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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Justiça determina novamente a prisão de Michel Temer: “foi uma surpresa desagradável”

"foi uma surpresa desagradável, mas amanhã eu me apresento voluntariamente", disse Temer.

Por dois votos a um, o TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) revogou nesta noite o habeas corpus cedido no fim de março a Michel Temer (MDB).
O ex-presidente está em São Paulo e disse a jornalistas que se entregará amanhã:
"Sempre sustentei nessas questões todas que não há prova. Pra mim [a cassação do habeas corpus] foi uma surpresa desagradável, mas amanhã eu me apresento voluntariamente", disse Temer.
Temer também disse que sua defesa entrará com um pedido de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça. "É uma injustiça, mais que injustiça, com a devida vênia, é uma injuridicidade", completou Temer.
No Rio, o advogado Eduardo Carnelós disse que negociará com o juiz federal Marcelo Bretas, que havia determinado a prisão de Temer em 21 de março, detalhes da reapresentação do ex-presidente.
Responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Rio, caberá a Bretas determinar se Temer ficará detido em São Paulo ou será novamente transferido para o Rio.
O advogado de Temer criticou a decisão dos desembargadores. "Eu só posso lamentar, embora respeitando os desembargadores que assim entenderam. Considero isso uma injustiça", criticou.
"Considero isso mais uma página triste na história recente do Judiciário brasileiro".
Fonte: JM Notícia

domingo, 30 de dezembro de 2018

Temer desiste de editar indulto de Natal em 2018

Decisão ocorre após STF terminar ano sem julgar indulto do ano passado. É a primeira vez desde a redemocratização que o decreto não será editado


Às vésperas de encerrar seu mandato como presidente da República, Michel Temer desistiu de editar o decreto do indulto de Natal, que concede perdão a presos condenados a determinados crimes não violentos.

A decisão ocorre após o STF (Supremo Tribunal Federal) encerrar o ano sem finalizar o julgamento sobre a validade do indulto natalino assinado por ele no ano passado.

As regras do ano passado foram suspensas após o presidente reduzir as restrições e incluir condenados por corrupção entre os beneficiados.

É a primeira vez desde a redemocratização que o decreto não será editado.  Temer já tinha em mãos a proposta do CNPC (Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária), ligado ao Ministério da Justiça e responsável por elaborar as regras para o indulto a cada ano.
O documento previa endurecer as condições para um condenado obter o perdão da pena e incorporava restrições impostas em decisão liminar do ministro do STF Luís Roberto Barroso, como o veto do indulto a condenados por corrupção.

Além de vedar o benefício a condenados por corrupção, havia a previsão de que o perdão só poderia ser concedido a quem tivesse cumprido um terço da pena e sob a condição de a condenação não ser superior a oito anos. O texto também ampliava a lista de crimes pelos quais não poderia haver o indulto, como os cometidos contra agentes de segurança, estupro de vulnerável e homicídio culposo em acidentes de trânsito. Temer, no entanto, poderia alterar o texto proposto pelo conselho.

"A Constituição confere ao Presidente a autoridade para conceder indulto quando ele considerar oportuno. Ele não é obrigado a faze-lo", afirmou o presidente do CNPCP, desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo César Mecchi Morales.

Supremo
No fim de novembro, o STF formou maioria para derrubar a liminar e manter o indulto de Temer de 2017, que admitia o perdão a condenados por crimes sem violência - como corrupção - que tivessem cumprido um quinto da pena até 25 de dezembro de 2017, ponto contestado pela Procuradoria-Geral da República e suspenso por Barroso.

"O presidente não quis confrontar o Supremo neste momento. Ele preferiu se resguardar, não quis tripudiar em cima de nenhuma decisão de ministro", afirmou o vice-líder do governo na Câmara, deputado Beto Mansur (PRB-SP). Para ele, o Supremo formou maioria no entendimento de que o presidente pode até se desgastar politicamente, mas não pode ser impedido de fazer algo que é prerrogativa sua definida pela Constituição, como o indulto de Natal.

Previsto na Constituição da República, o indulto natalino foi criticado por mais de uma vez pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, que já prometeu não conceder o benefício em seu governo.

Fonte: R7

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Michel Temer assinou a extradição de Cesare Battisti para a Itália


O presidente Michel Temer assinou a extradição de Cesare Battisti para a Itália.

Ontem, o ministro Luiz Fux, do STF, mandou prender o italiano e liberou a extradição.

O terrorista, no entanto, ainda não foi encontrado pela Polícia Federal e está foragido.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Michel Temer não suporta ataques de Geraldo Alckmim e contra-ataca


O Presidente Michel Temer se ofende com as críticas do candidato a Presidente da República Geraldo Alckmim ao seu governo, não suporta e contra ataca.

Michel Temer "refresca" a memória do ex governador de São Paulo,   dizendo que os titulares dos ministérios por ele criticados em sua gestão, durante su propaganda eleitoral, pertencem justamente à sua base de apoio.

Em outras palavras, Temer dia a Geraldo Alckimin que, "se ganhares a eleição, governarás com aqueles que comigo governaram."

O povo está começando a se estranhar... rsrs

  

 ASSISTA AQUI

domingo, 3 de junho de 2018

Pai de santo que benzeu Temer é nomeado assessor da prefeitura do Rio

Em dezembro de 2017, Pai Uzeda disse que Temer tinha sido vítima de muita macumba e por isso ficou doente

O pai de santo Roberval Batista de Uzeda, o Pai Uzeda, virou assessor da prefeitura do Rio. O ato com a nomeação de Uzeda foi assinado pelo secretário da Casa Civil, Paulo Messina, e publicado na edição desta terça-feira do Diário Oficial. Pai Uzeda ocupará um cargo de assistente da Coordenadoria de Respeito à Diversidade Religiosa da Secretaria municipal de Assistência Social e Direitos Humanos.
A secretaria, por sua vez, é comandada pelo vereador licenciado João Mendes de Jesus, bispo da Igreja Universal.
Em dezembro do ano passado, o babalorixá deu passes no presidente Michel Temer, durante uma convenção do PMDB. Na ocasião, Pai Uzeda disse que Temer tinha sido vítima de muita macumba e por isso ficou doente.
O pai de santo, que não é reconhecido por lideranças de religiões de matrizes africanas, já foi candidato a vereador e a deputado estadual no Rio.
Fonte: Gospel Geral

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Temer participou de reunião na AD em Brasília na manhã desta quinta-feira (31.05)


Em cerimônia religiosa nesta quinta-feira (31) em Brasília, o presidente Michel Temer deu "graças a Deus" pelo encerramento da greve dos caminhoneiros e se disse "iluminado" após a resolução da crise.

O presidente participou de cerimônia em uma catedral da Assembleia de Deus em Brasília. O evento é a Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil.

"Graças a Deus, estamos encerrando a greve dos caminhoneiros por meio de uma atitude minha que tem sido criticada, o diálogo", afirmou o presidente.

"Não uso a força, a autoridade. Uso o diálogo, a palavra, eu e o governo todo, conectados com os estados e municípios", disse Temer, que estava acompanhado do novo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Ronaldo Fonseca, e do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, pré-candidato do MDB à Presidência da República.

O presidente fez um pedido aos participantes da convenção: "Quero pedir que todos vocês creiam como creio na força do diálogo e da palavra, que possam levar isso a todos os templos, puderem levar palavra de paz, harmonia, respeito mútuo, culto da família e da unidade".

Quando chegou ao culto, Temer foi anunciado pelo bispo Manoel Ferreira. "Aqui você [Temer] só vai ser aplaudido, porque aqui aprendemos a respeitar as autoridades constituídas. Ele [Temer] é o número 1 desse país, acima dele só tem Deus e a nação, que é o povo", disse o bispo.

Do lado de fora, alguns fiéis reclamavam do esquema de segurança montado para receber Temer. De acordo com alguns deles, "nada parecido foi visto" quando os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), "muito mais populares que Temer", participaram de eventos enquanto chefiavam o Palácio do Planalto.

Com informações G1 e Valor Econômico

MEU COMENTÁRIO:

A notícia acima, assim como outras, trata-se da veiculação dos acontecimentos do cotidiano que envolvem igrejas diversas e religiosos de forma geral no Brasil e no mundo, portanto sem qualquer caráter opinativo sôbre o conteúdo dos acontecimentos.

A imagem retratada pelo foto não é boa, uma vez que as nossas autoridades não gozam de credibilidade diante da nação, mas ainda assim estão no cargo, por outro lado, também não duvido que outros pré-candidatos também venham passar pelo mesmo templo, bem como de outras matizes.

No momento oportuno, darei aqui minha opinião pessoal sôbre os fatos que, no meu entender, por enquanto transitam no campo das suposições, intenções e aparências.

No entanto, é tempo de analisarmos tudo com muita prudência, avaliação e vigilância, para que os membros das diversas igrejas possam cumprir o seu papel como cidadãos brasileiros, com independência, democracia e ao mesmo tempo com sentimento cristão, e que os líderes mantenham sua isenção, sem conchavos, o que torna a desconfiança como um sentimento generalizado e nivela todos os líderes religiosos no mesmo patamar, ou seja, como "farinha do mesmo saco", o que é por demais triste e lamentável.

Oremos!

Pr. Carlos Roberto Silva


quinta-feira, 10 de maio de 2018

Temer busca apoio da Assembleia de Deus e da Universal, diz jornalista

O presidente Michel Temer tentará estender  apoio para o seu candidato na eleição presidencial

Segunda a jornalista Andreza Matais, do jornal O Estado de São Paulo, o presidente Michel Temer  (MDB) está buscando apoio da comunidade evangélica para promover as realizações de seu governo e tentar um possível apoio ao candidato do partido para o substituir na Presidência da República.
Com a ajuda do ex-ministro e pastor Ronaldo Nogueira, Temer participará de encontros com líderes da igreja Assembleia de Deus e da Igreja Universal do Reino de Deus, juntas essas denominações têm mais 23,8 milhões de fiéis no Brasil.
Essa aproximação de Temer com os evangélicos não é recente, desde que assumiu a Presidência ele teve buscado apoio das lideranças. Mas dessa vez, além de expor suas conquistas, o emedebista também tentará estender  apoio para o seu candidato na eleição presidencial.
Os votos dos evangélicos serão decisivos para as eleições deste ano, logo são  cobiçados por todos os partidos. Nos próximos meses Temer fará uma série de eventos com as igrejas e tentará conquistar o público falando, por exemplo, sobre a  retirada da ideologia de gênero da base curricular do MEC.
Fonte: JM Notícia
MEU COMENTÁRIO:
O Presidente Michel Temer buscar o apoio de todos, faz parte do jogo do interesse político e, na condição de Presidente da República, isso lhe facilita chamar os líderes que quiser para interagir e buscar tal apoio.  
Não critico irresponsavelmente os líderes religiosos que aparecem na foto, uma vez que essas situações são normais, principalmente quando se trata de autoridades civis ou eclesiásticas, por outro lado, nem sabemos se a foto divulgada pela jornalista faz parte do contexto da notícia,  no entanto, qualquer acordo que comprometa o voto dos fiéis é algo totalmente fora do contexto, e é coisa da velha política.
O máximo que a igreja pode fazer nas circunstâncias atuais e na condição de  cidadãos brasileiros, é a conscientização do nosso povo, para tanto, esses líderes precisam estar descomprometidos com políticos, cargos, partidos e quem quer que seja, para que sejam ouvidos e tenham credibilidade para isso.
Esse é  meu pensamento, salvo melhor juízo, agora, com as proibições para arrecadação de recursos para campanhas políticas, os protagonistas procurarão os grupos corporativistas, e nesse caso naturalmente a igreja está inserida, nós é que precisamos vigiar e ter toda a prudência necessária.

domingo, 21 de janeiro de 2018

Encontro de Temer com pastores é por pedidos de oração, diz deputado Takayama

A Reforma da Previdência é um assunto que divide opiniões Brasil afora. Mal explicado pelo governo, que não foca nas consequências da atual dívida e não se esforça para que a proposta ponha fim aos privilégios de setores da sociedade, o tema espinhoso vem causando enorme dor de cabeça ao presidente Michel Temer (PMDB).
Na última segunda-feira, 15 de dezembro, Temer recebeu o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago, para uma reunião em que um dos temas era a reforma. Segundo informações veiculadas na imprensa, o presidente queria ouvir a opinião do líder neopentecostal sobre o assunto, e pedir seu apoio.
No dia seguinte, o presidente recebeu o pastor José Wellington Bezerra da Costa. Nomes de outros líderes evangélicos foram aventados para encontros ao longo dos dias seguintes, como os pastores assembleianos Samuel Ferreira, Silas Malafaia e Samuel Câmara.
Na última quarta-feira, 17 de janeiro, seria a vez de R. R. Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus, que não pode comparecer devido a um problema no voo que o impediu de viajar para a capital federal.
Porém, de acordo com informações do jornal Gazeta do Povo, o presidente da bancada evangélica na Câmara dos Deputados, deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR), a iniciativa de Temer não é por convencimento sobre a Reforma da Previdência, e sim, uma busca por apoio espiritual.
"A vinda dos pastores se dá por causa do começo da legislatura. É o último ano do presidente e, possivelmente, ele está convidando os pastores para orar por uma boa legislatura, por um bom trabalho", afirmou Takayama, que também é pastor.
"Não é moeda de troca", disse Takayama, ao argumentar que o presidente nem sequer mencionou a Reforma na reunião que teve com ele, na terça, 16. "A gente está atuando nessa questão da reforma por entender que, se o Brasil não fizer a lição de casa, vai acontecer o que já aconteceu: cair na confiabilidade internacional. Vou ser franco a você, claro, com a força de expressão: nós nem precisamos de emendas", acrescentou.
No entanto, um dos cotados pela mídia para ser recebido pelo presidente Michel Temer negou que aceitaria o convite, caso recebesse: "Sou a favor de uma Reforma da Previdência que não privilegie grupos, que seja justa. Não essa que está sendo proposta", escreveu o pastor Silas Malafaia no Twitter.
Fonte: Gospel+

INFORMAÇÃO IMPORTANTE > Não tenho agenda com o presidente, muito menos dei apoio a reforma da previdência.Jornal folha de SP esta enganado.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Temer busca apoio de pastores evangélicos para reforma da Previdência


Após reunir-se com Valdemiro, agenda prevê conversas com líderes da Assembleia de Deus

Até recentemente, o governo Temer tinha dois pastores como ministros. Na pasta do Trabalho, Ronaldo Nogueira (PTB/RS), ligado às Assembleias de Deus e na da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira (PRB), bispo licenciado da Universal. Mesmo assim, sua aproximação com as lideranças evangélicas eram pífias.
Com a popularidade em baixa, o presidente divulgou que terá encontros com diversos líderes evangélicos visando, sobretudo, apoio à reforma da Previdência. Oficialmente, o objetivo seria diminuir a insatisfação das mudanças na aposentadoria.
A primeira dessas agendas ocorreu nesta segunda-feira (15), quando Temer recebeu em seu gabinete Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus. Ele explicou as mudanças propostas e pediu o apoio do apóstolo.
Nas próximas duas semanas ocorrerão reuniões parecidas com os pastores Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus Madureira, Silas Malafaia, do Ministério Vitória em Cristo, e Samuel Câmara, presidente da Assembleia de Deus em Belém e CGADB.
A percepção do governo é que os líderes evangélicos possuem boa penetração nas classes C e D onde, segundo análise interna do governo, concentra-se a maior resistência às mudanças na aposentadoria.
Além disso, o Palácio do Planalto fará uma tentativa de ganhar apoio de líderes católicos, mas tem enfrentado dificuldades, pois a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) já se posicionou contrária ás mudanças.
Além dos pastores evangélicos, o presidente quer espaço em programas de televisão. Ele concederá entrevistas a Ratinho e Silvio Santos, do SBT, e Amaury Júnior, da Bandeirantes.
Com informações das agências via Gospel Prime
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