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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Bolsonaro celebra Páscoa no Planalto e cita Jesus: “O Pai o enviou para nos salvar”


O presidente Jair Bolsonaro recebeu ministros e convidados para uma cantata de Páscoa no salão nobre do Palácio do Planalto.


O presidente Jair Bolsonaro exaltou a fé e a família em celebração da Páscoa realizada nesta quarta-feira (17) no Palácio do Planalto. A "Cantata de Páscoa" foi marcada por momentos de louvor e citações da Bíblia por servidores públicos no salão nobre do Planalto.

"O momento é de reflexão, de paz e de cada um pensar o que Aquele, lá atrás, que o Pai nos enviou para nos salvar, representa para o coração de cada um", disse Bolsonaro em um breve pronunciamento, referindo-se a Jesus Cristo.

O louvor ficou por conta da banda Arena Louvor, ligada à igreja evangélica Sara Nossa Terra, do bispo Robson Rodovalho. Entre uma música e outra, o ministro de louvor convidou as pessoas a ficarem de pé para "declarar que Jesus vive".

O presidente aproveitou a celebração para destacar o casamento e a família. "Longe às vezes de um homem durão que alguns pensam que eu sou, eu estou subordinado à senhora Michelle de Paula. Nós sequer podemos ser o que queremos ser se não tivermos uma companheira ao lado; e ela um companheiro. Nós nos complementamos e somos a base da sociedade, que é a família".

"Que esses valores, tão bem encarnados pela nossa querida [ministra] Damares, voltem ao seio da sociedade: o respeito à família, pedir benção para os pais. Para quem for cristão, seguir a religião do seu pai, para quem for espírita, evangélico, para quem não tem religião. Mas que cada garoto se mire no seu pai e na sua mãe para ser melhor do que ele", completou Bolsonaro.

Os ministros da Casa Civil, Secretaria Geral da Presidência, Cidadania, Direitos Humanos, Governo, Defesa, Economia, Educação, Minas e Energia, Ciência e Tecnologia, Turismo e o Advogado Geral da União também estiveram presentes no evento.

Momentos antes da celebração, Bolsonaro recebeu em encontro reservado alunos da escola Classe 1 da Estrutural no Distrito Federal, que também estiveram presentes na Cantata de Páscoa.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Planalto divulga retrato oficial de Jair Bolsonaro como Presidente do Brasil

O Palácio do Planalto divulgou nesta quinta-feira (11) o retrato oficial de Jair Bolsonaro como presidente da República.
A foto oficial do presidente é pendurada em gabinetes da administração pública, como os que ficam no Palácio do Planalto e nos ministérios. Ainda não há uma data de quando o retrato será enviado a esses locais, porque ainda precisa passar por uma gráfica e ser impresso em série.
A foto foi tirada na última segunda-feira (7). Bolsonaro decidiu usar a mesma roupa do dia em que tomou posse. As informações são do G1.
Pela tradição, o retrato do presidente em exercício é colocado, na versão colorida, na galeria de ex-presidentes, situada no térreo do Palácio do Planalto. Quando ele deixa o mandato, a foto é substituída por uma em preto e branco.
Na semana passada, funcionários da Presidência retiraram do Planalto os quadros com retrato oficial do ex-presidente Michel Temer.
Fonte: Isto É

Foto oficial de Jair Messias Bolsonaro Presidente da República Federativa do Brasil


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Planalto divulga nota para dizer que governo não reduzirá direitos


Nota foi divulgada nesta segunda durante depoimento de Dilma no Senado.Governo Temer foi criticado pela petista e por senadores da oposição.


Em nota divulgada na noite desta segunda-feira (29), o Palácio do Planalto afirmou que o governo do presidente em exercício Michel Temer não reduzirá direitos sociais, previdenciários e trabalhistas.
A nota foi divulgada durante o depoimento da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado no julgamento que ela enfrenta no processo de impeachment.
A Secretaria de Comunicação da Presidência informou que a nota é uma resposta aos 'ataques' de senadores e da presidente afastada ao governo Temer durante a sessão de julgamento do impeachment e não se refere à ninguém especificamente.
"O debate no Senado Federal sobre o processo de impeachment gerou falsas acusações de retirada de direitos sociais, previdenciários e trabalhistas pelo Governo Federal aos cidadãos brasileiros", diz a nota.
"Não é verdade que se debata a estipulação de idade mínima de 70 ou 75 anos aos aposentados; não será extinto o auxílio-doença; não será regulamentado o trabalho escravo; não há privatização do pré-sal e não se cogita revogar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Essas e outras inverdades foram atribuídas de forma irresponsável e leviana ao governo interino", afirma o governo.
Nesta segunda, em meio ao depoimento, Dilma criticou, entre outros pontos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos públicos, apresentada pela equipe econômica de Temer. Outros senadores contrários ao impeachment de Dilma também criticaram o governo do peemedebista e apontaram supostas tentativas de reduzir direitos.
"Quem paga o pato, ou seja, quem fornece os recursos para que o país saia da crise? Alguns acreditam que sejam apenas os trabalhadores, os mais pobres, a classe média, os profissionais liberais, os pequenos empresários. Isso não é possível. Diante da crise, não se pode implantar um programa ultraliberal em economia e um programa ultraconservador que tira direitos pessoais e coletivos e adota uma pauta extremamente reacionária, é a palavra, contra as mulheres, os negros, a população LGBT", disse Dilma, durante seu depoimento.
Veja a íntegra da nota divulgada pelo Palácio do Planalto nesta segunda:
NOTA À IMPRENSA
O debate no Senado Federal sobre o processo de impeachment gerou falsas acusações de retirada de direitos sociais, previdenciários e trabalhistas pelo Governo Federal aos cidadãos brasileiros.
Não é verdade que se debata a estipulação de idade mínima de 70 ou 75 anos aos aposentados; não será extinto o auxílio-doença; não será regulamentado o trabalho escravo; não há privatização do pré-sal e não se cogita revogar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Essas e outras inverdades foram atribuídas de forma irresponsável e leviana ao governo interino.
Todas as propostas do governo Michel Temer são para assegurar a geração de emprego, garantir a viabilidade do sistema previdenciário e buscar o equilíbrio das contas públicas. E todas elas respeitarão os direitos e garantias constitucionais.
Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República

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