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terça-feira, 26 de outubro de 2021

Corpo de pastor que prometeu ressuscitar em 3 dias é enterrado


Huber Carlos Rodrigues escreveu carta em 2008 dizendo que ressuscitaria três dias após sua morte


O corpo do pastor Huber Carlos Rodrigues, cuja história rodou o Brasil após ser descoberto que ele afirmou, em 2008, que ressuscitaria três dias após sua morte, foi enterrado na noite de segunda-feira (25) após a funerária responsável pelo preparo do corpo esperar o prazo dado pelo líder religioso, em respeito à família. O caso aconteceu na cidade de Goiatuba, em Goiás.

A promessa de voltar à vida havia sido feita há 13 anos, quando Huber escreveu e assinou uma carta na qual disse ter sido “revelado pelo Espírito Santo” que ele ressuscitaria. Na época, o pastor afirmou que a “ressurreição” aconteceria às 23h30min do terceiro dia após o óbito, o que acabou não se confirmando.

O líder religioso foi internado com Covid-19 em agosto deste ano e faleceu na última sexta-feira (22). Ele havia chegado a melhorar da doença, sendo transferido da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para um quarto regular, mas depois apresentou complicações e acabou morrendo.

Ao fim do velório, na noite de segunda-feira, uma multidão aguardava do lado de fora da funerária, esperando para conferir se o relato do pastor se confirmaria. Pessoas chegaram a se deslocar até o cemitério responsável pelo enterro, aguardando a chegada do carro fúnebre.

Antes que o corpo fosse levado até a cova, o grupo chegou a gritar exigindo a abertura do caixão. Os responsáveis pela descida do cadáver chegaram a entreolhar-se, mas o coveiro negou a exumação. O enterro aconteceu normalmente, apesar dos protestos.

Fonte: Pleno News

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Corpo de pastor é encontrado após naufrágio de barco no Pará


Uma embarcação com 12 pastores naufragou na última sexta-feira (14), enquanto estavam a caminho de uma convenção no município de São Sebastião da Boa Vista, na ilha do Marajó, no Pará.
O pastor Welleson Machado, que desapareceu após o naufrágio, foi encontrado morto pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste sábado (15). Welleson, de 32 anos, fazia parte da Assembleia de Deus no Vale do Jordão, em Igarapé-Miri.
O corpo do pastor foi encontrado por uma equipe de mergulhadores que trabalhava na região, segundo informações dos Bombeiros. Os trabalhos de busca começaram logo após o acidente.
O barco de porte médio, que transportava 12 pastores para ilha do Marajó, naufragou cerca de 30 minutos após sair do município de Abaetetuba, no nordeste do Pará.
De acordo com os Bombeiros, as demais vítimas foram resgatadas por moradores de uma ilha próxima ao local do acidente. Ainda não há informações sobre as causas do naufrágio.
No sábado (15), a Assembleia de Deus de Igarapé-Miri lamentou a morte do pastor Welleson. "A  AD Igarapé-Miri, na pessoa de seu presidente Rev. Josias Roberto de Freitas,  solidariza à família. Que Deus dê conforto aos seus corações", disse a igreja.

Fonte: Guia-me com informações de G1 via Folha Gospel

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Corpo de funcionário evangélico que cantava no vestiário da Vale é encontrado

"Ele sempre foi amado por todos. O carinho que ele tinha pelas pessoas era fora do comum. Ele era amado e amava muito o que fazia", conta um familiar

Wilson José da Silva, evangélico de 53 anos, tornou-se conhecido, quando um vídeo em que aparecia cantando ao lado de outros funcionários da Vale nos vestiários da empresa viralizou.

O operador de máquinas era conhecido pela sua fé e teve o corpo identificado após mais de duas semanas do rompimento da barragem.
Casado com Aparecida e sem filhos, Wilson cantava a música "Noites traiçoeiras" com os colegas semanas antes do acidente em Brumadinho. A família de Wilson não sabe confirmar a data exata da gravação, mas afirma que o vídeo não foi filmado no dia do rompimento da barragem.
Carlos Eduardo recebeu a filmagem no fim de semana seguinte à tragédia.  "É meu tio no vídeo. São os olhos dele É de semanas anteriores à tragédia. Um amigo mandou pra gente, ele tinha gravado e nos mandou para consolar a família, ver a felicidade dele no trabalho", conta Carlos Eduardo, sobrinho de Wilson.
"Ele sempre foi amado por todos. O carinho que ele tinha pelas pessoas era fora do comum. Ele era amado e amava muito o que fazia. Sempre comentou que o sonho dele era trabalhar ali (na Vale). Ele achava pouco o que ele fazia. Queria sempre mais. Falava que aquilo era uma família. Era sua segunda família. Infelizmente teve esse acontecido", diz Carlos Eduardo.
Wilson não era o único da família a trabalhar na Vale. Alejandro Braga, pai de Carlos Eduardo, também é funcionário da Vale, assim como outros familiares do sobrinho de Wilson. Alejandro trabalhou na noite anterior ao rompimento da barragem, e deixou a Vale na manhã do acontecido, quando trocou de turno com seus companheiros.
Companheira de trabalho de Wilson José por três anos, a ex-funcionária da Vale Mirian Amorim, de 36 anos, lembra com carinho do colega religioso e de bom coração. Com a voz embargada, a operadora de equipamentos e caminhões contou que o amigo era chamado de "Camarguinho" pelos colegas. "Lá a gente não podia fazer café. Era uma norma de segurança. Ele (Wilson) buscava café para todos. Era o 'amigo do café'. Distribuía café para todos e levava lanches de casa para o pessoal", conta Mirian.
Fonte: JM Notícia
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