igreja leva seus alunos ao conhecimento da verdade e a experiências reais com Deus.
A primeira Escola Bíblica Dominical no Brasil foi instalada em 19 de agosto de 1855, na cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio.
O fundador foi o casal Robert Kalley e Sarah Poulton Kalley. Robert foi um médico e missionário escocês de denominação Congregacional. Atualmente, a residência deles deu lugar a uma escola particular, no Centro Histórico da cidade.
Fonte: Pleno News

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Câmara aprova Projeto de lei que declara os Grupos Artísticos de Cubatão Patrimônio Cultural Imaterial


A Câmara Municipal de Cubatão aprovou projeto de lei que declara os Grupos Artísticos de Cubatão Patrimônio Cultural Imaterial.

O projeto seguiu para sanção do Prefeito Municipal e após transformado em Lei dá maior segurança à preservação e manutenção dos Grupos, que são: Banda Sinfônica de Cubatão, Banda Marcial de Cubatão e Corpo Coreográfico, Coral Zanzalá, Grupo Rinascita, Cia. de Dança, Coral Raízes da Serra (3a. Idade) e Programa BEC - Banda Escola de Cubatão.

Paralisados oficialmente desde 23 de setembro último, os Grupos Artísticos aguardam conclusão dos estudos em curso na Procuradoria Jurídica do Município que indicará ao Executivo o instrumento legal para a retomada das atividades num novo modelo de gestão.

Com o tempo dado pelo Ministério Público para a adequação do modelo de gestão, e com o risco eminente da solução de continuidade, não soou bem para a municipalidade a paralização dos grupos, dando a impressão de incompetência de setores envolvidos ou uma espécie de inércia propositada, salvo melhor explicação ou juízo. 

Parabéns a todos os vereadores pela sensibilidade para com a Cultura da Cidade de Cubatão. Espera-se agora a mesma sensibilidade do poder executivo em sancionar a lei aprovada hoje pela Câmara Municipal.

Ressalto aqui, a luta do Maestro Roberto Farias Leite da Silva, fundador da Banda Sinfônica de Cubatão e atual Coordenador dos Grupos Artísticos, que coloca toda a sua experiência cultural à disposição da cidade, permanecendo ao lado dos músicos, dos artistas e da cidade de modo geral, justamente porque faz parte desta história, da sua raiz e agora luta pela sobrevivência e manutenção daquilo que consideramos uma marca e tradição da cidade de Cubatão. 
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