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quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

‘Deixei na cruz’, diz ex-feminista ao explicar mudança de vida após se converter

Rosaria Butterfield, uma professora universitária que lecionava estudos femininos e era homossexual, mudou completamente de vida após entregar sua vida a Jesus e disse que a chave para a mudança foi deixar tudo “na cruz”.

O testemunho de Rosaria vem sendo divulgado por diversos meios nos Estados Unidos, dada a radicalidade de sua mudança de vida. O ponto de virada é 2013, quando um pastor presbiteriano foi usado por Deus para que ela ouvisse a Palavra e abrisse o coração.

À época, ela estava trabalhando em um livro, que depois seria intitulado The Secret Thoughts of an Unlikely Convert: An English Professor’s Journey into Christian Faith (“Os Pensamentos Secretos de uma Convertida Improvável: A Jornada de uma Professora Inglesa para a Fé Cristã”, em tradução livre).

“Falo sobre como foi conhecer um pastor, que era meu vizinho quando eu era lésbica, feminista, ativista e professora. Eu conheci Ken Smith, o pastor que o Senhor usou em minha conversão. Achei esse homem muito inteligente. Ele e sua esposa Floy me receberam em seu mundo e vieram ao meu mundo e não agiram como se eu fosse poluí-los. No início de nossa amizade, Ken me disse ‘há uma diferença entre aceitação e aprovação e se você pode viver com essa diferença, eu posso viver com essa diferença’”, contou.

A partir dessa improvável amizade, Rosaria Butterfield começou a ler a Bíblia e se reunia rotineiramente com o pastor Ken e sua esposa, o que permitiu a ela discutir as situações de uma perspectiva cristã, contextualizou a ex-professora na entrevista ao The Becket Cook Show.

“Conheci toda a comunidade da igreja. Eu vi como a casa dele funcionava… era incrível. Conversávamos sobre coisas difíceis e pesadas. Líamos a Bíblia, orávamos, cantávamos. Não pude deixar de notar que havia uma estética, diferença palpável entre a minha casa e a casa de Ken Smith”, admitiu.

“Minha casa estava cheia de ansiedade e um ativismo político frenético constante. Na casa de Ken, eles falavam sobre coisas difíceis, mas a certa altura, eles abriam a Bíblia. Eles oravam e fariam algo chamado ‘deixe-o na cruz’. Em seguida, eles continuavam e riam, festejavam e se divertiam. Fiquei intrigada com isso. Vim para a Bíblia com uma longa lista de coisas que me deixavam louca e que precisava resolver”, acrescentou.

‘Na cruz’

A então feminista e professora universitária mergulhou na leitura e compreensão das Escrituras, em sua busca pessoal de entender a motivação e o segredo da comunidade que ela, antes, se opunha:

“Em dois anos, eu li a Bíblia sete vezes. Eu queria entender por que os cristãos que creem na Bíblia acreditavam nas coisas que eles criam. Este homem-Deus que foi e é irresistível. Eu me perguntei duas coisas: eu poderia confiar n’Ele de verdade? E esse foi realmente o ponto de virada. Foi quando decidi que precisava parar de trabalhar com Ken Smith”, disse ela.

Rosaria explicou que ela chegou a um momento crítico em sua jornada espiritual, onde a verdade do Evangelho era visível e isso a amedrontava: “Nesse ponto, Ken e Floy não se tornaram obcecados, mas chegaram muito perto. Eles não iriam me deixar ir”, relembrou.

O que era um olhar crítico, se revelou sede: “Parei de ler a Bíblia para pesquisas e comecei a lê-la para questões pessoais de verdade, vida e morte. Foi naquele ponto que fui condenada por uma série de pecados. Eu estava convencida do pecado de pensar que de alguma forma eu tinha estado do lado da verdade, da justiça, da diversidade, da reparação, da bondade e da compaixão quando realmente Jesus foi perseguido o tempo todo”, testemunhou a ex-professora.

Toda essa transformação não cabia mais no campo das ideias: “Comecei a ir à igreja… apenas apareci um dia. Eu descobri que sermões eram uma coisa totalmente diferente e eles realmente me forçavam a pensar sobre coisas que eu não tinha pensado antes”.

Livre de suas ideias pré-concebidas e preconceituosas, Rosaria descobriu que precisava da cura oferecida na cruz de Cristo: “Eu percebi que parte do por quê eu não entendia como ser uma mulher piedosa era porque eu não sabia, não entendia, como ser mulher, o que foi hilário porque eu era professora de estudos femininos na época”, destacou.

“Eu estava uma bagunça e entreguei minha vida a Cristo porque acreditava que Ele era verdadeiro e real e não tinha ideia do que Ele faria com uma bagunça como eu”, finalizou.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Feminista prega fim da reprodução humana para salvar o planeta do aquecimento

Uma feminista professora de filosofia e praticante de ocultismo propôs a extinção da humanidade para que o planeta Terra seja salvo de uma suposta destruição resultante do aquecimento global.
Patricia MacCormack leciona na Universidade Angela Ruskin e milita no feminismo e ficou conhecida por suas declarações a respeito das práticas oculistas. Certa vez, afirmou que a invocação de demônios era importante para o feminismo, mas trazia riscos: "A loucura é tão provável quanto o êxtase".
Com todo esse contexto, incluindo a dose de sarcasmo presente nas declarações, a militante agora vem defendendo que a humanidade é um problema para o planeta, e que a sociedade deve interromper a reprodução.
No livro The Ahuman Manifesto: Activism for the End of the Anthropocene, Patricia defende que o ápice do progresso deve ser a extinção humana e descreve "o apocalipse como um começo otimista" para outras espécies.
O portal Life News destaca que o livro argumenta que "devido aos danos causados a outras criaturas vivas na Terra, devemos começar gradualmente a eliminar a reprodução".
O escritor Jonathon Van Maren, ativista pró-vida, publicou um artigo comentando a proposta da feminista/ocultista: "É precisamente por isso que esses fanáticos pelo clima representam muito mais perigo para a civilização humana do que a mudança climática", escreveu.
"Eles estão tentando tomar o poder declarando um estado de emergência e, depois de adquirirem o poder nessas instalações, o usarão para implementar um sistema real. Estado de emergência. Sabemos como é quando o Estado usa seu poder para controlar a reprodução de milhões: as esterilizações forçadas, as mulheres que foram sequestradas e tiveram seus filhos não-nascidos arrancados de seus úteros, o trauma de famílias truncadas e uma cultura em crise. Foi chamada de Política de Filho Único e só recentemente começou a ser eliminada na China. Isso resultou em 336 milhões de abortos e miséria incomensurável", acrescentou Van Maren, apontando os traços do pensamento comunista na proposta da ativista.
Numa entrevista ao portal Cambridge News, Patricia declara que é influenciada pela teoria Queer e pela visão do feminismo. "Isso me levou a aprender mais sobre os direitos dos animais, que foi quando me tornei vegana. A premissa básica do livro é que estamos na era do Antropoceno, a humanidade causou problemas em massa e um deles está criando esse mundo hierárquico em que pessoas brancas, masculinas, heterossexuais e saudáveis estão tendo sucesso e pessoas de diferentes raças, sexos, sexualidades e pessoas com deficiência estão lutando para conseguir isso", declarou.
Outro passo proposto no livro, segundo a própria autora, é "desmantelar a religião" para que sua revolução seja colocada em marcha: "Isso faz as pessoas agirem de acordo com regras impostas, em vez de responder pensativamente às situações em frente", finalizou a professora universitária e ativista feminista Patricia MacCormack.
Fonte: Gospel+

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Feminista seminua tenta roubar imagem de Jesus de berço no Vaticano

Ativista do Femem invadiu o cenário de Natividade gritando "Deus é mulher"

Uma ativista do grupo feminista Femen tentou arrancar a imagem do menino Jesus do presépio montado na Praça São Pedro, no Vaticano, hoje (25). Sem nada cobrindo o corpo da cintura para cima, ela invadiu o cenário de Natividade gritando "Deus é mulher". Ela tinha essa mesma frase pintada em suas costas. Acabou sendo impedida pela polícia quando já estava com  a estátua em mãos.
Segundo o Femen, tratava-se de um ato defendendo "o direito das mulheres ao próprio corpo". As feministas ligadas ao grupo já fizeram diversos protestos contra a defesa da Santa Sé da proibição do aborto e da contracepção.
Em nota publicada em sua página oficial, as feministas acusam a religião cristão se ser "um forte ataque medieval à liberdade das mulheres e a seus direitos naturais”, insistindo que “Uma criança não vem de um deus, mas de uma mulher".
A mulher que foi detida pela polícia é a ucraniana Alisa Vinogradova. Seu objetivo, segundo o Femen é "completar a vitória sobre o patriarcado". Havia cerca de 50 mil pessoas na praça onde cerca de duas horas mais tarde o papa Francisco entregara sua tradicional mensagem de Natal, "Urbi et Orbi".
Outra feminista do mesmo grupo já havia tentado roubar a imagem de Jesus do presépio do Vaticano, em 2014.
Com informações das agências via Gospel Prime

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Sarah Sheeva dispara contra feminismo: “direitos iguais não é legal”

“(o feminismo) está tentando conseguir uma vida igual em áreas que não somos iguais aos homens”, afirma. 

A pastora e cantora Sarah Sheeva, conhecida por ter criado o Culto das Princesas, teceu críticas ao feminismo atual. Filha de Baby do Brasil e Pepeu Gomes, ela fez carreira no mercado de música secular, até largar tudo para se dedicar ao ministério.
Para Sarah, homens e mulheres não devem ter direitos iguais.  "Hoje não é mais como lá atrás, hoje ele (o feminismo) está tentando conseguir uma vida igual em áreas que não somos iguais aos homens", afirmou ela em entrevista ao programa Sensacional, da RedeTV!.
A pastora diz que seu ensinamento às mulheres é "direitos iguais em tudo não é legal". Revelou ainda: "particularmente, não quero direitos iguais, quero o direito de ficar em casa, trabalhando menos e ele, por favor, trabalhe mais, mas vai ver como os homens estão: encostados, preguiçosos".

Namoro radical

Sarah Sheeva já revelou no passado que era viciada em sexo, mas que hoje consegue ter controle em seus desejos e hoje ministra sobre abstinência sexual. "Deus adormeceu o meu desejo porque pedi".
Após mais de 10 anos de abstinência, ela diz ainda ter esperanças de se casar, pois seguindo o ensinamento da Bíblia, só voltará a ter relações após o casamento. "No início foi muito difícil, depois fui conseguindo vencer. Eu não pratico masturbação. É difícil para caramba. Eu, por exemplo, não vejo certos filmes para não despertar pensamentos, não faço certas atividades", enfatiza.
A cantora insiste que evita até beijo na boca: "No meu caso, que venho do mundo, não nasci na Igreja, não sou uma mocinha virgem que nunca experimentou nada, eu tenho memórias. Se eu beijar na boca, é igual ferro: liga em cima e esquenta onde? (risos)".
Finalizou dizendo que é defensora de um tipo de namoro bem radical: "É uma luta, gente! Então para que vou começar a esquentar uma parada que não posso esfriar? Só vou pegar na mão no dia do meu noivado".
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Presença do feminismo nas igrejas é armadilha para desviar mulheres, alerta Marisa Lobo


O crescimento do movimento feminista nas igrejas evangélicas vem chamando atenção pela agressividade das ideias apresentadas, inclusive, negando a sacralidade da Bíblia Sagrada. Sobre esse assunto, a psicóloga Marisa Lobo, cristã, afirmou que é preciso tomar cuidado com essa "armadilha".
Em uma entrevista exclusiva ao Gospel+, Marisa Lobo destacou que é possível defender os direitos das mulheres e a equiparação social e profissional sem se curvar à ideologia feminista contemporânea, que prega valores opostos aos que as Escrituras ensinam aos seguidores de Jesus.
De acordo com Marisa, "o feminismo é mestre em falácias e manipulação da retórica e linguagem", o que pode levar cristãos desavisados a serem levados a acreditar que suas bandeiras estão alinhadas ao Evangelho.
Confira a entrevista sobre a presença do feminismo nas igrejas:
Recentemente, vimos representantes do movimento feminista dentro das igrejas evangélicas afirmando que a Bíblia não é a Palavra de Deus, e sim, um livro de memórias de um povo. O que essa declaração significa?
Primeiro devemos rejeitar veemente que essas feministas sejam cristãs. Ou uma coisa ou outra. O feminismo é mestre em falácias e manipulação da retórica e linguagem, com certeza estão enganando muitas mulheres que não se dispõem a conhecer as raízes históricas de um movimento que diz representar a mulher quando na verdade, defende apenas um gênero cultural… Se essas "mulheres cristãs" conhecessem o feminismo da atualidade, rejeitariam esse movimento subversivo, desconstrucionista e abortista, que defende qualquer coisa, menos a mulher biológica, conservadora.
Dizer que a "Bíblia não é a Palavra de Deus, e sim, um livro de memórias de um povo" é afronta ao cristianismo, uma manipulação da Bíblia para enganar mulheres cristãs, e ao mesmo tempo uma ignorância espiritual que comprova que não são cristãs, e sim, ativistas infiltradas nas igrejas para desviar mulheres arregimentando-as para suas lutas como massa de manobra…
Me pergunto que direito e autoridade essas feministas têm para tentar desmoralizar a Biblia. Pior são pastores que recebem este tipo de "cristã" dentro das igrejas. Será que não têm discernimento espiritual e psicológico para caírem tão facilmente nesta armadilha que visa estritamente desconstruir o papel da mulher dentro das Igrejas? Faz parte do movimento feminista essa reorientação do papel da mulher em todas as esferas da sociedade, e a igreja é meta do feminismo radical de gênero. É uma armadilha que infelizmente muitos, por ignorância, estão caindo e servindo à agenda mundial feminista abortista associada à ideologia de gênero.
O que é o movimento feminista atualmente?
O movimento feminista contemporâneo tem interesses estritamente políticos. Essa "nova versão" tem cara do movimento político de esquerda. O feminismo que se vive hoje em dia está relacionado diretamente com a ideologia de gênero e com a aceitação de toda a diversidade de orientação sexual, inclusive com a pedofilia. Quando falamos em diversidade sexual, o que imaginamos? Inclua nessa variedade sem limites as parafilias sexuais e crimes sexuais como a pedofilia, que é aceita em cerca de 15 países.
O feminismo passou por várias fases e não podemos negar que na sua origem, no passado, no início anos 1920, por exemplo, ele lutou pelos direitos das mulheres. Porém, hoje não representa a mulher biológica, e sim, o gênero mulher, que pode estar – segundo o feminismo e a ideologia de gênero – em um corpo biológico masculino. Além disso, está a serviço da revolução cultural.
Durante sua trajetória, o feminismo passou por fases: a primeira buscou o acesso da mulher aos plenos direitos civis e políticos; a segunda ligou-se ao pensamento marxista, especialmente aos estudos de Friedrich Engels em 'A Origem da família, a propriedade privada e o Estado', que era o manual da feminista, pois assegurou que o aparecimento da propriedade privada provocou um sistema opressivo na família, do homem sobre a mulher, o qual chamou de "patriarcado", que hoje é combatido pelo movimento; a terceira fase do feminismo é o que vivemos hoje, onde nasceu a ideologia de gênero que está sendo cunhada à força na sociedade pela quebra de um paradigma que sustenta a humanidade: homem nasce homem e mulher nasce mulher.
Além disso, vem perpetuando agressivamente a eterna luta de classes, agora, representada pela luta entre homens e mulheres. Vale ressaltar que a ideologia de gênero nasceu para suprir a falta esquerdista do marxismo clássico diante à falta do operário como classe revolucionária.
Há alguns anos, o petista Gilberto Carvalho afirmou que era chegada hora da esquerda disputar a formação de opinião na sociedade com as igrejas evangélicas. Desde então, os movimentos de esquerda dentro das igrejas cresceram, pregando a prática do aborto, casamento gay, ideologia de gênero, entre outras bandeiras. É possível rebater essa influência? De que maneira?
Pela conversão verdadeira. Cristão que conhece a Deus, que conhece Bíblia, que conhece a graça, acolhe o pecador mas nunca comunga com o pecado. E para o cristianismo, aborto, casamento gay, diversidade de gênero e sexual de gênero, são pautas do mundo, não do Reino de Deus, portanto não fazem parte do cristianismo e devem ser combatidas dentro das igrejas, embora tenhamos o dever de respeitar as pessoas, respeitando suas escolhas, mas nunca comungando com escolhas alheias aos ensinamentos da palavra de Deus.
Como defender a igualdade entre homens e mulheres na sociedade como um todo e permanecer fora do movimento feminista?
O nosso trabalho é levar informação para homens e mulheres cristãos que existe defesa das mulheres fora do feminismo, que não nos representa mais. Aquele feminismo desejoso de que as mulheres conquistassem seus direitos está morto, não nos representa mais. Mulheres LGBTs defendidas pelo feminismo não é mulher biológica, e sim, mulher de gênero. Temos que abrir os olhos e falar a verdade francamente.
O que define uma mulher conservadora e cristã?
Mulher conservadora é aquela que conserva valores cristãos, que valoriza seu corpo, que reconhece seu papel na sociedade, que não rejeita sua feminilidade, que se orgulha da maternidade, que luta pela sua família, seus filhos,etc. Mulheres que amam saber que Deus a considera uma jóia rara, que se orgulham de serem consideradas sábias e edificadoras do lar. Mulher forte de fé , lutadora, que se importa com causas sociais, com o próximo, sabe da importância de defender a sua fé e a sua família, valores de vida, custe o que custar.
Deixe um recado para os leitores sobre o assunto.
Não se enganem: não há nada de bom hoje no feminismo. Existe defesa da mulher fora do feminismo. Nós mulheres cristãs podemos, sim, defender nossos direitos, podemos ser pró- mulher como somos pró-vida, pró-infância, porém, jamais nos associarmos a um movimento que mata milhares de bebês por dia, com campanhas em favor do aborto, que ridiculariza mulheres que não negam seu papel social e sexual.
Temos que lutar contra pensamentos esquerdistas feministas dentro da Igreja. Somos livres, temos nosso espaço e podemos conquistar ainda mais, porém não precisamos entrar em guerra com os homens – como fazem as feministas – e temos, sim, que conservar nossos valores e princípios morais, pois eles sustentam nossa fé e nossas famílias.
Não se enganem com discursos libertários. Jesus é nossa liberdade, e é essa liberdade que querem tirar de nós. Por outro lado, temos que lutar por direitos, sem tirar direito de ninguém e sem rejeitar o nosso papel especial que Deus nos deu. Somos preciosas, jóias, fortes e poderosas, e esse poder foi nos dado por Deus. O mundo tenta nos tirar, mas juntas vamos lutar contra essa desconstrução.
Deus nos abençoe, pois estamos em guerra ideológica, mas ganhamos a sabedoria divina para percebermos armadilhas camufladas de boas intenções como o feminismo travestido de defesa dos direitos das mulheres.
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Cresce o número de evangélicas que aderem ao feminismo


“Submissão das mulheres não é ordem de Deus. Todas as interpretações que colocam as mulheres nesse papel são tendenciosas e manipuladas”, defende pastora.


Ser feminista e evangélica parece uma ideologia contrária. Mas para recentes grupos de mulheres cristãs isso é possível. Elas estão aderindo ao feminismo e questionando a interpretação bíblica.
A socióloga e feminista Camila Galetti, filha e sobrinha de pastor, observou que as pessoas, de ambos os lados, ainda se incomodam com a associação dos dois mundos. "No ambiente acadêmico eu sou aceita até o momento que digo que não sou ateia. Isso só é esquecido no decorrer da minha militância. Na igreja há o estranhamento, mas também a curiosidade", considerou.
O tema 'mulher' nas igrejas não cresce porque não há espaço para elas tomarem decisões juntamente com as lideranças. "Existe muita resistência em aceitar mulheres ordenadas, mesmo nas congregações que já permitem isso", complementou a teóloga Romi Márcia Bencke, que também é pastora e mestre em ciências da religião.
Márcia acredita que o preconceito não é só na sociedade. "Da mesma forma que somos excluídas da sociedade, também estamos fora das principais rodas da igreja".
De acordo com a mestra em ciências da religião, a submissão e obediência ao homem encontrada na Bíblia sempre foi interpretada de forma equivocada. "Assim como hoje, nos tempos bíblicos também se justificava a submissão das mulheres com o argumento de que era ordem de Deus. Não é. Todas as interpretações que colocam as mulheres nesse papel são tendenciosas e manipuladas", defendeu.
Valéria Vilhena, teóloga e evangélica, disse que a teologia moderna evidencia a criação da narrativa bíblica em contextos e períodos distintos. "A Bíblia não deve ser entendida como a voz de Deus, mas sim como a memória de um povo", contestou.
A teóloga considerou o feminismo como uma forma de luta política e que a Bíblia sempre defendeu essas questões, pelos mais pobres, pelos injustiçados. "Diferenças biológicas não podem justificar injustiças, violências e desigualdades de oportunidades. Tampouco a Bíblia pode ser base para isso".
"São muitos os textos do Evangelho em que Jesus se dirige às mulheres de igual para igual. Muitas exerciam protagonismo no movimento de Jesus, como Maria Madalena", apresentou a pastora Romi.
Para ela, a postura de Jesus em relação às mulheres era de igualdade e não há nenhum tipo de negativa para a participação feminina em seu movimento. "Basta ver a história da crucificação. As únicas que correm o risco de ficar junto à cruz são as mulheres. Também são elas as primeiras testemunhas da ressurreição", encerrou.
Com informações de Metrópoles via Gospel Prime
MEU COMENTÁRIO:
Toda discussão no campo das idéias é bem aceita e vale as discordâncias, agora, falar em igreja cristã e dizer que "A Bíblia não pode ser base para isso" e ainda que "A Bíblia não deve ser entendida como a voz de Deus, mas sim como a memória de um povo", é o fim da picada, coloca o tema em rota de colisão, e encerra toda e qualquer discussão para um cristão, afinal de contas, "a Bíblia Sagrada é a voz de Deus e pode ser base para a discussão de qualquer assunto"
Simples assim...

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Feminista que ficou seminua em cruz pede perdão aos cristãos


Sara Winter reconhece que cometeu “blasfêmia” em protesto

Sara Winter era uma das líderes do movimento feminista Bastardxs, que costumava protestar contra o que chamavam de opressão religiosa. Entre outras coisas, mostrou os seios a pastores durante um protesto.
Porém, Sara e Bia Spring ficaram realmente famosas pelo beijaço gay que promoveram em frente à Igreja da Candelária, no Centro do Rio de Janeiro, em 2014. Com os seios à mostra e falsas coroas de espinhos na cabeça, as duas ficaram deitadas a uma cruz feita de papelão com a inscrição LGBT, fazendo referências ao movimento Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros.
Na ocasião, acusou as “instituições religiosas, sobretudo cristãs, que tanto atrasam o desenvolvimento de nossa política, principalmente com relação aos direitos reprodutivos da mulher e também às políticas públicas voltadas para o público LGBT”.
Depois disso, várias coisas aconteceram até que Sara se desligou oficialmente dos movimentos feministas. Antes pró-aborto, ao ficar grávida e ter o primeiro filho, vem manifestando nas redes sociais posições opostas as que antes defendia.
Ela agora tem se dedicado a tentar mostrar os bastidores dos movimentos feministas. Escreveu umlivro chamado “Vadia, não”, onde mostra como as orgias, o álcool, as drogas e desvio de dinheiro fazem parte desses movimentos.
Contudo, o mais surpreendente é que ela veio a público nesta terça (15) pedir perdão aos cristãos pelo que fez. Em um vídeo de 3 minutos postado no Youtube, Sara diz ter se dado conta do quanto ofendeu as pessoas em suas manifestações.
“Infelizmente, deixando-me levar pelo extremismo, acabei por ofender milhares de pessoas religiosos e não religiosas”, escreveu ela no texto que acompanha o vídeo. Também diz que sua vida mudou e que está “desenvolvendo sua espiritualidade”. Estaria ainda aprendendo mais sobre líderes religiosos como Jesus.
Nos três minutos do vídeo, ela conta que tem se envolvido com um centro de caridade e tem ajudado crianças da periferia. Afirmando que tem pautado sua vida pelos 10 mandamentos, declarou acreditar que se todos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.
Relata que a atitude de uma criança que brincou durante um período de oração a fez refletir sobre suas posturas no passado. Classificando o próprio ato de “blasfêmia”, agradeceu pelas orações que afirma ter recebido e pediu que elas continuem, pois ela tem enfrentado perseguições de movimentos de esquerda.
Os comentários deixados por internautas na rede social mostram que as palavras dela têm ecoado positivamente. Embora receba eventuais críticas por ter “traído” o movimento feminista, a maioria das pessoas reconhecem a mudança na vida da ex-ativista e o papel que Deus teve nesse processo.
fonte: Gospel Prime
Para uma boa audição, desligue o áudio do Stúdio Rhema no canto superior esquerdo do blog.

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