domingo, 21 de janeiro de 2018

Pabllo Vittar promete influenciar adolescentes em 2018 e diz que enfrentará conservadores



"Tem garotos que estão crescendo e começando a entender a identidade de gênero e se espelham na Pabllo. Então, a mensagem que queremos passar para eles é: podemos ser o que quisermos"



Depois de Anitta criar uma versão de seu show para crianças e adolescentes, o Bailinho das Poderosinhas, Pabllo Vittar decidiu trilhar o mesmo caminho.

Os empresários da cantora drag queen (expressão artística que envolve a construção de um personagem, geralmente do sexo oposto) de 23 anos estão terminando de formatar uma turnê, ainda sem nome, voltada ao público menor de 18 anos, para o segundo semestre deste ano.

As apresentações acontecerão à tarde ou no máximo com término às 20h, para atender às demandas da classificação indicativa para menores de idade. E nenhuma música precisará ser cortada, afirma ele, porque não há letras inapropriadas para esse público.“A Pabllo tem um público adolescente grande, tem até crianças, que acompanham ela e não podem ir ao show. É um público sedento, engajado e que forma a base de fãs. Serão poucos shows e não ficaremos no eixo Rio-SP, queremos fazer em várias regiões do Brasil”, adianta à BBC Brasil o empresário da cantora, Yan Hayashi.
“A ideia é fazer um show diferente, especial, com novo cenário, novas danças. E faremos essa turnê ao mesmo tempo em que ela estiver com a do disco novo.”
Atacar conservadores
Hayashi diz que o cantor e toda a equipe estão preparados para eventuais ataques por parte de conservadores ou até para possíveis tentativas de impedir as apresentações de Pabllo. E que isso não os fará desistir do projeto.
"Não temos medo de ataques. Nessa sociedade em que vivemos não tem como fugir disso. O conservadorismo está crescendo e as pessoas com as redes sociais acabam ampliando essa voz, esse discurso conservador. Mas antes de tudo a Pabllo e nós pensamos muito nos fãs. Tem garotos que estão crescendo e começando a entender a identidade de gênero e se espelham na Pabllo. Então, a mensagem que queremos passar para eles é: podemos ser o que quisermos", diz.
"E temos que mostrar que é preciso aceitar as diferença, o caráter, os valores não mudam por causa do gênero, opção sexual. Independentemente do que venha de ataques, vamos segurar a barra como seguramos o tempo todo."
Via Uol via Gospel Geral


MEU COMENTÁRIO:

O inimigo não para de atacar e contra atacar a Igreja, sempre foi assim e sempre será, no entanto, é bom lembra que Deus sempre contou com os "sete mil" que não se dobraram.

Nossa geração acostumada a um tempo de conforto, está na hora de descruzar os braços e aceitar o tempo de confronto e, se preparar para lutar contra as hostes espirituais da maldade.

Não há trégua, é hora de lutarmos incessantemente através de todos os meios e ferramentas.

ACORDEMOS, IGREJA...

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