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domingo, 27 de fevereiro de 2022

Grupos cristãos enviam socorro às vítimas da guerra na Ucrânia


Especialistas alertaram que uma guerra prolongada pode deslocar milhões de ucranianos.

Os grupos internacionais de ajuda cristã Samaritans’ Purse e World Help estão ao lado da Igreja Ucraniana para fornecer ajuda às vítimas, enquanto a invasão militar russa em larga escala da Ucrânia entra em mais um dia com tropas russas atacando a capital da Ucrânia.

Explosões e fogo de artilharia podem ser ouvidos nas ruas da capital ucraniana Kiev e os combates de rua com as forças russas estão acontecendo, informou o The Guardian, acrescentando que os moradores foram instados a procurar abrigo, evitar ir perto de janelas ou varandas.

Os confrontos de rua na Ucrânia resultaram em "centenas de vítimas", informou a Associated Press .

Em meio ao sofrimento e ao caos, a organização humanitária evangélica Samaritan’s Purse disse que enviou especialistas em resposta a desastres para a Polônia e a Romênia, onde refugiados ucranianos estavam chegando em grande número.

Mais de 50.000 ucranianos haviam fugido do país na noite de sexta-feira, "muitos mais estão se movendo em direção às suas fronteiras", disse o alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi. Outros 50.000 ucranianos deixaram o país em antecipação à guerra, informou a Reuters anteriormente.

Grandi disse na quinta-feira que mais de 100.000 pessoas se mudaram da Ucrânia para fugir da violência.

Especialistas alertaram que uma guerra prolongada pode deslocar milhões de ucranianos, levando a uma crise humanitária em larga escala.

"Enviamos membros de nossa Equipe de Resposta a Desastres para países vizinhos e estamos prontos para ajudar a atender às necessidades de emergência resultantes da crise", disse o evangelista Franklin Graham. "Por favor, junte-se a mim em oração pelo povo da Ucrânia e para que este conflito termine rapidamente."

Os especialistas, que incluem equipe médica, estão avaliando as necessidades nos países vizinhos da Ucrânia como resultado da invasão da Rússia, que começou na quinta-feira. O grupo, liderado por Graham, também está conversando com igrejas e organizações parceiras na Ucrânia "para preparar e implementar uma resposta estratégica a desastres".

O grupo, que trabalha com mais de 3.000 igrejas em toda a Ucrânia, também preparou um Hospital de Campanha de Emergência para envio ao exterior “caso seja necessário”.

A organização também distribuirá mais de 600.000 caixas de sapatos da Operação Natal Infantil para crianças por meio dessas igrejas e parceiros de ministério.

O grupo cristão World Help, por meio de igrejas locais e organizações cristãs sem fins lucrativos, também está fornecendo itens essenciais de emergência para mais de 1.000 ucranianos deslocados.

"Nossos corações estão partidos pelo povo da Ucrânia", disse Kraig Cole, diretor da International Partnerships for World Help, que atende às necessidades físicas e espirituais de pessoas em comunidades carentes em todo o mundo.

"Somos chamados para ser as mãos e os pés de Jesus e queremos levar às pessoas a ajuda de que precisam o mais rápido possível", explicou Cole. "Estávamos nos preparando para uma invasão russa, mas acho que ninguém previu um ataque como esse. … Não temos ideia de como a situação na Ucrânia vai se agravar. Estamos apenas começando."

Cole também exortou a comunidade cristã na América a fornecer ajuda. "Ninguém é impotente para ajudar. Mesmo um pequeno presente pode ajudar uma pessoa a sobreviver enquanto ela foge do que está rapidamente se tornando uma zona de guerra em grande escala. Esta é a nossa chance de seguir o exemplo do Bom Samaritano e sair do nosso caminho para ajudar alguém que está sofrendo".

Enquanto isso, o presidente Joe Biden assinou na noite de sexta-feira uma ordem para fornecer até US$ 600 milhões à Ucrânia – até US$ 350 milhões em ajuda militar e US$ 250 milhões para "assistência geral".

Também na noite de sexta-feira, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy falou com seus colegas líderes europeus em uma videochamada, dizendo-lhes que pode ser a última vez que o viram vivo, de acordo com o Chronicle Live .

Os Estados Unidos se ofereceram para evacuar Zelenskyy, mas ele rejeitou, dizendo que ficaria no país porque "a luta está aqui", segundo a Associated Press, que citou uma fonte da inteligência americana.

A invasão da Ucrânia pela Rússia, a maior guerra terrestre na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, atraiu forte condenação da comunidade internacional.

"Putin é o agressor. Putin escolheu esta guerra. E agora ele e seu país arcarão com as consequências", disse o presidente dos EUA, Joe Biden.

Na sexta-feira, a Rússia, membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, usou seu poder de veto para bloquear uma resolução condenando sua invasão. A votação na sede da ONU em Nova York foi de 11 votos a favor, um contra e três abstenções, incluindo China e Índia.

Na Rússia, as autoridades prenderam pelo menos 1.800 pessoas por realizarem manifestações contra a guerra na Ucrânia, disse o grupo de vigilância local OVD-Info.

Estrelas pop russas, apresentadores de programas de televisão e jornalistas também manifestaram sua oposição à invasão.

A Rússia começou seus ataques na quinta-feira, visando ativos militares ucranianos em várias cidades importantes do país.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Mulher é estuprada em trem, e passageiros não fazem nada

Em vez de agirem para evitar o crime, pessoas optaram por filmar a prática criminosa

A reação popular diante da prática de um crime hediondo chamou a atenção das autoridades da Pensilvânia, nos Estados Unidos, na última semana. 

Mesmo ao presenciarem uma mulher sendo estuprada dentro de um trem na cidade da Filadélfia, na última quarta-feira (13), passageiros não fizeram nada para socorrê-la. Em vez disso, chegaram até a gravar a cena.

O assédio durou cerca de 40 minutos,, e nenhum dos presentes no transporte público ligou para o serviço de emergência, segundo o chefe de polícia da Autoridade de Transporte do Sudeste da Pensilvânia, Thomas Nestel, em entrevista coletiva concedida na segunda-feira (18) à imprensa americana.

A polícia informou que o homem e a mulher envolvidos na ocorrência entraram na mesma estação. Ele sentou ao lado dela, e a vítima o empurrou várias vezes até que, por fim, ele rasgou a roupa dela.

O socorro da vítima só foi feito após a ligação de um funcionário do trem para o serviço de urgência. Câmeras de segurança que filmaram o crime mostraram passageiros gravando a cena.

Posso dizer que as pessoas estavam segurando seus telefones na direção da mulher que estava sendo atacada. Qualquer um que estava naquele trem tem que se olhar no espelho e perguntar por que não interveio ou por que não fez algo – disse o superintendente da polícia de Upper Darby, Timothy Bernhardt, à CNN americana.

O homem que praticou o crime foi preso, e sua fiança foi fixada em 180 mil dólares, o equivalente a R$ 992 mil. A mulher vítima do estupro foi levada para o hospital.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Vídeo mostra populares socorrendo Pr. ABÍLIO SANTANA após acidente na Bahia


Pr. ABÍLIO SANTANA é socorrido por populares após acidente na Bahia - Assista o vídeo


Vídeo que mostra o pastor Abílio Santana, candidato a deputado federal pelo Estado da Bahia, sendo socorrido por populares neste sábado (15), após sofrer um capotamento na cidade de Casa Nova, município da Bahia, respectivamente no KM 390, da BR 235, quando cumpria compromissos de campanha. O capotamento da Pajero foi em virtude de o pneu de seu veículo ter estourado.
O vídeo mostra o pastor Abílio deitado no chão sendo socorrido por populares e uma pessoa que filma pergunta? "Tá vivo tá?"
Respeitado em todo o país e atualmente suplente de deputado federal, pastor Abílio Santana se encontra internado no Hospital de Juazeiro -BA, mas deve ser transferido para Salvador onde passará por cirurgia. Veja aqui
Com informações: JM Notícias
ASSISTA AQUI

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Pastor abrigou 63 venezuelanos durante protestos em Roraima: “A compaixão venceu”


O pastor Gedeão Vasconcelos acolheu 47 adultos e 16 crianças venezuelanas em sua casa durante as manifestações.


crise dos refugiados da Venezuela teve seu ápice em 18 de agosto, quando mais de 1,2 mil de migrantes foram expulsos durante um violento protesto de moradores de Pacaraima, no Norte de Roraima.

O que poucos sabem é que, naquele mesmo dia, a atitude de cristãos brasileiros mudou a vida de 63 refugiados venezuelanos: 47 adultos e 16 crianças.

Naquela manhã de sábado, o pastor Gedeão Vasconcelos e sua mulher, Sandra Vasconcelos, notaram a agitação da cidade e souberam que os moradores estavam expulsando os refugiados que estavam abrigados no palco do Micaraima — na fronteira entre os dois países — revoltados com o assalto a um comerciante brasileiro, que foi supostamente cometido por venezuelanos.

"Me disseram que a manifestação não estava mais pacífica, que estavam expulsando venezuelanos, colocando gasolina, queimando tudo", disse Gedeão, que lidera uma Igreja Batista, em entrevista ao G1. "Me preocupei, porque lá tinham crianças, famílias, que nós ajudávamos, evangelizávamos e dávamos comida".

O palco, antes usado para shows e eventos, foi destruído por um trator e os pertences dos refugiados foram banhados em gasolina e queimados. Antes disso, o pastor conversou com o comandante da Força Nacional e pediu permissão para pegar as crianças que estavam embaixo do palco.

"Ele disse 'pastor, você pode pegar, sim, e rápido que a gente não sabe até quando a gente pode segurar esse povo'. Aí eu peguei, comecei a colocá-las no meu carro e na sequência eu liguei para a irmã, falei que estava tudo muito violento, e pedi ajuda", lembra Gedeão.

O resgate foi feito em partes. Primeiro os cristãos resgataram as crianças, depois os adultos. "Ao longo do dia a gente foi escondido, entrando por trás, por dentro da Venezuela e resgatando crianças e adultos também. Foi uma correria", relembra o pastor que também teve medo de ser alvo dos manifestantes.

Os venezuelanos Steven Ortiz e Rosana Luzes foram abrigados com os filhos.
(Foto: Alan Chaves/G1 RR)


"Foram 63 pessoas que acolhemos ao todo. A compaixão venceu o medo", Gedeão celebra. "Teve uma hora em que não aguentei. Todos choravam. As crianças, a missionária que me ajudava e eu. Tive que ter forças, pedir a Deus. Tem horas em que a gente não aguenta, é ser humano".

Abrigo na igreja
Em pouco tempo, a casa em que Gedeão e a esposa moram há três meses se encheu. Outros venezuelanos que souberam do refúgio bateram à porta e também foram acolhidos. Missionários ligados à igreja também abriram suas casas para abrigá-los e reuniram doações de roupas e alimentos.

Hoje cerca de 30 ainda vivem nas dependências da igreja, enquanto outros refugiados seguiram viagem.

"Tudo começou numa manifestação pacífica, boa, que tinha que acontecer, mas que acabou sendo muito violenta. Lá havia pessoas que tinham sido vítimas de venezuelanos. Assim como há brasileiros ruins, bandidos, também têm venezuelanos maus, bandidos, que fizeram coisas más em Pacaraima, mas não se pode generalizar", conta Gedeão, que já teve um tanquinho e uma panela da igreja furtados por venezuelanos.

Natália Cardoso, uma das missionárias que ajudou no acolhimento dos venezuelanos, viajou de Boa Vista a Pacaraima levando doações para os refugiados. "Foi muito impactante chegar na igreja e encontrar as crianças e os familiares. Eles ainda estavam um pouco abalados, assustados, mas a gente pode ver que eles sentiam que já estavam em segurança. Encontrei amor e acolhimento lá", disse.

Antes dos protestos, a igreja costumava evangelizar e distribuir alimentos para cerca de 79 venezuelanos que viviam acampados debaixo do palco Micaraima. "Viviam ali como bichos, andavam abaixados porque o 'teto' era baixo. Comiam coisas do lixo, e passavam fome", relatam Gedeão e Sandra.

Fonte: Guiame
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