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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Ronaldo Ésper: "Eu passei a vida como homossexual, mas não gostava disso"



O estilista abandonou a homossexualidade após entender a verdade bíblica sobre a prática.


Na última quarta-feira (19), o programa Pânico, transmitido pela rádio Jovem Pan, recebeu o estilista Ronaldo Ésper, que teve a oportunidade de compartilhar mais do seu testemunho sobre ter abandonado a homossexualidade.

Questionado sobre sua opinião quanto às pessoas nascerem ou não homossexuais, Ronaldo explicou que há diversas explicações, espirituais e científicas para esta questão.

"Na minha fé atual tem várias explicações [para a homossexualidade]. Uma delas é a que você traz isso de família, é hereditário, mas eles consideram isso como uma maldição que se acampa na família", contou.

"Você pode ser amaldiçoado por alguém, que foi o meu caso. Eu fui amaldiçoado por uma tia minha quando eu era criança. Eu estava me afogando e, não por que, mas essa mulher tinha alguma coisa comigo".

"Também, cientificamente, não se sabe direito como é que isso vem", acrescentou. "Tudo é controlável, você querendo, deixa de qualquer coisa. Agora, eu devo dizer, passei a vida inteira como homossexual — talvez por causa dessa maldição — mas eu não gostava disso. Eu gostava da farra, daquela coisa toda [...] Até as pessoas que não eram gays acabavam entrando no embrulho"

Pecado
O estilista explicou que a tipificação da homossexualidade como pecado não está presente apenas no cristianismo. "Praticamente todas as religiões mais sérias condenam isso. Está escrito na Bíblia, há várias condenações", disse.

Ronaldo contou que foi sua própria mãe, uma católica fervorosa, que o aconselhou a procurar a Igreja Universal.

"Eu estava em uma situação muito difícil, psicologicamente, e a minha mãe que tinha mais de 90 anos — que é catolicíssima, recebe comunhão em casa — me falou: 'Vai lá na Igreja Universal e você vai se ajeitar'. Eu fui até igreja e fui conversando", contou.

"É muito interessante. Na Bíblia está escrito isso, ou você segue o que está escrito na Bíblia ou então você não está fazendo parte da fé. Religião é como qualquer outra, você vai, entra na igreja, tem santos, eu adoro, sempre adorei, a vida inteira. [...] Mas se você crê, é o que está escrito na Bíblia", acrescentou.

Ronaldo explicou que não foi simplesmente a religião que o fez mudar de conduta, mas sim a fé que desenvolveu após começar a frequentar a Igreja Universal.

"Eu estava muito mal. Fui para lá e ninguém falou para eu deixar de ser gay. Eu fui interpretando as coisas que eles falavam e cheguei à conclusão que era melhor me abster de tudo isso".

Fonte: Guiame
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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Ronaldo Ésper diz que foi homossexual por uma maldição recebida quando criança


“Para mim sempre foi um pecado, mas eu era de uma religião que a gente confessa toda semana e te perdoa”, lembra Ronaldo Ésper.

O estilista Ronaldo Ésper deu uma entrevista exclusiva durante o programa "Fala Que eu Te Escuto", transmitido pela Rede Record esta semana. Em conversa com o bispo Clodomir Santos, ele deu seu testemunho.
Assumidamente ex-homossexual, ele sentiu-se à vontade para contar o que mudou em sua vida desde que conheceu a Jesus. Recentemente batizado, Ronaldo hoje olha para o passado com tristeza. Contou que, para ele, ser homossexual "foi uma maldição" que teria entrado em sua vida pela obra de uma mulher que faz parte de sua família. Acredita que se trata de uma "maldição familiar". Revelou ainda que, quando era criança foi vítima de assédio de um padre que, ao ser rejeitado, por ele, o obrigou a confessar que teria tentado "seduzir" o sacerdote.
Ésper, 73 anos, contou que, por vergonha, nunca assumiu a homossexualidade diante da família. Mas viveu durante muitos anos uma vida sexualmente promíscua. Garantiu ao bispo que, "de uma forma geral, um homossexual é um predador, ele vive caçando".
Riqueza e fama não foram suficientes para dar paz ao estilista e apresentador de TV. Ele desabafou, dizendo que pensou em suicídio várias vezes. Vindo de uma família muito católica, ele disse saber que a prática era pecaminosa.
"Para mim sempre foi um pecado, mas eu era de uma religião que a gente confessa toda semana e te perdoa", lembra.
Há cerca de dois anos ele começou a frequentar a Universal, por insistência de sua mãe. Hoje afirma ter sido liberto do desejo homoafetivo e vive uma nova vida. Assegura que não "trocou de religião", pois o que achou na igreja "é uma fé. É o que está escrito na Bíblia e nós temos que seguir".
Classificou a experiência na Universal como "fé racional".
"Se você não está bem dentro de sua casca, venha até aqui", convidou, dizendo que "aconselharia todo mundo a experimentar", como ele fez.
Abordando a questão do dízimo, a crítica mais comum às igrejas evangélicas, disse que ninguém lhe pede nada, o que ele dá é por obediência. "É como uma criança que faz um desenho bonito e leva para os pais. O primeiro fruto que cai na sua mão não é nosso é de Deus".
Assista a entrevista:

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