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sábado, 10 de maio de 2025

Ladrão desiste de assalto ao saber que vítimas eram “servos de Deus” em SP



Após roubar pertences de dois líderes da Igreja Congregação Cristã, o assaltante perguntou se eles eram pastores, em Hortolândia.


Um ladrão desistiu de um assalto após saber que as vítimas eram cristãos, em Hortolândia (SP), na noite da última terça-feira (7).

Dois líderes da Igreja Congregação Cristã, um ancião e um cooperador de jovens, foram abordados pelo assaltante no bairro Jardim Amanda, enquanto eles chegavam na casa de uma família da igreja.

criminoso subiu na calçada de moto e anunciou o assalto, recolhendo objetos dos cristãos, incluindo celular, relógio e aliança.

Em seguida, o ladrão pergunta aos líderes: "Você é pastor? Ele é pastor?". E um dos cristãos responde: "Somos servos de Deus".

Ao ouvir isso, o assaltante mudou totalmente de atitude e devolveu os pertences dos cristãos. Logo depois, ele cumprimentou os dois líderes com um aperto de mão e foi embora. 

A câmera de segurança de um vizinho registrou a ação e o vídeo se espalhou entre os fieis da região e nas redes sociais, gerando comoção. O testemunho foi relatado também durante um culto da igreja dos dois líderes. 

Nos comentários de uma postagem que mostra o vídeo, usuários ressaltaram o poder que há no nome do Senhor.

"Achei lindo a parte que ele fala 'Somos servos de Deus'. Isso mostrou muito sobre ele, e sobre o quão poderoso é o nome do nosso Deus! Porque Ele vive", disse uma internauta.

Outra mulher escreveu: "Isso não é sobre religião, é sobre intimidade com Deus! A presença de Deus constrange até quem não crê nele. Toda honra e glória para Ele".

E uma usuária refletiu: "Quem vive uma vida reta com Senhor, até o inimigo teme e respeita. Autoridade dada por Deus. Que sejamos pessoas que dê bons testemunhos e não envergonhamos o nome do Senhor Jesus!".

Fonte: Guiame

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Pastor profetiza cura e empresário devolve igreja, após filha sair da cadeira de rodas



Luciano Regis foi usado por Deus na reabertura de uma igreja cujo prédio havia sido vendido para uma fábrica de equipamentos médicos.


O pastor Luciano Regis, presidente do Projeto Restaurando Vidas, em Nilópolis (RJ), compartilhou um testemunho que o levou a viver uma de suas maiores experiências ministeriais ao ouvir a voz de Deus.

Em entrevista, ele relatou que, ao iniciar seu chamado ministerial como presbítero na Assembleia de Deus de Bangu (RJ), onde depois se tornou pastor, vivenciou algo inesperado.

Hoje com 54 anos, a história permanece vívida em sua memória, pelo impacto que causou não apenas em sua vida, mas em tantas outras.

Tudo começou quando ele foi direcionado por Deus a ir para Campo Grande. Mesmo sem entender, Luciano saiu de Nilópolis, onde estava, e seguiu passo a passo o que estava ouvindo. Ao chegar em frente a um prédio, Deus mandou que ele parasse ali e saísse do carro.

No local, enquanto olhava para aquele imóvel, Luciano ouviu de Deus que ali seria uma igreja. Alguns idosos, que o observaram, o abordaram, curiosos sobre o que ele estava fazendo ali.

Luciano respondeu, sem rodeios: "Deus me trouxe até aqui. Sou pastor (na época, ele era presbítero e pastor auxiliar) e essa igreja será reaberta. Algo acontecerá porque Deus me trouxe até aqui."

Mas Luciano não sabia que aquele prédio, que servia como depósito de equipamentos médicos, havia sido originalmente construído para ser uma igreja. Isso só foi revelado a ele pelos idosos que o abordaram, confirmando o que Deus havia colocado em seu coração: que a igreja seria reaberta.

Celebração e lágrimas

Ao ouvirem aquelas palavras, o grupo de idosos começou a celebrar e chorar ao mesmo tempo. Foi naquele momento que Luciano soube, por meio deles, que o local, que havia sido transformado em um depósito de equipamentos médicos, um dia fora de fato uma igreja, e que eles mesmos haviam ajudado a construir aquele prédio.

Segundo relataram, o pastor da época, para tristeza dos membros, vendeu secretamente o imóvel para uma empresa, desrespeitando o propósito pelo qual todos haviam trabalhado e contribuído: transformar aquele espaço em uma igreja evangélica.

Mas isso não ficou esquecido por Deus, nem pelos antigos fiéis. Ao saberem que Deus havia enviado Luciano para retomar as atividades, eles celebraram e choraram de emoção.

"Foi um misto de emoção, saber que Deus estava me guiando para algo grande", lembrou o pastor. "E também de tristeza em ver o quanto aquelas pessoas haviam sofrido e sido enganadas."

Toda aquela situação fez Luciano perceber que, apesar de tudo, "elas continuavam amando a Deus."

Pastor Luciano e sua esposa, Renata Regis. (Foto: Projeto Restaurando Vidas)

A forma como receberam a notícia da retomada das atividades da igreja foi surpreendente. "Era como se eu já tivesse as chaves nas mãos", contou o pastor. No entanto, ele sequer sabia qual seria o próximo passo a dar para que o propósito de Deus fosse realizado.

"Eles continuavam com a esperança de que, um dia, a Casa que haviam ajudado a construir, com ofertas e trabalho, poderia ser reaberta. Foi extraordinário ver como Deus cuida das pessoas e como Ele não deixa Suas promessas caírem por terra", disse o pastor.

Seguindo a direção de Deus

Bacharel em Direito, mas hoje dedicado integralmente ao ministério pastoral, Luciano contou que, depois daquele encontro, continuou seguindo o que Deus dizia. Ele saiu dirigindo, sem saber para onde, e acabou indo parar do outro lado da cidade. Da mesma forma como aconteceu quando chegou à frente daquela igreja, ele chegou até a empresa dona do depósito, totalmente guiado passo a passo por Deus.

Desconhecendo quem era o proprietário, o pastor disse aos seguranças que precisava falar com o dono. Eles perguntaram se Luciano havia marcado hora e, com as mesmas palavras que havia dito aos senhores em Campo Grande, ele respondeu: "Deus me trouxe até aqui".

Os seguranças começaram a rir dele e questionaram: "Deus te mandou aqui? Impossível, rapaz! O dono da fábrica não vai te atender de jeito nenhum. Ele odeia crente."

Luciano não se intimidou e respondeu: "Se Deus me mandou aqui, pode dizer isso para ele, que ele vai me atender". E foi assim.

Os seguranças entraram em contato com o escritório do presidente da fábrica e disseram que estava na porta um rapaz dizendo que Deus o havia mandado para falar com ele. "Eles riram, acharam engraçado. Mas o dono me mandou entrar", lembrou o pastor.

Luciano contou que chegou a uma sala muito grande, onde foi recebido por três sócios, que também eram irmãos, mas até então ele não sabia disso.

"Um dos sócios acendeu um charuto [muito usado em sua religião] e começou a fumar, tentando me afrontar, porque eu era um servo de Deus. Ele perguntou se eu queria alguma coisa, mas me recebeu bem, embora com desdém", contou Luciano.

'Deus vai curar sua filha'

Chamaram o outro sócio, que estava na fábrica vistoriando algo. Quando os três estavam presentes, a conversa começou. "Eles me perguntaram o que eu estava fazendo ali. Eu respondi: 'Deus me mandou vir aqui porque a igreja que vocês compraram será reaberta.'"

Luciano disse que eles começaram a rir e desdenhar dele. Não acreditaram. E, naquele momento, Deus lhe deu uma revelação de algo que ninguém sabia.

"Eu disse ao dono da fábrica: 'Se você reabrir aquela igreja, se você entregar aquela igreja para ser reaberta, Deus vai curar a sua filha. Ele vai tirá-la da cadeira de rodas.'"

Luciano contou que, nesse momento, o homem o olhou assustado e perguntou: "Como você sabe disso?" E ouviu a resposta de Luciano: "Foi o Deus que me mandou aqui, Ele falou comigo agora. Ninguém sabe disso, ninguém me falou, porque só você e seus irmãos sabem."

Naquela hora, Luciano disse que Deus também revelou a ele que os três eram irmãos.

Ao ouvir sobre sua filha, o homem ficou impactado. Luciano contou: "Ele caiu de joelhos, chorando, assustado e disse: 'Olha, se Deus levantar a minha filha da cadeira de rodas, eu dou a igreja para ser reaberta.'"

"Foi extraordinário. Em todo esse processo, vi como Deus cuida de nós, quebrando as forças do mal e estabelecendo Sua glória", disse Luciano.

Cumprindo a promessa

Ele contou que a reabertura da igreja aconteceu imediatamente. "No dia seguinte, o dono da fábrica me ligou para contar a experiência que vivera. Ele disse: 'Pastor, estou mandando limpar toda a igreja. Quando o senhor puder, venha aqui e eu vou entregar a chave nas suas mãos.'"

"A igreja foi reaberta, e Deus fez um milagre maravilhoso", relembrou o pastor.

Depois disso, Luciano contou que Deus o tirou de lá para ensiná-lo a viver a expansão ministerial, sob o Seu poder. "Ele me levou à Assembleia de Deus, onde pude crescer e desenvolver meu ministério, embora tenha ficado lá por pouco tempo, porque Ele tinha algo específico para mim."

Casado com Renata Donato Regis, com quem tem quatro filhos – Gabriel, com 32 anos; Manuela, com 29; Luciano Júnior, com 19; e a caçula, Valentina, com 9 anos –, Luciano fundou e lidera o Projeto Restaurando Vidas, em Nilópolis.

Ele conta que tudo começou de forma simples, mas logo Deus deu um crescimento extraordinário: "Não foi um simples projeto comunitário, mas algo que cresceu poderosamente, até me levar de volta para minha cidade natal, Nilópolis."

"Embora eu não quisesse voltar, Deus me chamou claramente, e meu pastor me abençoou para dar início ao ministério. Foi um milagre, e o Projeto Restaurando Vidas começou com a bênção de Deus", compartilhou.

Hoje, como pastor desse projeto, Luciano diz que continua testemunhando as maravilhas de Deus. "Cada desafio e dificuldade me fortaleceu e me ensinou a confiar plenamente no Senhor."

"Essa experiência de vida me mostrou como ouvir a voz de Deus transforma nossas vidas. Quando Ele nos guia, é para um propósito eterno. Deus ainda tem milagres para fazer em nossas vidas, e Ele é capaz de fazer o impossível acontecer", finalizou.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Museu da Bíblia devolve a mosteiro grego manuscrito de 1.000 anos




O "Manuscrito Evangelístico 220" foi ​​saqueado do Mosteiro Theotokos Eikosiphoinissa (Kosinitza) na Grécia durante a Primeira Guerra Mundial



Na última quinta-feira (29), ocorreu a cerimônia formal de devolução de um dos mais antigos Evangelhos escritos à mão do mundo. O “Manuscrito Evangelístico 220” foi roubado do Mosteiro grego, Theotokos Eikosiphoinissa c, por tropas búlgaras em 1917, durante a Primeira Guerra Mundial.


Líderes do Museu da Bíblia em Washington, DC, viajaram para a Grécia no início da semana, para levar o manuscrito do Evangelho, do século 10.


A cerimônia foi realizada no mosteiro histórico, no norte do país, e oficiada pelo arcebispo Elpidophoros da América. Entre os participantes do evento estavam Agathangelos Siskos, arquivista do Patriarcado Ecumênico; e o fundador do Museu da Bíblia, Steve Green, presidente da cadeia de lojas de artesanato Hobby Lobby.


A peça foi identificada pelo curador do Museu da Bíblia, Brian Hyland, e após confirmar suas origens, a instituição informou ao Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, líder mundial da Igreja Ortodoxa Oriental, o desejo de devolver o manuscrito.


É uma verdadeira bênção para a irmandade monástica e para o mundo cristão ver os artefatos religiosos que foram removidos do Mosteiro oficialmente retornarem ao seu lar natural e usados ​​​​a partir de agora para a edificação espiritual dos fiéis e por estudiosos de arte e história”, disse o patriarca em um comunicado.


De acordo com uma nota oficial emitida pelo museu, em 26 de agosto de 2022, o manuscrito foi comprado da Christie’s em 2011 e entrou para sua coleção em 2014. Em 2020, o museu informou o Patriarca Bartolomeu sobre a intenção de devolução do manuscrito, e como gratidão, ele permitiu que o museu exibisse o manuscrito em outubro de 2021.


Além disso, o ecumênico também emprestou outros três manuscritos “como parte da colaboração em uma exposição permanente no museu como um gesto de gratidão pelo retorno do manuscrito do Evangelho”, afirma nota.


O Museu da Bíblia informou que existem outras coleções nos EUA que também possuem manuscritos do mosteiro, e eles esperam que essas sejam igualmente devolvida, de forma voluntária, “ao seu lar de direito”.

 

Com informações The Christian Post e Museum of the Bible.org via JM Notícia

sábado, 24 de abril de 2021

Ladrão devolve 1.710 doses de vacina roubadas e deixa bilhete de "desculpa"

Um ladrão surpreendeu a polícia e autoridades ao devolver 1.710 doses de vacina contra a Covid-19 que ele havia furtado do Hospital Civil de Jind, na Índia , na noite de quarta-feira (21).

larápio , não identificado, deixou, junto com um pacote contendo os imunizantes, um bilhete com pedido de desculpa, contou o "India.com": "Desculpa, não sabia que este pacote continha vacina contra o coronavírus".

Na tarde de quinta-feira (22/4), o indiano deixou o pacote na barraca de um vendedor de ervas para chá, que fica perto de uma delegacia. Os policiais foram chamados ao local e identificaram a carga furtada do hospital. Não se sabe se as vacinas estavam acondicionadas em um local apropriado e se ainda podem ser usadas.

A Índia atravessa uma severa nova onda de transmissão da Covid-19 , batendo recentemente o recorde mundial de casos da doença, com mais de 330 mil ocorrências em 24 horas.

O país já tem mais de 16,3 milhões de infectados, registrando quase 190 mil mortes provocadas pelo coronavírus. O país sofre, ainda, com a falta de cilindros de oxigênio para tratar os pacientes em estado mais grave.

Fonte: IG

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Igreja é condenada a devolver R$ 20 mil a fiel convencido a vender o carro e doar valor

Um fiel que se sentiu forçado por um pastor a vender o carro para doar o valor em oferta conseguiu uma vitória na Justiça, que determinou que a igreja deve devolver a quantia com correção monetária e juros.
O processo, julgado em segunda instância pelos desembargadores da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Mato Grosso dos Sul (TJMS), foi movido pelo fiel que se sentiu "sob forte influência" por parte do pastor para vender o único carro no valor de R$ 18 mil e doar a quantia à igreja.
Além disso, o fiel e sua esposa entregaram mais R$ 1980,00 de sua aposentadoria do mês de dezembro de 2016, segundo informações do portal Campo Grande News. Os desembargadores, então, decidiram por unanimidade manter a decisão da primeira instância, que obrigava a instituição a devolver os R$ 19.980,00 ao casal de idosos, além das correções pelo período.
Na Justiça, o fiel declarou que o pastor havia prometido "operar milagres" na vida financeira do casal, no entanto, a realidade foi amplamente diferente: com a doação da aposentadoria do mês de dezembro de 2016, eles se viram sem condições de pagar contas de água, luz e outros itens básicos para a sobrevivência da família.
Após ser condenada em primeira instância, a igreja decidiu recorrer alegando que é vedado ao Judiciário "embaraçar a liberdade de liturgia religiosa" e que "está amparada pelo exercício da liberdade de organização religiosa", e acrescentou que não obriga os fiéis a doarem nada.
"A pessoa é livre para escolher a religião que segue como também para permanecer e cumprir o que é pregado no segmento religioso escolhido. O fiel veio de São Paulo para Mato Grosso do Sul e continuou a frequentar a igreja, o que mostra que era grande conhecedor da liturgia", argumentou a defesa.
O advogado da igreja ainda sustentou que a contestação à doação foi feita pela família do casal de idosos, o que teria obrigado-os a buscar a Justiça. O relator do recurso, desembargador Alexandre Bastos, no entanto, não acatou a argumentação da instituição religiosa.
"A venda do único automóvel e doação da aposentadoria, diante das condições pessoais demonstradas por meio de extrato bancário, valor de benefício previdenciário, entre outros dados pessoais, são suficientes para concluir que levaram ao comprometimento da subsistência do casal", contextualizou Bastos.
"Deve-se registrar que o mesmo teto constitucional que abriga e protege a liberdade religiosa é o que protege o cidadão e seu conjunto de direitos, sobretudo aqueles que impliquem na sua própria subsistência, sua liberdade e igualdade, integridade e moralidade nas relações a que se submete. Pelo contrário, o controle pelo Judiciário se mostrou legítimo, sem violação à liberdade de crença. Portanto, de rigor a manutenção da sentença. Conheço do recurso e nego provimento. É como voto", concluiu o relator, que foi acompanhado pelos demais desembargadores.
Fonte: Gospel+
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