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sábado, 25 de dezembro de 2021

Igrejas somam centenas de mortes de pastores e padres para Covid-19

Pastores, a profissão mais atingida pela pandemia de COVID-19, segundo o site do Ministério da Saúde. Estão à frente até mesmo dos profissionais de saúde, como médicos, enfermeiras e socorristas.

Em todas as denominações, vimos homens e mulheres que atuam à frente das igrejas, terem suas vidas ceifadas diretamente ou por complicações da doença. 

Em uma breve observação no ranking das igrejas, colhemos alguns números de ministros do evangelho que se foram nos últimos 2 anos.

Centenas de pastores da igreja evangélica e alguns deles presidentes da denominação em cidades do Paraná, de Mato Grosso e do Ceará, e pelo menos 100 padres católicos morreram nos últimos meses por complicações da Covid-19.

A CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil), maior organização de igrejas evangélicas, com mais de 100 mil pastores associados e cerca de 25 milhões de fiéis, não informou um número exato de mortes, mas disse que entre as dezenas de líderes mortos estão pessoas de idades variadas.

No campo católico, um relatório publicado pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) no fim de maio divulgou que 117 padres haviam sido infectados pelo novo coronavírus.

As mortes provocaram impacto nas comunidades religiosas, que adotam estratégias diferentes para a retomada de atividades presenciais. O Ministério da Saúde não definiu orientações específicas para serviços religiosos presenciais, embora eles aconteçam hoje em diversas partes do país.

Os templos são geralmente ambientes fechados, o que exige atenção maior às orientações sanitárias para minimizar os riscos de transmissão do novo coronavírus, que podem ser transmitidas pelo ar, em partículas muito pequenas de saliva (aerossóis) liberados quando as pessoas espirram, tossem, falam e respiram.

Segundo especialistas, cantar —uma prática comum nos encontros religiosos— também produz essas partículas.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) incluiu igrejas no rol de serviços essenciais em março, abrindo margem para a abertura dos templos — mas eles ainda precisam seguir regras de governos estaduais e prefeituras nesse quesito.

No início de junho, ao sancionar a lei do uso de máscaras em espaços públicos, Bolsonaro retirou a obrigação da proteção em igrejas.

A morte do pastor Sebastião Rodrigues de Souza aos 89 anos causou comoção entre os fiéis. Souza, que morreu no dia 8 de junho, era presidente das Assembleias de Deus em Mato Grosso e vice-presidente da CGADB desde 1995.

O filho de Souza, Rubens Siro, também pastor em Mato Grosso, morreu pela doença aos 68 anos cinco dias antes. Em Cuiabá, as igrejas têm permissão para abrir desde o fim de abril. Souza era conhecido por ter construído em Cuiabá um dos maiores templos evangélicos do país, com capacidade para mais de 20 mil pessoas.

Segundo nota da prefeitura de Cuiabá, o enterro do religioso atraiu milhares de pessoas ao cemitério Parque Bom Jesus. Uma equipe de fiscalização foi enviada ao local e usou sistema de som para que as pessoas mantivessem distanciamento entre si.

Bolsonaro publicou uma nota de pesar pela morte de Souza, mas sem citar a Covid-19. Foi uma das raras vezes em que o mandatário lamentou publicamente uma morte causada pela doença.

O Ministério da Saúde não tem orientações específicas para igrejas, apenas orientando para um reforço na higiene pessoal e de ambientes e na etiqueta respiratória.

"As ações devem ser tomadas de acordo com as necessidades de cada região, levando em conta parâmetros como quantidade de leitos ocupados, quantidade de casos e óbitos, quantidade de profissionais, insumos e equipamentos de proteção individual (EPIs), além de avaliar a dinâmica socioeconômica e cultura de cada localidade", disse em nota.

Na prática, cada instituição religiosa pode, tendo as regras estabelecidas pela administração local como base, escolher ser mais ou menos cautelosa ou até permanecer fechada.

Em junho, a CNBB enviou aos bispos um documento com orientações para o retorno às atividades presenciais. O documento pede uso de máscaras e que os fiéis não se cumprimentem com apertos de mão, por exemplo. A água benta deve ser retirada da entrada das igrejas.

Entre os evangélicos as estratégias podem divergir bastante. O grupo religioso não conta com uma única liderança e está divido em centenas de convenções (agrupamentos de igrejas) independentes entre si.

Em nota, a CGADB diz que as igrejas afiliadas devem respeitar o distanciamento entre as pessoas e que o uso de máscara é obrigatório.

"A orientação é que todos cuidados necessários para evitar a propagação da doença sejam tomados por todos, ficando em casa, usando máscara e outros aparatos que evitem a circulação do vírus", afirma a instituição.

Por: Bispo Robson Rodovalho

Fonte: Gazeta Cristã

domingo, 26 de setembro de 2021

O avanço do Evangelho em um Mundo Pandêmico e Pós-Pandêmico



Em março de 2020, o mundo mudou. As igrejas tiveram que girar operacionalmente em outra direção. Não havia escolha a não ser se adaptar aos níveis crescentes de incerteza, ambigüidade e complexidade não experimentados até então.

A crise do COVID-19 tomou o mundo de assalto. Os aviões foram aterrissados. As fronteiras foram fechadas, negócios também o foram e, até mesmo locais de adoração ficara interditados.

Os líderes pastorais tiveram que agir rapidamente para mudar seu pensamento e abordagem para o ministério do evangelho, enquanto eram inundados por um tsunami de desafios assustadores em um mundo virado de cabeça para baixo.”

Surgiram questões urgentes:

  • Como os líderes podem garantir a saúde e a segurança das pessoas sob seus cuidados pastorais?
  • Como podem lidar com o aumento do desemprego e as implicações para o ministério sustentável?
  • Como devem responder às diretrizes nacionais e locais conflitantes de autoridades políticas e de saúde?
  • Como mantêm seus seguidores unidos em muitas questões potencialmente polêmicas e conflitantes?
  • Como pastorear os membros da igreja à luz das novas restrições?
  • Como se comunicarem online de maneira bíblica e significativa?

À medida que trabalhamos com essas questões nos últimos meses, verificamos uma oportunidade colossal, a qual reconhecer e analisar. Poderia este vírus global  ser o maior incentivador da pregação do evangelho de Jesus Cristo em todo o mundo? Em outras palavras, esta poderia ser uma oportunidade divina à nossa geração para um avivamento bíblico, levando-a à uma transformação e despertamento pessoal, espiritual e orgânico para adoração, discipulado e evangelismo sem precedentes?

Considerando essa mudança de mentalidade, realizamos uma pesquisa e, perguntamos aos pastores diretamente o que eles acreditam ser as maiores necessidades essenciais para manter seu ministério prosperando à luz da pandemia global.

O resultado foi, quatro necessidades primárias expressas por mais de quatrocentos pastores pesquisados, representando três seminários evangélicos conservadores nos EUA:

Primeiro, esses pastores querem aprender como aproveitar melhor a tecnologia para o avanço da adoração online.

Em segundo lugar, eles reconhecem a necessidade de reimaginar a assistência pastoral em meio a restrições sem precedentes.

Terceiro, eles aspiram fortalecer sua própria habilidade de liderança em crises.

E em quarto, esses pastores procuram atualizar suas habilidades de pregação expositiva à luz de uma cultura saturada de multimídia.

Como observamos, essas necessidades críticas só se intensificaram nos últimos meses. Esta pesquisa destaca a sabedoria coletiva compartilhada por esses pastores pesquisados.

Esses pontos em destaques, são apresentados aqui para encorajar ainda mais os líderes do ministério a motivar os membros da igreja a promoverem o evangelho em meio a esta pandemia global.

1. Aproveite a tecnologia para adoração online

A primeira necessidade articulada pelos participantes da pesquisa foi a de aprender como aproveitar as tecnologias atuais e novas para o ministério online e presencial. Isso incluía cultos de adoração em grandes grupos, bem como discipulado em pequenos grupos em todas as idades e fases da vida.

A necessidade mais comum expressa foi na área de treinamento avançado para a implementação de tecnologia para cultos de adoração online e presenciais a distâncias sociais. Na próxima seção, discutiremos a necessidade de discipulado em pequenos grupos e suas tendências online.

Em muitas regiões do país, as igrejas com excelente acesso à Internet se concentraram no desenvolvimento de serviços de adoração totalmente online, incluindo transmissões ao vivo por meio de plataformas de mídia social (68%).

Aproximadamente 30% dos pastores notaram que eles pré-gravam seus serviços e os carregam online toda semana.

À medida que as regiões começaram a se abrir, algumas igrejas optaram por cultos ao ar livre, presenciais ou internos com distanciamento social, combinando sua escolha com uma transmissão simultânea ao vivo do mesmo culto.

Algumas dessas igrejas investiram em uma readequação completa de seu santuário de adoração principal para permitir as melhores experiências de cultos presenciais e online.

No entanto, em áreas rurais onde há tecnologia e acesso à Internet limitados, aproximadamente 6% das igrejas optaram por um serviço de adoração drive-in. Nesses cultos, os membros permaneceram socialmente distantes em seus veículos enquanto sintonizavam uma transmissão de rádio do culto de adoração.

Essas igrejas entregavam gravações de cultos de adoração aos congregados que estavam em casa e sem Internet. O que foi agradavelmente surpreendente foi ver 58% selecionar a outra categoria, conforme observado acima.

Com base em suas respostas na pesquisa, cada igreja personalizou e adaptou de maneira única seus cultos de adoração em torno:

(a) das restrições exclusivas de sua região e

(b) das necessidades contextuais de sua congregação em particular.

Foi encorajador ver como esses pastores estão levando suas igrejas a inovar e integrar uma combinação de abordagens que se movem fora das categorias tradicionais para cultos corporativos de adoração sustentáveis.

Muitos dos pastores pesquisados (75%) concordaram fortemente que os trabalhos online de seu ministério expandiram seu alcance. Além disso, 71% indicaram que visitantes de primeira viagem e pessoas sem igreja participaram de suas reuniões  online como resultado das restrições à pandemia, e 70% prepararam planos específicos para reabrir sua igreja assim que as restrições de reunião forem definitivamente removidas.

Em contraste, apenas 41% expressaram que seu ministério tem um plano para ajudar os visitantes online sem igreja pela primeira vez a se integrarem a um pequeno grupo ou estudo bíblico. Nos próximos dias e meses, o desenvolvimento de um plano para fornecer caminhos acessíveis para visitantes online sem igreja para assimilarem na igreja será importante para sustentar novas oportunidades de expansão e crescimento.

A pandemia global está forçando os líderes de ministério em todo o mundo a repensar as maneiras pelas quais a tecnologia pode ser apropriada para promover o evangelho, e continuar os cultos corporativos de adoração e outros ministérios em meio a restrições significativas.

2. Reimagine o cuidado pastoral

Além de aprender como aproveitar a tecnologia, os pastores pesquisados articularam a necessidade de reimaginar o cuidado pastoral em meio a diretrizes sem precedentes e em constante mudança. Por exemplo, vários pastores indicaram o desafio de encontrar maneiras de pastorear sua membresia durante eventos importantes da vida, como casamentos, funerais ou visitas. Semelhante aos cultos de adoração, as reuniões de grandes grupos, como casamentos e funerais, eram conduzidas dentro dos limites estabelecidos pelas autoridades da região ou também eram transmitidas ao vivo. Um colega compareceu a um casamento transmitido ao vivo. Essa tecnologia permitiu que mais amigos e familiares comparecessem do que poderiam ser acomodados pessoalmente. Convidados espalhados pelos Estados Unidos e internacionalmente participaram do dia especial dos noivos.

A pastoral conduzida por meio de visitas pessoais também teve que se adaptar. Para regiões selecionadas, a visitação de pessoas em hospitais e centros comunitários de idosos continua difícil ou impossível. Os pastores superaram essas barreiras por meio de visitas por telefone, envio de pacotes de cuidados e gravações de sermões. Outros montaram igrejas em estacionamentos de centros residenciais para que os idosos pudessem participar de suas varandas ou janelas. Outros organizaram eventos dirigidos a crianças e viúvas. Outros ainda estão reservando tempo para ensinar e treinar idosos como usar ferramentas de videoconferência para fornecer presença pastoral.

Para as pessoas incapazes de usar a tecnologia atual, escrever cartas e telefonemas continuam a ser maneiras comprovadas de cuidar da alma dos fiéis. Um pastor destacou a importância de “permanecer conectado e ajudar os outros a se conectarem em um ambiente que requer isolamento e distância”.

Outro pastor articulou a necessidade de cultivar “maneiras únicas e criativas de pastorear as pessoas dentro dos limites das Escrituras, mas de acordo com as realidades atuais”.

E ainda outro reconheceu, "temos que ser muito criativos na forma como mantemos as pessoas engajadas, ao mesmo tempo em que percebemos que agora também temos que sempre nos planejar para encontros on-line e presenciais".

Foi notável ver uma mudança radical no uso da videoconferência para a realização de reuniões para o ministério de pequenos grupos antes e depois da pandemia. 

Um dos desafios mais urgentes para os líderes é reestruturar uma prática ministerial  baseada na Bíblia, através da presença pastoral, que associe de forma cuidadosa e intencionalmente, os métodos tradicionais com a nova tecnologia para pastorear o rebanho confiado aos seus cuidados.

3. Crescer na prontidão para liderança em crises

Há uma terceira necessidade expressa pelos líderes pastorais pesquisados. Não há apenas a necessidade de aprender como aproveitar a tecnologia para o ministério online e pessoal e a reestruturar estratégias de cuidado pastoral, mas também uma necessidade significativa de crescer em seu caráter e competência para preparar sua própria prontidão de liderança para crises.

Se os pastores estão sobrecarregados com a dinâmica dos desafios diários ou com a crise inesperada - como a pandemia global - isso prejudicará sua capacidade de adaptabilidade criativa em áreas de ministério online, cuidado pastoral e liderança.

Os pastores devem fornecer estabilidade, segurança e previsão estratégica em meio a significativas incertezas políticas e sociais.

É essencial incutir esperança, promover unidade e um senso de conexão por meio da comunicação regular que incentiva, resolve diferenças e mobiliza a congregação a navegar por águas desconhecidas.

Instilar esperança

Alguns podem descrever a crise pandêmica global como uma pedra nos rins muito ruim, dizendo: "Isso também passará!" No entanto, para todos os líderes pastorais, é muito mais do que uma crise a ser evitada ou algo que você deseja superar. Esta dura realidade é uma oportunidade poderosa para ajudar a igreja a cultivar uma mudança de mentalidade de ministério, pois um pastor pediu oração por “sabedoria para mudar para um modelo de ministério inteiramente novo”. A única maneira de fazer isso é possível para o pastor se manter fundamentado na Palavra de Deus, crescendo na semelhança de Cristo, caracterizado pela confiança na soberania do Senhor, devoção, perseverança paciente e "confiança na fidelidade de Deus".

Fomentar a unidade

Os presbíteros e pastores auxiliares da igreja também precisam promover uma “unidade de visão para novos métodos”, especialmente “à luz dos pontos de vista conflitantes com relação à resposta à pandemia”.

Como outro pastor destacou, "a graça das pessoas umas com as outras em um momento contencioso" é fundamental. Parece que os altos níveis de incerteza produziram muito medo, e esse medo pode contribuir para a divisão na igreja. 

Devemos usar máscaras ou não? Quais diretrizes locais e estaduais devemos seguir e quais devem ser ignoradas? Os pastores podem trabalhar para criar uma cultura de diálogo de respeito mútuo, escuta empática e respostas que exibam o fruto do Espírito. Como disse um pastor, "a maior necessidade é tentar acalmar os cristãos, à luz da soberania de Deus, e lembrá-los de que não temos nada a temer, mesmo se ficarmos doentes e morrermos."

É crucial inspirar esperança, promover unidade e mostrar comunicação frequente para ajudar a isolar os congregados de mais discórdia.

Comunique-se e conecte-se

As pessoas se conectarem” parece ser um verdadeiro desafio para os líderes pastorais no ambiente COVID-19.

Um participante da pesquisa observa, “alcançar efetivamente as famílias e indivíduos que ainda não se sentem confortáveis com o retorno aos serviços presenciais” como um desafio principal.

Outro revelou: “Gostaria de ajuda no planejamento de como me reconectar com os membros e como chegar de maneira mais eficaz”.

E ainda outro afirmou, “temos que ser muito criativos na forma como mantemos as pessoas engajadas”. Como pastores, é vital “comunicar-se com eficácia e inspirar a igreja a tomar a iniciativa de apoiar e amar uns aos outros”.

4. Melhore as habilidades de pregação expositiva

Os pastores desejam aprender novas abordagens para o ministério nas áreas de tecnologia, cuidado pastoral e prontidão para liderança em crises. No entanto, os participantes da pesquisa também ecoaram outra necessidade indispensável - a necessidade de refinar ainda mais suas próprias habilidades de pregação expositiva.

A pandemia global empurrou o pastor comum da pregação para o mundo da transmissão pública de multimídia e mídia social de uma forma nunca antes experimentada na história humana.

Os pastores de hoje não apenas pregam a Palavra de Deus para audiências pessoais, esses pastores agora também pregam simultaneamente para audiências virtuais. Conforme mencionado anteriormente, alguns pastores não têm mais audiências ao vivo, mas apenas sermões pré-gravados para distribuição digital.

Uma das habilidades que os pregadores precisam aprimorar no ambiente de hoje, é a capacidade de se comunicar com clareza. Isso inclui a exegese, a interpretação, a aplicação e a entrega da verdade bíblica de maneiras claras, precisas, interessantes e relevantes que consideram o ambiente online multissensorial conduzido pela mídia social.

Vários dos pastores participantes enfatizaram a necessidade de uma pregação baseada na Bíblia, “nossa maior necessidade é a mesma que a necessidade de:‘ pregar a palavra ’” (2 Timóteo 4: 2).

Outro escreveu: “Precisamos de fidelidade para pregar a Palavra de Deus”. Dito de outra forma, precisamos “fornecer uma visão bíblica sobre nossa situação atual”. 

Ainda outro afirmou, "continue oferecendo ensino relevante", por meio da "bendita obra do Espírito Santo na pregação da Palavra".

Esses comentários, entre outros, foram um lembrete revigorante de que, não importa o que mude em nossa sociedade, cultura e mundo, a Palavra de Deus nunca muda. O evangelho nunca muda. A necessidade dos pecadores quebrantados de encontrarem a fé salvadora somente em Jesus Cristo nunca muda. É um lembrete importante de que devemos voltar aos fundamentos das Escrituras e ensinar bem a verdade e o amor.

Pensamentos finais

O mundo mudou à luz desta pandemia global. E ainda assim, a imutável Palavra de Deus capacita os líderes pastorais a crescerem corajosamente nas áreas de tecnologia, cuidado pastoral, prontidão para liderança em crise e pregação expositiva, a fim de promover o evangelho de maneiras novas e estratégicas em nosso mundo pandêmico (e pós-pandêmico).


Tradução Pr. Carlos Roberto para o Point Rhema

Fonte: The Christian Post

Sobre o autor

O Dr. Barfoot aspira equipar e capacitar líderes globais executivos, pastorais e de ministério educacional que impactem a próxima geração para a causa de Cristo. Tendo servido em uma variedade de capacidades de liderança pastoral em igrejas rurais canadenses e suburbanas asiáticas e americanas no Canadá e nos Estados Unidos desde 1992, ele tem um coração especial para o desenvolvimento de liderança na igreja local. Sua pesquisa mais recente entrevistou pastores para avaliar suas opiniões sobre o ministério da igreja local em meio à pandemia global. Ele e sua esposa, Debbie, têm três filhos, David, Joel e Karissa.

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Vizinhas criam “cantinho de oração” em rua do interior de SP e mobiliza moradores


Os moradores da Rua dos Ypês, na cidade de Cosmópolis, passaram a se reunir todos os dias para orar e ler a Bíblia.

Com a chegada da pandemia da Covid-19, igrejas em todo o mundo precisaram fechar suas portas físicas pelas medidas de prevenção. Muitas migraram para o espaço digital, promovendo reuniões online. Os fiéis sofreram com o fechamento e precisaram se adaptar à nova realidade. 

Na cidade de Cosmópolis, no interior de São Paulo, as irmãs Marineide Santos e Marleide Lima, sentindo falta da comunhão presencial, criaram um pequeno grupo de oração em sua rua com os vizinhos e passaram a se reunir numa área verde todos os dias, às 17h.

O local foi batizado carinhosamente de “Monte” e com suas árvores frutíferas de manga, amora e abacate se tornou o espaço perfeito para os encontros de fé com oração e leitura da Bíblia.

Ao perceber o movimento no local, um vizinho se encarregou de colocar bancos na área verde para que os frequentadores pudessem ficar mais confortáveis. 

Com a volta dos cultos presenciais, o espaço de oração na Rua dos Ypês se tornou um espaço acolhedor de encontro para os moradores do bairro Primavera. Agora, as crianças se reúnem para brincar no local.

Assim é a história do nosso cantinho de oração, que hoje serve para os pais trazerem seus filhos para brincar no balanço, até Deus abençoar e a Prefeitura fazer uma praça para nossas crianças do bairro”, disse Marineide.

Fonte: Guiame

sábado, 24 de abril de 2021

Ladrão devolve 1.710 doses de vacina roubadas e deixa bilhete de "desculpa"

Um ladrão surpreendeu a polícia e autoridades ao devolver 1.710 doses de vacina contra a Covid-19 que ele havia furtado do Hospital Civil de Jind, na Índia , na noite de quarta-feira (21).

larápio , não identificado, deixou, junto com um pacote contendo os imunizantes, um bilhete com pedido de desculpa, contou o "India.com": "Desculpa, não sabia que este pacote continha vacina contra o coronavírus".

Na tarde de quinta-feira (22/4), o indiano deixou o pacote na barraca de um vendedor de ervas para chá, que fica perto de uma delegacia. Os policiais foram chamados ao local e identificaram a carga furtada do hospital. Não se sabe se as vacinas estavam acondicionadas em um local apropriado e se ainda podem ser usadas.

A Índia atravessa uma severa nova onda de transmissão da Covid-19 , batendo recentemente o recorde mundial de casos da doença, com mais de 330 mil ocorrências em 24 horas.

O país já tem mais de 16,3 milhões de infectados, registrando quase 190 mil mortes provocadas pelo coronavírus. O país sofre, ainda, com a falta de cilindros de oxigênio para tratar os pacientes em estado mais grave.

Fonte: IG

terça-feira, 8 de setembro de 2020

‘Praga alguma chegará à sua tenda’, diz pastor de igreja onde fiéis se abraçam sem máscaras durante culto

Por G1 Santos
Imagens de um culto evangélico realizado em Praia Grande, no litoral de São Paulo, foram divulgadas nas redes sociais e causaram revolta em moradores da cidade. Os fieis aparecem sem máscara, se abraçando e de mãos dadas em alguns dos registros.
Ao G1, o pastor responsável pelo local afirma que isso aconteceu em um momento específico da oração, e que toma todos os cuidados necessários à prevenção da Covid-19.
O culto foi realizado na última quinta-feira (3) em uma casa de oração localizada no bairro Jardim Anhanguera. Após o encontro religioso, pastores postaram vídeos e fotos nas redes sociais, que alcançaram moradores da cidade, mesmo aqueles que não frequentam o espaço.
Segundo o responsável pelo local, o pastor Salvador, o espaço religioso está respeitando as regras estabelecidas pelo município. De acordo com ele, são apenas em momentos específicos do culto que as pessoas tiram as máscaras e têm contato físico.
"Aqui é um lugar de cura e milagre, então, na hora que as pessoas são arrebatadas, tiramos a proteção respiratória, para que não venham a se sufocar. Eu gosto de fazer as coisas dentro da lei, inclusive, aqui já teve acompanhamento da prefeitura e estou tomando todas as precauções", diz.
Um decreto estadual obriga, desde 1º de julho, o uso de máscaras em São Paulo, sob pena de multa de R$ 500. Na cidade de Praia Grande, igrejas e templos podem funcionar, contanto que frequentadores, funcionários e dirigentes usem, obrigatoriamente, máscaras, e que a lotação máxima do local não ultrapasse 30% da capacidade do espaço. Locais com mais de 100 metros quadrados precisam medir a temperatura corporal dos frequentadores, sendo proibida a entrada de quem estiver com mais de 37ºC.

Pessoas do grupo de risco, como idosos, gestantes ou munícipes com doenças respiratórias, ou que apresentarem febre, tosse e dificuldade para respirar, não poderão ir às reuniões. Os frequentadores também deverão sentar com espaço de dois assentos de distância para frente, para trás e para ambos os lados.
Além disso, é obrigatória a disponibilização de álcool em gel ou água e sabão na entrada do espaço. Segundo a prefeitura, todo o espaço, incluindo as cadeiras, bancos, microfones, púlpitos e móveis em geral precisam ser higienizados antes e depois do uso. A fiscalização vai monitorar os espaços para garantir que as regras sejam seguidas.
Segundo o pastor, no local, há álcool em gel disponibilizado aos fieis e também máscaras, em caso de necessidade. Ele também relata que o espaço é diariamente higienizado. "Vereadores já foram curados de câncer de próstata aqui. Aqui é basicamente um hospital do povo. Cuido de pessoas com lepra, câncer, de vários tipos de situação. Só que tem pessoas que não fazem a obra de Deus, e não querem que os outros façam", afirma.
Segundo o pastor, nenhum dos fieis da casa de oração já foi contaminado pela Covid-19, e ele os orienta sobre os cuidados fora da igreja para evitar o contágio pela doença.
"A Bíblia nos diz que, para aquele que está ligado e fundado em espírito pelo amor da obra de Deus, praga alguma chegará à sua tenda. Então, quando verdadeiramente fazemos a obra de Deus, com amor, não tem praga nenhuma que chegue à nossa casa. Já abracei uma menina que tinha lepra, ela e a família, e ela está curada. E eu não peguei praga nenhuma", diz.
G1 questionou a Prefeitura de Praia Grande sobre o ocorrido, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Fonte: G1 via Folha Gospel

ONU tenta controlar o coronavírus para impulsionar o aborto


Traduzido do Washington Examiner por TierraPura.org
O governo dos Estados Unidos tem assumido uma postura ousada pró-vida contra a burocracia da Organização das Nações Unidas (ONU), afirmando que "Os direitos humanos internacionais não reconhecem nenhum direito ao aborto". Esta declaração é uma resposta a uma carta de 27 de maio enviada aos Estados Unidos pelo Grupo de Trabalho da ONU sobre Discriminação contra Mulheres e Meninas, na qual foi declarado que os Estados Unidos estavam violando a convocação, "Direito ao Aborto", em decorrência da pandemia COVID-19 (também conhecida como Vírus CCP).
Em uma resposta poderosa, os Estados Unidos aproveitaram a oportunidade para realizar duas ações extremamente importantes. Primeiro, esclareceu que o aborto não é um "direito humano". Em segundo lugar, ele emitiu uma forte rejeição ao alcance burocrático coercitivo da ONU. Ambas as ações terão efeitos de longo alcance, além de informar a ONU sobre a oposição dos Estados Unidos ao seu programa de aborto.
À medida que aumentam as evidências de que a ONU está usando a ajuda do coronavírus para promover o aborto, a importância crucial da resistência dos EUA deve ser enfatizada. Ao enfrentar a ONU, os Estados Unidos não apenas defendem sua própria integridade soberana, mas também a de muitos Estados membros que são frequentemente muito vulneráveis à pressão da ONU para se defenderem.
O Equador , por exemplo, que recebeu US $ 8 milhões em ajuda da ONU para o COVID-19 com a disposição para legalizar o aborto, sem dúvida se beneficiará da afirmação pró-vida dos Estados Unidos. O aborto é ilegal no Equador, mas a ONU forneceu kits de aborto embalados como parte de seu "Pacote de Serviço Inicial Mínimo" para ajuda humanitária.
A carta da Força-Tarefa, que os Estados Unidos chamam de "estranha e inexplicável", delineou medidas pró-vida no Texas, Oklahoma, Alabama, Iowa, Ohio, Arkansas, Louisiana e Tennessee. Sua alegação é que esses estados "com uma longa história de práticas restritivas contra o aborto, parecem estar manipulando a crise [da COVID-19] para restringir severamente os direitos reprodutivos das mulheres". Investigar as políticas pró-vida não apenas de um país soberano, mas também de seus estados individuais, representa uma grave interferência em nossos assuntos internos.
O aborto, como os Estados Unidos deixaram claro em sua resposta, não é uma questão de jurisdição internacional. Além disso, é de vital importância que a autonomia de nossos 50 Estados seja protegida. A ONU não tem o direito de se intrometer na estrutura federal tão essencial para a identidade democrática dos Estados Unidos. É extremamente inadequado para a ONU tentar anular o debate nacional sobre o aborto que está ocorrendo em nível estadual em nosso país.
Os Estados Unidos estão inequivocamente corretos: não há direito ao aborto no direito internacional. Na verdade, conforme indicado nos travaux preíparatoires do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, o direito internacional reconhece explicitamente os direitos humanos do nascituro. O artigo 6.5 do tratado protege o direito à vida dos nascituros cujas mães foram condenadas à morte. Pode-se argumentar vigorosamente o oposto do que a ONU defende: o direito internacional, de fato, determina a proteção do direito à vida para todos em todas as suas fases.
A resposta dos Estados Unidos afirma que os esforços da ONU para promover o aborto são "uma perversão do sistema de direitos humanos e dos princípios fundadores das Nações Unidas". Isso é exatamente correto. O projeto internacional de direitos humanos, criado após a Segunda Guerra Mundial, foi lançado para enfrentar os abusos reais e urgentes dos direitos humanos. Os Estados Unidos, em sua carta, referem-se à inação da ONU em relação, entre outros, ao aborto forçado na China como evidência de sua abordagem equivocada e hipócrita. Como afirmam os Estados Unidos, "o sistema das Nações Unidas … tem estado notavelmente silencioso sobre esse assunto, embora encontre amplas oportunidades para comentar sobre questões de interesse político interno americano".
Sem rodeios, a resposta enfatiza que os Estados Unidos consideram o sistema de direitos humanos da ONU "completamente quebrado". Isso se deve à sua tendência para a promoção de falsos direitos, "uma prática que desvaloriza toda a iniciativa de direitos humanos e leva a resultados absurdos como a citada carta, do Grupo de Trabalho". O trágico corolário da promoção do aborto míope pelas Nações Unidas é um desrespeito catastrófico pelas violações dos direitos humanos que ocorrem em todo o mundo sem reparação.
Como a Comissão de Direitos Inalienáveis do Departamento de Estado dos Estados Unidos deixou claro recentemente no relatório preliminar, a ONU não é o lugar apropriado para discutir agendas não consensuais, como o aborto. A comissão observa que o projeto internacional de direitos humanos é mais forte quando "é baseado em princípios tão amplamente aceitos que estão fora de questão" e "mais fraco quando usado em disputas entre grupos rivais na sociedade sobre prioridades políticas". A solução é que reivindicações controversas por novos "direitos" sejam mais bem tratadas no nível nacional de cada estado soberano.
A carta dos Estados Unidos termina com um aviso impressionante: "Se você está genuinamente preocupado com a integridade do sistema de direitos humanos das Nações Unidas, pedimos que reconsidere a abordagem que trouxe você e seus colegas a este ponto tão triste, longe do nobre propósito para o qual esta instituição foi fundada há 75 anos".
Restaurar a integridade do projeto de direitos humanos, tão obscurecido pelos erros das Nações Unidas, exige que as instituições internacionais se abstenham de promover questões polêmicas que deveriam ser tratadas individualmente por países. A defesa do direito à vida é essencial para garantir o futuro do sistema de direitos humanos.
Fonte: Tierrapura

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

AD Cubatão faz balanço de atividades durante a pandemia da Covid-19 - ASSISTA AQUI


A Igreja Assembleia de Deus de Cubatão, liderada pelo Pr. Carlos Roberto Silva, fez um balanço das atividades ministeriais durante os cinco meses da pandemia do novo coronavírus, a Covid-19, cuja quarentena paralisou a atividade dos cultos e reuniões presenciais, porém as ações sob a orientação do Espírito Santo mantiveram todas as atividades de pregação do evangelho, assistência espiritual, social, e atividades estruturais,  continuaram em plena atividade, através dos departamentos da Igreja.

Toda honra e louvor ao nome do Senhor e o registro da gratidão a todos os membros e líderes que se empenharam, colocando suas vidas a serviço do Reino de Deus.

Soli Deo Glória!

ASSISTA AQUI

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Jovem sobrevive ao coronavírus após entrar em coma e parar na UTI: “Foi um milagre”

A pandemia do novo coronavírus já ceifou a vida de muitas pessoas, trazendo dor e sofrimento para várias famílias. Por outro lado, também existem os relatos de cura e até  de milagres, os quais ocorreram por meio da intervenção de Deus.
Muitos desses casos de recuperação trazem força e esperança para àqueles que ainda se encontram enfermos, a exemplo da jovem Isabele Keit, de 16 anos, que conseguiu sair da UTI, onde esteve à beira da morte por causa do coronavírus.
Isabel teve 60% do seu pulmão comprometido, após receber o diagnóstico de que havia contraído o coronavírus. Ela teve 3 dias de sintomas e após isso precisou ser internada às pressas.
A jovem, que tem um histórico de diabetes e asma, ouviu dos médicos sobre a sua real chance de sobrevivência, o que deixou os familiares muito temerosos devido ao quadro delicado da sua saúde.
"Ela estava em casa assistindo televisão quando começou a perceber os fortes sintomas da Covid-19, eu corri para chamar a mãe dela, mas a Isabele dizia a todo tempo que não queria ser entubada", disse a madrinha Ilze Passos, em entrevista ao Mídia Rondoniense.
Ela chegou a entrar em coma, poucos dias antes do seu aniversário de 16 anos. Passou por essa data desacordada. A família da adolescente permaneceu firme na fé e iniciou um jejum em favor da jovem. "Fiz um Jejum por ela", disse Ilze passos.
Após o início da campanha de oração e jejum, a família da jovem recebeu uma ligação que revelou o quanto Deus agiu com providência para curar Isabele do coronavírus, e isto de forma milagrosa.
A médica que acompanhou o quadro da adolescente afirmou que o seu pulmão estava se recuperando, mas não sabia como, pois parecia que estava reagindo por conta própria. A única explicação possível foi  a intervenção divida.
"Foi um milagre de Deus, continuem as orações, é Deus", disse a médica Ana Cláudia, da UTI. A família da jovem, por sua vez, se dedicou ainda mais na campanha de fé em prol da sua vida, crente de que ela em breve sairia da UTI, o que realmente aconteceu.
"Daqui 3 dias é meu aniversário e eu não quero nada, só quero que o senhor devolva a minha filha para os meus braços", disse a mãe, segundo informações do Jaru Notícias.
Familiares e amigos que aguardavam ansiosamente pela recuperação da jovem, prepararam uma festa surpresa para recepcioná-la em casa, uma vez que ela já recebeu alta do hospital e está livre do coronavírus, para a glória de Deus.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 17 de julho de 2020

68% dos cristãos na pandemia buscam na igreja oração e apoio emocional, segundo pesquisa

A pandemia do novo coronavírus pegou muitas pessoas de surpresa, visto que alguns não faziam ideia do quanto o mundo inteiro poderia ser afetado por causa de um vírus, ao ponto dos países fecharem suas fronteiras e a economia praticamente parar por longos meses.
O resultado do isolamento social, a chamada quarentena, causou efeitos emocionais em toda a população, o que não foi diferente para os cristãos. Uma pesquisa realizada pelo  Instituto Barna, por exemplo, mostrou como a pandemia fez aumentar a procura por oração e apoio emocional durante esse período.
Segundo os dados obtidos, 68% dos cristãos buscaram ou ainda buscam em suas igrejas oração e apoio emocional; 44% procuram uma mensagem de esperança centrada na Bíblia e 35% querem se conectar à comunidade de fé.
Por causa da pandemia, no entanto, essas buscas são realizadas principalmente online, através da internet. Por outro lado, o estudo também apontou que 1 em cada 3 cristãos pararam de assistir aos cultos online de suas igrejas, ou de outras.
Essa realidade foi constatada principalmente entre o público mais jovem, o que chamou atenção dos pesquisadores, visto que supunha-se que a familiaridade com a internet facilitaria à adesão desse público aos cultos online.
"Embora as gerações mais jovens possam estar mais acostumadas às rotinas e inovações digitais, seu relacionamento tênue com as instituições parece persistir durante essa era da igreja digital", disse o relatório da Barna, segundo informações da CBN News.
Segundo a pesquisa, os números negativos em relação à falta de adesão aos cultos online reforça a necessidade de maior acompanhamento espiritual dos jovens, a fim de que eles se fortaleçam e possam suportar os desafios do mundo atual.
"Essas tendências destacam a importância das igrejas continuarem alcançando e discipulando a próxima geração, especialmente aquelas que aparentemente estão se perdendo durante a pandemia", dizem os autores.
Por fim, a pesquisa ressaltou ainda que durante a pandemia 50% dos cristãos da geração Y (entre 25 e 40 anos) deixaram de frequentar a igreja; 17% da geração X (entre 40 e 55 anos) frequentam uma nova igreja e 40% dos baby boomers (entre 56 e 74 anos) ficaram na mesma instituição.
Fonte: Gospel+

domingo, 12 de julho de 2020

Missão da Assembleia de Deus entrega milhões de refeições durante a pandemia

Mais de 40 milhões de refeições foram distribuídas por mais de 40 estados norte-americanos pela organização Convoy of Hope (traduzida como "Comboio da Esperança"), vinculada a Assembleia de Deus nos Estados Unidos.
Além disso, a organização entregou 12 milhões de refeições para mais de 700 comunidades em todo o mundo, em resposta a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
O Convoy of Hope, com sede em Springfield, no Missouri, tem trabalhado para garantir que crianças e famílias recebam comida, água e suprimentos de emergência. 
"Temos que continuar. Não é hora de parar. Milhões ainda precisam de nossa ajuda para superar essa crise", afirma Hal Donaldson, presidente do Convoy of Hope.
Recentemente, o time de futebol americano Pittsburgh Steelers, a Associação Nacional para Corridas de Carros de Série (NASCAR) e outros grupos fizeram parceria com o Convoy of Hope para distribuir alimentos para milhares de famílias. 

"Este é um ato unido de compaixão", diz Donaldson. "Empresas, igrejas e grupos cívicos estão se unindo para garantir que as pessoas sejam alimentadas".
Em uma ação recente na cidade de Adel, na Geórgia, os voluntários e parceiros do Convoy of Hope distribuíram alimentos e suprimentos domésticos para mais de 800 pessoas. 
Bethany Burrows, uma das voluntárias, disse que algumas famílias percorreram 64 quilômetros em busca das doações. "As filas de carros se estendiam por três quilômetros ao longo do dia", disse ela.
Fonte: Guia-me com informações de AG News via Folha Gospel

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Prefeitura de Natal autoriza reabertura de templos religiosos

A Prefeitura de Natal, capital do Rio Grande do Norte, autorizou a reabertura de igrejas e templos religiosos na capital potiguar a partir desta quarta-feira (8).
Um decreto que autoriza o funcionamento dos prédios, durante a pandemia do novo coronavírus, foi publicado no Diário Oficial do Município. Porém, é autorizada a presença simultânea de até 20 pessoas.
De acordo com o texto, os locais devem seguir regras de distanciamento de pelo menos 1,5 metro entre os frequentadores e os atendimentos individualizados deverão ser agendados. A fiscalização das normas ficará a cargo da Guarda Municipal da cidade.
Os fiéis também devem ser orientados a não frequentarem as celebrações religiosas caso apresentem sintomas da Covid-19.
A Arquidiocese de Natal afirmou que a Igreja Católica não deverá reabrir seus templos em julho, conforme decisão dos bispos.
De acordo com o decreto distanciamento mínimo entre os presentes deverá ser de 1,5 m a 2 m, com limitação de uma pessoa para cada 5 metros quadrados de área do local, inclusive com controle de acesso na porta de entrada para atendimento ao limite de pessoas.
A frequência simultânea fica limitada a 20 pessoas e as fileiras dos bancos deverão sinalizar o distanciamento mínimo.
"Caberá à administração da igreja ou templo religioso a higienização do local e o controle de acesso de pessoas, sendo proibido o acesso ou permanência de pessoas no local sem a utilização de máscara de proteção e prévia higienização das mãos com álcool 70º INPM – que deverá ser disponibilizado na porta de acesso e em locais de circulação de pessoas", diz o decreto.
Ainda segundo o documento, os locais de acesso ao público ainda deverão ser higienizados no mínimo quatro vezes ao dia e todas as áreas devem ser mantidas ventiladas, com portas e janelas abertas sempre que possível, vedado o uso de ar-condicionado.
Os atendimentos individuais devem ser realizados com horário agendado. Já no caso de integrantes dos grupos de risco como idosos, hipertensos, diabéticos e gestantes, o decreto determina que o atendimento deve ser realizado exclusivamente em domicílio.
"Caso algum dos colaboradores venha a apresentar sintomas de contaminação pelo Covid-19, deve ser orientado a buscar atendimento médico, com imediato afastamento do trabalho e do atendimento ao público pelo período mínimo de 14 dias, ou conforme determinação médica. Caberá à administração da igreja ou templo religioso orientar os seus frequentadores a não participar das cerimônias religiosas em caso de surgimento dos sintomas do Covid-19".

Fonte: G1 via Folha Gospel

domingo, 28 de junho de 2020

Maioria dos cristãos não se sente à vontade para voltar à igreja, revela pesquisa

Quase dois terços dos cristãos nos Estados Unidos não se sentem à vontade em retornar aos cultos pessoalmente devido a preocupações com o coronavírus, de acordo com uma pesquisa recente.
O American Enterprise Institute conduziu uma pesquisa com 3.504 americanos do final de maio ao início de junho, perguntando-lhes sobre seus níveis de conforto ao retornar à igreja.
Entre os entrevistados, 64% disseram que estavam "um pouco desconfortáveis" ou "muito desconfortáveis" ao retornar aos cultos presenciais da igreja.
"As pessoas estão equivocadas e incertas sobre se se sentem à vontade em participar", disse Daniel Cox, que supervisionou o estudo, ao Associated Press e ao Religion News Service .
"Estamos vendo entre os leigos uma quantidade significativa de desconforto em voltar às práticas religiosas formais pessoalmente".
Enquanto a maioria da amostra geral era desconfortável, a pesquisa encontrou uma variação considerável nas respostas por classificação racial e religiosa.
Os protestantes evangélicos brancos foram os mais confortáveis ​​em assistir aos cultos, com 61% dizendo que estavam "muito confortáveis" ou "um pouco confortáveis" em assistir.
Por outro lado, apenas 26% dos entrevistados católicos hispânicos disseram estar "muito confortáveis" ou "um pouco confortáveis" em comparecer a serviços pessoais.
Entre os protestantes negros, 42% disseram que estavam "muito desconfortáveis" com a participação.
Os entrevistados que se identificaram como "não afiliados" foram os mais propensos a dizer que ficariam "muito desconfortáveis", com 66%, com apenas 8% desse grupo dizendo que ficariam "muito confortáveis".

Em resposta à disseminação do coronavírus, a grande maioria das igrejas nos Estados Unidos optou por fechar as portas, com a maioria transferindo sua adoração para serviços exclusivamente on-line.
Quando os estados começaram a reabrir, muitas igrejas fizeram o mesmo, muitas vezes com medidas de segurança, incluindo espaçamento dos participantes, restrição de contato físico e uso de máscaras.
Muitas igrejas permaneceram fechadas por precaução, depois que algumas igrejas que foram reabertas se reencontraram em meio a novos casos de COVID-19 surgindo entre os participantes.
Rev. Herbert J. Nelson, chefe da maior denominação presbiteriana nos EUA, recentemente pediu cautela com a reabertura.
Em um vídeo publicado on-line no início deste mês , Nelson disse que, embora a adoração seja importante, as igrejas devem "não se apressar" em reabrir os serviços pessoalmente.
"Reconheça que ainda estamos no meio desse coronavírus", disse Nelson.
Folha Gospel com informações de The Christian Post via FG
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