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quinta-feira, 13 de abril de 2023

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domingo, 24 de outubro de 2021

“O ateísmo está morto”: Autor diz que arqueologia e ciência apontam a existência de Deus


Segundo o jornalista Eric Metaxas, o ateísmo não tem nenhum tipo de apoio científico, arqueológico ou histórico.

O jornalista, autor de best-sellers e apresentador de rádio, Eric Metaxas, disse que a ciência, a arqueologia e a história apontam para um Criador divino, agora mais do que nunca. Ele afirma que o “ateísmo está morto”. 

Inspirado na capa da Revista Time de 1966, onde se destacou a pergunta: “Deus Está Morto?”, Metaxas lançou o livro “O Ateísmo Está Morto?”

“Literalmente, nunca fiquei tão animado com um livro”, disse em entrevista à CBN News. 

Inspiração nas evidências

A pergunta fez o autor refletir. Ele disse que sempre esbarrou em “evidências ultrajantes” sobre a existência de Deus e apontou para dois exemplos específicos.

O primeiro é a descoberta bíblica de Sodoma. Por volta de 1.650 a.C., uma cidade a leste do Jordão, Tall El-Hammam, foi destruída por um meteoro. Os cientistas agora acreditam que a cidade pode ser o local bíblico conhecido por Sodoma, a antiga cidade destruída por sua maldade. 

“A outra tem a ver com a ideia de onde veio a vida. Nós sempre falamos sobre evolução, mas nunca falamos sobre 'quatro bilhões de anos atrás’. Os cientistas dizem que a vida surgiu no planeta Terra como ‘células individuais', mas ninguém pode realmente explicar como isso aconteceu”, disse.

Ciência e fé

Para Metaxas, “chegamos a um lugar na ciência e na história” que nos leva às respostas. “Antes isso não era possível, mas agora podemos saber que a ciência é compatível com a fé cristã e que, de fato, foi a fé cristã que levou à ciência moderna”, admitiu.

“E é uma tremenda ironia quando você pensa nesta narrativa secular com a qual temos lidado desde Darwin”, continuou.

O escritor observa que ciência, arqueologia e história simplesmente não apóiam o ateísmo. “Portanto, vivemos com esse tipo de mito, essa mentira de que a ciência e os cientistas estão em desacordo com a fé. Isso é totalmente falso”, rebateu.

“O ateísmo é incompatível com a ciência”

“Eu daria um passo adiante e citaria John Lennox, o grande matemático, que escreveu sobre esse assunto, e eu o cito muito no livro. Ele diz que, além de haver compatibilidade entre ciência e fé, o ateísmo é incompatível com a ciência”, citou.

“Isso é um choque. É uma manchete. Você sabe, é o tipo de manchete 'homem morde cachorro'. Metaxas diz que a questão para 2021 não é se “Deus está morto?”, e sim “O ateísmo está morto?”.

“A ciência pelo menos aponta para um Deus Criador, uma inteligência tremenda. Os maiores ateus do século 20, Antony Flew, Jean-Paul Sarte, Albert Camus, todos estes que levaram o ateísmo mais a sério, acabaram percebendo que era mais racional acreditar em um Deus do que em nenhum Deus”, acrescentou.

Metaxas finaliza dizendo que que seu livro não é apenas para cristãos, mas que o escreveu pensando em qualquer pessoa que esteja lutando com as maiores questões da vida. 

Eric Metaxas é jornalista do New York Times e deixou de ser agnóstico para defender a fé cristã. Atualmente, ele é palestrante, apresentador de rádio, pastor e reconhecido como escritor cristão.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Crise na Avianca faz preço de passagem aérea subir


Estimativa é que as tarifas continuem pressionadas pelo menos nos próximos quatro meses, até que a venda dos ativos da companhia seja concluída

Com a redução da oferta de voos no país decorrente da crise da Avianca Brasil, os preços das passagens aéreas nas principais rotas da companhia já registram altas de até 140%.
A estimativa é que as tarifas continuem pressionadas pelo menos nos próximos quatro meses, até que a venda dos ativos da Avianca seja concluída, segundo fontes do mercado.
Um levantamento da Voopter, plataforma que faz comparação de preço de passagens, mostra que o trecho entre os aeroportos de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e de Salvador foi o que teve a tarifa mais elevada entre as rotas analisadas.
A plataforma contabiliza os preços das passagens para os próximos 120 dias e o levantamento não incluiu a ponte aérea, rota mais importante do país. A Avianca tem evitado cancelar voos nesse trecho, não alterando a oferta de assentos.
Em recuperação judicial desde dezembro, a companhia aérea deve cerca de R$ 700 milhões às arrendadoras de aviões e, após uma disputa na Justiça, se viu obrigada a devolver quase toda sua frota.
Das 57 aeronaves que tinha em novembro do ano passado, sobraram cinco. Esse foi o maior movimento de retirada de jatos do mercado brasileiros dos últimos 15 anos, o que resultou na redução de oferta de voos mais brusca do período.
Segundo dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a companhia tem hoje uma média de 39 voos diários — eram 280 um ano atrás.
A tendência, porém, é que, em 2019, o efeito da redução da oferta prevaleça, elevando as passagens.
Procuradas, Azul, Gol e Latam informaram trabalhar com preços dinâmicos, que variam conforme antecipação da compra e sazonalidade, entre outros fatores. Destacaram também que as tarifas são influenciadas pela cotação do dólar e pelo preço do combustível.
Fonte: CPAD News
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